Diferenças entre edições de "Shulamit Aloni"

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Em 1973 abandonou o Mapai e fundou um novo partido, o [[Ratz]] (''Movimento pelos Direitos Civis e pela Paz''), do qual foi líder até 1996, ano em que se retirou da vida partidária. O partido conseguiu representação parlamentar em 1974; opunha-se à ocupação da [[Cisjordânia]] e da [[Faixa de Gaza]] e advogava a separação entre religião e Estado. Tornou-se conhecida pela suas campanhas contra a corrupção e a favor de uma Constituição escrita para o país.
 
Em 1988 as relações homossexuais deixaram de ser criminalizadas pelo Código Penal israelita, em larga medida graças ao trabalho desenvolvido por ShalumitShulamit.
 
Em 1991, o Ratz e os partidos [[Shinui]] e [[Mapam]] fundiram-se para criar o partido [[Meretz]], que conseguiu doze lugares no Knesset em 1992. ShalumitShulamit Aloni foi nomeada Ministra da Educação e da Cultura no governo de [[Yitzhak Rabin]].
 
Ao longo dos anos ShalumitShulamit adquiriu uma reputação pelo seu estilo mordaz, pelo seu [[ateísmo]] e pelas suas críticas em relação à forma como o Estado de Israel lida com a questão palestiniana. No ano [[2000]] recebeu um prémio nacional pelas suas contribuições à sociedade israelita,o que gerou fortes críticas por parte dos sectores religiosos.
 
Pertence ao [[Bat Shalom]], um grupo de mulheres israelitas e palestinianas que lutam pela paz na região.
== Ligações externas ==
 
*[http://www.knesset.gov.il/mk/eng/mk_eng.asp?mk_individual_id_t=132 Perfil de ShalumitShulamit Aloni no site do Knesset]
*[http://info.jpost.com/2000/Supplements/Haatzmaut/prize.html Artigo do jornal Jerusalem Post]
 
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