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[[ImageImagem:Grande Gallerie de l'evolution.jpg|thumb|right|300px|Edifício da ''Grande Galeria da Evolução'']]
 
O '''Museu Nacional de História Natural (França)''' (em [[lingua francesa|francês]] '''Muséum national d'histoire naturelle''') é uma instituição de investigação científica [[frança|francesa]], sob a tutela administrativa de dois ministérios: "Ministério da Educação Nacional, do Ensino Superior e da Pesquisa" e "Ministério da Ecologia e do Desenvolvimento Sustentável". Seus principais objetivos são a conservação de coleções científicas, a pesquisa e a formação de pesquisadores, e na difusão da cultura científica nas especialidades próprias da instituição. Estas especialidades referem-se às disciplinas próprias da [[história natural]], em especial ao estudo do mundo animal ([[zoologia]] e disciplinas derivadas), a do mundo vegetal ([[botânica]] e disciplinas derivadas) e a da Terra e do mundo mineral ([[geomorfologia]], [[ecologia]], [[mineralogia]],[[petrologia]] e outras). Em [[história natural]] está incluido a [[história]] dos povos, a história do nosso planeta e a da vida. Uma das galerias mais visitadas é à da [[evolução]].
 
==História==
[[ImageImagem:Paris - grande galerie de l evolution - diversite du vivant - 2005-11-12.jpg|thumb|right|300px|Interior da ''Grande Galeria da Evolução'']]
 
O museu formalmente foi fundado em 10 de junho de [[1793]], durante a [[Revolução Francesa]]. Sua origem encontra-se no "Jardim real das plantas medicinais", criado por [[Luís XIII de França|Luís XIII]], em [[1635]], dirigido e administrado pelos [[médico]]s da realeza. Em 31 de março de [[1718]], por proclamação do jovem rei [[Luís XV de França|Luís XV]], foi removido a sua função médica, transformando-o num jardim voltado para a história natural. O Jardim passou a ser conhecido simplesmente por [[Jardim do Rei]].
A biblioteca rapidamente se expande, formando uma coleção enciclopédica, principalmente, sobre as [[ciência]]s, em especial às [[biologia|biológicas]] e às [[técnica]]s. Além disso, a biblioteca recebe importantes doações e heranças, como as de [[Georges Cuvier]] e de [[Michel-Eugène Chevreul]].
 
Em [[1823]], o acervo já apresentava 15.000 mil volumes. Em [[1833]], com a construção do edifício de [[mineralogia]] e [[geologia]] por [[Charles Rohault de Fleury]], a biblioteca passou a ocupar espaços maiores. O novo espaço foi aberto em [[1837]]. Esta nova biblioteca serviu por mais de um século, porém, em [[1950]], já contava com 300.000 mil volumes. Como consequência, [[Henri Delage]] concebeu e iniciou a construção da sede atual, que foi inaugurada em 26 de junho de [[1963]], com duas salas de leitura e sete níveis de acervo.
 
As coleções atuais da biblioteca central possuem em torno de 200.000 mil volumes de livros modernos, perto de 13.000 mil títulos de periódicos, 105.000 mil impressos antigos, cerca de 8.000 mil [[manuscrito]]s, cartas e estampas, e cerca de 1.000mil objetos de arte.
 
Desde [[1992]] a biblioteca central é depositária de um "fundo polar" constituído por [[Jean Malaurie]]. Uma mediateca, aberta ao público em geral, contém cerca de 6.000 mil obras, uma centena de periódicos e um arquivo de documentos.
 
Entre as 27 bibliotecas associadas, a biblioteca do Museu do Homem está em curso de transferência para o [[Musée du quai Branly|Museu do Cais de Branly]].