Diferenças entre edições de "O Dia do Regicídio"

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'''O Dia do Regicídio''' é uma série portuguesa de fi(c)ção histórica, realizada para a [[RTP]] para celebrar os cem anos do [[Regicídio de 1908]] aodo Rei D. [[Carlos I de Portugal]] e do D. [[Luís Filipe, Duque de Bragança|Luís Filipe]], o príncipe herdeiro. A série baseia-se em factos históricos da [[História de Potugal]] passados entre [[1906]] e [[1908]], entre [[Lisboa]] e [[Vila Viçosa]].
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
| rowspan=“0“ | '''"Episódios 3 e 4"''' || {{flagicon|Portugal}} 03/20/2008
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| colspan="5" |{{Sem-fontes}} No Parlamento, Afonso Costa faz um discurso anti-monárquico e é expulso do mesmo; numa reunião entre apoiantes da República, Afonso Costa faz um discurso do mesmo tipo, sendo aplaudido.
D. Carlos acaba a sua relação com a amante, o que a deixa triste. Hintze Ribeiro morre. A propaganda anti-monárquica faz sucesso pelo país.
 
Luz de Almeida pede a Aquilino Ribeiro que guarde no seu quarto da pensão uma arma. Aquilino, relutante, aceita. Na pensão, Aquilino recebe duas pessoas á hora combinada para a entrega da arma e percebe que, afinal, querem utilizar o seu quarto para fazer bombas artesanais. João Nunes junta-se a eles. Aquilino não gosta nada de que façam ali as bombas, mas aceita por fim. Durante o trabalho de elaboração das bombas, uma delas explode, os dois homens morrem, João Nunes fica sem um dedo e foge e, Aquilino é acompanhado pelos guardas até á prisão. Aquilino responde ao inquérito do juíz, mentindo. O juíz percebe e manda-o novamente para a cela.
 
O Rei vai ter novamente com a amante para se despedir, acompanhado por Lobo Vasconcelos. Três homens sobem a escada até ao andar onde está a amnate e o Rei. Batem á porta dizendo que são da Guarda do Rei; nisto Lobo Vasconcelos dispara sobre um deles e os outros fogem. Este avisa o Rei; a amante nega qualquer envolvimento na cilada mas o Rei não acredita.
 
A Família Real passa mais uma temporada em Vila Viçosa. Em Lisboa, Afonso Costa e outros republicanos preparam-se para instaurar a República. No dia combinado, um grupo tenta raptar João Franco, mas este não estava em casa; junto á Câmara Municipal, onde está combinado tomá-la e proclamar a República, Afonso Costa e outros republicanos são surpreendidos pela Polícia, que acaba por os prender.
 
O Rei toma conhecimento da situação. O Ministro da Justiça pede-lhe para que assine um decreto em como todos os envolvidos neste golpe fossem deportados; o Rei assina, dizendo que está a assinar a sua própria sentença de morte.
 
Aquilino é libertado, ilegalmente, por um Guarda da sua terra.
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| rowspan=“0“ | '''"Episódios 5 e 6"''' || {{flagicon|Portugal}} 04/02/2008
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| colspan="5" | A transmitir.
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