Diferenças entre edições de "Raul Fernandes"

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'''Raul Fernandes''' ([[Valença]], [[24 de outubro]] de [[1877]] — [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]]) foi um [[político]] e [[diplomata]] [[brasileiro]], [[Ministro das Relações Exteriores]] do Brasil nos Governos [[Dutra]] e [[Café Filho]].
 
TendoDescendente feitopelo lado materno do [[Visconde de Ipiabas]], fez seus primeiros estudos em [[Vassouras]] e em [[São João del Rei]], dirigiu-se a [[São Paulo]], onde bacharelou-se pela [[Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo|Faculdade de Direito do Largo de São Francisco]]. Obteve prêmio de viagem à [[Europa]] pela distinção de suas notas de exames.
Raul Fernandes nasceu em 24 de outubro de [[1877]], na fazenda de São João, no município de [[Valença]], [[Rio de Janeiro]]. É descendente pelo lado materno do [[Visconde de Ipiabas]].
 
Foi advogado, depois vereador e deputado estadual e federal, sendo eleito [[governador|presidente]] do Estado do Rio de Janeiro para o período de 1923 a 1926, mas deixou o cargo onze dias depois por fôrça de intervenção federal decretada pelo presidente da República.
Tendo feito seus primeiros estudos em [[Vassouras]] e em [[São João del Rei]], dirigiu-se a [[São Paulo]], onde bacharelou-se pela [[Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo|Faculdade de Direito do Largo de São Francisco]]. Obteve prêmio de viagem à [[Europa]] pela distinção de suas notas de exames.
 
Após o término da [[Primeira Guerra Mundial]], foi nomeado Delegado Plenipotenciário à [[Conferência de Paz de Paris (1919)]] e representante do Brasil na Comissão de Reparações, de [[1919]] a [[1920]]. Foi ainda Delegado do Brasil às Assembléias da [[Sociedade das Nações]], reunidas em [[Genebra]], em 1920, 1921, 1924 e 1925; membro do Comitê dos Juristas, nomeado pelo Conselho da Sociedade das Nações, para organizar o projeto de Estatutos da [[Corte Permanente de Justiça Internacional]], reunido em [[Haia]], de junho a julho de 1920.
Foi advogado, depois vereador e deputado estadual e federal, sendo eleito presidente do Estado do Rio de Janeiro para o período de 1923 a 1926, mas deixou o cargo onze dias depois por fôrça de intervenção federal decretada pelo presidente da República.
 
Foi, ainda, [[embaixador]] do Brasil na [[Bélgica]], em 1926 e Presidente da Delegação do Brasil, à 6a Conferência das Repúblicas Americanas, reunida em [[Havana]], em janeiro de 1928.
Após o término da [[Primeira Guerra Mundial]], foi nomeado Delegado Plenipotenciário à [[Conferência de Paz de Paris (1919)]] e representante do Brasil na Comissão de Reparações, de 1919 a 1920. Foi ainda Delegado do Brasil às Assembléias da [[Sociedade das Nações]], reunidas em [[Genebra]], em 1920, 1921, 1924 e 1925; membro do Comitê dos Juristas, nomeado pelo Conselho da Sociedade das Nações, para organizar o projeto de Estatutos da [[Corte Permanente de Justiça Internacional]], reunido em [[Haia]], de junho a julho de 1920.
 
No govêrnogoverno do general [[Eurico Gaspar Dutra]], foi Ministro das Relações Exteriores, após a saída de [[João Neves da Fontoura]]. Nessa gestão o Brasil assinou o [[TIAR]] (Tratado Interamericano de Assistência Recíproca), cortou relações diplomáticas com a [[URSS]] e não reconheceu da [[República Popular da China]], seguindo o voto americano, numa aliança incondicional com os [[EUA]], ainda que o representante brasileiro na [[ONU]], [[Osvaldo Aranha]], fosse favorável ao reconhecimento. Após o suicídio de [[Getúlio Vargas]], foi convidado pelo então presidente [[João Café Filho]] (1954-1955) a novamente ocupar a pasta, substituindo [[Vicente Rao]].
Foi, ainda, embaixador do Brasil na [[Bélgica]], em 1926 e Presidente da Delegação do Brasil, à 6a Conferência das Repúblicas Americanas, reunida em [[Havana]], em janeiro de 1928.
 
No govêrno do general [[Eurico Gaspar Dutra]], foi Ministro das Relações Exteriores, após a saída de [[João Neves da Fontoura]]. Nessa gestão o Brasil assinou o [[TIAR]] (Tratado Interamericano de Assistência Recíproca), cortou relações diplomáticas com a [[URSS]] e não reconheceu da [[República Popular da China]], seguindo o voto americano, numa aliança incondicional com os [[EUA]], ainda que o representante brasileiro na [[ONU]], [[Osvaldo Aranha]], fosse favorável ao reconhecimento. Após o suicídio de [[Getúlio Vargas]], foi convidado pelo então presidente [[João Café Filho]] (1954-1955) a novamente ocupar a pasta, substituindo [[Vicente Rao]].
 
Morreu na cidade do Rio de Janeiro.
 
[[Categoria:PolíticosDiplomatas do Brasil]]
[[Categoria:Ministros do Governo Dutra]]
[[Categoria:Ministros do Governo Café Filho]]
[[Categoria:Governadores do Rio de Janeiro]]
[[Categoria:Vassourenses]]
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