Diferenças entre edições de "Praia do Almoxarife"

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Os seus primeiros povoadores escolheram fixar-se junto da '''Lomba dos Frades'''. (''Crónicas da Província de São João Evangelista'', Frei Agostinho de Montalverne) Mais tarde, Hurtere ainda não satisfeito com o local, contorna a Lomba da Espalamaca e acaba por fixar-se definitivamente no sítio de Santa Cruz/Porto Pim. O primeiro documento que refere-se à '''Igreja de N. Sra. da Graça''', data de 30 de Julho de 1568. Foi saqueada e incendiada em 21 de Setembro de 1597, por corsários ingleses, sendo de seguida reconstruida.
 
Segundo frei [[Diogo das Chagas]], em 1643, a freguesia tinha 305 habitantes distribuídos por 43 fogos. (''"[[Espelho Cristalino'']]", pág. 478). A erupção na Montanha do Pico, no dia [[1 de Fevereiro]] de [[1718]], associado a uma série de doenças que traziam os faialenses aflitos, levou os oficiais da Câmara Municipal da Horta e outros ilustres da ilha no dia 20 de Abril de 1718, a fazer um voto solene de se realizar "enquanto o mundo durasse" às custas da Câmara uma festa de acção de graças ao Senhor Santo Cristo, na igreja da Praia do Almoxarife. Em 1758, a igreja é reconstruida tal e qual como hoje a conhecemos, pelo Padre Mateus Rodrigues.
 
Foi ainda local de desembarque de tropas Liberais sob comando do Conde de Vila-Flor, em 23 de Abril de 1831. O Sismo de 1926 derrubou quase a totalidade das casas. Estrategicamente situada em relação à Enseada da Praia, situa-se uma posição militar da II Guerra Mundial construida em 1941, em betão e alvenaria de pedra para 2 metralhadoras pesadas, para repelir com fogo rasante eventuais desembarques.