Tratado de Santo Estêvão: diferenças entre revisões

m (Guerra russo-turca de 1877–1878)
O tratado reorganizava as possessões territoriais [[Bálcãs|balcânicas]] do Império Otomano, deixando apenas uma faixa estreita da [[Trácia]]] à [[Albânia]] como território turco em solo europeu.
 
A disposição mais importante do tratado foi o reconhecimento da independência da [[Bulgária]], que absorveu a maior parte da [[Macedônia]], o que permitiu estender-se do [[Marmar Egeu]] ao [[Marmar Negro]].
 
Também se reconheceu a independência da [[Sérvia]], dedo [[Montenegro]], e da [[Romênia]]. A Romênia cedia a [[Bessarábia]] (atual [[Moldávia]]) à [[Rússia]] e obtinha em troca a [[Dobruja]]. A [[Bósnia- e Herzegovina]] passava a ser autônoma dentro do Império Otomano (mais tarde, passaria a controle [[austro-húngaro]]).
 
A RíssiaRússia conseguiu territórios do Império Otomano e o Sultão garantiu a segurança dos seus súditos [[cristianismo|cristãos]].
 
O [[Reino Unido]] e o [[Império Austro-Húngaro]] se opuseram a este tratado que dava ao nacionalismo eslavo por temerem que a Bulgária se convertesse num satélite da Rússia (o que de fato ocorreu) e numa ameaça para o Imperio Otomano.
O tratado foi modificado quatro meses mais tarde, em [[13 de julho]] de [[1878]], no âmbito do [[Congresso de Berlim]], com a assinatura do [[Tratado de Berlim (1878)|Tratado de Berlim]].
 
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[[Categoria:História da Bulgária]]
[[Categoria:História da Romênia]]
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