Diferenças entre edições de "Néstor Kirchner"

312 bytes adicionados ,  00h07min de 23 de março de 2008
sem resumo de edição
(clean up utilizando AWB)
|}}
 
'''Néstor Carlos Kirchner''' ([[Río Gallegos]], [[25 de fevereiro]] de [[1950]]) é um [[advogado]] e, [[político]] [[argentina|argentino]] e ex-presidente deda seu país[[Argentina]]. Antes de assumir a presidência, foi governador da Província de [[Província de Santa Cruz (Argentina)|Província de Santa Cruz]]. Atualmente exerce o cargo de primeiro [[primeiro-senhor]] de seu país.
 
==Primeiros tempos==
 
==As eleições presidenciais de 2003==
 
[[Imagem:Néstor Kirchner y Eduardo Duhalde-Buenos Aires-23 de marzo de 2004.jpg|Néstor Kirchner com seu antecessor, Eduardo Duhalde.|thumb|right|250px]]
A situação nas vésperas das eleições presidenciais se apresentava confusa. Vários líderes do Partido Justicialista aspiravam uma candidatura: o próprio Kirchner, que contava com poucas forças próprias para definir uma eleição interna; o ex-presidente [[Carlos Menem]]; e os governadores das províncias de [[Província de Córdoba (Argentina)|Córdoba]], [[José Manuel de la Sota]], [[Província de Salta|Salta]], [[Juan Carlos Romero]], e [[Província de San Luis|San Luis]], [[Adolfo Rodríguez Saá]]. As primárias do Partido Justicialista foram anunciadas inicialmente para novembro de [[2002]], e logo remarcadas para fevereiro de [[2003]].
 
==Presidência da República==
 
Kirchner assumiu em [[25 de março]] de [[2003]], e manteve o ministro da economia de Duhalde, [[Roberto Lavagna]], e outros membros do gabinete de seu antecesor. A política econômica do governo de Kirchner continuou as linhas estabelecidas por Lavagna, mantendo a desvalorização da moeda mediante uma forte participação do Banco Central na compra de divisas, impulsionando as exportações e levando a um crescimento econômico com taxas próximas de 10% do PIB. Em novembro de [[2006]] as reservas internacionais subiram acima de 30 bilhões de dólares, o desemprego baixou para 10% e a pobreza se manteve em 33,5%.
 
[[Imagem:Néstor Kirchner y Diego Maradona-Buenos Aires-12 de agosto 2004.jpg|thumb|left|200px|Néstor Kirchner e Maradona, em 12 de agosto de 2004]]
Nas últimas eleições legislativas (em outubro de [[2005]]), Kirchner obteve maioria a nível nacional e conseguiu suplantar Duhalde no controle do aparato político da Grande [[Buenos Aires]]. Isto se refletiu no governo federal, principalmente na sustituição de [[Roberto Lavagna]] por [[Felisa Miceli]] no Ministério da Economia. A oposição questiona o fato de que, apesar de ter maioria de ambas câmaras do Congresso, Kirchner tem preferido, em diversas ocasiões, fazer uso das faculdades legislativas do poder executivo, legislando através deste ao invés de seguir os trámites ordinários previstos para a sanção de leis. Da posse até maio de [[2006]], Kirchner enviou apenas 136 projectos de lei ao Congresso, enquanto 201 foram sancionadas por decretos de necessidade e urgência. A estatística mostra, assim, 67 decretos por ano, contra 54,5 de [[Carlos Menem]], até então o presidente que mais tinha feito uso desta prática.
 
==Após a presidência==
Cristina Kirchner foi eleita presidente da Argentina em [[28 de outubro]] de [[2007]], o que fez de Néstor o primeiro [[primeiro-senhor]] da Argentina em [[10 de dezembro]] de 2007, data da posse presidencial.
 
==Referências==
Utilizador anónimo