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Estácio Coimbra
Estácio Coimbra como Vice-presidente do Brasil e Presidente do Senado.
10.º Vice-presidente do Brasil
Período 15 de novembro de 1922
até 15 de novembro de 1926
Presidente Artur Bernardes
Antecessor Bueno de Paiva
Sucessor Fernando de Melo Viana
16.º e 26.º Governador de Pernambuco
Período 12 de dezembro de 1926
até 28 de maio de 1930
Antecessor Júlio de Melo
Sucessor Júlio de Melo
Período 6 de setembro de 1911
até 13 de dezembro de 1911
Antecessor Herculano Bandeira
Sucessor João Carvalho
2.º Prefeito de Barreiros
Período 1 de janeiro de 1895
até 31 de dezembro de 1902
Antecessor Nicolau Pereira
Sucessor Samuel Herdeman
Dados pessoais
Nascimento 22 de outubro de 1872
Barreiros, Pernambuco,
Flag of Brazil (1870–1889).svg Império do Brasil
Morte 9 de novembro de 1937 (65 anos)
Rio de Janeiro, Distrito Federal,  Brasil
Cônjuge Joanna Coimbra
Profissão Advogado, político

Estácio de Albuquerque Coimbra (Barreiros, 22 de outubro de 1872Rio de Janeiro, 9 de novembro de 1937) foi um advogado e político brasileiro[1], que foi Vice-Presidente da República entre 1922 e 1926.

Índice

BiografiaEditar

 
Fotografia histórica, acervo do Arquivo Nacional.

Filho de João Coimbra, membro de uma família modesta de lavradores portugueses que vieram morar no Brasil[2], e Francisca de Albuquerque Belo Coimbra, estudou na Faculdade de Direito do Recife onde se graduou em 1892. De volta à sua cidade natal passou a exercer a advocacia em paralelo à sua atividade política. Fundador do Partido Republicano de Barreiros, foi eleito prefeito do município em 1894, deputado estadual em 1895, e deputado federal em 1899, quando já estava ligado politicamente a Rosa e Silva, vice-presidente da República durante o mandato de Campos Sales entre 1898 e 1902. Sua trajetória assinala um fato curioso, o de que, em 1907, Estácio Coimbra acumula os mandatos de deputado federal e deputado estadual.

Na qualidade de presidente da Assembléia Legislativa de Pernambuco assume o governo do estado entre 6 de setembro e 13 de dezembro de 1911 enquanto se processam novas eleições em razão da renúncia do governador e da recusa do vice-governador em sucedê-lo. Novos embates, contudo, o levam também a deixar o governo. Retornou à política como deputado federal nos anos de 1915, 1918 e 1921, foi vice-presidente da República na presidência de Artur Bernardes, como Presidente do Senado Federal, assumiu o cargo em substituição ao vice-presidente eleito, Urbano dos Santos, falecido antes de ser empossado[3], exercendo o mandato entre 1922 e 1926 cumulando o cargo com a função de presidente do Senado Federal. Retornou ao governo de Pernambuco onde permaneceu de 1926 a 1930 sendo destituído com o irromper da Revolução de 1930, cujo êxito o faz deixar o país às pressas. Embarcou na praia de Tamandaré com destino ao exílio na Europa em companhia de Gilberto Freyre, então seu secretário particular. Retornou ao país em 1934, já anistiado, mas se manteve afastado da política.

BibliografiaEditar

  • ALMANAQUE ABRIL 1986. 12ª edição. São Paulo, Abril, 1986.

Referências

  1. «Estácio de Albuquerque Coimbra». www.biblioteca.presidencia.gov.br. Biblioteca Virtual da Presidência. Consultado em 19 de junho de 2014. Arquivado do original em 14 de julho de 2014  |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda)
  2. Vainsencher, Semira Adler (15 de julho de 2003). «Estácio Coimbra». Fundação Joaquim Nabuco. Consultado em 28 de março de 2013 
  3. «Vice-presidente». Biblioteca. Consultado em 22 de julho de 2019 

Ligações externasEditar