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Estação Ferroviária da Parede

estação ferroviária em Portugal
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação na Linha de Cascais. Se procura a estação na Linha do Douro, veja Estação Ferroviária de Paredes.
Parede Logos IP.png
Estação de Parede, em 2009.
Linha(s) Linha de Cascais (PK 19,513)
Coordenadas 38° 41′ 22,95″ N, 9° 21′ 22,11″ O
Serviços Ferroviários Urbano
Horários em tempo real
Serviços Ligação a autocarros Serviço de táxis Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Caixas Multibanco Parque de estacionamento Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Posto de informações Telefones públicos

A Estação Ferroviária da Parede, originalmente denominada de Parede - Galiza, é uma estação da Linha de Cascais da rede de comboios suburbanos de Lisboa, que serve a localidade de Parede, no Concelho de Cascais, em Portugal.

Índice

DescriçãoEditar

Tem acesso pela Praça 5 de Outubro, na localidade de Parede.[1]

ServiçosEditar

Transporte ferroviárioEditar

Urbanos de LisboaEditar

    CP Urbanos de Lisboa
 
Cais do Sodré ↔ Cascais

Padrão de serviços de comboioEditar

Estação anterior   Comboios de Portugal Estação seguinte
Carcavelos
Direção Cais do Sodré
  CP Lisboa
Linha de cascais
  São Pedro do Estoril
Direção Cascais

Transportes urbanosEditar

  ScotturbEditar

 
Postal de 1917 com a Estação de Parede.

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Linha de Cascais

Esta estação situa-se no troço entre as Estações de Pedrouços e Cascais da Linha de Cascais, que foi inaugurado pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses em 30 de Setembro de 1889.[2]

A estação entrou ao serviço com o nome de Parede - Galiza.[3] Originalmente, grande parte do movimento da estação vinha das pedreiras próximas, de onde vinha a maior parte da cantaria utilizada em Lisboa.[4]

Em Maio de 1896, as estações de Parede e Cruz Quebrada passaram a ter serviço de pequena velocidade.[5]

Em Janeiro de 1899, foi noticiado que o Conde de Moser tinha pedido a concessão para um caminho de ferro a tracção eléctrica entre a estação da Parede e Oitavos, passando por São João do Estoril, Estoril e Cascais.[6]

Em 1926, a Linha de Cascais passou a ser explorada pela Sociedade Estoril, concessão que terminou em Janeiro de 1977.[7] Em 15 de Agosto de 1926, foi inaugurada a tracção eléctrica na Linha de Cascais.[8]

No XI Concurso das Estações Floridas, organizado em 1952 pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e pelo Secretariado Nacional de Informação, a estação de Parede foi premiada com uma menção honrosa,[9] sendo nessa altura o chefe da estação Jerónimo Godinho Branco.[10] No XIII Concurso, em 1954, a estação recebeu uma menção honrosa especial.[11]

CP-USGL + Soflusa + Fertagus

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Sado (CP+Soflusa)  Sintra (CP)
  Fertagus  Azambuja (CP)  Cascais (CP)


(n) Azambuja 
   
 
   
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
   
 
   
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
   
 
   
 Setúbal (u)
(n) Carregado 
   
 
   
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
       
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
       
 Penteado (a)
(n) Alverca 
         
 Moita (a)
(n) Póvoa 
         
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
         
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
         
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
         
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
         
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
       
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
       
 Terreiro do Paço (a)
(n) Santa Apolónia 
       
 Penalva (u)
(z) Marvila 
       
 Coina (u)
 
       
 Fogueteiro (u)
(z) Roma - Areeiro 
       
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
       
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
       
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
         
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
         
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
         
 Santos (c)
**(z) Alcântara - Terra 
 
 
 
 
 Alcântara - Mar (c)**
(s) Amadora 
           
 Belém (c)
(s) Queluz - Belas 
           
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
           
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
           
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
           
 Paço de Arcos (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
 
     
 Santo Amaro (c)
(s) Rio de Mouro 
       
 Oeiras (c)
(s) Mercês 
       
 Carcavelos (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
       
 Parede (c)
(s) Portela de Sintra 
       
 São Pedro Estoril (c)
(s) Sintra 
       
 São João Estoril (c)
 
       
 Estoril (c)
(c) Cascais 
       
 Monte Estoril (c)

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaisz L.ª Cintura
n L.ª Norteo L.ª Oestes L.ª Sintrau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A (**) vd. Pass. Sup. Alcântara

Fonte: Página oficial, 2018.11
(nomes das estações de acordo com a fonte)

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Parede». Comboios de Portugal. Consultado em 25 de Novembro de 2014 
  2. TORRES, Carlos (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682). pp. 61–64. Consultado em 1 de Setembro de 2016 
  3. HENRIQUES, p. 107
  4. COLAÇO e ARCHER, p. 33
  5. «Há 50 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1477). 450 páginas. 1 de Julho de 1949. Consultado em 1 de Dezembro de 2016 
  6. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1227). 1 de Fevereiro de 1939. 115 páginas. Consultado em 1 de Dezembro de 2016 
  7. MARTINS et al, p. 64
  8. MARTINS et al, p. 99
  9. «Ao XI Concurso das Estações Floridas apresentaram-se 78 estações» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 65 (1558). 16 de Novembro de 1952. 338 páginas. Consultado em 1 de Dezembro de 2016 
  10. «XI Concurso das Estações Floridas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 66 (1570). 16 de Maio de 1953. 112 páginas. Consultado em 1 de Dezembro de 2016 
  11. «XIII Concurso das Estações Floridas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 67 (1608). 16 de Dezembro de 1954. 365 páginas. Consultado em 1 de Dezembro de 2016 

BibliografiaEditar

  • COLAÇO, Branca; Archer, Maria (1999). Memórias da Linha de Cascais. Vila Real de Santo António: Câmaras Municipais de Cascais e Oeiras. 370 páginas. ISBN 972-637-066-3 
  • HENRIQUES, João (2001). Cascais: Do Final da Monarquia ao alvorecer da República (1908-1914). Cascais: Edições Colibri e Câmara Municipal de Cascais. 214 páginas. ISBN 972-772-268-7 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 

Ligações externasEditar