Estação Ferroviária de Alfarelos

estação ferroviária em Portugal

A estação ferroviária de Granja do Ulmeiro - Alfarelos[4] (nome anteriormente grafado como "Alfarellos"),[5] por vezes designada de Alfarelos - Granja do Ulmeiro[6] e oficialmente até 2022 denominada apenas de Alfarelos,[1][4][7] é uma gare ferroviária situada na freguesia de Granja do Ulmeiro, no concelho de Soure, em Portugal. Enquanto ponto de entroncamento do Ramal de Alfarelos na Linha do Norte, faz uma ligação ferroviária importante entre Coimbra, Figueira da Foz, Porto, e Lisboa.

Granja do Ulmeiro - Alfarelos
Estação Ferroviária de Alfarelos
vista da estação estação de Alfarelos, em 2017
Identificação: 35006 ALF (Alfarelos)[1]
Denominação: Estação de Granja do Ulmeiro - Alfarelos
Administração: Infraestruturas de Portugal (até 2020: centro;[2] após 2020: sul)[3]
Classificação: E (estação)[1]
Tipologia: C [3]
Linha(s):
Linha do Norte(PK 198+339)
Ramal de Alfarelos(PK 221+380)
Altitude: 10 m (a.n.m)
Coordenadas: 40°9′54.48″N × 8°38′3.24″W

(=+40.16513;−8.63423)

Mapa

(mais mapas: 40° 09′ 54,48″ N, 8° 38′ 03,24″ O; IGeoE)
Concelho: border link=Soure (Portugal)Soure
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Pombal
Lis-Apolónia
  IC   Coimbra-B
terminal
P-Campanhã
Guimarães
Braga
Verride
Cald.Rainha
  IR   Coimbra-B
terminal
Figueira Foz
terminal
    Coimbra-B
Valença
Terminal   R   Formoselha
Coimbra
V.Nova Anços
Entroncam.to
   
Soure
Lis-Apolónia
    Coimbra-B
P-Campanhã
Verride
Cald.Rainha
    Coimbra-B
terminal
Montemor
Figueira Foz
  UC   Formoselha
Coimbra

Conexões:
Ligação a autocarros
Ligação a autocarros
7459
Serviço de táxis
Serviço de táxis
SRE
Equipamentos: Bilheteiras ou máquinas de venda de bilhetes Sala de espera Lavabos adaptados Lavabos Acesso para pessoas de mobilidade reduzida
Endereço: Rua da Estação, s/n
PT-3130-080 Granja do Ulmeiro SRE
Inauguração: [quando?]
Diagrama:
Website:
 Nota: Para outras interfaces ferroviárias com nomes semelhantes ou relacionados, veja Estação Ferroviária de Granja.
Torre de água da estação de Alfarelos em fundo à placa tononímica da Granja do Ulmeiro.

Descrição editar

 
 
A estação de Alfarelos na marginal de Granja do Ulmeiro.

Localização e acessos editar

Esta interface situa-se junto à Rua da Estação (=EN341), na localidade e freguesia de Granja do Ulmeiro: Apesar da denominação, a aldeia de Alfarelos, sede da freguesia vizinha, situa-se a sudoeste da estação a uma distância de cerca de três quilómetros.[8] E apesar de situada no município de Soure, a sede de município mais próxima desta estação é Montemor-o-Velho, a pouco mais de quatro quilómetros em linha reta.[9]

Infraestrutura editar

O edifício de passageiros situa-se do lado noroeste da via da Linha do Norte (lado esquerdo do sentido ascendente, a Porto-Campanhã)[10][11] e do lado sudeste da via terminal do Ramal de Alfarelos (lado esquerdo do sentido descendente, a Bifurcação de Lares).[12]

 
Locomotiva espanhola em serviço de mercadorias em Alfarelos, em 2019.

Esta interface apresenta dez vias de circulação (I, II, III, III+III-A, IV, V, VI, VII, VIII, e IX), eletrificadas em toda a sua extensão e com comprimentos variando entre os 151 e 689 m, todas exceto três (III+III-A, VIII, e IX) acessíveis por plataformas de comprimentos e alturas variáveis (respetivamente 139 e 310 m e 685 a 380 mm); existem ainda seis vias secundárias (X, XI, G1, G2, G5, e G7) com comprimentos entre 20 e 272 m e que estão eletrificadas de forma variável — algumas na sua totalidade (G1, G2, e G7), outras apenas parcialmente (X e XI), e a restante (G5) não o estando de todo.[3] Esta configuração apresenta-se algo ampliada em comparação com a de décadas anteriores,[12] estando prevista para 2025 a conclusão das obras de alteração subsequente, com ampliação significativa.[3]:132] Esta configuração, ademais, inclui o Ramal Terminal TMI, um Ramal de Estação (cód. 127; dep. 34934;[1] inst. n.º 110) centrado ao PK 220+72 e gerido pela TMI, com tipologia «Terminal Intermodal».[3]

Alfarelos enquanto limiar de tipologia ferroviária:[3]
característica Norte desc. Norte asc. Ramal
vias Pampilhosa via dupla Lamarosa via dupla Verride via única
vel. máx. Pampilhosa 120-160 km/h Lamarosa 160-220 km/h Verride 90-120 km/h
carg. máx. Pampilhosa D4 Lamarosa D4 Verride D2
contorno Pampilhosa PT b+ (CPb+) Lamarosa PT b+ (CPb+) Verride PT b (CPb)
exploração Pampilhosa RCAP Lamarosa RCAP Verride RCI

Situa-se junto a esta estação a substação de tração de Alfarelos, contratada à C.P., que assegura aqui a eletrificação de partes da Linha do Norte e da Linha do Oeste e da totalidade do Ramal de Alfarelos e do Ramal do Louriçal, entre as zonas neutras de Soure, de Pampilhosa, e de Curia, e os términos dos troços eletrificados, em Louriçal e Figueira da Foz; complementarmente existe também a zona neutra de Alfarelos que divide em duas partes, isolando-as, o referido troço da rede alimentado por esta subestação.[3]

Serviços editar

 
Comboio urbano em Alfarelos, em 2008.
Em dados de 2023, Alfarelos é servida por vários tipos de comboios de passageiros da C.P.:

História editar

Século XIX editar

Planeamento e inauguração editar

Em 14 de Janeiro de 1861, o Conselho de Obras Públicas emitiu um parecer sobre o percurso da futura Linha do Norte entre Pombal e Coimbra, onde aprovou várias modificações que a empresa construtora tinha proposto em relação ao plano original do engenheiro Wattier.[15] O novo traçado passava junto à povoação de Granja do Ulmeiro, que iria ser servida por uma estação em Formoselha.[15] A estação de Alfarelos faz parte do lanço da Linha do Norte entre Soure e Taveiro, que entrou ao serviço em 7 de Julho de 1864, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.[16]

Ligação ao Ramal de Alfarelos editar

Em 1882, a Companhia Real apresentou uma proposta para uma linha entre Lisboa (em Alcântara) e a Figueira da Foz, com um ramal para a Estação de Alfarelos,[17] de forma a uni-la à Linha do Norte[18] e a Coimbra.[19] Este empreendimento foi contratado com o governo em 23 de Novembro de 1883,[19] tendo a resultante Linha do Oeste sido concluída com a entrada ao serviço das estações de Leiria e Figueira da Foz, em 17 de Julho de 1888.[17] O ramal para Alfarelos, com início em Amieira, entrou ao serviço em 8 de Junho de 1889.[17]

 
O dormitório inaugurado em 13 de Abril de 1933.

Século XX editar

Em 1 de Fevereiro de 1903, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses tinha ordenado que fossem colocados semáforos do sistema Nunes Barbosa na estação de Alfarelos.[20] Em finais do mesmo ano, ocorreu um descarrilamento em Soure, tendo o comboio de socorro partido de Alfarelos.[21] Em 16 de Fevereiro de 1905, a Gazeta dos Caminhos de Ferro relatou que uma automotora foi posta nos serviços entre São Martinho do Porto, Figueira da Foz e Alfarelos.[22] Em 26 de Outubro de 1908, foi duplicada a via entre Alfarelos e Coimbra-B.[23]

Em 1932, foi instalado um dormitório na estação de Alfarelos, com capacidade para 52 camas.[24] A 13 de Abril de 1933, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses inaugurou um outro dormitório, destinado ao pessoal de trens e revisão, cuja construção foi dirigida e fiscalizada pelo engenheiro-chefe da Companhia, Luís Alexandre da Cunha, tendo sido considerada nessa altura como uma das melhores do seu tipo dentro da empresa.[25] Em 1934, a estação foi alvo de grandes obras de reparação, e foi instalado um posto médico.[26]

Em 1945, o arquitecto Cottinelli Telmo desenhou o armazém de víveres de Alfarelos, que foi inaugurado em 1947.[27] Este edifício demarcou-se por apresentar uma mistura de estilos, onde as formas modernistas eram temperadas por vários elementos de cariz mais tradicional.[27] Em 4 de Outubro de 1948, realizou-se uma viagem experimental das novas locomotivas da Série 1500, entre Entrecampos e Vila Nova de Gaia, com uma paragem em Alfarelos.[28] A importância crescente desta estação ditou o desenvolvimento da povoação circundante, cuja população triplicou nas décadas de 1950-1970.[6]

Na noite de 15 de Novembro de 1953, uma locomotiva que estava em Alfarelos para ser abastecida de carvão começou a circular sozinha, tendo seguido descontrolada até Amial, onde um fogueiro conseguiu entrar na cabina e dominar a máquina.[29] Em Setembro de 1956, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses organizou um comboio especial, para transportar o tabuleiro da Ponte do Pano até Seiça, para ser utilizada na duplicação da ponte.[30] O comboio especial foi parando em várias estações pelo caminho para passar a noite, tendo circulado entre Mogofores e Alfarelos no dia 26, e de Alfarelos a Pombal no dia seguinte.[30]

Em 1961, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses tinha catorze circulações de passageiros entre Alfarelos e as Caldas da Rainha, sete em cada sentido.[31] A estação de Alfarelos possuía um depósito, ao qual estiveram afectas as locomotivas da Série 0201 a 0224, que rebocavam os comboios de cimento entre Martingança e Alfarelos; no início da Década de 1960, estas locomotivas foram transferidas para os depósitos do Entroncamento e Barreiro.[32]

No âmbito do II Plano de Fomento, que decorreu de 1968 a 1973, estava previsto um quadro de investimentos no transporte ferroviário, incluindo a electrificação da via férrea de Alfarelos até à Figueira da Foz.[33] Nos finais da Década de 1980, a operadora Caminhos de Ferro Portugueses lançou um novo programa de modernização da Linha do Norte, onde estava planeada, entre outras obras, a quadruplicação da via férrea entre Alfarelos e Taveiro.[34]

 
Edifício provisório, em 2006.
 
Torre de sinalização e edifício provisório de passageiros, vistos do exterior, em 2017.

Século XXI editar

Em 2001, na sequência de cheias,[35] foi demolido o edifício de passageiros, tendo sido construído um temporário no seu lugar.[36] Estimava-se que a construção do edifício de passageiros definitivo, prevista no âmbito de um projecto de modernização da Linha do Norte da Rede Ferroviária Nacional, se iniciasse no quarto trimestre de 2010, e que estaria terminada no final de 2012;[36] Não obstante, o edifício provisório de passageiros manteve-se em uso até,[quando?] pelo menos, 2019.[35]

Em Setembro de 2007, um passageiro ficou ferido ao tentar sair de um comboio Alfa Pendular em movimento, na estação de Alfarelos.[37] Em 21 de Janeiro de 2013, dois comboios colidiram nesta estação, provocando 25 feridos,[38][39] e cortando a circulação neste lanço da Linha do Norte durante três dias.[40]

Em 2008 a Refer apresentou um plano de elevação da via férrea ao longo de 10,9 km incluindo a estação de Alfarelos — aqui esta elevação atingiria o máximo de 15 m acima da cota preexistente (esta variando noutros pontos entre 8 e 14 dm); esta alteração visava salvaguardar a integridade da circulação mesmo em caso de cheias extremas, dada a proximidade do baixo Mondego, de grande sensibilidade tidal, e a baixa altitude da via neste local; este plano, apesar de ter o seu EIA aprovado pela APA, não viria a ser concretizado.[35]

Em Janeiro de 2011, Alfarelos tinha cinco vias de circulação, que apresentavam comprimentos entre os 350 e 430 m, enquanto que e as plataformas tinham 305 a 384 m de extensão, e 30 a 50 cm de altura[41] — valores mais tarde[quando?] alterados para os atuais.[3]

No fim-de-semana de 21-22 de dezembro de 2019, o local desta estação foi grandemente afetado por cheias do Mondego e do Arunca que, na maré alta, alagaram as vias por várias horas, atingindo o nível das águas a altura de algumas das plataformas;[35] a circulação ferroviária foi grandemente afetada, tendo sido parcialmente reposta (em via única e limitada a 30 km/h, e apenas da Linha do Norte) só no dia seguinte,[42] tendo ficado normalizada durante a semana;[43] já a interrupção no troço até Verride (que incluiu o corte de alimentação elétrica até Figueira da Foz e Louriçal)[44] prolongou-se até 10 de janeiro do ano seguinte, devido à necessidade de obras de reestabilização da Ponte do Marujal.[45]

Em finais de 2022 foi oficializada (tanto pela pela C.P. como pela I.P.) a mudança do nome da estação, passando a designar-se Granja do Ulmeiro - Alfarelos.[4][46]

Também em finais de 2022 estavam programadas obras de alteração do layout da estação de Alfarelos em 2023-2025.[3]:132]

 
Aspeto das vias, visto de sudoeste, em 2017.

Referências literárias editar

Uma cena no romance Esteiros, de Soeiro Pereira Gomes, é passada na estação de Alfarelos:

Os valadores embarcaram no comboio correio, em Alfarelos, depois de um dia inteiro de preparos e recomendações. [...] Deram voltas às courelas, em despedida. Ficava-lhes ali o pensamento. [...] A Rita Pinta veio ainda à estação lembrar recados para o marido.
— Soeiro Pereira Gomes, Esteiros, p. 138

Ver também editar

Comboios em Coimbra
(Serviços ferroviários pesados suburbanos e
regionais de passageiros, na região de Coimbra)

        em operação •   extinto em 2010
    ext. anunc. 2020 •     extinto em 2009


 
   
 
(ã) Lobazes 
   
 Moinhos (ã)
(ã) Miranda do Corvo 
   
 Trémoa (ã)
(ã) Padrão 
   
 Vale de Açor (ã)
(ã) Meiral 
   
 Ceira (ã)
(ã) Lousã-A 
   
 Conraria (ã)
(ã) Lousã 
   
 Carvalhosas (ã)
(ã) Prilhão-Casais 
   
 S. José (Calhabé) (ã)
(ã) Serpins 
 
 
 Coimbra-Parque (ã)
(ã) Coimbra 
 
 
 
 
 
 
       
 
 
 
 
 
   
 
 
 
(ã)(n) Coimbra-B   
(n) Souselas 
       
 
 
 
(f)(n) Pampilhosa 
 
 
 Bencanta (n)
(f) Mala 
   
 Espadaneira (n)
(f) Silvã-Feiteira 
   
 Casais (n)
(f) Enxofães 
   
 Taveiro (n)
(f) Murtede 
   
 V. Pouca Campo (n)
(f) Cordinhã 
   
 Ameal (n)
(f) Cantanhede 
   
 Pereira (n)
(f) Limede-Cadima 
   
 Formoselha
(f) Casal 
   
 Alfarelos (a)(n)
(f) Arazede 
   
 Montemor (a)
(f) Bebedouro 
   
 Marujal (a)
(f) Liceia 
   
 Verride (a)
(f) Santana-Ferreira 
   
 Reveles (a)
(f) Costeira 
   
 Bif. de Lares (a)(o)
(f) Alhadas 
   
 Lares (o)
(f) Carvalhal 
   
 Fontela (o)
(f) Maiorca 
   
 Fontela-A (o)
 
   
 Figueira da Foz (f)(o)

Referências

  1. a b c d (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Diretório da Rede 2021. IP: 2019.12.09
  3. a b c d e f g h Diretório da Rede 2024. I.P.: 2022.12.09
  4. a b c «Alfarelos - alteração do nome da estação». CP. Consultado em 3 de setembro de 2023. Arquivado do original em 7 de fevereiro de 2023 
  5. G. Audigier: Guia Official dos Caminhos de Ferro de Portugal 168 (1913.10). Pessoa & C.ª / Typ. Horas Romanticas: Lisboa: p.82-83 etc.
  6. a b Estação ferroviária Alfarelos – Granja do Ulmeiro perdeu muitos passageiros nos último anosCentro TV (2021.08.25)
  7. Comboios Regionais : Linha do Oeste : Lisboa / Mira Sintra-Meleças ⇄ Caldas da Rainha / Coimbra («horário em vigor desde 2022.12.11»).
  8. «Cálculo de distância pedonal (40,1651; −8,6344 → 40,1499; −8,6515)». OpenStreetMaps / GraphHopper. Consultado em 3 de agosto de 2023 : 2690 m: desnível acumulado de +56−6 m
  9. Distância loxodrómica entre +40,1651; −8,6344 e +40,1741; −8,6822 = 4,16 km (WNW, 284°)
  10. (anónimo): Mapa 20 : Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1985), CP: Departamento de Transportes: Serviço de Estudos: Sala de Desenho / Fergráfica — Artes Gráficas L.da: Lisboa, 1985
  11. Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1988), C.P.: Direcção de Transportes: Serviço de Regulamentação e Segurança, 1988
  12. a b Sinalização da estação de Alfarelos” («diagrama do fascículo anexo n.º 12 à I.G. n.º 29»), 1971
  13. a b c Comboios Urbanos : Coimbra : Coimbra ⇄ Figueira da Foz («horário em vigor desde 11 dezembro 2022»). Esta informação refere-se aos dias úteis.
  14. a b Comboios Regionais : Linha do Norte : Entroncamento ⇄ Coimbra («horário em vigor desde 11 dezembro 2022»). Esta informação refere-se aos dias úteis.
  15. a b ABRAGÃO, Frederico de Quadros (16 de Setembro de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 69 (1650). p. 407-424. Consultado em 25 de Setembro de 2017 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  16. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 70 (1681). p. 9-12. Consultado em 12 de Março de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  17. a b c TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 70 (1682). p. 61-64. Consultado em 13 de Março de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
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  19. a b SOUSA, José Fernando de (16 de Junho de 1940). «Coimbra e os Caminhos de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 52 (1260). p. 371-373. Consultado em 14 de Outubro de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
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  27. a b MARTINS et al, 1996:134
  28. «A primeira locomotiva eléctrica da C. P. já fez, com grande êxito, duas viagens experimentais» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 60 (1460). 16 de Outubro de 1948. p. 550-551. Consultado em 6 de Abril de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  29. «Uma locomotiva, sem governo, percorreu dez quilómetros, em grande velocidade» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 66 (1583). 1 de Dezembro de 1953. p. 344. Consultado em 18 de Agosto de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
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  42. Carlos Cipriano: “Circulação restabelecida na linha do Norte. Linha da Beira Alta paradaPúblico (2019.12.22)
  43. Carlos Cipriano: “Troço Alfarelos–Verride vai continuar interrompido devido ao nível das águasPúblico (2019.12.24)
  44. Circulação mantém-se suspensa entre Alfarelos e VerrideLusa / Jornal de Negócios (2019.12.23)
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  46. https://ghostarchive.org/archive/3xDAI (3 de setembro de 2023). «Granja do Ulmeiro - Alfarelos - Linha do Norte». Infraestruturas de Portugal. Consultado em 3 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2023 
 
Alfa Pendular passando sem parar na estação de Alfarelos, em 2014.

Bibliografia editar

  • GOMES, Soeiros Pereira (1979) [1941]. Esteiros 4.ª ed. Lisboa: Editoral «Avante!». 184 páginas 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • SARAIVA, José Hermano; GUERRA, Maria (1998). Diário da História de Portugal. Volume 3 de 3. Lisboa: Difusão Cultural. 208 páginas. ISBN 972-709-060-5 
  • SILVA, Carlos; ALARCÃO, Alberto e CARDOSO, António (1961). A Região a Oeste da Serra dos Candeeiros. Estudo económico-agrícola dos concelhos de Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 767 páginas 
 
Comboio transportando balastro circulando em Alfarelos em 2016.

Leitura recomendada editar

  • ANTUNES, J. A. Aranha; et al. (2010). 1910-2010: o caminho de ferro em Portugal. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e REFER - Rede Ferroviária Nacional. 233 páginas. ISBN 978-989-97035-0-6 
  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. Volume 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4 
  • LOPES, Ernâni Rodrigues (2001). De 1974 a 1986: o prelúdio às transformações do final do séc. XX. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. Volume 3. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 269 páginas. ISBN 972-97046-4-3 
  • VILLAS-BOAS, Alfredo Vieira Peixoto de (2010) [1905]. Caminhos de Ferro Portuguezes. Lisboa e Valladollid: Livraria Clássica Editora e Editorial Maxtor. 583 páginas. ISBN 8497618556 
  • QUEIRÓS, Amílcar (1976). Os Primeiros Caminhos de Ferro de Portugal: As Linhas Férreas do Leste e do Norte. Coimbra: Coimbra Editora. 45 páginas 
  • SALGUEIRO, Ângela (2008). A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses: 1859-1891. Lisboa: Univ. Nova de Lisboa. 145 páginas 
  • ANTUNES, Paulo Jorge Francisco. Granja do Ulmeiro e o Caminho de Ferro: paradigma de desenvolvimento local (Tese de Trabalho apresentado na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra no âmbito do Seminário Científico-Pedagógico – História Património Industrial, Investigação e Ensino). Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra 
 
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