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Apeadeiro de Chelas

estação ferroviária em Lisboa, Portugal
Chelas
Entrada na Concordância de Xabregas a partir da Linha de Cintura, junto à Estação de Chelas.
Inauguração 20 de Maio de 1888
Encerramento 14 de junho de 2015
Linha(s) Linha de Cintura (PK 8,689)
Coordenadas 38° 44′ 20,09″ N, 9° 07′ 07,81″ O
Concelho Lisboa
Coroa L
Localização
Disambig grey.svg Nota: Para a estação de metropolitano com o mesmo nome, veja Estação Chelas.

O Apeadeiro de Chelas é uma interface ferroviária encerrada, situada em Lisboa, Portugal, integrada em dois segmentos da rede das Infraestruturas de PortugalLinha de Cintura e Concordância de Xabregas. Localiza-se na Calçada da Picheleira, entre o Largo de Chelas e a zona residencial da Picheleira. A estação de metro mais próxima é Olaias, não Chelas.

Era paragem de algumas das circulações dos serviços da CP Urbanos de Lisboa designados por “Linha de Sintra” e “Linha da Azambuja”. Tem três vias, mas apenas as da Linha de Cintura dotadas de plataformas.

Transportes Urbanos em Marvila-LisboaEditar

  Autocarros da Carris:

  • 730 Picheleira ⇄ Picoas via Sapadores
  • 720 Picheleira ⇄ Alcântara via Marquês de Pombal
  • 794 Sul e Sueste ⇄ Estação do Oriente via Marvila

HistóriaEditar

Esta interface encontra-se no troço original da Linha de Cintura, entre as estações de Benfica e Santa Apolónia, que foi aberto ao serviço em 20 de Maio de 1888, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.[1] A concordância entre Chelas e Braço de Prata foi inaugurada em 5 de Setembro de 1891.[1]

Em 1934, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses realizou grandes obras de reparação nesta interface.[2]

Século XXIEditar

A partir de 14 de Junho de 2015, devido a alterações de horários por parte da CP, deixaram de efectuar paragem neste apeadeiro os comboios suburbanos da família "Azambuja - Alcântara-Terra" (os únicos a efectuar paragem neste apeadeiro até então). Com esta alteração, a Infra-Estruturas de Portugal (IP) procedeu à desactivação do apeadeiro de Chelas.

Ver tambémEditar

CP-USGL + Soflusa + Fertagus

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Sado (CP+Soflusa)  Sintra (CP)
  Fertagus  Azambuja (CP)  Cascais (CP)


(n) Azambuja 
   
 
   
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
   
 
   
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
   
 
   
 Setúbal (u)
(n) Carregado 
   
 
   
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
       
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
       
 Penteado (a)
(n) Alverca 
         
 Moita (a)
(n) Póvoa 
         
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
         
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
         
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
         
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
         
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
       
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
       
 Terreiro do Paço (a)
(n) Santa Apolónia 
       
 Penalva (u)
(z) Marvila 
       
 Coina (u)
 
       
 Fogueteiro (u)
(z) Roma - Areeiro 
       
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
       
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
       
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
         
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
         
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
         
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
           
 Belém (c)
(s) Queluz - Belas 
           
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
           
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
           
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
           
 Paço de Arcos (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
 
     
 Santo Amaro (c)
(s) Rio de Mouro 
       
 Oeiras (c)
(s) Mercês 
       
 Carcavelos (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
       
 Parede (c)
(s) Portela de Sintra 
       
 São Pedro Estoril (c)
(s) Sintra 
       
 São João Estoril (c)
 
       
 Estoril (c)
(c) Cascais 
       
 Monte Estoril (c)

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaisz L.ª Cintura
n L.ª Norteo L.ª Oestes L.ª Sintrau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A

Fonte: Página oficial, 2018.11
(nomes das estações de acordo com a fonte)

Referências

  1. a b TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682). p. 61-64. Consultado em 27 de Fevereiro de 2013 
  2. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 26 de Fevereiro de 2013 
 
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Ligações externasEditar