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Estação Ferroviária de Ermesinde

estação ferroviária em Portugal
Ermesinde IPcomboio2.jpg
CP 2240 - Ermesinde (8162791542).jpg
Linha(s) Linha do Minho (PK 8,430)
Linha do Douro (PK 8,430)
Linha de Leixões (PK 0,000)
Coordenadas 41° 13′ 01,33″ N, 8° 33′ 15,78″ O
Concelho Valongo
Serviços Ferroviários Logo CP 2.svgBSicon LSTR orange.svgRBSicon LSTR yellow.svgU
Horários em tempo real
Serviços Ligação a autocarros Serviço de táxis Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Zona Comercial
Informações - Gabinete de Apoio ao Cliente Sala de espera Telefones públicos Caixas Multibanco
Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Parque de estacionamento Lavabos adaptados Lavabos Bar ou cafetaria
Acesso à Internet
NYCS-bull-trans-Z-Std.svgMAI4


Logos IP.png
BSicon CONTfa grey.svg
BSicon HST grey.svgTravagem (Sentido Braga/Valença)
BSicon eABZg+l grey.svgBSicon exCONTfq grey.svgCabêda (Sentido Caíde/Pocinho)
BSicon BHF grey.svgErmesinde
BSicon eABZgl grey.svgBSicon exCONTfq grey.svgLeixões (Std. Leixões)
BSicon HST grey.svgÁ. Santas - Palmilheira (Std. Porto)
BSicon CONTf grey.svg

A Estação Ferroviária de Ermesinde, originalmente denominada de Ermezinde, é uma interface das Linhas do Minho, Douro e Leixões, que serve a cidade de Ermesinde, no concelho de Valongo, em Portugal. Foi inaugurada em 21 de Maio de 1875, como parte do lanço da Linha do Minho entre Porto e Nine,[1] e em 30 de Julho desse ano entrou ao serviço o primeiro troço da Linha do Douro, entre Ermesinde e Penafiel.[2] Na Década de 1930, a estação foi alvo de grandes obras de remodelação, devido à planeada ligação ao Porto de Leixões[3], destacando-se a instalação da sinalização eléctrica[3] e a construção da torre de sinalização.[4] Em 18 de Setembro de 1938, abriu à exploração a Linha de Leixões, entre Contumil e Leixões, incluindo desde logo a Concordância de São Gemil, entre Ermesinde e São Gemil.[5] A estação entrou novamente em profundas obras de modificação a partir da década de 1990, no âmbito de um programa de modernização das linhas suburbanas do Porto, que incluiu a electrificação da linha férrea.[6]

Índice

Automotora 0371 da CP na Estação de Ermesinde, em 2013.

CaracterizaçãoEditar

Vias e plataformasEditar

Em 2004, esta interface dispunha de um serviço de informação ao público[7], e em 2007 comandava esta função nas estações e apeadeiros de Valongo, Recarei-Sobreira, Cête, Irivo, Oleiros, Paredes, Travagem e São Romão.[8] No ano seguinte, todas estas interfaces, junto com a própria estação de Ermesinde, passaram a ter a informação ao público gerida pelo Centro de Comando Operacional do Porto.[9]

Em 2010, possuía onze vias de circulação, com comprimentos variáveis entre os 210 e 598 m; as plataformas tinham todas 220 m de comprimento e 75 cm de altura.[10]

Acessos rodoviáriosEditar

Esta interface tem acesso pelo Largo da Estação, na localidade de Ermesinde.[11]

Serviços FerroviáriosEditar

Urbanos: Linha de BragaEditar

 
Vagões da Rede Ferroviária Nacional na estação de Ermesinde, em 2013.

A Linha de Braga é um serviço urbano que circula na Linha do Minho, entre Porto (S. Bento) e Nine e no Ramal de Braga, entre Nine e Braga.

O Serviço Urbano (CP Porto) é prestado pelas automotoras elétricas da Série 3400 entre Porto e Braga, com duração variável entre 45 a 70 minutos, efetuado todos os dias entre as 4:30h e as 1:15h.

Urbanos: Linha de GuimarãesEditar

A Linha de Guimarães é um serviço urbano que circula na Linha do Minho, entre Porto (S. Bento) e Lousado e no Ramal de Guimarães, entre Lousado e Guimarães.

O Serviço Urbano (CP Porto) é prestado pelas automotoras elétricas da Série 3400 entre Porto e Guimarães, com duração variável entre 60 a 85 minutos, efetuado todos os dias entre as 5:45h e as 23:20h.

Urbanos: Linha de Caíde/Marco de CanavesesEditar

A Linha de Caíde/Marco de Canaveses é um serviço urbano que circula na Linha do Minho, entre Porto (S. Bento) e Ermesinde e na Linha do Douro, entre Ermesinde e Marco de Canaveses.

Atualmente, o serviço só é efetuado até Caíde, porque o troço entre Caíde e Marco de Canaveses não está modernizado. Ou seja, quem quiser ir de comboio até Marco de Canaveses, tem que apanhar 2 comboios: Um até Caíde, e depois trocar por outro que segue para Marco de Canaveses, Régua ou Pocinho. Estão a decorrer trabalhos de modernização da linha, para que os comboios urbanos consigam finalmente chegar ao Marco de Canaveses; Ou também é possível apanhar um comboio direto, que pare em Marco de Canaveses, mas só para nas seguintes estações: S. Bento, Campanhã, Ermesinde, Paredes ou Penafiel.

 
Automotora da CP junto à Estação de Ermesinde.

TarifárioEditar

O Tarifário válido neste serviço é o seguinte:

  • Tarifário CP Porto:

- Assinaturas Mensais CP, sendo aceites em todo o trajeto dos 4 Serviços dos Comboios Urbanos do Porto (dependendo do número de zonas que contém);
- Títulos Ocasionais CP, sendo aceites em todo o trajeto dos 4 Serviços dos Comboios Urbanos do Porto (dependendo das estações de partida e de chegada, e do número de viagens que contém).

  • Tarifário STCP:

- Assinaturas Gerais Mensais STCP/CP, sendo aceites entre Porto (S. Bento) e Ermesinde (Linha de Braga, Linha de Guimarães), Porto (S. Bento) e Valongo (Linha de Caíde/Marco de Canaveses), Porto (S. Bento) e Espinho (Linha de Aveiro), e em todas as linhas da STCP.

  • Tarifário Andante:

- Assinaturas Mensais Andante, sendo aceites entre Porto (S. Bento) e Ermesinde (Linha de Braga, Linha de Guimarães), Porto (S. Bento) e Valongo (Linha de Caíde/Marco de Canaveses), Porto (S. Bento) e Espinho (Linha de Aveiro), em todas as linhas da Metro do Porto, em todas as linhas da STCP, e em linhas de operadores privados que pertençam à rede andante (dependendo do número de zonas que contém).
- Títulos Ocasionais Andante, sendo aceites entre Porto (S. Bento) e Ermesinde (Linha de Braga, Linha de Guimarães), Porto (S. Bento) e Valongo (Linha de Caíde/Marco de Canaveses), Porto (S. Bento) e Espinho (Linha de Aveiro), em todas as linhas da Metro do Porto, em todas as linhas da STCP, e em linhas de operadores privados que pertençam à rede andante (dependendo do número de zonas e viagens que contém).

Urbanos: Linha de LeixõesEditar

Os serviços de passageiros na Linha de Leixões foram suspensos, devido ao plano de austeridade em vigor no país, devido à crise económica, plano que determina o encerramento das ligações ferroviárias com menos utilidade.

Serviços RodoviáriosEditar

 
Automotora 0371 da CP na Estação de Ermesinde, em 2013.

STCPEditar

A Estação de Ermesinde é servida por 7 linhas da STCP, das quais 3 circulam todos os dias, durante os períodos diurno e noturno (701, 706, 707); 1 circula todos os dias, durante a madrugada (5M); e as restantes 3 circulam todos os dias, somente no período diurno (703, 704, 705).

  • 701 Bolhão - Alfena (Codiceira)
  • 703 Cordoaria - Ermesinde (Sonhos)
  • 704 Boavista (Bom Sucesso) - Alfena (Codiceira)
  • 705 Hospital S. João - Valongo (Continente)
  • 706 Hospital S. João - Ermesinde (Estação) (Via Monte Penedo)
  • 707 Hospital S. João - Ermesinde (Estação) (Via Arregadas)
  • 5M Aliados - Ermesinde (Estação)


ETGEditar

  • 70 Ermesinde (Estação) - Porto (Bolhão - Mercado)


ResendeEditar

  • 121 Matosinhos (Mercado) - Sobrado de Baixo
  • 107N Leça da Palmeira (Igreja) - Valongo (Estação)
 
Horários dos comboios de Campanhã a Braga em 1876. Esta estação aparece com o nome primitivo, Ermezinde.

HistóriaEditar

Inauguração e ligação à Linha do DouroEditar

A estação de Ermesinde encontra-se no troço da Linha do Minho entre Porto - São Bento e Nine, que foi aberto à exploração, em conjunto com o Ramal de Braga, em 21 de Maio de 1875.[1][12],

Os trabalhos de construção da Linha do Douro começaram em 8 de Julho de 1873, tendo o primeiro lanço, entre Ermesinde e Penafiel, entrado ao serviço no dia 30 de Julho de 1875.[13]

Em 1883, foi colocado o alpendre metálico na Estação de Ermesinde, construído pela Companhia Aliança.[14]

 
Estação antiga de Ermesinde.

Século XXEditar

Ligação à Linha de LeixõesEditar

 Ver artigo principal: Linha de Leixões

Desde meados do Século XIX que se começou a estudar uma ligação ferroviária ao futuro Porto de Leixões, tendo surgido duas correntes de opinião, uma apoiando o prolongamento do Ramal da Alfândega até Matosinhos, e a outra defendendo que a via férrea deveria ser feita de raiz, e que deveria começar num ponto da Linha do Minho a Norte da cidade do Porto.[15] A comissão técnica responsável pela construção do Porto de Leixões aconselhou esta última opção, com o ponto de bifurcação em Ermesinde, uma vez que desta forma ficaria com uma ligação directa tanto à Linha do Minho como à do Douro, além que o ramal ficaria em melhores condições técnicas do que saindo pela Alfândega.[15] No entanto, a Associação Comercial do Porto discordou desta posição, com receio que com o afastamento da ligação ferroviária a Leixões a cidade perdesse alguma importância económica, pelo que assim foi aprovado o prolongamento do Ramal da Alfândega.[15] Em 1897, foi apresentado o projecto de Justino Teixeira para este caminho, que no entanto foi rejeitado pelo Conselho Superior de Caminhos de Ferro por ser demasiado dispendioso.[15] O Conselho sugeriu que a linha para Leixões se iniciasse num ponto da Linha do Minho entre Campanhã e Rio Tinto, em Contumil.[15] No entanto, este processo conheceu ainda vários atrasos,[15] e só em 27 de Janeiro de 1931 é que a Direcção-Geral de Caminhos de Ferro realizou o concurso público para a construção da Linha de Leixões, a partir de Contumil, incluindo desde logo uma variante para Ermesinde e a respectiva ligação telefónica.[16] O contrato foi assinado em 22 de Maio, tendo as obras arrancado no dia 29 de Junho.[16]

Devido à sua posição como ponto de entroncamento entre as Linhas do Minho e do Douro, e futuramente de Leixões, esta estação possuía uma elevada importância, motivo pelo qual recebeu uma especial atenção no programa de modernização dos Caminhos de Ferro do Estado.[3] Assim, foi alvo de grandes modificações em 1933, tendo sido expandida e recebido vários melhoramentos.[17] Em 1934, estava prevista a instalação de encravamentos e nova sinalização em Ermesinde, uma vez que sistema antigo, baseado apenas em semáforos avançados de disco, estava-se a tornar desadequado ao elevado volume de tráfego que a estação recebia.[3] Nesse ano, foram instaladas as comunicações por via telefónica entre as Estações de Ermesinde e Régua.[18] Em 1935, foi inaugurada a sinalização eléctrica e construídas passagens subterrâneas em Ermesinde.[19] Em 29 de Abril de 1936, o governo aprovou um projecto da C. P. para uma cobertura em betão armado[20], e em 1937, foi inaugurada a torre de sinalização, que tinha sido projectada em 1935 por Cottinelli Telmo.[4] Segundo um diploma do Ministério das Obras Públicas, emitido no Diário do Governo n.º 185, II Série, de 11 de Agosto de 1938, o governo autorizou a contratação da firma alemã Joseph Vögele para a instalação de quatro placas para inversão de locomotivas, sendo uma delas destinada a Ermesinde.[21]

A Linha de Leixões foi aberta à exploração em 18 de Setembro de 1938, com a entrada em serviço do troço entre Leixões e Contumil, e da concordância entre São Gemil e Ermesinde.[5] Esta concordância também era conhecida como Ramal de Ermesinde.[22]

 
Antigo posto de sinalização, na estação de Ermesinde.

Décadas de 1950 e 1960Editar

Desde a Década de 1950 que a C. P. planeou a electrificação da via férrea desde o Porto até Braga, no âmbito do II Plano de Fomento (1959-1964).[23]

O Plano de Investimentos, apresentado em 6 de Maio de 1967, incluía a realização de vários projectos ferroviários, incluindo a electrificação entre Ermesinde e Braga.[24]

Em 16 de Agosto de 1968, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses estava a preparar um contrato para a remodelação de vários lanços de via férrea, incluindo a renovação parcial do troço entre Ermesinde e Marco de Canaveses.[25] Este projecto, inserido no âmbito do III Plano de Fomento, tinha como principal objectivo melhorar a qualidade dos serviços dos comboios, ao permitir um aumento nas velocidades máximas permitidas.[26]

Década de 1990Editar

Nos anos 90, o Gabinete do Nó Ferroviário do Porto iniciou um programa de modernização das vias férreas em redor da cidade do Porto, incluindo a instalação de sistemas de sinalização electrónica em todas as estações da Linha do Minho de São Bento a Nine, e no lanço da Linha do Douro de Ermesinde a Caíde.[27] Também deveria ser duplicado o troço de Ermesinde a Caíde, e renovado e electrificado até Marco de Canaveses, tendo sido concluída, em Setembro de 1995, a duplicação de Ermesinde a Valongo.[6]

A Linha de Leixões também foi alvo de obras de modernização, tendo sido electrificada e renovada a via férrea, inclusive na variante para Ermesinde.[28] Em 1995, foi concluída a duplicação da via entre Ermesinde e Valongo.[29] Em finais de Abril de 1996, foi terminada a empreitada de electrificação e duplicação do troço entre Ermesinde e São Romão.[30]

Um dos objectivos da modernização era melhorar os serviços ferroviários suburbanos no eixo entre o Porto e Braga, através da redução dos tempos de viagem, e do aumento da oferta dos comboios, especialmente do tipo suburbano.[6] Assim, previa-se a criação de serviços urbanos regulares cadenciados entre Porto e São Romão com paragem em todas as estações e apeadeiros, comboios suburbanos semi-rápidos entre Porto e Braga com paragens apenas em algumas estações pelo caminho, como Ermesinde, e expressos em horário adicional, fora dos serviços de ponta, no mesmo percurso, também com paragem em Ermesinde.[6] No percurso entre Porto e Ermesinde, esperava-se um aumento da procura na ordem dos 81% nas horas de ponta, de 122% nos restantes períodos.[6]

 
Estação de Ermesinde durante a noite, em 2012.

Século XXIEditar

Em meados de 2001, terminou uma intervenção nesta interface, no âmbito do Projecto Norte da Rede Ferroviária Nacional.[31]

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 26 de Outubro de 2013 
  2. MARTINS et al, 1996:247
  3. a b c d «Direcção Geral de Caminhos de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1125). 1 de Novembro de 1934. p. 538. Consultado em 31 de Março de 2013 
  4. a b MARTINS et al, 1996:132
  5. a b TORRES, Carlos Manitto (16 de Março de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 71 (1686). p. 133-140. Consultado em 31 de Março de 2013 
  6. a b c d e MARTINS et al, 1996:227
  7. «Directório da Rede Ferroviária Portuguesa 2005». Rede Ferroviária Nacional. 13 de Outubro de 2004. p. 65 
  8. «Directório da Rede 2007 1.ª Adenda». Rede Ferroviária Nacional - REFER, E.P. 26 de Junho de 2007. p. 88 
  9. «Directório da Rede 2009». Rede Ferroviária Nacional. 9 de Abril de 2008. p. 89 
  10. «Directório da Rede 2011». Rede Ferroviária Nacional. 25 de Março de 2010. p. 67 
  11. «Ermesinde». Comboios de Portugal. Consultado em 18 de Novembro de 2014 
  12. REIS et al, 2006:12
  13. TORRES, Carlos Manitto (16 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1684). p. 91-95. Consultado em 26 de Outubro de 2013 
  14. REIS et al, 2006:25
  15. a b c d e f MARTINS et al, 1996:37-39
  16. a b «Construções Ferroviárias: A Linha de Cintura do Porto» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1112). 16 de Abril de 1934. p. 215-218. Consultado em 31 de Março de 2013 
  17. «O que se fez nos Caminhos de Ferro em Portugal no Ano de 1933» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1106). 16 de Janeiro de 1934. p. 49-52. Consultado em 31 de Março de 2013 
  18. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 31 de Março de 2013 
  19. «Os nossos Caminhos de Ferro em 1935» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 48 (1154). 16 de Janeiro de 1936. p. 52-55. Consultado em 29 de Outubro de 2018 
  20. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1165). 1 de Julho de 1936. p. 370-372. Consultado em 29 de Outubro de 2018 
  21. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 50 (1216). 16 de Agosto de 1938. p. 391-393. Consultado em 29 de Outubro de 2018 
  22. MARTINS et al, p. 260
  23. SARAIVA e GUERRA, 1998:167
  24. MARTINS et al, 1996:270
  25. «Vão melhorar os serviços da C. P.» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 81 (1928). 16 de Agosto de 1968. 96 páginas. Consultado em 31 de Março de 2013 
  26. «A Viagem Lisboa-Porto (em 1975) durará menos de duas horas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 81 (1932). 16 de Dezembro de 1968. p. 163. Consultado em 31 de Março de 2013 
  27. MARTINS et al, 1996:159
  28. MARTINS et al, 1996:225
  29. REIS et al, 2006:150
  30. MARTINS et al, 1996:226
  31. «Relatório e Contas 2001». Rede Ferroviária Nacional. 2002. p. 16 
CP Urbanos do Porto

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros no Grande Porto)
Serviços:   Aveiro  Braga
  Marco de Canaveses  Guimarães


 
         
 Marco de Canaveses (d)
 
         
 Livração (d)
(g) Guimarães 
         
 Recesinhos (d)
(g) Covas 
         
 Vila Meã (d)
(g) Nespereira 
         
 Oliveira (d)
(g) Vizela 
         
 Caíde (d)
(b) Braga 
         
 Pereirinhas (g)
(b) Ferreiros 
         
 Meinedo (d)
(b) Mazagão 
         
 Cuca (g)
(b) Aveleda 
         
 Bustelo (d)
(b) Tadim 
         
 Lordelo (g)
(b) Ruilhe 
         
 Penafiel (d)
(b) Arentim 
         
 Giesteira (g)
(b) Couto de Cambeses 
         
 Paredes (d)
(m)(b) Nine 
         
 Vila das Aves (g)
(m) Louro 
         
 Oleiros (d)
(m) Mouquim 
         
 Caniços (g)
(m) Famalicão 
         
 Irivo (d)
(m) Barrimau 
         
 Santo Tirso (g)
(m) Esmeriz 
         
 Cête (d)
(m)(g) Lousado 
         
 Parada (d)
(m) Trofa 
         
 Recarei-Sobreira (d)
(m) Portela 
         
 Trancoso (d)
(m) São Romão 
         
 Terronhas (d)
(m) São Frutuoso 
         
 S. Martinho do Campo (d)
(m) Leandro 
         
 Valongo (d)
(m) Travagem 
         
 Suzão (d)
(m)(d) Ermesinde 
         
 Cabeda (d)
(m) Ág. Santas / Palm.ª 
         
 
(m) Rio Tinto 
         
 
(m) Contumil 
         
 General Torres (n)
(n)(m) Porto (Campanhã) 
         
 Vila Nova de Gaia (n)
(m) Porto (São Bento) 
         
 Coimbrões (n)
(n) Aveiro 
         
 Madalena (n)
(n) Cacia 
         
 Valadares (n)
(n) Canelas 
         
 Francelos (n)
(n) Salreu 
         
 Miramar (n)
(n) Estarreja 
         
 Aguda (n)
(n) Avanca 
         
 Granja (n)
(n) Válega 
         
 Espinho (n)
(n) Ovar 
         
 Silvalde (n)
(n) Carvalheira-Maceda 
         
 Paramos (n)
(n) Cortegaça 
             
 Esmoriz (n)

Linhas: d Linha do Dourog Linha de Guimarães
b Ramal de Bragam Linha do Minhon Linha do Norte
Fonte: Página oficial, 2010.04

BibliografiaEditar

  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco Cardoso dos; GOMES, Rosa Maria; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • SARAIVA, José Hermano; GUERRA, Maria Luísa (Agosto de 1998). Diário da História de Portugal. Volume 3 de 3. Lisboa: Difusão Cultural. 208 páginas. ISBN 972-709-060-5 
 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre a Estação de Ermesinde

Leitura recomendadaEditar

  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4 
  • DIAS, Manuel Augusto (2011). Ermesinde e a primeira república: (1910-1926). Ermesinde: Junta de Freguesia de Ermesinde. 160 páginas 
  • DIAS, Manuel Augusto; PEREIRA, Manuel Conceição (2001). Ermesinde: Registos monográficos. Ermesinde: Câmara Municipal de Ermesinde 
  • DAHLSTRÖM, Marc (1989). Vapeur Au Portugal (em francês). [S.l.]: Edição do autor. 176 páginas. ISBN 2950249930 
  • LOPES, Ernâni Rodrigues (2001). De 1974 a 1986: o prelúdio às transformações do final do séc. XX. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 3. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 269 páginas. ISBN 972-97046-4-3 
  • MARISTANY, Manolo (1974). Carrilets de España y Portugal (em Castelhano). 2 de 2. [S.l.]: J.M. Casademont 
  • MARTINS, João Maria de Oliveira (1996). A Questão Ferroviária. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 1. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 210 páginas. ISBN 972-97046-1-9 
  • MÓNICA, Maria Filomena; et al. (1999). Estudos Históricos. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 2. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 168 páginas. ISBN 972-97046-3-5 
  • WALKER, John R. (2005). Broad Gauge Steam Locomotives of Portugal (em inglês). [S.l.]: Hartshead Publishing. 103 páginas. ISBN 0955174805 

Ligações externasEditar