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Estação Ferroviária de Faro

A Estação Ferroviária de Faro é uma interface ferroviária da Linha do Algarve, que serve a localidade de Faro, no Distrito de Faro, em Portugal. Entrou ao serviço em 1 de Julho de 1889.[1]

Faro
Estação de Faro, em 2010.
Inauguração 1 de Julho de 1889
Linha(s) L.ª do Algarve (PK 340,008)
Coordenadas 37° 1′ N 7° 56′ W
Concelho Faro
Serviços Ferroviários Intercidades, Regional, Alfa Pendular
Serviços Serviço de táxis Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Lavabos Caixas Multibanco Bar ou cafetaria Lavabos adaptados Aluguer de automóveis Sala de espera
Estação de Faro durante a noite, em 2009.0

Índice

CaracterizaçãoEditar

Localização e acessosEditar

Esta interface situa-se junto ao Largo da Estação dos Caminhos de Ferro, na cidade de Faro.[2]

 
Gare da estação de Faro, em 2014.

Caracterização físicaEditar

Em 2005, esta interface apresentava a classificação "C" da Rede Ferroviária Nacional; nesse ano, era servida por 8 vias de circulação, encontrando-se habilitada à realização de manobras de material circulante.[3]

Em 2007, providenciava as informações sonoras aos passageiros nas estações e apeadeiros de Tunes, Albufeira, Boliqueime, Loulé, Parque das Cidades e Portimão.[4]

Em 2009, as extensões das vias eram de 388, 268, 228, 323, 275, 225, 125 e 125 m, e as plataformas possuíam 340, 175, 175, 315, 285, 240 e 80 m de comprimento, tendo cada uma 90 cm de altura.[5]

Em Janeiro de 2011, o esquema da estação já tinha sido alterado, passando a conter apenas 6 vias, com comprimentos dos 403 aos 242 m; as plataformas apresentavam 488 a 175 m de extensão, e de 30 a 70 cm de altura.[6]

Serviços FerroviariosEditar

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Linha do Algarve
 
Plano da Rede ao Sul do Tejo, mostrando a linha já ao serviço até Faro, enquanto que o resto da linha, até Vila Real de Santo António, estava ainda por construir.

Planeamento e construçãoEditar

Desde 1858 que se discutiu em continuar o Caminho de Ferro do Sul que na altura deveria terminar em Beja, até Faro.[7] Em 21 de Abril de 1864, é assinado um contrato entre o governo e a Companhia dos Caminhos de Ferro de Sul e Sueste, no sentido de construir a ligação ferroviária entre a capital alentejana e o Algarve;[8] e, em 25 de Janeiro de 1866, uma carta de lei estabeleceu que a linha deveria terminar em Faro, e que deveria estar concluída até 1 de Janeiro de 1869.[9] Nos finais desse ano, os trabalhos de movimentação de terras estavam quase acabados entre Boliqueime e Faro, estando as vias de resguardo de várias estações e a casa das máquinas de Faro já construídos.[10] Nos finais de 1876, a via entre Faro e São Bartolomeu de Messines encontrava-se totalmente assente, faltando, ainda, concluir a via entre esta estação e Casével.[11]

Entretanto, um alvará de 2 de Dezembro de 1878 concedeu a Joseph William Henry Bleck um caminho de ferro ao longo da costa Sul do Algarve, que se deveria ligar à Linha do Sul quando esta chegasse à região.[12] O projecto da Companhia Portugueza de Caminhos de Ferro do Sul preconizava que a estação de Faro fosse em terminal na zona Oeste da cidade, pelo que a linha para o Sotavento tinha de dar a volta a Faro pelo Norte, seguindo depois na direcção de Olhão.[12] Como o acordo era que a companhia apenas construísse a linha e depois a entregasse ao estado para a explorar, o traçado foi concebido de forma a ter uma construção tão económica quanto possível, sem considerar o ponto de vista da exploração, que seria muito mais complicada com a estação de Faro em terminal.[13] Com efeito, a estação original de Beja foi construída também como terminal, com a via férrea para Sul a dar a volta à cidade, pelo que desta forma quaisquer comboios directos entre o Barreiro e Estação de Vila Real de Santo António teriam de sofrer duas reversões.[13] A Companhia chegou a obter a concessão para o lanço entre Faro e Vila Real de Santo António, mas deixou-a caducar,[13] tendo sido anulada por uma portaria de 19 de Dezembro de 1893.[12]

 
Mapa dos caminhos de ferro em 1895. Faro era a estação terminal da Linha do Sul.

InauguraçãoEditar

A primeira composição a chegar à estação de Faro, a 21 de Fevereiro de 1889, consistiu numa composição formada por vários vagões de mercadorias, com o objectivo de testar a resistência da via,[14] e que veio do Barreiro.[15]

A 1 de Julho desse ano, deu-se a abertura ao serviço do troço entre Faro e Amoreiras e a inauguração oficial da Estação Ferroviária de Faro pela Família real; para a cerimónia, a estação foi enfeitada com escudos, brasões e armas das principais localidades da região atravessadas pelo transporte ferroviário.[16] No entanto, só em 1 de Agosto é que foi feito o primeiro comboio directo entre Amoreiras e Faro, completando oficialmente a linha entre Lisboa e Faro.[17]

 
Fotografia antiga da estação de Faro.

Continuação até OlhãoEditar

Quando se começou a planear a construção da linha férrea além de Faro por parte do estado, o engenheiro João Pedro Tavares Trigueiros, administrador da divisão estatal dos Caminhos de Ferro do Sul e Sueste, ordenou a elaboração de um novo traçado ao longo das margens da ria em Faro, de forma a que a estação de Faro deixasse de ser em terminal.[13] Este novo projecto, elaborado pelo Conselho Superior de Obras Públicas e Minas,[12] indicava que a via férrea iria passar fora da cidade, em aterro ao longo da ria, pelo que iria dificultar o trânsito dos barcos, além que iria bloquear a saída dos dejectos dos canos, provocando problemas de saúde e de higiene.[13] Desta forma, o projecto foi de novo modificado, e desta vez a via férrea iria acompanhar de perto as margens já existentes entre a estação de Faro e as muralhas da cidade, sendo construído um porto de abrigo do outro lado da linha.[13] Este projecto também não foi aceite, tendo por isso sido novamente alterado, de forma a que a linha seguisse directamente da estação até às muralhas, formando assim um porto de abrigo entre o aterro da via férrea e as margens da ria, com uma ponte móvel para deixar passar as embarcações.[13] Este plano foi aprovado pela Circunscrição Hidráulica, que tinha a seu cargo o funcionamento do porto de Faro,[13] e pelo Conselho Superior de Obras Públicas e Minas, na sua sessão de 15 de Março de 1898.[18]

Em 16 de Janeiro de 1899, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que tinha sido aberto um inquérito administrativo para a apreciação do público sobre os projectos ferroviários dos Planos das Redes Complementares ao Norte do Mondego e Sul do Tejo, incluindo a continuação da linha de Faro até Vila Real de Santo António.[19] Em 14 de Julho de 1899, foi formada a Administração Geral dos Caminhos de Ferro do Estado, organismo que reunia a exploração de todas as redes ferroviárias do governo português, incluindo a do Sul e Sueste.[20]

Iniciaram-se assim as obras seguindo o percurso aprovado, e estavam a decorrer quando em Dezembro de 1900 a Câmara Municipal de Faro enviou uma representação ao governo, protestando contra o projecto, alegando que reduzia as condições de salubridade e prejudicava o funcionamento do porto.[13] O conselho de administração dos Caminhos de Ferro do Estado ordenou assim que fosse estudada uma nova alteração ao traçado, retomando a ideia original da linha a dar a volta à cidade de Faro pelo lado Norte.[13] Este novo projecto não fazia a linha para o Sotavento sair directamente da estação, mas a partir de um ponto de bifurcação a cerca de 324 m das agulhas de Faro.[13] Este traçado era muito inferior ao original, não só por aumentar o tempo de viagem dos comboios entre o Sotavento e Faro, mas também por apresentar um percurso mais complicado, com maiores rampas e sem patamares onde se pudessem construir apeadeiros, além que obrigaria à criação de cinco passagens de nível.[13] Este novo plano enfrentou a resistência tanto do conselho de administração dos Caminhos de Ferro do Estado como do Conselho Superior de Obras Públicas e Minas, mas o ministro das Obras Públicas preferiu consultar várias autoridades da região do Algarve, como deputados e pares do reino.[13]

Surgiram duas correntes de opinião, sobre o traçado da linha entre Faro e Olhão uma defendendo o projecto original com a estação de Faro em terminal e a linha a dar a volta à cidade, enquanto que a segunda apoiava a directriz proposta pelo Conselho Superior de Obras Públicas e Minas, que acompanhava a margem da ria em frente da cidade, com alguns lanços em ponte.[13] Entre os apoiantes do projecto original contavam-se o presidente da câmara de Faro, João José da Silva Ferreira Netto, que assinou uma reclamação contra a passagem do comboio pela praça de Faro.[13]

Entretanto, em 19 de Março de 1900 entrou ao serviço o lanço entre Algoz e Poço Barreto, tendo sido organizado um comboio especial a partir de Faro para a inauguração.[21]

Uma portaria de 27 de Fevereiro de 1902 nomeou uma comissão para apreciar as reclamações que tinham surgido acerca do traçado que tinha sido planeado para a via férrea além de Faro.[13] Esta comissão reuniu-se no dia 10 de Março desse ano, sob a presidência do deputado Luís Bivar, tendo-se defendido o traçado pela ria, argumentando traria vantagens económicas e do ponto de vista da higiene para a cidade, e evitaria a necessidade dos comboios para o Sotavento fazerem reversão na estação de Faro.[13]

Em 16 de Agosto de 1902, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que iria ser construída uma nova linha de serviço na estação de Faro.[22] No mesmo ano, foi instalada uma dependência do "Serviço de Estudos e Construcção de Linhas da Rêde Complementar dos Caminhos de Ferro ao Sul do Tejo", parte integrante da Direcção de Sul e Sueste dos Caminhos de Ferro do Estado; o objectivo desta divisão era construir os troços entre Faro e Vila Real de Santo António e de Silves a Portimão.[23]

O lanço entre Faro e Olhão foi inaugurado a 15 de Maio de 1904.[24] Em 1905, reforçaram-se os serviços entre Faro e Tavira, devido ao volume de tráfego entre estas duas estações.[25] Em 1 de Julho de 1908, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que se tinha decidido criar um comboio rápido entre Faro e Lisboa, a título experimental, durante 3 meses.[26]

Décadas de 1920 e 1930Editar

Em 1927, os antigos Caminhos de Ferro do Estado foram integrados na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, que começou a explorar as antigas linhas do estado em 11 de Maio desse ano.[27]

Um diploma de 30 de Maio de 1936 do Ministério das Obras Públicas e Comunicações aprovou um projecto para a construção de um reservatório de betão armado com capacidade para 200 m³, para o abastecimento de água à estação de Faro.[28]

O Ministério das Obras Públicas e Comunicações também emitiu um diploma de 3 de Fevereiro de 1937, que aprovou o auto de recepção definitiva da empreitada n.º 23, relativa à instalação de calçada na estrada de acesso à estação de Faro.[29] Outro diploma da mesma origem, publicado no Diário do Governo n.º 270, II Série, de 18 de Novembro de 1937, ordenou que o director geral de Caminhos de Ferro, Rogério Vasco Ramalho, outorgasse em nome do ministro no contrato a celebrar com Francisco Gonçalves Júnior, para a execução da empreitada n,º 28, relativa à construção de um aqueduto e de uma calçada à portuguesa na estrada de acesso à estação de Faro.[30]

Décadas de 1960 e 1970Editar

Em 1965, verificou-se que 77% do tráfego ferroviário nacional era feito ao longo do eixo entre Faro e Braga.[31] Este corredor era considerado de grande importância.[32]

Em 16 de Agosto de 1968, a Gazeta dos Caminhos de ferro noticiou que a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses estava a preparar um contrato com as empresas SOMAFEL, A. Borie e A. Déhé, para a remodelação de vários lanços de via férrea, incluindo a renovação total do eixo entre Braga a Faro, via Porto, Lisboa, Barreiro e Setúbal.[33]

Em Junho de 1969, o Conselho de Administração da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses aprovou a criação de comboios em regime de excursão de Vila Real de Santo António até Lisboa, passando por Faro.[34]

A partir dos finais da Década de 1970, a empresa Caminhos de Ferro Portugueses iniciou um programa de instalação de núcleos museológicos em várias estações, incluindo Faro.[35]

Década de 1990Editar

Em 1990, foi feito o concurso para a implementação do programa SISSUL - Sistemas Integrados de Sinalização do Sul, que visava a modernização dos equipamentos de sinalização no chamado Itinerário do Carvão, de Ermidas - Sado até à Central Eléctrica do Pego, prevendo-se que depois fosse prolongado até Faro.[36]

Em 1992, iniciou-se o Comboio Azul, que foi complementado com o transporte de automóveis em 1996.[37]

 
Vista geral da Estação de Faro, mostrando à esquerda os antigos armazéns da estação.

Movimento de mercadorias e passageirosEditar

No início, esta estação era servida principalmente por composições mistas, ou seja, formadas por carruagens e vagões para transporte de correio ou mercadorias.[38] Uma parte importante do movimento de mercadorias na estação, durante o Século XX, era baseado na chegada de carvão e metais vindos de Vila Real de Santo António.[39] Em 1972, o movimento de mercadorias observado na Estação compunha-se pela chegada de trigo de Castro Marim, Tavira, Fuseta e Vila Real de Santo António, em regime de grandes volumes (vagões completos);[40] saída de adubos (vindos da divisão da Companhia União Fabril de Faro) para Vila Real de Santo António, Castro Marim, Cacela, Conceição, Tavira, Luz e Livramento, e farinhas e óleos para todo o Algarve.[41]

As crises que se fizeram sentir ao longo do Século XX, e a falta de infra-estruturas adequadas causaram um declínio na importância da Estação de Vila Real de Santo António como entreposto de mercadorias, ganhando a Estação de Faro predominância nesta função;[42] mas esta estação deteve sempre uma elevada importância como entreposto, influenciando economicamente uma área até aos concelhos de Albufeira e Vila Real de Santo António, e assumindo-se como um núcleo industrial de moagem de cereais e panificação, detendo infra-estruturas para armazenamento de trigo importado ou regional.[43] A Estação de Faro manteve, ainda, um importante tráfego de passageiros com as Estações de Cacela, Olhão e Fuzeta.[44]

Impacto cultural do transporte ferroviário em FaroEditar

O transporte ferroviário dinamizou a cultura em Faro, ao aumentar em variedade e número os espectáculos que se realizavam na cidade, especialmente teatros, variedades, circos e touradas.[45]

 
Comboio Intercidades na Estação de Faro, em 2008.

Século XXIEditar

Nos princípios do Século XXI, a Rede Ferroviária Nacional instalou o caminho de ferro na Ponte 25 de Abril, ligando as duas margens do Tejo, e possibilitando comboios directos entre Lisboa e o Algarve.[46] Assim, em 2003 fez-se a primeira viagem técnica entre a Gare do Oriente e Faro, através da ponte,[47] e nesse ano iniciaram-se os comboios directos naquele percurso.[46] Ao mesmo tempo, também fez obras de modernização e electrificação de vários lanços ao longo do Eixo Atlântico, de Braga a Faro, permitindo a circulação dos comboios Alfa Pendular naquele percurso.[46]

Em 2003, a Rede Ferroviária Nacional construiu o novo edifício para o Centro de Tráfego Centralizado de Faro,[48] e em 2004 instalou uma estação de concentração[49] e fez obras de remodelação na estação.[50]

Em Março de 2009, um praticante de parkour foi electrocutado enquanto praticava este desporto na Estação.[51]

Em Março de 2010, a Associação Recreativa e Cultural de Músicos, uma organização sediada nas imediações da Estação de Faro, recebeu uma ordem de despejo do tribunal; esta acção deve-se a um plano da Câmara Municipal de Faro, com o objectivo de requalificar a zona da cidade junto à Estação.[52]

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Em Defesa do Património Ferroviário Português» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1240). 16 de Agosto de 1939. p. 381-385. Consultado em 8 de Março de 2017 
  2. «Faro». Comboios de Portugal. Consultado em 3 de Março de 2017 
  3. «Directório da Rede Ferroviária Portuguesa 2005». Rede Ferroviária Nacional - REFER, E.P. 13 de Outubro de 2004. p. 64, 67, 83 
  4. «Localização das Instalações de Serviços, Portos e Terminais de Mercadorias». Directório da Rede 2007 1.ª Adenda. Rede Ferroviária Nacional - REFER, E.P. 26 de Junho de 2007. p. 88-91 
  5. «Directório da Rede 2010». Rede Ferroviária Nacional - REFER, E.P. 22 de Janeiro de 2009. p. 138 
  6. «Directório da Rede 2012». Rede Ferroviária Nacional - REFER, E.P. 6 de Janeiro de 2011. p. 85 
  7. SANTOS, 1995:120-121
  8. MARTINS et al, 1996:243
  9. SANTOS, 1995:125
  10. SANTOS, 1995:130
  11. SANTOS, 1995:132
  12. a b c d «Há 40 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 49 (1198). 16 de Novembro de 1937. p. 541-542. Consultado em 7 de Março de 2017 
  13. a b c d e f g h i j k l m n o p q «Linha do Algarve» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 15 (342). 16 de Março de 1902. p. 84-85. Consultado em 12 de Fevereiro de 2012 
  14. MESQUITA, José Carlos Vilhena (22 de Agosto de 2009). «Inauguração do Comboio em Faro». Promontório da Memória. Consultado em 22 de Fevereiro de 2010 
  15. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1225). 1 de Janeiro de 1939. p. 43-48. Consultado em 8 de Fevereiro de 2017 
  16. SANTOS, 1997:181-182
  17. NONO, Carlos (1 de Agosto de 1949). «Efemérides ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1479). p. 485-486. Consultado em 8 de Março de 2017 
  18. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 50 (1206). 16 de Março de 1938. p. 154. Consultado em 8 de Março de 2017 
  19. «Há 50 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 61 (1466). 16 de Janeiro de 1949. p. 112. Consultado em 8 de Março de 2017 
  20. TORRES, Carlos Manitto (1 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1683). p. 76-78. Consultado em 10 de Fevereiro de 2017 
  21. «Há 50 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 63 (1495). 1 de Abril de 1950. p. 83. Consultado em 10 de Março de de 2017  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
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  50. «Directório da Rede Ferroviária Portuguesa 2004». Rede Ferroviária Nacional - REFER, E.P. 2004. p. 93 
  51. «Faro: praticante de «parkour» electrocutado». Região Sul. 30 de Março de 2009. Consultado em 12 de Fevereiro de 2012 
  52. «Associação de Músicos recusa ação de despejo e pede soluções à Câmara de Faro». Barlavento Online. 19 de Março de 2010. Consultado em 12 de Fevereiro de 2012 

BibliografiaEditar

  • CAVACO, Carminda (1976). O Algarve Oriental. As Vilas, O Campo e o Mar. II. Faro: Gabinete de Planeamento da Região do Algarve. 492 páginas 
  • MARQUES, Maria; et al. (1999). O Algarve da Antiguidade aos Nossos Dias: Elementos para a sua História. Lisboa: Edições Colibri. 750 páginas. ISBN 972-772-064-1 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • SANTOS, Luís Filipe Rosa (1995). Os Acessos a Faro e aos Concelhos Limítrofes na Segunda Metade do Séc. XIX. Faro: Câmara Municipal de Faro. 213 páginas 
  • SANTOS, Luís Filipe Rosa (1997). Faro: um Olhar sobre o Passado Recente. (Segunda Metade do Século XIX). Faro: Câmara Municipal de Faro. 201 páginas 

Leitura recomendadaEditar

  • Ligação Lisboa - Algarve: troço Pinhal Novo - Faro. Lisboa: Rede Ferroviária Nacional - REFER EP. 2004. 47 páginas 
 
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Ligações externasEditar