Estação Ferroviária de General Torres

estação ferroviária em Portugal
General Torres
BSicon BAHN.svg
Identificação[1] 39172 GTO (Gen.Torres)
Denominação Estação Satélite de General Torres
Classificação ES (estação satélite)
Coordenadas
41° 07′ 59,26″ N, 8° 36′ 33,02″ O
Concelho bandeiraVila Nova de Gaia
Linha(s) Linha do Norte (PK 333,342)
Coroa S8
Ticket vending icon.svgNYCS-bull-trans-Z-Std.svgVNG1
Serviços Logo CP 2.svgBSicon LSTR yellow.svgUBSicon LSTR orange.svgR
Conexões Porto Metro logo.svgMetro do Porto linha D.svg
Equipamentos Ligação a autocarros Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes
Parque de estacionamento Lavabos adaptados Lavabos Bar ou cafetaria Acesso para pessoas de mobilidade reduzida
Inauguração
  • remodelação: 1994 (há 26 anos)
Website
Vista nouturna sobre o Rio Douro, tomada de edifício fronteiro à estação.

A Estação Ferroviária de General Torres, originalmente conhecida como Apeadeiro da Rua do General Torres, é uma interface da Linha do Norte, que serve a Freguesia de Santa Marinha, no Concelho de Vila Nova de Gaia, em Portugal.

CaracterizaçãoEditar

Localização e serviçosEditar

Encontra-se no interior da localidade de Vila Nova de Gaia, junto à Rua General Torres.[2] A estação de General Torres é utilizada por serviços Regionais, Interregionais e suburbanos da empresa Comboios de Portugal.[3]

Descrição físicaEditar

Em Janeiro de 2011, contava com quatro vias de circulação, todas com 216 m de comprimento; as plataformas tinham 242 e 237  m de extensão, e 100 cm de altura.[4]

 
Anúncio de 1902 para bilhetes a preços reduzidos entre Campanhã e Aveiro, incluindo o Apeadeiro de General Torres.

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Linha do Norte

InauguraçãoEditar

A ligação entre as Estações de Porto-Campanhã e Vila Nova de Gaia foi inaugurada no dia 5 de Novembro de 1877.[5]

Século XXEditar

Em 1902, foi instalado um abrigo no Apeadeiro de General Torres, a pedido da Câmara Municipal do Porto.[6]

CP Urbanos do Porto

(Serv. ferr. suburb. de passageiros no Grande Porto)
Serviços:   Aveiro  Braga
  Marco de Canaveses  Guimarães


(b) Ferreiros 
 
 
   
 Braga (b)
(b) Mazagão 
     
 Guimarães (g)
(b) Aveleda 
     
 Covas (g)
(b) Tadim 
     
 Nespereira (g)
(b) Ruilhe 
     
 Vizela
(b) Arentim 
     
 Pereirinhas (g)
(b) Cou.Cambeses 
     
 Cuca (g)
(m)(b) Nine 
     
 Lordelo (g)
(m) Louro 
     
 Giesteira (g)
(m) Mouquim 
     
 Vila das Aves (g)
(m) Famalicão 
     
 Caniços (g)
(m) Barrimau 
     
 Santo Tirso (g)
(m) Esmeriz 
 
 
 
   
 Cabeda (d)
(m)(g) Lousado 
           
 Suzão (d)
(m) Trofa 
           
 Valongo (d)
(m) Portela 
           
 S. Mart. Campo (d)
(m) São Romão 
           
 Terronhas (d)
(m) São Frutuoso 
           
 Trancoso (d)
(m) Leandro 
           
 Rec.-Sobreira (d)
(m) Travagem 
           
 Parada (d)
(m)(d) Ermesinde 
           
 Cête (d)
(m) Palmilheira 
 
 
 
     
 Irivo (d)
(m) Águas Santas 
 
 
 
     
 Oleiros (d)
(m) Rio Tinto 
           
 Paredes (d)
(m) Contumil 
       
 
 
 Penafiel (d)
(n)(m) P.-Campanhã 
               
 
(m) P.-São Bento 
     
 
       
 
(n) General Torres 
     
 
 
 Bustelo (d)
(n) Gaia 
 
 
     
 Meinedo (d)
(n) Coimbrões 
         
 Caíde (d)
(n) Madalena 
         
 Oliveira (d)
(n) Valadares 
         
 Vila Meã (d)
(n) Francelos 
         
 Livração (d)
(n) Miramar 
         
 Recesinhos (d)
(n) Aguda 
         
 M.Canaveses (d)
(n) Granja 
         
 Aveiro (n)
(n) Espinho 
         
 Cacia (n)
(n) Silvalde 
         
 Canelas (n)
(n) Paramos 
         
 Salreu (n)
(n) Esmoriz 
         
 Estarreja (n)
(n) Cortegaça 
         
 Avanca (n)
(n) Carv.-Maceda 
         
 Válega (n)
(n) Ovar 
         
 

2011-2019 []

Linhas: d L.ª Dourog L.ª Guimarães
b L.ª Bragam L.ª Minhon L.ª Norte
Fonte: Página oficial, 2020.06

Na Década de 1990, o Gabinete do Nó Ferroviário do Porto iniciou o projecto para a alteração ao traçado da Linha do Norte e a construção da Ponte de São João, que incluiu a modificação da estação de General Torres.[7] Com efeito, a última empreitada deste projecto foi a construção da estação de General Torres, concluída em inícios de 1994.[7] O custo total do projecto foi de 30 000 000 contos, dos quais 12 000 000 foram gastos na ponte, enquanto que o restante foi utilizado nas estruturas de acesso e nas obras de General Torres.[7] Também se modernizou a sinalização, tendo sido instalados semáforos electrónicos no troço entre Vila Nova de Gaia (exclusive) e Campanhã, incluindo em General Torres.[8]

Século XXIEditar

Em 2018 a estação foi remodelada incluindo a instalação de novas escadas e de elevadores, numa intervenção orçada em cerca de 480 mil euros que visa melhorar as acessibilidades e criar uma intermodalidade com o metro e outros transportes públicos. Foi adjudicada ao consórcio Conduril Engenharia SA / Pinto & Cruz, SA, por 479 208 euros (290 mil euros custeados em partes iguais pela Autarquia e pela Metro, e o restante pela IP).[9]

Ver tambémEditar

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56 º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. «General Torres - Linha do Norte». Infraestruturas de Portugal. Consultado em 30 de Janeiro de 2017 
  3. «Estação de General-Torres». Comboios de Portugal. Consultado em 31 de Maio de 2018 
  4. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  5. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). p. 9-12. Consultado em 1 de Maio de 2014 
  6. «Linhas Portuguezas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 15 (356). 16 de Outubro de 1902. p. 315. Consultado em 8 de Agosto de 2011 
  7. a b c MARTINS et al, 1996:223
  8. MARTINS et al, 1996:159
  9. «Nova estação de General Torres vai estar pronta em agosto» 

BibliografiaEditar

  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 

Leitura recomendadaEditar

  • QUEIRÓS, Amílcar (1976). Os Primeiros Caminhos de Ferro de Portugal: As Linhas Férreas do Leste e do Norte. Coimbra: Coimbra Editora. 45 páginas 
  • SALGUEIRO, Ângela (2008). A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses: 1859-1891. Lisboa: Univ. Nova de Lisboa. 145 páginas 

Ligações externasEditar

  Este artigo sobre uma estação, apeadeiro ou paragem ferroviária é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.