Estação Ferroviária de Monte Abraão

estação ferroviária em Portugal
 Nota: Este artigo é sobre a estação de Monte Abraão, anteriormente chamada de Queluz-Massamá. Se procura a estação em Queluz, veja Estação Ferroviária de Queluz-Belas. Se procura a atual estação de Massamá, veja Estação Ferroviária de Massamá-Barcarena.

A Estação Ferroviária de Monte Abraão, originalmente denominada de Queluz-Massamá,[4] é uma interface ferroviária da Linha de Sintra, que serve a localidade de Monte Abraão, no Município de Sintra, em Portugal. Integra-se na família de serviços da Linha de Sintra, parte da rede de comboios urbanos de Lisboa, operada pela empresa Comboios de Portugal.

Monte Abraão
Composição circulando na estação, em 2020
Composição circulando na estação, em 2020
Identificação: 60111 MAB (Monte Abraão)[1]
Denominação: Estação Satélite de Monte Abraão
Administração: Infraestruturas de Portugal (até 2020: centro;[2] após 2020: sul)[3]
Classificação: ES (estação satélite)[1]
Linha(s): Linha de Sintra (PK 12+975)
Altitude: 120 m (a.n.m)
Coordenadas: 38°45′20.27″N × 9°15′54.83″W

(=+38.75563;−9.26523)

Mapa

(mais mapas: 38° 45′ 20,27″ N, 9° 15′ 54,83″ O; IGeoE)
Município: border link=SintraSintra
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Massamá-B.
M.S-Meleças
  S   Queluz-Belas
Lis-Rossio
Massamá-B.
Sintra
   
    Queluz-Belas
Lis-Oriente
Alverca

Coroa: Coroa 1 Navegante
Conexões:
Ligação a autocarros
Ligação a autocarros
1224 1226 1227 1230 1236 1511 1512 1516 1518 1522 1525 1526 1527 1528 1530 1601 1602
Serviço de táxis
Serviço de táxis
SNT
Equipamentos: Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Lavabos Telefones públicos Caixas Multibanco Bar ou cafetaria Zona Comercial Lavabos adaptados Parque de estacionamento Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Câmbio Escadas rolantes Elevadores Estacionamento para bicicletas
Inauguração: 1995 (há 29 anos)
Website:

Descrição

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Localização

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A estação tem acesso pelo Largo da Paz (lado noroeste), na localidade de Monte Abraão.[5]

Infraestrutura

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Apresentava, em Janeiro de 2011, quatro vias de circulação, com comprimentos entre os 225 e 235 m; as plataformas tinham 210 e 220 m de extensão, e 90 cm de altura.[6]

Serviços

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Esta estação é servida por comboios de passageiros da CP: urbanos (Linha de Sintra).[7]

História

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Esta interface, apesar de inaugurada só em 1995[carece de fontes?], situa-se no troço da Linha de Sintra entre Alcântara-Terra e Sintra, que foi aberta no dia 2 de Abril de 1887.[8] Foi inicialmente denominada Queluz-Massamá, mas o facto desta última localidade ser mais bem servida pela estação à época denominada Tercena-Barcarena, preexistente, levou a uma campanha pela alteração dos nomes das três estações, prometido para finais de 2004 pela Refer, operadora das instalações ferroviárias à época.[4]

Mudanças de nome em 2005[4]
nome anterior nome novo
Queluz-Massamá Monte Abraão
Tercena-Barcarena Massamá-Barcarena
CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
 
             
 
(n) Azambuja 
               
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
               
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
             
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
     
 
 
     
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
             
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 
 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
             
 Penteado (a)
(n) Alverca   Moita (a)
(n) Póvoa   Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria   Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela   Lavradio (a)
(n) Sacavém   Barreiro-A (a)
(n) Moscavide   Barreiro (a)
(n) Oriente   (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
         
 
 
 Terreiro do Paço (a)
 
 
 
 
 
 
 
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 
 
 
 
 
       
 Coina (u)
(z) Marvila 
 
         
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
           
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
           
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
           
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica   Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia   Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira   Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora   Belém (c)
(s) Queluz-Belas   Algés (c)
(s) Monte Abraão   Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena   Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém   Paço de Arcos (c)
 
 
 
         
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças   Rio de Mouro (s)
(s) Mercês   Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins   Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra   Parede (c)
(s) Sintra   São Pedro Estoril (c)
(o) Sabugo 
           
 São João Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
           
 Estoril (c)
(o) Mafra 
           
 Monte Estoril (c)
(o) Malveira 
           
 Cascais (c)
**(o) Jerumelo 
 
 
     
 

2019-2021 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**)   continua além z. tarif. Lisboa

(***) Na Linha do Norte (n): há diariamente dois comboios regionais nocturnos que param excepcionalmente em todas as estações e apeadeiros.
Fonte: Página oficial, 2020.06

Ver também

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Referências

  1. a b (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Diretório da Rede 2021. IP: 2019.12.09
  3. Diretório da Rede 2025. I.P.: 2023.11.29
  4. a b c Fátima Campos; Nadir Fernandes: “Estações da CP da Linha de Sintra têm nomes desadequados : Existe em Monte Abraão uma estação da CP denominada Queluz-Massamá e em Massamá a estação tem o nome de Barcarena.Correio da Manhã (2004.08.27): Interpelação da Junta de Monte Abraão e resposta da Refer
  5. «Monte Abraão». Comboios de Portugal. Consultado em 22 de Novembro de 2014 
  6. «Directório da Rede 2012». Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. 80 páginas 
  7. «Horário Resumo Urbanos de Lisboa < > Azambuja/Sintra» (PDF). CP - Comboios de Portugal. 11 de dezembro de 2022. Consultado em 8 de outubro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 8 de outubro de 2023 
  8. TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682). Lisboa. p. 61-62. Consultado em 18 de Setembro de 2014 

Ligações externas

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