Estação Ferroviária de Rio de Mouro

estação ferroviária em Portugal

A Estação Ferroviária de Rio de Mouro, igualmente denominada de Rinchoa - Rio de Mouro (até 1973 grafado "Rinchôa"), é uma gare de caminhos de ferro da Linha de Sintra, que serve a localidade de Rio de Mouro, no Concelho de Sintra, em Portugal. É utilizada pelos comboios da família da Linha de Sintra, parte da rede de comboios urbanos de Lisboa, operada pela empresa Comboios de Portugal.

Rio de Mouro
Aspeto exterior da estação

Linha(s): Linha de Sintra (PK 20,740)
Coordenadas:
38° 47′ 04,09″ N, 9° 19′ 17,87″ O
Concelho: bandeiraSintra
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Mercês
Sintra
  CP Lisboa
Linha de Sintra
  A.-Cacém
Rossio
    A.-Cacém
Oriente
Alverca

Coroa: 2
Conexões: 152 448 450 455 456 460 463 468
Equipamentos: Serviço de táxis Parque de estacionamento Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Lavabos Telefones públicos Caixas Multibanco Acesso para pessoas de mobilidade reduzida
Website:

HistóriaEditar

 
Anúncio de 1902 da Companhia Real, onde Rio de Mouro aparece como apeadeiro

Esta estação insere-se no troço entre Alcântara-Terra e Sintra, que entrou ao serviço no dia 2 de Abril de 1887.[1]

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
 
             
 
(n) Azambuja 
               
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
               
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
             
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
     
 
 
     
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
             
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 
 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
             
 Penteado (a)
(n) Alverca   Moita (a)
(n) Póvoa   Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria   Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela   Lavradio (a)
(n) Sacavém   Barreiro-A (a)
(n) Moscavide   Barreiro (a)
(n) Oriente   (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
         
 
 
 Terreiro do Paço (a)
 
 
 
 
 
 
 
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 
 
 
 
 
       
 Coina (u)
(z) Marvila 
 
         
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
           
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
           
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
           
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica   Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia   Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira   Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora   Belém (c)
(s) Queluz-Belas   Algés (c)
(s) Monte Abraão   Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena   Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém   Paço de Arcos (c)
 
 
 
         
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças   Rio de Mouro (s)
(s) Mercês   Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins   Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra   Parede (c)
(s) Sintra   São Pedro Estoril (c)
(o) Telhal 
           
 São João Estoril (c)
(o) Sabugo 
           
 Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
           
 Monte Estoril (c)
(o) Mafra 
           
 Cascais (c)
(o) Malveira 
   
 
   
 Jerumelo (o)**

2015-2019 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**)   continua além z. tarif. Lisboa

(***) Na Linha do Norte (n): há diariamente dois comboios regionais nocturnos que param excepcionalmente em todas as estações e apeadeiros.
Fonte: Página oficial, 2020.06

Em 1934, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses realizou obras de reparação nesta estação.[2]

Na Década de 1990, iniciou-se um projecto de modernização da Linha de Sintra, onde se englobava a reconstrução de várias gares, incluindo Rio de Mouro, que devia estar concluída nos inícios do século XXI.[3] Em 2002, foi inaugurada a nova estação de Rio de Mouro.[4]

Ver tambémEditar

Referências

  1. TORRES, Carlos (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682): 61-64. Consultado em 19 de Junho de 2016 
  2. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. pp. 50–51. Consultado em 21 de Setembro de 2014 
  3. MARTINS et al, p. 216
  4. REIS et al, p. 202

BibliografiaEditar

  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Ligações externasEditar


  Este artigo sobre transporte ferroviário é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.