Estação Ferroviária de Santos

estação ferroviária em Portugal
Santos
BSicon BAHN.svg
Vista da cabine, em 2008
Identificação:[1] 69013 SAT (Santos)
Denominação: Estação de Santos
Classificação: E (estação)[2]
Coordenadas:
38° 42′ 22,35″ N, 9° 09′ 19,28″ O
Concelho: bandeiraLisboa
Linha(s): Linha de Cascais (PK 0,947)
Coroa: L
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Cais do Sodré
Terminal
  CP Lisboa
Linha de Cascais
  Alcântara
Oeiras
    Alcântara
Cascais
Conexões: 15E 18E 201 728 732 760
Serviço de táxis
Equipamentos: Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Telefones públicos Bar ou cafetaria Sala de espera Acesso para pessoas de mobilidade reduzida
Website:
Vista da plataforma para a Av. 24 de Julho, em 2015.
Disambig grey.svg Nota: Se procura a histórica estação ferroviária em Santos, no Brasil, veja Estação Valongo.

A Estação Ferroviária de Santos é uma gare da Linha de Cascais, que serve a área de Santos-o-Velho, na cidade de Lisboa, em Portugal.

Composição circulando na Estação de Santos, em 2008.

DescriçãoEditar

Localização e acessosEditar

A estação tem acesso pela Avenida 24 de Julho, em Lisboa.[3]

Vias e plataformasEditar

Em Janeiro de 2011, contava com duas vias de circulação, ambas com 255 m de comprimento; as plataformas tinham 273 e 205 m de extensão, e apresentavam ambas 110 cm de altura.[4]

HistóriaEditar

 
Anúncio da Companhia Real, de 1902: Santos aparece ainda como apeadeiro.
 
A estação e o Largo de Santos, em 1935
 Ver artigo principal: História da Linha de Cascais

O troço entre as Estações de Alcântara-Mar e Cais do Sodré, onde esta interface se insere, foi aberto à exploração em 4 de Setembro de 1895, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.[5]

Em 7 de Agosto de 1918, foi assinado um contrato entre a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e a Sociedade Estoril, que passou a explorar a Linha de Cascais.[6] Esta empresa iniciou um projecto de modernização e electrificação da Linha, no âmbito do qual se levou a cabo a reconstrução de várias estações, incluindo Santos, tendo a cerimónia de inauguração da tracção eléctrica ocorrido em 18 de Agosto de 1926.[6] Em 1934, a Sociedade Estoril realizou obras de calcetamento nas plataformas desta estação.[7]

A Linha de Cascais esteve sob a gestão da Sociedade Estoril até 1976, ano em que reverteu para a CP.[8]

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Cascais (CP)  Sintra (CP)  Azambuja (CP)
  Sado (CP+Soflusa)  CP Regional (R+IR)  Fertagus
 
             
 
(n) Azambuja 
               
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
               
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
             
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
     
 
 
     
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
             
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 
 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
             
 Penteado (a)
(n) Alverca 
               
 Moita (a)
(n) Póvoa 
               
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
               
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
               
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
               
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
               
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
           
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
         
 
 
 Terreiro do Paço (a)
 
 
 
 
 
 
 
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 
 
 
 
 
       
 Coina (u)
(z) Marvila 
 
         
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
           
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
           
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
           
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
             
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
             
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
             
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
               
 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
               
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
               
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
               
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
               
 Paço de Arcos (c)
 
 
 
         
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
               
 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
             
 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
             
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
             
 Parede (c)
(s) Sintra 
             
 São Pedro Estoril (c)
(o) Telhal 
           
 São João Estoril (c)
(o) Sabugo 
           
 Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
           
 Monte Estoril (c)
(o) Mafra 
           
 Cascais (c)
(o) Malveira 
   
 
   
 Jerumelo (o)**

2015-2019 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**)   continua além z. tarif. Lisboa

Fonte: Página oficial, 2020.06

Ver tambémEditar

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56 º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Instrução de exploração técnica nº 2 : Índice dos textos regulamentares em vigor. IMTT, 2012.11.06
  3. «Santos». Comboios de Portugal. Consultado em 28 de Novembro de 2014 
  4. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Rede Ferroviária Nacional. Directório da Rede 2012: 71-85. 6 de Janeiro de 2011 
  5. TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682): 61-64. Consultado em 14 de Maio de 2016 
  6. a b «Sociedade "Estoril"» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1476): 423-425. 16 de Junho de 1949. Consultado em 14 de Maio de 2016 
  7. «O que se fez nos caminhos de ferro em Portugal, em 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1129): 27-29. 1 de Janeiro de 1935. Consultado em 28 de Janeiro de 2013 
  8. REIS et al, p. 62

BibliografiaEditar

  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP - Comboios de Portugal e Público - Comunicação Social, S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
 
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Ligações externasEditar

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