Estação Ferroviária de Sintra

estação ferroviária em Portugal
Sintra
BSicon BAHN.svg
Vista geral da Estação de Sintra, em 2014.
Coordenadas
38° 47′ 58,74″ N, 9° 23′ 06″ O
Concelho bandeiraSintra
Linha(s) Linha de Sintra (PK 27,170)
Coroa 3
Serviços
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Terminal   CP Lisboa
Linha de Sintra
  Port. Sintra
Rossio
Alverca
    Port. Sintra
Oriente
Conexões 403 417 418 433 434 435 516 CSA
Equipamentos Serviço de táxis
Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Lavabos Telefones públicos Caixas Multibanco Parque de estacionamento Acesso para pessoas de mobilidade reduzida
Inauguração 2 de Abril de 1887 (há 133 anos)
Website
Pormenores da estação, ricamente decorada com azulejos.
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação principal da vila de Sintra. Para a estação na Portela de Sintra, veja Estação Ferroviária da Portela de Sintra.

A Estação Ferroviária de Sintra é a estação terminal da Linha de Sintra, que se situa na localidade de Sintra, em Portugal. Foi inaugurada em 2 de Abril de 1887.[1][2]

DescriçãoEditar

 
Interior da estação de Sintra

LocalizaçãoEditar

Esta interface tem acesso pela Avenida Dr. Miguel Bombarda, na localidade de Sintra.[3]

Vias de circulação e plataformasEditar

Em Janeiro de 2011, apresentava três vias de circulação, com 208, 194 e 178 m de extensão; as plataformas tinham todas 221 m de comprimento e 90 cm de altura.[4]

HistóriaEditar

AntecedentesEditar

A vila de Sintra, pela sua importância turística e pela sua proximidade à capital, foi considerado um dos pontos prioritários para a construção de um caminho de ferro;[5] com efeito, logo em 1854, quando ainda estavam a decorrer as obras da primeira via férrea portuguesa, de Lisboa à fronteira, surgiu o primeiro projecto para uma linha para Sintra, quando o empresário francês Claranges Lucotte contratou com o governo português a construção de um caminho de ferro entre Lisboa e Sintra.[6][1] Este contrato surgiu num Diário do Governo de 1855, mas foi abandonado em 1861.[1][7]

 
Cerimónia de inauguração das obras para a primeira linha de Sintra, em 1855, projecto que foi posteriormente abandonado.

Entretanto, em 29 de Setembro de 1859 tinha-se celebrado um contrato de concessão privilegiada com a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, onde se determinava que o governo não podia autorizar a construção de linhas paralelas às vias férreas da Companhia Real, que tinha nessa altura a concessão das Linhas do Leste e do Norte.[8] Baseada nesta condição, a Companhia Real começou a combater todos os projectos que surgiam na região Oeste, uma vez que quaisquer vias férreas naquela zona, de grande importância turística e económica, fariam concorrência às suas linhas, além que poderiam ser facilmente prolongadas para Norte, abrindo uma segunda ligação ferroviária de Lisboa ao resto do país.[8] Esta situação causou uma grande celeuma, como aconteceu quando foi bloqueada uma proposta da empresa Ellicot & Kessler para construir uma linha de via estreita para Torres Vedras e Sintra.[8]

Na Década de 1860, o Duque de Saldanha começou a planear a construção de um caminho de ferro no sistema Larmanjat a partir de Lisboa.[1] Embora esta iniciativa também tenha encontrado uma grande resistência por parte da Companhia Real,[8] o Duque de Saldanha foi autorizado a construir uma linha até Torres Vedras em 25 de Outubro de 1869, e até Sintra em 11 de Julho de 1871.[1] No entanto, após alguns anos de funcionamento, este caminho de ferro foi encerrado em 1877.[1]

Entretanto, em 1870 o engenheiro M. A. Thomé de Gamond tinha proposto um caminho de ferro de Santa Apolónia até Colares, servindo várias localidades pelo caminho, incluindo Cascais e Sintra.[6] Este projecto não teve quaisquer resultados, mas serviu de base para o planeamento de parte da Linha de Cascais.[6]

 
Locomotiva 96 da Companhia Real, na antiga Estação de Sintra

Planeamento e inauguraçãoEditar

Em 1880, foi a própria Companhia Real que tomou a iniciativa de construir os caminhos de ferro na região Oeste, tendo celebrado em Janeiro uma linha de Lisboa até Pombal, na Linha do Norte, passando por Torres Vedras e outras localidades, projecto que falhou devido à queda do governo.[9] Em 31 de Janeiro de 1882, a Companhia Real fez uma nova tentativa para obter a concessão para um caminho de ferro no Oeste, desta vez como parte de uma rede de linhas que incluía um ramal para Sintra.[9] A concessão foi dividida em duas partes, cabendo à Henry Burnay & C.ª a construção dos lanços a Sul de Torres Vedras, incluindo o ramal para Sintra, enquanto que os restantes troços ficariam a cargo da Companhia Real.[1] No entanto, em 1885 a Companhia Real conseguiu tomar a concessão para toda a rede.[1]

Foi desta forma que entrou ao serviço a ligação ferroviária entre as estações de Alcântara-Terra e Sintra, em 2 de Abril de 1887.[1]

 
Vista geral da estação, com elétricos da CSA na rua fronteira à gare.

Século XXEditar

Década de 1900Editar

Em 16 de Setembro de 1901, a Gazeta dos Caminhos de Ferro reportou que estavam a circular rumores acerca de um projecto para uma linha férrea entre Cascais e Sintra, mas que esta iniciativa, que seria de grande importância turística, estava a ter problemas em avançar devido a uma suposta rivalidade entre as duas terras.[10]

Ligação aos Eléctricos de SintraEditar
 Ver artigo principal: Elétricos de Sintra

Em 22 de Novembro de 1903, foi realizada uma experiência dos Eléctricos de Sintra, no qual um dos veículos percorreu toda a linha desde a central eléctrica até junto da estação de Sintra.[11] Este sistema foi inaugurado em 31 de Março de 1904, incluindo desde logo, além dos veículos para passageiros, vários vagões de carga para conduzir as mercadorias da região até à estação de Sintra, e daí exportadas pelo caminho de ferro até Lisboa.[12] (O serviço de elétricos seria encerrado em 1974[13]; as reaberturas posteriores, em percuso encurtado à paragem seguinte, não recuperaram a ligação à gare ferroviária de Sintra, apesar de repetidas propostas nesse sentido[14].)

Década de 1910Editar

Em 23 de Fevereiro de 1911, algumas locomotivas foram danificadas na Estação de Sintra pelos próprios funcionários, tendo este acto de sabotagem integrado-se nas vagas de greves dos caminhos de ferro, nos primeiros anos da República.[15]

Em 1913, além dos serviços de eléctricos que ligavam a estação à vila e a Monte Banzão, Colares e Praia das Maçãs, a estação também era servida por carreiras de “automóveis” até à Ericeira, e diligências até Montelavar e à Ericeira.[16]

 
Convidados da Rádio Caminhos de Ferro na Estação de Sintra. Ao centro, o ministro Joaquim Abranches.

Década de 1930Editar

Em 1933, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses realizou grandes obras de reparação e melhoramentos nesta interface.[17]

Em Fevereiro de 1936, a Empresa Rádio Caminhos de Ferro organizou uma viagem experimental entre o Rossio e Sintra para demonstrar os seus novos equipamentos de rádio a bordo das carruagens, na qual participaram vários representantes do governo, da imprensa e dos caminhos de ferro; na estação de Sintra, foi servido um Porto de Honra, e em seguida discursaram o inspector da Rádio Caminhos de Ferro, Melo e Alvim, e o Ministro das Obras Públicas, Joaquim Abranches.[18]

Em Maio desse ano, realizou-se um comboio especial do Rossio a Sintra, para transportar os combatentes do antigo Batalhão dos Caminhos de Ferro, para uma festa de confraternização em Sintra e Colares; à chegada a Sintra, os convidados foram recebidos pelo presidente da Câmara de Sintra, Álvaro de Vasconcelos, e por outros representantes locais, e por uma guarda de honra formada pelos bombeiros voluntários de Sintra e de São Pedro, tendo depois sido feito um cortejo pela Avenida Miguel Bombarda.[19]

 
Gare da estação de Sintra, com os dois túneis ao fundo

Década de 1940Editar

Em 17 de Junho de 1948, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses fez uma viagem experimental do Rossio até ao Cacém, para testar novas carruagens da casa suíça Schindler, tendo participado vários altos funcionários da Companhia, representantes da Suíça em Portugal, e outros convidados.[20] O comboio saiu do Rossio às 12 horas e chegou a Sintra às 12:31, seguindo-se depois um almoço no Hotel Nunes, oferecido pela casa fabricante.[20] A viagem de regresso iniciou-se às 15:10 e terminou às 15:41.[20]

Em 1948, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses iniciou um projecto de duplicação do troço entre Cacém e Sintra; em Novembro desse ano, as terraplanagens já estavam quase terminadas, tendo já sido feita a abertura do túnel junto à estação de Sintra, prevendo-se que as obras de duplicação ficassem concluídas no final daquele mês.[21] No entanto, só em 20 de Janeiro de 1949 é que foi inaugurada a segunda via, tendo sido organizado um comboio especial do Rossio a Sintra para o transporte dos convidados, incluindo o Ministro das Obras Públicas e Comunicações, os administradores da CP, e vários outras altas individualidades do governo e dos caminhos de ferro.[22] O comboio chegou a Sintra às 13:50, tendo sido recebido na estação por cerca de um milhar de pessoas e pela Sociedade União Sintrense, que tocou o Hino da Maria da Fonte.[22] Numa das salas da estação, a Câmara Municipal inaugurou um posto de informações ao turismo, onde também foram condecorados vários funcionários da CP, tendo depois a cerimónia prosseguido no Casino de Sintra.[22]

Em 30 de Junho de 1949, foi feito um comboio experimental de Campolide a Sintra, para testar uma locotractora que a CP tinha adquirido recentemente.[23]

Em 11 de Setembro de 1949, o Jornal de Sintra organizou uma excursão de jornalistas portugueses e estrangeiros até Sintra.[24] Os excursionistas foram recebidos na gare de Sintra pelo director do jornal, António Medina Júnior, e pela actriz Beatriz Costa, seguindo-se depois uma cerimónia na câmara municipal, uma visita ao Parque de Monserrate, a Colares, à Praia das Maçãs e às Azenhas do Mar.[24] A excursão terminou com um jantar de homenagem no Casino de Sintra.[24]

 
Automotora da Série 2000 na Estação de Sintra, em 1990.

Década de 1950Editar

Esta gare foi retratada no quadro A estação de Sintra, de Varela Aldemira, que foi uma das obras apresentadas numa exposição de pintura na Estação do Rossio, em 17 de Novembro de 1951.[25]

Em Maio de 1952, já se estavam a realizar estudos para a electrificação de vários troços, incluindo do Rossio a Sintra.[26]

No XI Concurso das Estações Floridas, organizado nesse ano pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e pelo Secretariado Nacional de Informação, a estação de Sintra foi premiada com uma menção honrosa,[27] sendo nessa altura o chefe da estação Elísio Faustino Duarte.[28]

Em 28 de Abril de 1957, chegou o primeiro comboio eléctrico a Sintra, uma automotora da Série 2000.[29]

Comboios USGL em Sintra: série 2300 e série 3500.

ModernizaçãoEditar

Em 1993, estava prevista a remodelação desta interface, no âmbito de um projecto de modernização do material circulante e infra-estruturas ferroviárias da transportadora Caminhos de Ferro Portugueses.[30] As obras de modernização, levadas a cabo pelo Gabinete do Nó Ferroviário de Lisboa, foram alvo de destaque internacional, tendo recebido o Prémio Brunel na categoria de modernização de estações ferroviárias.[31]

Em 2000, foi inaugurado o efémero serviço Especial Conforto, que consistia em 2 comboios semi-directos entre Sintra e o Rossio.[32]

Ver tambémEditar

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Cascais (CP)  Sintra (CP)  Azambuja (CP)
  Sado (CP+Soflusa)  CP Regional (R+IR)  Fertagus
 
             
 
(n) Azambuja 
               
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
               
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
             
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
     
 
 
     
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
             
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 
 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
             
 Penteado (a)
(n) Alverca 
               
 Moita (a)
(n) Póvoa 
               
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
               
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
               
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
               
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
               
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
           
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
         
 
 
 Terreiro do Paço (a)
 
 
 
 
 
 
 
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 
 
 
 
 
       
 Coina (u)
(z) Marvila 
 
         
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
           
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
           
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
           
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
             
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
             
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
             
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
               
 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
               
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
               
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
               
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
               
 Paço de Arcos (c)
 
 
 
         
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
               
 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
             
 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
             
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
             
 Parede (c)
(s) Sintra 
             
 São Pedro Estoril (c)
(o) Telhal 
           
 São João Estoril (c)
(o) Sabugo 
           
 Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
           
 Monte Estoril (c)
(o) Mafra 
           
 Cascais (c)
(o) Malveira 
   
 
   
 Jerumelo (o)**

2015-2019 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**)   continua além z. tarif. Lisboa

Fonte: Página oficial, 2020.06

Referências

  1. a b c d e f g h i TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682). p. 61-64. Consultado em 26 de Setembro de 2014 
  2. REIS et al, p. 12
  3. «Sintra». Comboios de Portugal. Consultado em 28 de Novembro de 2014 
  4. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. pp. 71–85 
  5. GONÇALVES et al, p. 295
  6. a b c MARTINS et al, p. 29
  7. MARTINS et al, p. 30
  8. a b c d GONÇALVES et al, p. 296
  9. a b GONÇALVES et al, p. 297
  10. «Há 50 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 64 (1530). 16 de Setembro de 1951. p. 291. Consultado em 24 de Fevereiro de 2017 
  11. «Cintra ao Oceano» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 (383). 1 de Dezembro de 1903. p. 395. Consultado em 21 de Julho de 2012 
  12. «Há 50 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 67 (1591). 1 de Abril de 1954. p. 58. Consultado em 9 de Dezembro de 2015 
  13. Júlio CARDOSO; Valdemar ALVES: Eléctricos de Sintra : Um percurso centenário. Câmara Municipal de Sintra: Sintra, 2004.06. Dep.Leg. 212 045/04: p.82
  14. Ricardo GRILO: “A Caminho de Sintra” Casa Decoração 147 (1998.01): p.105
  15. MARQUES, p. 126
  16. «Serviço de Diligencias». Guia official dos caminhos de ferro de Portugal. 39 (168). Outubro de 1913. p. 152-155. Consultado em 5 de Março de 2018 
  17. «O que se fez nos Caminhos de Ferro em Portugal no Ano de 1933» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1106). 16 de Janeiro de 1934. p. 49-52. Consultado em 26 de Setembro de 2014 
  18. ORNELLAS, Carlos de (1 de Março de 1936). «Rádio Caminhos de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 48 (1157). p. 140-141. Consultado em 8 de Dezembro de 2015 
  19. ORNELLAS, Carlos de (16 de Maio de 1936). «Os combatentes do Antigo Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro reuniram-se numa festa de confraternização para solenisar o seu regresso à pátria após a Grande Guerra» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 48 (1162). p. 277-283. Consultado em 8 de Dezembro de 2015 
  20. a b c «Novas carruagens da C. P.» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 60 (1454). 16 de Junho de 1936. p. 385. Consultado em 24 de Fevereiro de 2017 
  21. «Linhas Portuguesas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 60 (1461). 1 de Novembro de 1948. p. 616. Consultado em 8 de Dezembro de 2015 
  22. a b c «Novos melhoramentos ferroviários» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 61 (1467). 1 de Fevereiro de 1949. p. 123-129. Consultado em 8 de Dezembro de 2015 
  23. «Viagens e Transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1478). 16 de Julho de 1949. p. 470. Consultado em 9 de Dezembro de 2015 
  24. a b c «Visita da imprensa à região de Sintra» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1483). 1 de Outubro de 1949. p. 620. Consultado em 24 de Fevereiro de 2017 
  25. BETTENCOURT, Rebelo de (1 de Dezembro de 1951). «Os Pintores e o Caminho de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 64 (1535). p. 371-372. Consultado em 9 de Dezembro de 2015 
  26. «Electrificação da Via Férrea em Portugal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 65 (1545). 1 de Maio de 1952. p. 84. Consultado em 9 de Dezembro de 2015 
  27. «Ao XI Concurso das Estações Floridas apresentaram-se 78 estações» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 65 (1558). 16 de Novembro de 1952. p. 338. Consultado em 9 de Dezembro de 2015 
  28. «XI Concurso das Estações Floridas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 66 (1570). 16 de Maio de 1953. p. 112. Consultado em 9 de Dezembro de 2015 
  29. REIS et al, p. 124
  30. BRAZÃO, Carlos (1993). «Nuevas unidades eléctricas». Maquetren (em espanhol). 2 (16). Madrid: Resistor, S. A. p. 29 
  31. REIS et al, p. 198
  32. REIS et al, p. 202

BibliografiaEditar

  • GONÇALVES, Eunice; et al. (1993). Terra de Águas: Caldas da Rainha, História e Cultura 1.ª ed. Caldas da Rainha: Câmara Municipal de Caldas da Rainha. 527 páginas 
  • MARQUES, Ricardo (2014). 1914: Portugal no Ano da Grande Guerra 1.ª ed. Alfragide: Oficina do Livro - Sociedade Editora, Lda. 302 páginas. ISBN 978-989-741-128-1 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; Gomes, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. [S.l.]: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Leitura recomendadaEditar

  • CARDOSO, Júlio; ALVES, Valdemar (2009). Eléctricos de Sintra: um percurso centenário. Sintra: Câmara Municipal de Sintra. 182 páginas. ISBN 978-972-8875-38-1 
  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4 
  • CUNHA, António A. R. (2007) [1905]. Cintra pinturesca ou memoria descriptiva das villas de Cintra e Collares e seus arredores. Lisboa: Arquimedes Livros. 317 páginas. ISBN 978-972-8917-35-7 
  • LOPES, Ernâni Rodrigues (2001). De 1974 a 1986: o prelúdio às transformações do final do séc. XX. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 3. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 269 páginas. ISBN 972-97046-4-3 
  • RIBEIRO, Céu, PEREIRA, Ana Júlia; et al. (2008). Sintra: guia do concelho. Sintra: Texto. 292 páginas. ISBN 978-972-47-3778-2 
  • SALGUEIRO, Ângela (2008). A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses: 1859-1891. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa. 145 páginas 
 
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Ligações externasEditar