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Estação Ferroviária de Celorico de Basto

estação ferroviária em Portugal
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação desactivada na Linha do Tâmega. Para a estação na Linha da Beira Alta, veja Estação Ferroviária de Celorico da Beira.
Celorico de Basto
Antigo edifício da Estação de Celorico de Basto, em 2008
Inauguração 20 de Março de 1932
Encerramento 1 de Janeiro de 1990
Linha(s) Linha do Tâmega (PK 34,571)
Coordenadas 41° 23′ 05″ N, 7° 59′ 59,91″ O
Concelho Celorico de Basto
Serviços Ferroviários
Horários em tempo real

A Estação Ferroviária de Celorico de Basto é uma interface desactivada da Linha do Tâmega, que servia a localidade de Celorico de Basto, no Distrito de Braga, em Portugal.

HistóriaEditar

 
Estação de Celorico de Basto, nos primeiros anos.

Construção e inauguraçãoEditar

Os trabalhos de construção no troço entre Chapa e Celorico de Basto começaram em Outubro de 1929[1], e em 1931 já se encontrava construída a casa para pessoal nesta estação.[2]

Esta interface foi inaugurada, como estação terminal provisória da Linha do Vale do Tâmega, em 20 de Março de 1932, pela Companhia dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal[3][1], à qual a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses tinha alugado a Linha do Vale do Tâmega.[4]

Para o transporte dos convidados, de várias entidades oficiais e particulares, foram realizados dois comboios especiais, um desde Porto-São Bento até Livração, e outro desde aquela estação até Celorico de Basto.[1] Após a inauguração, esta estação passou a prestar serviços completos em pequena e grande velocidades, internos e combinados.[5]

Ligação a Arco de BaúlheEditar

Em 1947, a Companhia do Norte foi integrada na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, pelo que todas as antigas linhas daquela empresa, incluindo a Linha do Tâmega, passaram para a gestão da CP.[4] O troço seguinte da Linha do Vale do Tâmega, até Arco de Baúlhe, foi inaugurado em 15 de Janeiro de 1949.[6]

EncerramentoEditar

Em 1 de Janeiro de 1990, foi encerrado o troço entre Amarante e Arco de Baúlhe, devido ao reduzido movimento.[7][8]

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c ORNELLAS, Carlos de (1 de Abril de 1932). «Um Novo Melhoramento Ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 45 (1063). p. 161-165. Consultado em 25 de Novembro de 2014 
  2. «Minho e Douro: Linha do Vale do Tâmega» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1111). 1 de Abril de 1934. p. 185. Consultado em 25 de Novembro de 2014 
  3. TORRES, Carlos Manitto (16 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1684). p. 91-95. Consultado em 25 de Novembro de 2014 
  4. a b REIS et al, p. 62
  5. «Viagens e transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 45 (1065). 1 de Maio de 1932. p. 218. Consultado em 25 de Novembro de 2014 
  6. «Novos melhoramentos ferroviários» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 61 (1467). 1 de Fevereiro de 1949. p. 123. Consultado em 25 de Novembro de 2014 
  7. «Linha do Tâmega: Crónica de uma ferrovia de "vida estreita"». O Basto. 3 de Março de 2014. Consultado em 25 de Novembro de 2014 
  8. REIS et al, p. 150

BibliografiaEditar

  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
 
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Ligações externasEditar