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Estação Ferroviária de São Romão

estação ferroviária em Portugal
(Redirecionado de Estação de São Romão)
Disambig grey.svg Nota: Não confundir com o Apeadeiro de São Romão-A, também situado na Linha do Minho.
São Romão IPcomboio2.jpg
IPestacao.jpg
Linha(s) Linha do Minho (PK 15,425)
Coordenadas 41° 16′ 44,27″ N, 8° 33′ 09,59″ O
Concelho Trofa
Serviços Ferroviários Logo CP 2.svgBSicon LSTR yellow.svgU
Horários em tempo real
Serviços Ligação a autocarros Serviço de táxis Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes
Telefones públicos Sala de espera
Lavabos Bar ou cafetaria Lavabos adaptados Parque de estacionamento acesso para pessoas de mobilidade reduzida
NYCS-bull-trans-Z-Std.svgTRF3


Logos IP.png
BSicon CONTfa grey.svg
BSicon HST grey.svgPortela (Sentido Valença)
BSicon BHF grey.svgSão Romão
BSicon HST grey.svgSão Frutuoso (Sentido Porto)
BSicon CONTf grey.svg

A Estação Ferroviária de São Romão é uma interface ferroviária da Linha do Minho, que serve a Freguesia de São Romão do Coronado, no concelho de Trofa, em Portugal.

HistóriaEditar

 
Horários dos comboios de Campanhã a Braga em 1876, incluindo a estação de São Romão.

Desde os primeiros planos para a construção da futura Linha do Minho que se contemplou a passagem por São Romão, tendo o primeiro traçado, elaborado por ordem do Conde de Reus, feito a linha seguir por Travagem e São Romão entre o Porto e Vila do Conde.[1] O percurso da linha foi alterado posteriormente de forma a servir melhor a região interior do Minho, embora tenha permanecido a passagem por São Romão.[1]

Esta estação situa-se no troço da Linha do Minho entre Campanhã e Nine, que entrou ao serviço, junto com o Ramal de Braga, no dia 21 de Maio de 1875.[2][3]

Em 11 de Maio de 1927, a exploração das antigas linhas do Estado, incluindo a do Minho, passou a ser assegurada pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses.[4]

Em 1934, a comissão administrativa do Fundo Especial de Caminhos de Ferro autorizou, entre outras obras, o calcetamento do cais descoberto na estação de São Romão.[5]

Em 1 de Janeiro de 1935, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou tinha sido submetida à assinatura ministerial uma portaria, autorizando o engenheiro director a outorgar, em nome do ministro, num contrato para uma empreitada na estação de São Romão.[6]

DescriçãoEditar

Localização e acessosEditar

Esta interface situa-se na localidade de São Romão do Coronado, com acesso pela Rua D. Afonso Henriques.[7]

Vias de circulação e garesEditar

Em 2010, a estação de São Romão contava com quatro vias de circulação, com comprimentos entre os 439 e 636 m de comprimento; as duas plataformas têm ambas 220 m de extensão, e 70 cm de altura.[8]

CP Urbanos do Porto

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros no Grande Porto)
Serviços:   Aveiro  Braga
  Marco de Canaveses  Guimarães


 
         
 Marco de Canaveses (d)
 
         
 Livração (d)
(g) Guimarães 
         
 Recesinhos (d)
(g) Covas 
         
 Vila Meã (d)
(g) Nespereira 
         
 Oliveira (d)
(g) Vizela 
         
 Caíde (d)
(b) Braga 
         
 Pereirinhas (g)
(b) Ferreiros 
         
 Meinedo (d)
(b) Mazagão 
         
 Cuca (g)
(b) Aveleda 
         
 Bustelo (d)
(b) Tadim 
         
 Lordelo (g)
(b) Ruilhe 
         
 Penafiel (d)
(b) Arentim 
         
 Giesteira (g)
(b) Couto de Cambeses 
         
 Paredes (d)
(m)(b) Nine 
         
 Vila das Aves (g)
(m) Louro 
         
 Oleiros (d)
(m) Mouquim 
         
 Caniços (g)
(m) Famalicão 
         
 Irivo (d)
(m) Barrimau 
         
 Santo Tirso (g)
(m) Esmeriz 
         
 Cête (d)
(m)(g) Lousado 
         
 Parada (d)
(m) Trofa 
         
 Recarei-Sobreira (d)
(m) Portela 
         
 Trancoso (d)
(m) São Romão 
         
 Terronhas (d)
(m) São Frutuoso 
         
 S. Martinho do Campo (d)
(m) Leandro 
         
 Valongo (d)
(m) Travagem 
         
 Suzão (d)
(m)(d) Ermesinde 
         
 Cabeda (d)
(m) Ág. Santas / Palm.ª 
         
 
(m) Rio Tinto 
         
 
(m) Contumil 
         
 General Torres (n)
(n)(m) Porto (Campanhã) 
         
 Vila Nova de Gaia (n)
(m) Porto (São Bento) 
         
 Coimbrões (n)
(n) Aveiro 
         
 Madalena (n)
(n) Cacia 
         
 Valadares (n)
(n) Canelas 
         
 Francelos (n)
(n) Salreu 
         
 Miramar (n)
(n) Estarreja 
         
 Aguda (n)
(n) Avanca 
         
 Granja (n)
(n) Válega 
         
 Espinho (n)
(n) Ovar 
         
 Silvalde (n)
(n) Carvalheira-Maceda 
         
 Paramos (n)
(n) Cortegaça 
             
 Esmoriz (n)

Linhas: d Linha do Dourog Linha de Guimarães
b Ramal de Bragam Linha do Minhon Linha do Norte
Fonte: Página oficial, 2010.04

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b FERNANDES, 1995:83
  2. MARTINS et al, 1996:246
  3. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 31 de Outubro de 2013 
  4. REIS et al, 2006:63
  5. «Notícias Ferroviárias: Obras nas Linhas do Estado» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1111). 1 de Abril de 1934. p. 190. Consultado em 16 de Julho de 2018 
  6. «Caminhos de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1129). 1 de Janeiro de 1935. p. 29. Consultado em 17 de Julho de 2018 
  7. «São Romão». Comboios de Portugal. Consultado em 28 de Novembro de 2014 
  8. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2011. Rede Ferroviária Nacional. 25 de Março de 2010. p. 67-89 

BibliografiaEditar

  • FERNANDES, Mário Gonçalves (1995). Viana do Castelo: A Consolidação de uma Cidade (1855-1926). Lisboa: Edições Colibri. 185 páginas. ISBN 972-8288-06-9 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. [S.l.]: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Ligações externasEditar