Eugenio C

Eugenio C. foi um navio, ícone de um período da navegação transatlântica, que durante 40 anos percorreu os mares com seu nome original e com outros três similares, que se alternaram até ser desmontado em um estaleiro de Alang, na Índia [3].

Eugenio C.
Naval ensign of Italy.svg
Proprietário Costa Crociere S.p.A.
Estaleiro Cantieri Riuniti Dell Adriatico, Monfalcone, Italia
Comissionamento 21 de novembro de 1964 (57 anos)
Porto de registro Genova  Itália
Estado desmontado [1]
Outro(s) nome(s) Edinburgh Castle, The Big Red Boat II
Características gerais
Tonelagem 32 753 tons brutas [2]
Largura 29,4 m
Comprimento 217,3 m
Velocidade 27 nós (velocidade de cruzeiro) 28,4 nós (velocidade máxima)
Passageiros 1 636 passageiros, 424 tripulantes
356 cabines

Houve uma tentativa de manter o navio como museu no porto de Gênova, na Itália mas o projeto não foi posto em prática.

HistóriaEditar

Lançado ao mar em 21 de Novembro de 1964, o Eugenio C. fez a viagem inaugural com membros da família Costa, italianos donos da companhia Linea C. Em 31 de Agosto de 1966 o Eugenio C. partiu do porto de Gênova com destino a Buenos Aires em viagem inaugural, durante quase 30 anos percorreu a rota entre Europa e América do Sul.

Em 1986 a partir de uma reestruturação nasce a Costa Crociere S.p.A. A partir desse momento, o Sobrenome COSTA aparece, por extenso, nas partes laterais dos navios.

Em 1987 nos estaleiros Mariotti, Genoa foi adicionado um teatro e melhoras nas suas turbinas. Permaneceu como Eugenio Costa durante 10 anos, até a viagem final em 1996 pela companhia italiana.

Edinburgh CastleEditar

Em 1997 foi alugado para a companhia estadunidense Direct Cruises e rebatizado foi rebatizado como Edinburg Castle.

Porém em 1999 a empresa foi a falência após a baixa lotação e o Edinburg Castle foi posto à venda no mesmo ano.

The Big Red Boat IIEditar

Em 1999, comprado pela Premier Cruise, O casco foi pintado de vermelho e ganhou nome de The Big Red Boat II . Porém a companhia faliu em 2000.

Após a falência ele ficou parado em Freeport (Bahamas). O navio deteriorou por conta do abandono, o mobiliário foi se perdendo com o tempo e acabou vendido para sucata em Alang na Índia no final de 2005. Em 2006 começou a ser cortado em pedaços e no mesmo ano seu desmanche foi concluído.

Referências

  1. Laire José Giraud (22 de maio de 2006). «O fim dos gigantes dos mares: sucata!». Consultado em 14 de janeiro de 2012 [ligação inativa]
  2. Reuben Goossens. «S.S. Eugenio C» (em inglês). ssMaritime. Consultado em 14 de janeiro de 2012 
  3. Ian Boyle. «Eugenio C» (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2012 

Ligações externasEditar

 
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