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Esperança de vida

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Esperança de vida, esperança de vida à nascença, esperança de vida ao nascer ou expectativa de vida é o número aproximado de anos que um grupo de indivíduos nascidos no mesmo ano irá viver, se mantidas as mesmas condições desde o seu nascimento. A expectativa de vida da população de uma determinada área, em um determinado ano, corresponde à média ponderada das idades das pessoas do lugar que morreram naquele ano.

A expectativa de vida é também um indicador de qualidade de vida de um país, região ou localidade. Pode também ser utilizada para aferir o retorno de investimentos feitos na melhoria das condições de vida e para compor vários índices, tais como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

A esperança de vida ao nascer pode ser estratificada segundo a classe de renda, o acesso a serviços de saúde, saneamento, educação, cultura e lazer, bem como os índices de violência, criminalidade e poluição do local onde vive a população. Desta forma, é possível calcular diferenças na expectativa de vida de determinados setores da população (por exemplo, entre ricos e pobres). Esta é uma medida prática para analisar os níveis de equidade em saúde da área em questão.

No BrasilEditar

Mapa brasileiro da esperança de vida (2015).
  78+
  76+
  74+
  72+
  70+
  68+

Segundo dados do IBGE, no Brasil em 2017 a expectativa de vida ao nascer era de 76 anos, um aumento de 30,5 anos em relação a 1940 e de 2,1 anos em relação ao ano de 2010[1]

  1. «Tábuas Completas de Mortalidade | Estatísticas | IBGE». www.ibge.gov.br. Consultado em 28 de fevereiro de 2019 

PortugalEditar

No período 2015-2017, a esperança de vida à nascença foi estimada em 80,8 anos para o total da população, sendo 77,7 anos para os homens e 83,4 anos para as mulheres. No periodo de uma década verificou-se um aumento de 2,3 anos de vida para o total da população (2,6 anos para os homens e 1,8 anos para as mulheres). Nas mulheres esse aumento resultou essencialmente da redução na mortalidade em idades iguais ou superiores a 60 anos, nos homens esse aumento continua a ser fundamentalmente da redução da mortalidade em idades inferiores a 60 anos, embora a contribuição da redução na mortalidade nas idades mais avançadas tenha vindo a ganhar importância. A esperança de vida aos 65 anos atingiu 19,5 anos para o total da população. Aos 65 anos os homens podem esperar viver, em média, mais 17,6 anos e as mulheres mais 20,8 anos, o que representa ganhos de 1,4 anos e de 1,3 anos, respectivamente, na última década.[1]

Ver tambémEditar

Referências