Extensão universitária

Evento na Universidade de São Paulo objetivando divulgar temas científicos para a população

A extensão universitária ou extensão acadêmica é a comunicação entre universidade e sociedade, que tem como objetivo promover a troca de saberes científicos e espontâneos, de modo que ambos os conhecimentos se complementem sem que haja uma hierarquia, e realizando mudanças positivas para a sociedade. Além disso, essa interlocução também engloba experiências de popularização da ciência, e realiza atividades que favorecem a construção de caminhos que podem contribuir no enfrentamento de problemas e questões sociais.[1][2]

É um conceito adotado pelas universidades (especialmente no Brasil)[3] que se refere ao contato imediato da comunidade interna de uma determinada instituição de ensino superior com a sua comunidade externa, em geral a sociedade à qual ela está subordinada. A ideia de extensão está associada à crença de que o conhecimento gerado pelas instituições de pesquisa deve necessariamente possuir intenções de transformar a realidade social, intervindo em suas deficiências e não se limitando apenas à formação dos alunos regulares daquela instituição.

No BrasilEditar

No Brasil, a extensão é um dos pilares do ensino superior, conjuntamente com o ensino e a pesquisa, no chamado tripé educacional, conforme dispõe o artigo 207, caput, da Constituição Federal[4]. Deve ser valorizada, portanto, por ser uma forma de interação entre a população e a universidade. Ela passa a ser uma atividade com carga horária obrigatória de 10% a partir de 2018 nos cursos de graduação, conforme dispõe o artigo 11 da resolução Nº7 do Conselho Nacional de Extensão[5], sendo pouco difundida entre as universidades privadas, mas bastante tradicional nas universidades públicas.

Ver tambémEditar

Referências

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