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Felix Araújo
Uma Vida Dedicada ao Povo
Conhecido(a) por Sua oratória, poesia e atuação política e social
Nascimento Félix de Sousa Araújo
22 de dezembro de 1922
Cabaceiras,  Paraíba
Morte 27 de julho de 1953 (30 anos)
Campina Grande,  Paraíba
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Nautília Pereira de Araújo
Pai: Francisco Virgolino de Souza
Cônjuge Maria do Socorro Douettes
Campo(s) poesia, política

Félix de Souza Araújo (Cabaceiras, 22 de dezembro de 1922Campina Grande, 27 de julho de 1953) foi um político brasileiro, vereador de Campina Grande, no estado da Paraíba. Também foi poeta, tribuno, secretário de governo, ensaísta, crítico literário, escriturário, livreiro, radialista, jornalista e conferencista. Foi pai de Félix Araújo Filho, prefeito de Campina Grande entre 1993 e 1997.

Índice

Síntese históricaEditar

 
Felix Araújo, como o soldado 6362. Expedicionário da II Guerra Mundial. Itália, dezembro de 1944.

Félix Araújo era filho de Francisco Virgolino de Souza e Nautília Pereira de Araújo, também nascidos em Cabaceiras. Contraiu matrimônio com Maria do Socorro Douettes, em janeiro de 1947, com quem teve dois filhos: Maria do Socorro Tamar Araújo Celino e Félix Araújo Filho, que viria a se eleger vereador e, posteriormente, prefeito de Campina Grande.

Cursou o primário em Cabaceiras e prosseguiu seus estudos no Colégio Diocesano Pio XI (Campina Grande) e no Liceu Paraibano (em João Pessoa). Concluiu o curso clássico em 1949. Foi aluno da Faculdade de Direito do Recife, escolhido orador de sua turma, porém foi assassinado por razões políticas pouco antes de concluir o curso.

Aos dezesseis anos, Félix de Souza Araújo já publicava artigos em jornais. Ainda no ano de 1938, Alceu Amoroso Lima reconheceu importante vertente de sua personalidade: a sua erudição.

Ainda em Cabaceiras, fundou o Jornal "Cruzeiro".

É autor do poema em prosa TAMAR - escrito em 1940, publicado em 1945 - e também das obras DOR, FRATERNIDADE, POEMAS SOLTOS e CARROSSEL DA VIDA. O poema em prosa "TAMAR" mereceu destaque do jornal "O Globo", em 17 de julho de 1945, mediante elogiosa crítica do romancista Eloy Pontes.[1]

Foi pracinha voluntário da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Lutou nos campos da Itália contra o nazifascismo, em 1943. Foi correspondente de guerra e fundou o jornal "Cruzeiro do Sul". Ao voltar, fixou residência em Campina Grande.

Criou o programa "A Voz dos Municípios" na Rádio Borborema de Campina Grande. Durante vários anos, manteve o programa "Carrossel da Vida", com leitura de crônica diária na Rádio Caturité.

Filiou-se ao PCB, disputando, por este partido, duas eleições: em 1946, para deputado federal e 1947, para deputado estadual. Na eleição para o legislativo estadual, obteve 885 votos, alcançando a primeira suplência do deputado João Santa Cruz, este eleito com 1.654 votos. No ano de 1948, deixou o PCB por discordar do radicalismo, à época, da rígida disciplina partidária. Mesmo assim, recebeu apoio de setores de esquerda, segmentos sindicalizados, diretórios estudantis e bairros populares[2].

Ainda em 1946, instalou a "Livraria do Povo", incendiada, criminosamente, por adversários ideológicos, sectários de extrema direita.

Em 1947, Félix liderou a campanha de Elpídio Josué de Almeida a prefeito de Campina Grande. Foi secretário de Educação e Cultura deste governo, introduziu o "Cinema Educativo". Coordenou a campanha eleitoral de José Américo de Almeida a governador da Paraíba (1950).

Elegeu-se vereador mais votado de Campina Grande em 1951, pelo PL (Partido Libertador). Integrou as comissões de Justiça, Legislação e Redação e de Educação e Cultura (1951 a 1953).

Caracterizado por rígidas e inegociáveis convicções ideológicas, acusa o governador José Américo de Almeida de ter se afastado dos ideais libertários que deram substrato e identidade à campanha de 1950.[3] Pouco depois, escreveu o "Acuso", um manifesto contra o governador do Estado. Denunciou a corrupção na Administração Municipal, rompeu com o prefeito Plínio Lemos e com o governador José Américo.

MorteEditar

Em 13 de julho de 1953, quando presidia a comissão que investigava as contas da administração municipal, foi baleado, pelas costas, por João Madeira, funcionário da prefeitura e guarda-costas de Plínio Lemos. Momentos após o atentado, João Madeira foi encontrado - e preso - escondido na residência do citado prefeito.[4]

Félix Araújo faleceu, em 27 de julho de 1953 (14 dias após o atentado), aos 30 anos de idade em decorrência dos ferimentos, na Casa de Saúde dr. Francisco Brasileiro, em Campina Grande. O assassinato de Felix Araújo "ganhou conotações e proporções políticas",[5] sendo identificado com as causas populares, com movimentos sociais e com as manifestações nacionalistas.

Frase históricaEditar

 
Frase célebre do poeta Félix Araújo, grafada na Praça Clementino Procópio, em Campina Grande.
"Esta terra de bravos
Não será terra de escravos,
Nem reinado de opressão"
(Félix de Souza Araújo)

Obras escritasEditar

Tamar

Dor

Fraternidade

Poemas Soltos

Carrossel da Vida

Álbum de Guerra - Poemas inéditos escritos durante o combate da Segunda Guerra Mundial.

Letra de Música: hino da campanha da Coligação Democrática Campinense!Editar

O poeta Felix Araújo foi o autor do hino da campanha para prefeito de Campina Grande do Dr. Elpídio Josué de Almeida e de seu vice Antônio Rodembusch, em 1947. Tornou-se estandarte da campanha da Coligação Democrática Campinense.

Em 1950, Felix reescreveu e readaptou a letra para a campanha a governador de José Américo de Almeida, mantendo a melodia e partes da composição feita para a campanha do Dr. Elpídio. Inspirou-se na música “Vassourinhas”, também utilizada, em 1911, como hino da campanha do General Dantas Barreto, ao governo de Pernambuco.

A cantora da Rádio Borborema, Maria Mendes, gravou os hinos das duas campanhas. Após a gravação, despontou no âmbito estadual, chegando se apresentar em programas de "rádios do Rio de Janeiro, Capital Federal, na segunda metade da década de 1950"[6].

Na primeira estrofe da letra, Felix lança combate ao coronelismo:

"O Dr. Elpídio de Almeida (bis) / Vai Vencer as Eleições / Pelo Voto Independente (bis) / Dos sinceros corações".

No estribilho, o grito de guerra:

"De pé, ó pobres! ó vítimas da sorte! / Com Deus e o Povo, contra a opressão! / Elpidio de Almeida é o candidato da pobreza e da Religião! / Pelo povo - contra a fome! / Se levanta um grande nome! / Pelo povo - conta a fome! / Se levanta um grande nome!"

Na segunda estrofe, exalta o candidato a vice-prefeito:

"Rodembusch , o Capitão (bis) / - É um padrão de nobreza! / Junto dele se agasalham (bis) / Os filhinhos da Pobreza!"

Na terceira estrofe, explicita as reivindicações populares:

"Com Elpídio e Rodembusch (bis) / - A pobreza vencerá / Já o povo entrou na liça / - Quer escolas e hospitais (bis) / E trabalho com Justiça".

Na quarta estrofe, afasta críticas de adversários:

"Operários e patrões (bis) / Façamos nossa união / - Pelo bem de nossa terra (bis) / Todos na Coligação".

Na quinta estrofe, ressalta o compromisso com a ética e honestidade:

"Com Elpídio e Rodembusch (bis) / - A pobreza vencerá / E o dinheiro que é do povo (bis) / Só ao Povo servirá!"

E na sexta estrofe, conclama a massa popular:

"Nos mocambos esquecidos (bis) / Onde a miséria tombou / O nome do Dr. Elpídio Almeida (bis) / É o sol que despontou!" [7].

O livreiro Félix Araújo e a Livraria do PovoEditar

 
A "Livraria do Povo" (1946), incendiada, criminosamente, por adversários ideológicos.

Após regressar da II Guerra Mundial, o poeta Félix Araújo tentou encontrar uma atividade, identificada com sua vocação e personalidade, que também lhe permitisse o sustento familiar e a manutenção de seus estudos. Decidiu, portanto, instalar, no ano de 1946, a “Livraria do Povo”, localizada no saguão do Edifício do Banco do Comércio, na esquina da avenida João Pessoa e Marques do Herval, no centro da cidade de Campina Grande.[8]

Na verdade, era muito mais um sebo do que propriamente uma livraria. E entre os diferentes volumes expostos à venda, destacavam-se livros (usados e novos) de poesia, romance, literatura em geral e diversas obras de conteúdo marxista.

A livraria do Povo foi criminosamente incendiada. Conforme relata o historiador Josué Sylvestre, “Certa manhã tudo isso foi encontrado em destroços. As estantes quebradas, muitos livros queimados, outros rasgados, as folhas soltas e arrancadas, espalhadas pelo chão”.[9]

Este episódio foi marcado como o primeiro ato de violência, praticado por adversários ideológicos, sectários de extrema direita, contra o estudante idealista que, à época, era um dos principais ativistas do Partido Comunista no Estado da Paraíba.

Resultado das Eleições 1951 em Campina GrandeEditar

Vereador[10] Partido / coligação Votação % Válidos Situação
Felix Souza Araújo PL - CDP 2.797 11,01% Eleito
Petrônio Ramos de Figueiredo UDN 2.683 10,56% Eleito
Olimpio Bonald da Cunha Pedrosa Filho PSB 1.659 6,53% Eleito
Zoroastro Coutinho CDP 1.442 5,68% Eleito
Manuel Figueiredo UDN 1.319 5,19% Eleito
Antônio Bezerra Sobrinho CDP 1.220 4,8% Eleito
Protásio Ferreira da Silva CDP 1.149 4,52% Eleito
Maria Dulce Barbosa UDN 1.087 4,28% Eleito
Pedro Salvino de Farias CDP 990 3,9% Eleito
Americo Porto UDN 750 2,95% Eleito
Luiz Pereira da Silva CDP 722 2,84% Eleito
Antonio José Rodrigues CDP 662 2,61% Sem Registro Histórico
Gumercindo Barbosa Dunda UDN 651 2,56% Eleito

Homenagens recebidasEditar

 
A Biblioteca Municipal Felix Araújo, em Campina Grande.
  • Em Campina Grande-PB:
    • Patrono da Câmara Municipal de Campina Grande, Casa de "Félix Araújo";
    • Escultura no Plenário da Câmara Municipal de Campina Grande;
    • Biblioteca Municipal Félix Araújo;
    • Rua Félix Araújo;
    • Av. 27 de julho (projeto do vereador João Dantas);
    • Praça Félix Araújo;
    • Casa da Criança Félix Araújo (mantida pena AME);
    • Creche Pré-Escola Félix Araújo (Municipal);
    • Colégio Estadual Félix Araújo (bairro da Liberdade);
    • Escola Municipal de Primeiro Grau Félix Araújo (bairro do Catolé);
    • Patrono da Cadeira n.º 13 da Academia Campinense de Letras;
    • A Resolução de número 13, de 28 de agosto de 1981, da Câmara Municipal de Campina Grande, estabelece homenagem à memória do ex-vereador Félix de Souza Araújo.
    • Patrono do Escritório de Advocacia Félix Araújo
  • Em Boqueirão-PB:
    • Rua Félix Araújo;
    • Travessa Félix Araújo.
 
Praça Félix Araújo, localizada em Cajazeiras, sertão da Paraíba, construída em 1993/1996.
  • Em Cabaceiras-PB:
    • rua Félix Araújo;
    • Patrono da mostra cultural da cidade de Cabaceiras, denominada de "IV Cabaceiras Mostra Cultura"(em dezembro de 2008)
    • Homenageado pelos poetas repentistas Erasmo Ferreira e Severino Feitosa(dezembro de 2008);
    • Em sua homenagem os alunos da Escola Abdias Aires plantaram uma árvore (uma cajazeiras, em dezembro de 2008);
  • Em Cajazeiras-PB:
    • Praça Félix Araújo (construída pelo Prefeito Zerinho, Administração 1993/1996)
  • Em Caturité-PB:
    • Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Felix Araujo
  • Em João Pessoa-PB:
    • Escola do Legislativo Félix Araújo (Assembleia Legislativa do Estado).
  • Em Patos-PB:
    • Rua Félix Araújo;
  • Em Sousa-PB:
    • Avenida Félix Araújo;

Escultura de Félix Araújo no Plenário do Poder Legislativo CampinenseEditar

 
Escultura de Félix Araújo no Plenário da Câmara Municipal de Campina Grande.

Em 14 de agosto de 2007, a Câmara Municipal de Campina Grande realizou sessão especial em homenagem a Félix Araújo, atendendo ao que determina a Resolução de número 13, de 28 de agosto de 1981.

Na oportunidade, o então presidente da Câmara, vereador Paulinho da Caranguejo, apresentou a escultura de Félix Araújo, atualmente fixada no Plenário do Poder Legislativo Municipal e criou a comenda Félix Araújo. A escultura é obra do artista José Aluísio da Silva.

Cordel sobre a vida de Felix AraújoEditar

O poeta Manoel Monteiro, da Academia Brasileira de Literatura de Cordel e do IHGCP, publicou a trajetória da vida do Tribuno Félix Araújo em Cordel.

Academia Brasileira de LetrasEditar

  • Recentemente a Academia Brasileira de Letras publicou, na "Revista Brasileira" da Academia Brasileira de Letras, trabalho intitulado "Félix Araujo: o cronista, o poeta e o político", de autoria do ensaísta e professor de Teoria da Literatura da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), José Mário da Silva, que retrata o legado cultural construído por Félix Araújo.[11]

No cinquentenário da morte de Félix Araújo (em 2003)Editar

  • A trajetória de vida de Félix foi rememorada, no ano de 2003, quando completou o cinquentenário de sua morte. Durante o citado ano, vários livros sobre Félix foram lançados, assim como uma agenda de eventos foi cumprida. As atividades foram lideradas pelo historiador e professor José Octávio de Arruda Melo, então presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep). Entre as homenagens, destacam-se:
    • Exposição fotográfica, intitulada "Cinquentenário da Morte de Félix", acompanhada de publicações e lançamento da revista UNIPÊ;
    • Concurso literário "Vida e Obra de Félix Araújo"
    • Lançamento do livro "Nos Tempos de Félix Araújo – Estado Novo, Guerra Mundial e Redemocratização (1937-47)", do prof. José Octávio de Arruda Mello
    • Lançamento do livro "No Cinquentenário da morte de Félix Araújo", da historiadora Eliete Gurjão de Queiroz;
    • Lançamento, na Academia Paraibana de Letras (APL), em João Pessoa, do livro "A Trajetória Interrompida de Félix Araújo", do jornalista e historiador Josué Sylvestre;
    • Sessão especial em homenagem a memória de Félix Araújo, prestada pela Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba;
    • Sessão especial em homenagem a memória de Félix Araújo, prestada pela Câmara Municipal de Campina Grande;

No sexagenário aniversário de morte do tribuno Félix Araújo (em 2013)Editar

 
O líder Félix Araújo, no início da década de 1950. Ele era conhecido como "o tribuno do povo".
  • No ano de 2013, a memória do poeta Félix Araújo foi relembrada por historiadores, poetas, intelectuais, políticos e pessoas da sociedade paraibana, por ocasião das comemorações do sexagenário aniversário de sua morte. Entre as homenagens tributadas:
    • Sessão Especial, promovida pela Câmara de Vereadores de Campina Grande, em 22 de agosto de 2013, em homenagem ao poeta e tribuno Félix Araújo (patrono do Poder Legislativo Municipal[12]), com a palestra do Prof. José Mário da Silva;[13]
    • Reforma da Biblioteca Félix Araújo, anunciada pelo Prefeitura Municipal de Campina Grande;
    • Publicação, do Caderno Correio das Artes, do Jornal A União, de 28 de julho de 2013, em homenagem à memória de Félix Araújo;
    • Publicação de diferentes episódios da vida de Félix Araújo em "Retalhos Históricos de Campina Grande";
    • Publicação do artigo intitulado: "Félix: liderança e genialidade", de autoria do membro da Associação Paraibana de Letras, Evaldo Gonçalves;
    • Publicação do artigo intitulado: "Félix Araújo: Legado Coerente", de autoria do advogado, jornalista e escritor Ricardo Soares;
    • Publicação do artigo intitulado: "Félix Araújo: 60 anos de um legado imorredouro", de autoria do jornalista Lenildo Ferreira;[14]
    • Publicação do artigo: "Félix Araújo: uma vida de interrupções", de autoria do historiador, escritor e jornalista Bruno Gaudêncio;
    • Publicação do artigo: "O poeta e o político. Talento que transcende a morte e se consolida na História da Paraíba", de autoria do jornalista e compositor Alexandre Nunes;
    • Publicação do artigo: "Trajetória de Félix Araújo 1940/48", de autoria do historiador e integrante do IHGB e IHGP José Octávio de Arruda Mello.
    • Publicação do artigo: "A Pluridimensionalidade da obra de Félix Araújo", de autoria do crítico de literatura e professor da Universidade Federal de Campina Grande José Mário da Silva.
    • Publicação do artigo: "Félix Araújo: o autor e o personagem", de autoria do crítico de literatura, poeta e professor da Universidade Federal da Paraíba Hildeberto Barbosa Filho.
    • Publicação da reportagem especial: "Félix Araújo: o homem que soube servir!", de autoria do jornalista do Bis PB, Bruno de Lima.[15]

Genealogia: ascendentes e descendentes de Félix AraújoEditar

 
Félix Araújo Filho, filho de Félix Araújo, foi Prefeito de Campina Grande.
  • Pais: Francisco Virgolino de Sousa e Nautília Pereira de Araújo
  • Descendentes: Félix de Souza Araújo (casou-se com Maria do Socorro Douettes Araújo) e Mário de Souza Araújo (casou-se com Osminda Araújo)
    • Filhos de Félix Araújo: Maria do Socorro Tamar Araújo Celino (casou-se com José Celino Filho) e Félix Araújo Filho (casou-se com Ângela Cristine Albuquerque Araújo);
      • Filhos de Tamar: Isabella Araújo Celino Guimarães (casou-se com Ricardo Silveira Guimarães); José Celino Neto; e Rodrigo Araújo Celino (casou-se com Renata Marcelino Celino);
      • Filhos de Félix Araújo Filho: Félix Araújo Neto (Casou-se com Juliana Braz Bezerra Araújo); Ludmila Albuquerque Douettes Araújo; Fernando Albuquerque Douettes Araújo (Casou-se com Edivanete da Silva Araujo Douettes Araújo); Laíse Dulciele Albuquerque Douettes Araújo.

Referências sobre a História de Félix AraújoEditar

  • ANDRADE, Moacir. Felix - O tribuno.
  • ANDRADE, Moacir. Mártir do Dever e da coragem. 3ª Edição, Campina Grande: RG Editora e Gráfica, 2003.
  • ARAÚJO, Martha Lúcia Ribeiro. Campina Grande: Poder Local e Mudança Nacional (1945-1964). 1985. 212p. Dissertação (Mestrado em Sociologia) – Centro de Humanidades, Universidade Federal da Paraíba – PB.
  • ARAÚJO, Martha Lúcia Ribeiro. A ciranda da política campinense: 1945/1964. In: Imagens Multifacetadas da História de Campina Grande. Eliete de Queiroz Gurjão (Org.). Prefeitura Municipal de Campina Grande/Secretaria da Educação, 2000.
  • BARBOSA, Jivago Correia (2012). «Política e assistencialismo na Paraíba: o governo de José Américo de Almeida (1951-1956).» (PDF). Universidade Federal da Paraíba. Consultado em 3 de fevereiro de 2019.
  • BORGES, José Elias e ALMEIDA, Humberto de. 100 anos de Elpídio de Almeida – 1893-1993 (comemorações alusivas ao centenário de nascimento de Elpídio de Almeida). Campina Grande: EPGRAF, 1995.
  • CAVALCANTE NETO, Faustino Teatino . Representações e Imaginário Social Sobre Félix Araújo na Paraíba da Redemocratização De 1945. In: I Colóquio Internacional de História, Sociedade, Natureza e Cultura UFCG, 2008, Campina Grande. I Colóquio Internacional de História, Sociedade, Natureza e Cultura UFCG. Campina Grande : EDUFCG, 2008
  • CAVALCANTE NETO, Faustino Teatino . Félix Araújo: O Comunista Paraibano da Redemocratização de 1945 e os Contrapontos com a Memória Coletiva. In: III Encontro Cultura e Memória História: Cultura e Sentimento - UFPE, 2007, Recife. III Encontro Cultura e Memória História: Cultura e Sentimento - UFPE, 2007. v. 1. p. 100-101
  • CAVALCANTE NETO, Faustino Teatino . Representações Cabaceirenses Sobre o Comunismo: O Caso do Militante Félix Araújo (Campina Grande - 1945/50). In: LINS, Juarez Nogueira; BEZERRA, Rosilda Alves; CHAGAS, Waldeci Ferreira.. (Org.). Espaços Interculturais: Linguagem, Memória e Diversidade Discursiva. Guarabira: Dos Organizadores, 2006, v. , p. 246-262.
  • LIMA, Rômulo Araújo. Liberdade e Radicalidade Democrática. Campina Grande, 1992.
  • MELLO, José Octavio de Arruda. Nos Tempos de Felix Araújo – Estado Novo, Guerra Mundial e Redemocratização (1937/47). João Pessoa: SEC-PB/IPHAEP, 2003.
  • QUEIROZ GURJÃO, Eliete de.No Cinqüentenário da morte de Felix Araújo. João Pessoa: SEC-PB/IPHAEP, 2003.
  • SANTOS, Gilbergues. Heróis de uma Revolução Anunciada ou aventureiros de um tempo perdido? A atuação das organizações de esquerda em Campina Grande - 1968/1972. Campina Grande: Editora Eduepb, 2016.
  • SANTOS, Idelette Fonseca dos, MORAIS, Lindalva Patrício de, ALMEIDA, Maria de Fátima e SILVA, Rivaldete Maria Oliveira. Antologia Literária da Paraíba. 2ª Edição rev. e amp., João Pessoa: Editora Grafset, 1993.
  • SYLVESTRE, Josué. Da Revolução de 30 a Queda do Estado Novo: Fatos e Personagens da História de Campina Grande e da Paraíba. Brasília:Senado Federal 1993.
  • SYLVESTRE, Josué. Lutas de Vida e de Morte – Fatos e personagens da história de Campina Grande (1945/1953). Brasília: 1982.
  • SYLVESTRE, Josué. A Trajetória Interrompida de Felix Araújo. João Pessoa: ed. A União, 2004, CDD 809.93592.

Referências

  1. G1. «"O Globo":Eloy Pontes comenta TAMAR em 17 de julho de 1945» 
  2. SANTOS, Gilbergues (2016). Heróis de uma Revolução Anunciada ou aventureiros de um tempo perdido? A atuação das organizações de esquerda em Campina Grande - 1968/1972. Campina Grande: Editora Eduepb. 117 páginas 
  3. José Mário da Silva. «Félix Araújo: O cronista, o poeta e o político» (PDF). Academia Brasileira de Letras - Revista. pp. 77–92 
  4. G1. «"O Globo": Atentado contra Vereador, Publicado em 28 de julho de 1953» 
  5. SANTOS, Gilbergues (2016). Heróis de uma Revolução Anunciada ou aventureiros de um tempo perdido? A atuação das organizações de esquerda em Campina Grande - 1968/1972. Campina Grande: Eduepb. 121 páginas 
  6. BARBOSA, Jivago Correia (2012). «Política e assistencialismo na Paraíba: o governo de José Américo de Almeida (1951-1956).» (PDF). Universidade Federal da Paraíba. Consultado em 3 de fevereiro de 2019 
  7. 1937-, Sylvestre, Josué, (1982). Lutas de vida e de morte : fatos e personagens da história de Campina Grande (1945/1953). [S.l.]: [publisher not identified]. OCLC 17445853 
  8. SYLVESTRE, Josué. A Trajetória Interrompida de Félix Araújo. João Pessoa: ed. A União, 2004, CDD 809.93592.
  9. SYLVESTRE, Josué. Lutas de Vida e de Morte. Brasília: edição do Senado Federal, 1982. p. 313. CDD 320.981332.
  10. Tribunal Regional Eleitoral/PB. «Resultado das Eleições 1951 em Campina Grande na Paraíba» 
  11. José Mário da Silva. «Félix Araújo: O cronista, o poeta e o político» (PDF). Academia Brasileira de Letras - Revista. pp. 77–92 
  12. Câmara Municipal de Campina Grande. «Patrono da Câmara é homenageado em sessão especial» 
  13. Jornal da Paraíba. «Trajetória política de Félix Araújo, assassinado há 60 anos, é lembrada durante homenagem na Câmara de Campina Grande». Consultado em 29 de agosto de 2013. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  14. Lenildo Ferreira. «Félix Araújo: 60 anos de um legado imorredouro» 
  15. Bruno Lima. «Félix Araújo: o homem que soube servir!». Consultado em 29 de agosto de 2013. Arquivado do original em 28 de setembro de 2013