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Fados 67
Álbum de estúdio de Amália Rodrigues
Lançamento 1967
Gênero(s) fado
Idioma(s) português
Gravadora(s) Columbia-Valentim de Carvalho

Fados 67 é o álbum de Amália Rodrigues, gravado no ano de 1967. Mais tarde chegou a ser reeditado em Portugal com o título "Maldição" (nome do tema de abertura).[1] Internacionalmente foi editado com os nomes "Fados", "Tudo Isto É Fado" ou "Fado Português"[2].

Os acompanhadores foram Raul Nery, Fontes Rocha (guitarra portuguesa), Carlos Mota (viola) e Joel Pina (viola baixo).

Tal como era habitual na épocas os temas foram lançados em vários Ep's. Um primeiro com os temas "A Júlia Florista", "Rua Sombria", "Tudo Isto É Fado" e "Carmencita" (SLEM 2271). Um segundo com os temas "A1 Não É Tarde", "Fria Claridade", "Meu Nome Sabe-Me A Areia" e "Olhos Fechados"(SLEM 2285). E ainda outro [3] com os temas "Pedro Gaiteiro", "Fado Das Tamanquinhas", "Um Fado Nasce" e "Maldição" (SLEM 2286).

Apenas um dos temas do álbum, "Pedro Gaiteiro", tem música de Alain Oulman que tinha sido o principal colaborador nos álbuns "Busto" (1962) e "Fado Português" (1965) e retomaria em "Com Que Voz" (1970). [4]

Em Dezembro de 2017 foi lançada uma edição comemorativa dos 50 anos deste disco que teve coordenação de Frederico Santiago. Para Santiago "É um disco de ‘fado puro e duro’, que foi gravado nos anos de máximo esplendor vocal da Amália, entre 1966 e 1968″.[5]


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