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BiografiaEditar

Integrou a turma de bacharéis de 1891 da Faculdade de Direito do Recife, o que lhe permitiu ser promotor público em Barreiros, cargo que posteriormente abandonou para dedicar-se ao magistério, como professor de latim do Ginásio Pernambucano.

Logo, iniciou uma carreira política, tendo sido deputado federal e senador. Face a instabilidades políticas e perseguições, exilou-se na cidade do Rio de Janeiro. Cultivou a poesia, o conto e o romance. Foi um dos fundadores da Academia Pernambucana de Letras e imortal da Academia Brasileira. Seu único romance é o naturalista Morbus (1898), que só encontrou até os dias de hoje duas edições e foi bastante elogiado à época, embora permaneça pouco estudado e analisado, embora tenha conseguido projeção nacional. Publicado pela importante editora do Rio de Janeiro Laemmert. É sempre citado nos compêndios que tratam desse período literário. Lúcia Miguel-Pereira, em sua fundamental História da Literatura Brasileira - De 1870 a 1920 , chega a afirmar que, "livro bem escrito e bem urdido" mereceria maior destaque da crítica. A segunda edição, aliás, não é mera reprodução da primeira, mas edição corrigida a partir de um exemplar depositado na biblioteca da Academia Pernambucana de Letras , anotado pelo autor e dada como definitiva, graças ao professor e pesquisador Lucilo Varejão Filho.

Ficou conhecido como o terrível Lulu Sena da poesia satírica pernambucana do princípio do século XX.

Obras poéticasEditar

  • Quimeras (1890)
  • Estrofes (1911)
  • Pôr do sol (1920)
  • Sol posto (1923)
  • Crepúsculo (1924)
  • Poesias (1925)
  • Noite (1935 - publicação póstuma)
  • Noite (1949 - publicação póstuma)

ContosEditar

RomanceEditar

Obra didáticaEditar

  • Gramática latina

ReferênciaEditar

  • COUTINHO, Afrânio; SOUSA, J. Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. São Paulo: Global.