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Felipe Aquino em 2009

Felipe Rinaldo Queiroz de Aquino, mais conhecido como Prof. Felipe Aquino (Lorena, 25 de setembro de 1949) é um escritor, professor, apresentador e radialista brasileiro.[1][ligação inativa]

É conhecido radialista e apresentador das emissoras católicas Rádio Canção Nova e TV Canção Nova. Divulga artigos e notícias no portal de internet dessas emissoras e também no site da Editora Cléofas, que publica seus livros e foi criada por sua esposa, Maria Zila. Estes órgãos de imprensa são ligados à Renovação Carismática Católica.[carece de fontes?]

Leciona História da Igreja no Instituto de Teologia Bento XVI, da Diocese de Lorena, embora não tenha formação teológica clássica.[carece de fontes?]

Escreve livros apologéticos católicos, abordando temas como namoro, casamento, família e espiritualidade. Os livros são divulgados em seus programas de rádio e televisão.[carece de fontes?]

Possui graduação em Matemática, pela Faculdade de Filosofia de Itajubá(1968-1971), Mestrado em Engenharia Mecânica, pela Faculdade de Itajubá (1972-1974), Doutorado pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho(1996-2001) e Pós-doutorado pela mesma Faculdade (2002-2003), foi diretor geral da FAENQUIL durante 20 anos.[carece de fontes?]

Em 2012 o Papa Bento XVI concedeu-lhe o título de Cavaleiro de São Gregório Magno.[2]

Foi casado por 40 anos. Hoje é viúvo e pai de cinco filhos.[3]

Negacionismo da InquisiçãoEditar

Usando uma narrativa negacionista, anti-intelectualista e apologética no livro Para entender a Inquisição, Aquino minimiza e nega as violências contra os direitos humanos cometidas pelo Santo Ofício durante a Inquisição.[4]

Ver tambémEditar

ReferênciasEditar

  1. «Perfil de Felipe Aquino». Livraria virtual. Edições Paulinas. Consultado em 20 de dezembro de 2012 
  2. «Vaticano concede título a professor Felipe Aquino». Notícias Canção Nova. 19 de julho de 2012. Consultado em 30 de outubro de 2014. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  3. «Sobre o Prof. Felipe Aquino». Prof. Felipe Aquino. Consultado em 12 de março de 2019 
  4. Rocha, Igor Tadeu Camilo (2019). «Entender ou defender o Santo Ofício? Negacionismo, apologética e usos da história inquisitorial em Para entender a Inquisição (2009), de Felipe Aquino». História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography. 12 (29). ISSN 1983-9928. doi:10.15848/hh.v12i29.1371. Assim, autores como Aquino podem ser, para além da atualização contemporânea das narrativas negacionista-apologéticas sobre a Inquisição, um elo entre a tradição intelectual de escrita negacionista sobre os tribunais e as guerras culturais próprias do século XXI, marcadas pela reafirmação de conservadorismos em diversos âmbitos que tem um anti-intelectualismo como um dos meios de ação. 

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar

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