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Filipe Lobo d'Ávila

político português

Filipe Tiago de Melo Sobral Lobo d'Ávila (Porto, 18 de janeiro de 1975) é um advogado e político português.[1][2][3]

FamíliaEditar

É o mais novo dos três filhos de Rodrigo Alfredo de Sousa Lobo d'Ávila (Porto, Campanhã, 10 de outubro de 1936 - Lisboa, 29 de janeiro de 2016), Tenente-Coronel e Coronel de Infantaria do Estado-Maior do Exército e Senhor da Casa da Igreja Velha, na Aliviada, no Marco de Canaveses, trineto de Rodrigo de Gouveia Lobo de Ávila, tetraneto de Francisco de Paula de Gouveia Lobo de Ávila[4] sobrinho-tetraneto de Joaquim Tomás Lobo de Ávila, 1.º Conde de Valbom, o qual foi pai de Carlos de Orta Lobo de Ávila, um dos Vencidos da Vida, e de sua mulher Maria Berta de Faria e Melo Sobral Dias, neta paterna dum Goês Católico, neta paterna duma tia materna de José Sobral de Almada Negreiros, cuja bisavó matrilineal em comum era Africana de Benguela, Angola,[5] neta materna do 2.º Barão de Cadoro e sobrinha consanguínea da 1.ª Baronesa da Recosta. É meio primo em terceiro grau de Manuel Alegre de Melo Duarte.[6]

BiografiaEditar

Licenciado em Direito,[1] pela Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa (1999), e pós-graduado em Direito Público pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (2000).[2]

Exerceu a advocacia[1] de 1999 a 2001, na sociedade de advogados Alves Mendes, Jardim Gonçalves & Associados. Posteriormente foi assessor jurídico no Banco Português de Investimento e no Ministério da Justiça, entre 2002 e 2008, onde foi nomeado para os cargos de diretor-geral (2004) e de director do Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios (2007). Em 2008 regressou à advocacia.[1]

Foi eleito Deputado pelo Centro Democrático Social - Partido Popular à Assembleia da República, para a XI Legislatura, de 15 de novembro de 2009 a 19 de junho de 2011, pelo Círculo Eleitoral de Santarém, para a XII Legislatura, pelo Círculo Eleitoral de Santarém, de 20 de junho de 2011 a 22 de outubro de 2015 e para a XIII Legislatura, pelo Círculo Eleitoral de Lisboa, de 23 de outubro de 2015 a 24 de março de 2018, pertencendo às Comissões Parlamentares de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias como Suplente e dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas.[1] Foi Vice-Presidente da Comissão eventual para o acompanhamento político do fenómeno da corrupção e para a análise integrada de soluções com vista ao seu combate. Em 2013, estreou-se em funções governativas como Secretário de Estado da Administração Interna do XIX Governo Constitucional de Portugal.

A 25 de Novembro de 2019 apresentou a sua candidatura a Presidente do CDS-PP.[7]

Referências

  1. a b c d e «Filipe Lobo D'Ávila». Deputados e Grupos Parlamentares. Consultado em 22 de Fevereiro de 2017 
  2. a b «Filipe Lobo D'ávila / Secretário de Estado da Administração Interna». Governo da República Portuguesa. Consultado em 20 de maio de 2013 
  3. «Filipe Lobo D'ávila - Secretário de Estado da Administração Interna». Governo de Portugal. Consultado em 22 de maio de 2013 
  4. D. Gonçalo de Mesquita da Silveira de Vasconcelos e Sousa (1.ª Edição, Porto, 1997). Costados. [S.l.]: Livraria Esquina  Verifique data em: |ano= (ajuda)
  5. Jorge Eduardo de Abreu Pamplona Forjaz (2011). Genealogias de São Tomé e Príncipe - Subsídios. [S.l.]: Editorial Dislivro 
  6. Eugénio Eduardo de Andrea da Cunha e Freitas (Porto, 1979 e ss). Carvalhos de Basto - A Descendência de Martim Pires Carvalho, Cavaleiro de Basto. [S.l.]: Carvalhos de Basto. pp. Volume VII. 148 e ss  Verifique data em: |ano= (ajuda)
  7. Lusa (25 de Novembro de 2019). «Filipe Lobo d'Ávila é candidato à liderança do CDS-PP». Correio da Manhã. Consultado em 26 de novembro de 2019 
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