Força Aérea Argentina

ramo de aviação das Forças Armadas da Argentina

Força Aérea Argentina ou FAA (original: Fuerza Aérea Argentina) é o ramo áereo das Forças Armadas da Argentina.

Força Aérea Argentina
Fuerza Aérea Argentina
Escudo Fuerza Aérea Argentina (oro).png
Emblema da Força Aérea Argentina
País  Argentina
Corporação Força Aérea
Sigla FAA
Criação 1945
Aniversários 10 de Agosto (aniversário)
1 de Maio (batismo de fogo)
Marcha Alas Argentinas
História
Guerras/batalhas Guerra das Malvinas
Logística
Efetivo 14.600 Ativos/6.854 Reservistas
Logística 1 A-4AR, Pucará, MS-760, IAI Finger, Mirage 5P, Mirage IIIEA, F27-400M, T-34A, Tucano, Pampa, Su-29, C-130, 707, DHC-6, UH-1H, MD 500
Insígnias
Cocar Roundel of Argentina.svg Roundel of Argentina – Low Visibility.svg
Distintivo de cauda Flag of Argentina.svg
Comando
Chefe do Estado Maior Brigadeiro Xavier Isaac
Subchefe do Estado Maior Brigadeiro Hugo Schaub
Sede
Página oficial Site Oficial
Aeronaves C-130 argentinas durante um show aéreo.

Em 2007, o efetivo da FAA era de 14.606 militares e 6.854 civis, totalizando 21.569 homens e mulheres que constituem a força aérea. Do total de militares, 2.497 são oficiais, 9.394 são suboficiais e 1.718 são soldados voluntários.[1]

HistóriaEditar

OrigemEditar

A história da Força Aérea Argentina começa com o estabelecimento da Escola de Aviação Militar do Exército, em 10 de agosto de 1912. Diversos oficiais militares figuravam entre os pioneiros da aviação argentina, incluindo Jorge Newbery, um oficial aposentado da Marinha. A escola começou a revelar pilotos militares que participaram de acontecimentos marcantes na aviação argentina, como a travessia da Cordilheira dos Andes.

CriaçãoEditar

Em 11 de fevereiro de 1944, foi criado o Comando em Chefe da Aeronáutica, que se reportava diretamente ao Ministério da Guerra e tinha por finalidade dirigir os assuntos aeronáuticos do país, com exceção da Marinha, e a promoção da atividade aérea civil. Posteriormente foi a criado a Secretaria de Aeronáutica em 4 de janeiro de 1945, data em que a Aeronáutica Argentina se constituiu como tal. Seu nome oficial foi alterado na década de 1960 para "Fuerza Aérea Argentina", que mantém até hoje.

Ao final da Segunda Guerra Mundial, a Argentina iniciou um processo de modernização, para o qual incorporou aviões de guerra como o Gloster Meteor, sendo a primeira força aérea da América Latina equipada com aeronaves de propulsão a jato. Alguns aviões bombardeiros Avro Lincoln e Avro Lancaster também foram adquiridos.

Guerra das Malvinas[2][3]Editar

Guerra das Malvinas

A Força Aérea Argentina tinha quase 200 aviões de combate[4]

  • 9 bombardeiros Canberra
  • 19 Mirage IIIEA
  • 26 Dagger (Kfir, Mirage V)
  • +-68 A-4 Skyhawks
  • 45 Pucara
  • O restante eram treinadores, transportes e helicópteros

Limitações:

  • Somente os Canberra tinham alcance para voar até as Falklands e voltar, sem reabastecimento, mas eram também mais vulneráveis à interceptação;
  • Mirages e Daggers só podiam chegar até as Malvinas sem voar em velocidade supersônica, isto é, não podiam empregar o pós-queimador (after burner);
  • Mirages e Daggers não possuíam capacidade REVO;
  • Os A-4 podiam alcançar as ilhas, mas somente com REVO e levando uma carga menor de bombas;
  • As ilhas Malvinas tinham 3 pistas de pouso, mas a maior não tinha comprimento para operar caças a jato. Ela precisaria ter sido ser ampliada (inclusive em suas áreas de escape) para poder receber A-4 e Mirage/Dagger.

A-4 Skyhawk

Em 1965, a Argentina comprou 50 A-4B Skyhawks para a Força Aérea por US$ 7.100.000. Em 1970, mais excedentes da Marinha dos EUA foram comprados para a Marinha. Eles pesavam 4600  kg vazio, com 12,48m de comprimento e 4,57m de altura.Contavam com dois canhões MK-12 de  20 mm e a capacidade de lançar bombas de até 1.000 libras. O A4B acompanhado pelo A4C não continham um número suficiente de tanques de lançamento, portanto eles não portavam autonomia suficiente. O A4B também não tinha suporte VLF/INS, então o LR-35 guiou essas aeronaves, pois suas velocidades eram compatíveis.

Miragem III e V

Em 14 de julho de 1970, foi assinado o contrato para a compra de 10 M-IIIs monopostos e 2 bipostos M-III, tornando-se assim a primeira aeronave da Força Aérea capaz de transportar mísseis ar-ar. Em 1977 é feita a compra de mais 7 monolugares e, em 1979, mais 2 aeronaves biplaces. A Força Aérea contavam com 21 unidades Mirage III.

Em 28 de agosto de 1979, chegou o primeiro lote dos Mirage V. Como resultado da boa ação, em 1980, foram adquiridas mais 13 unidades (11 monolugares e 2 biplaces).

IA-58 Pucara

A força aérea contava com 4 aeronaves. Dessa forma, formou-se o Esquadrão Aeromóvel Pucará Malvinas, que foi o primeiro esquadrão de aviões de combate a pousar no arquipélago.

BMK-62 Camberra

A Força Aérea Argentina tinha um total de 10 aeronaves modelo B62. Teve:

  • 4 canhões de 20 mm com 500 cartuchos ou 2 grupos de metralhadoras de 7,62 mm
  • Um compartimento interno e dois pontos externos com capacidade de 3.600 kg, para carregar uma combinação de:
    • Até 9 x 500 lb (227 kg) ou 6 x 1.000 lb (454 kg) ou uma única bomba de 4.000 lb (1.814 kg).
    • 2x pods de 37 foguetes não guiados de 51 mm (2 pol) ou, alternativamente, 2x pods de foguetes SNEB de 18x 68 mm.

C-130 Hércules

Três unidades foram adquiridas em 1968 pela Força Aérea Argentina. Em seguida, os C-130Hs que chegaram entre 1971 e 1975 e, finalmente, cinco C-130Bs em 1982.

Durante as hostilidades, em 1º de junho de 1982, um deles sofreu as consequências de um ataque aéreo de aviões da Marinha Real Britânica, derrubando-o e causando a morte de seus 7 tripulantes.

Perdas:[3] No total, a aviação argentina conseguiu afundar 7 navios britânicos e avariar (levemente ou seriamente) cerca de 20 unidades. Mas o preço foi alto: a FAA perdeu ao todo 47 aeronaves e 55 tripulantes (somando os feridos, o total de baixas chegou a 101):

Pós guerraEditar

Em 1982, a Força Aérea Argentina desenhou um plano de renovação para a década de 1990. Autoridades aeronáuticas estavam convencidas da conveniência de acabar com a dependência tecnológica da Argentina. Por esta razão, eles planejaram o desenvolvimento do treinador FMA IA-63 Pampa, o caça furtivo FMA SAIA 90 e a transformação do foguete Condor em um míssil balístico de médio alcance. O avião Pampa foi consagrado e servido, enquanto o SAIA 90 foi cancelado por resolução do presidente Raúl Alfonsín em favor do Cóndor, que prosperou até o final da década de 1980. O míssil sucumbiu à decisão do presidente Carlos Saúl Menemcancelar.

Em 1994, Menem interrompeu o serviço militar obrigatório e começou a permitir que as mulheres servissem.

Anos 2000Editar

A Força Aérea Argentina esteve envolvida em missões de paz das Nações Unidas, enviando um contingente para Chipre em 1994 e desdobrando helicópteros Bell 212 para o Haiti em 2005.

Em 2007, a Força Aérea começou a participar da Operação Fortín , que tinha como objetivo a vigilância do espaço aéreo argentino e a prestação de informações às Forças de Segurança no combate ao narcotráfico. Os recursos aéreos também foram constantemente aportados ao Plano Nacional de Gestão de Incêndios .

No início de 2011, a força incorporou três Nostromo Yarará, um veículo aéreo não tripulado, para sua nova escola de veículos aéreos não tripulados, na província de Córdoba, a primeira construída na Argentina para missões de vigilância e reconhecimento.

Sucateamento e tentativa de modernizaçãoEditar

Todos os Mirages foram oficialmente desativados em 30 de novembro de 2015. Os A-4 foram aterrados em janeiro de 2016 por falta de peças sobressalentes.

Grande parte de seus aviões de combate estão sem condições de voo ou estão em péssimas condições, devido aos embargos por parte dos ingleses nas tentativas de adquirir novas aeronaves e devido ao descaso do governo.

Além do embargo por parte dos ingleses a Argentina sofre com diversos problemas econômicos e isso dificulta ainda mais a compra de uma nova aeronave de fabrica ou até mesmo de prateleira.

Alguns rumores surgiram com a possibilidade de adquirir 24 caças Gripen E/F dentro do padrão que esta sendo adotado pelo Brasil, a chamada versão BR. A resposta de Londres foi clara: não permitirá a exportação de componentes britânicos para a Argentina. Foi mais uma interferência nos planos de Buenos Aires. Inicialmente, as autoridades argentinas pretendiam adquirir caças Mirage F-1 modernizados pela Espanha. Em seguida, avaliaram aviões Kfir C-10 — rejeitados pelo Brasil em 2002 pelo péssimo estado das células[5]. Posteriormente surgiu a informação que o governo Argentino estaria negociando a compra de 10 caças FA-50 coreanos[6], no entanto a compra foi vetada pelos ingleses[7]. As três tentativas caíram por terra diante da obstinada reação do Reino Unido, que mantém permanentemente uma patrulha de quatro caças Typhoon em Port Stanley.[5]

O governo argentino está estreitando seus laços com a República Popular da China e com a Rússia. Foi a alternativa encontrada para enfrentar o bloqueio imposto pela banca internacional depois que a Justiça de Nova York impediu o pagamento aos credores que aceitaram as condições do Plano de Repactuação dos Títulos do Tesouro Argentino, que impuseram um deságio de 70% na dívida.

A RPC pode fornecer caças JF-17 a baixo custo. O mesmo ocorre com a Rússia. Há versões de alto desempenho do MiG-29 disponíveis no mercado a um preço 50% inferior ao do produto da SAAB.

Ao longo dos anos surgiram diversos rumores sobre a próxima aeronave de caça da Força aérea Argentina.

Muitos rumores sobre caças de origem Russa surgiram. A Rússia fez várias propostas relacionadas à aquisição de aeronaves pela Argentina, incluindo a oferta de caças Su-30, Mig-29[8], Mig-35[9].

O diretor da estatal indiana Hindustan Aeronautics Limited R. Madhavan confirmou ao Business Standard que a Índia ofereceu oficialmente seus jatos LCA Tejas para a Argentina. Medhavan também disse que a HAL se ofereceu para substituir componentes principais como a sonda de reabastecimento a bordo da cobham fornecida pela Grã-Bretanha, o cone de nariz de quartzo e assentos de ejeção Martin Baker por outras alternativas.[10]

O JF-17 caça de origem chinesa despertou o interesse argentino. Após visitas de delegações argentinas e conversas sobre a possibilidade de um lote inicial de 12 aeronaves em um custo de US$700 milhões.[11][12][13][14]

EscândalosEditar

No início de 2005, o presidente Néstor Kirchner demitiu 17 brigadeiros da Força Aérea Argentina, incluindo o chefe da Força Aérea Argentina, Brigadeiro General Carlos Rohde, após um escândalo de tráfico de drogas no Aeroporto Internacional de Ezeiza.[15] Kirchner citou falhas nos sistemas de segurança dos aeroportos argentinos que eram supervisionados pela Polícia Aeronáutica Nacional, ex-ramo da Força Aérea que dependia do Comando das Regiões Aéreas, deixou de ter caráter militar e tornou-se uma força de segurança civil. vez no Ministério do Interior, renomeado Polícia de Segurança Aeroportuária.

Organização MilitarEditar

  1. 1º Esquadrão de Transporte Aéreo
  2. 2º Esquadrão de Transporte Aéreo
  1. 2º Grupo de Reconhecimento Aéreo
  2. 4º Esquadrão de Transporte Aéreo
  1. 2º Esquadrão de Ataque
  2. 3º Esquadrão de Ataque
  • IV Brigada Aérea (El Plumerillo, Mendoza)
  1. 1º Esquadrão de Treinamento
  2. 3º Esquadrão de Busca & Salvamento
  3. 4º Esquadrão Acrobático Cruz del Sur
  4. Escola de Aviação Militar (Escuela de Aviación Militar)
  • V Brigada Aérea (Villa Reynolds, San Luis)
  1. 1º Esquadrão Bombardeiro
  2. 2º Esquadrão Bombardeiro
  1. 1º Esquadrão Bombardeiro
  2. 2º Esquadrão Bombardeiro
  3. 3º Esquadrão de Interceptação Aérea
  1. 1º Esquadrão de Busca & Salvamento
  2. 2º Esquadrão Tático
  3. 3º Esquadrão
  4. 4º Esquadrão
  1. 6º Esquadrão de Transporte Aéreo
  2. 7º Esquadrão de Transporte Aéreo
  • Escola de Aviação Militar (Escuela de Aviación Militar)
  1. Planadores de Voo
  2. Esquadrão de Serviço
  3. Esquadrão Mentor
  4. Esquadrão Tucano
  • Grupo de Operações Especiais (Espanhol: Grupo de Operaciones Especiales)
  • Grupamento Aéreo Presidencial (Espanhol: Agrupación Aérea Presidencial)

AeronavesEditar

Aeronave Origem Tipo Designação na FAA Quantidade Observações Foto
Aviões de ataque
A-4AR Fightinghawk   Estados Unidos Caça A-4AR
OA-4AR
23[16]
2
Função principal: caça-bombardeiro.
FMA IA 58 Pucará   Argentina Contra-insurgência IA-58A 31[16] Função principal: combate ligeiro/reconhecimento.
Aeronave turboélice. 30 a serem atualizados.
Aviões de treinamento
FMA IA 63 Pampa   Argentina Treinamento avançado AT-63 39
Sukhoi Su-29   Rússia Treinamento SU-29 8 Avião para treinamento. Também usado em apresentações acrobáticas.
Embraer EMB-312 Tucano   Brasil Treinamento Básico EMB-312 26[16]
Grob G 120   Alemanha Treinamento Grob G-120 10
Aviões de transporte
Learjet 35   Estados Unidos Transporte/Foto aérea 35A 4
Lockheed C-130 Hercules   Estados Unidos Transporte KC-130H
C-130H
1[16]
7
Fokker F28 Fellowship   Países Baixos Transporte 4[16]
Fokker F27   Países Baixos Transporte 3[16]
Saab 340B   Suécia Transporte Saab-340B 4
De Havilland Canada DHC-6 Twin Otter   Canadá Transporte DHC-6-200 7
Cessna 182   Estados Unidos Utilitário 26
Cessna 210   Estados Unidos Vigilância Aérea 1
Learjet 60   Estados Unidos Transporte VIP 1
Helicópteros
Bell 212   Estados Unidos Utilitário 9[16]
Mil Mi-17   Rússia Utilitário Mi-171E 2
MD Helicopters MD 500   Estados Unidos Utilitário/ Treino 500D/E 12
Aérospatiale SA 315B Lama   França Busca e resgate de combate SA 315B 2[16]

ComandoEditar

Lista do comandantes da Força Aérea Argentina em 2020:[17]

  • Chefe do Estadio-Maior: Brigadeiro Xavier Isaac.
  • Subchefe do Estado Maior: Brigadeiro Hugo Schaub.
  • Comandante do Treinamento e Alistamento: Brigadeiro Oscar Palumbo.

Referências

  1. «Efetivo». Consultado em 15 de maio de 2008. Arquivado do original em 28 de fevereiro de 2009 
  2. Defesa, Redação Forças de (1 de maio de 2022). «Guerra das Malvinas/Falklands – 40 anos: O Batismo de fogo da Força Aérea Argentina». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  3. a b Galante, Alexandre (4 de outubro de 2016). «O Poder Aéreo Argentino na Guerra das Malvinas». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  4. Galante, Alexandre (2 de maio de 2020). «Por que o Poder Aéreo argentino foi derrotado na Guerra das Malvinas?». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  5. a b «DefesaNet - Argentina - Caças - Efeitos colaterais dos embargos». DefesaNet. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  6. Galante, Alexandre (7 de agosto de 2019). «Argentina confirma negociações para jatos KAI FA-50». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  7. Galante, Alexandre (30 de outubro de 2020). «Reino Unido veta venda à Argentina de jatos KAI FA-50 sul-coreanos». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  8. Galante, Alexandre (24 de janeiro de 2021). «Rússia oferece caças MiG-29 e Su-30 à Argentina». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  9. Defesa, Redação Forças de (25 de agosto de 2021). «Governo argentino pediu informações sobre o caça russo MiG-35». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  10. Defesa, Redação Forças de (19 de novembro de 2021). «Índia oferece caça LCA Tejas Mk1A à Argentina com possibilidade de substituição de componentes». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  11. Defesa, Redação Forças de (10 de maio de 2021). «Delegação da China desembarca na Argentina para oferecer caças JF-17». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  12. Defesa, Redação Forças de (15 de junho de 2022). «General argentino visita o Paquistão para discutir produção local do caça JF-17 Block III». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  13. Defesa, Redação Forças de (22 de maio de 2022). «Equipe da Argentina avalia o caça JF-17 Thunder em Chengdu». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  14. Galante, Alexandre (17 de setembro de 2021). «Governo argentino reserva US$ 664 milhões para compra de caças JF-17 Thunder em 2022». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  15. «Detienen a ex jefe de fuerza aérea argentina por narcotráfico». Plainview Herald (em inglês). 9 de março de 2005. Consultado em 16 de agosto de 2022 
  16. a b c d e f g h «World Air Force 2014 - Flight International» (PDF). Flightglobal.com 
  17. «Autoridades y estructura orgánica» (PDF). Fuerza Aérea Argentina (em espanhol). Consultado em 13 de agosto de 2020 

Ligações externasEditar

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