Abrir menu principal
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde fevereiro de 2017). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
Question book-4.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde Dezembro de 2008). Por favor, insira mais referências no texto. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

As fraudes virtuais são fraude efetuadas através da internet, usualmente utilizam softwares espiões. No Brasil, em 2005, esse tipo de fraude gerou um prejuízo recorde de R$ 300 milhões a instituições financeiras, entre elas os bancos e administradoras de cartões. A perda de 2005 representa 12% dos R$ 2,5 bilhões faturados pelo comércio eletrônico brasileiro no período.

No Brasil, as fraudes bancárias perpretadas por crackers são juridicamente qualificadas como o crime de Furto Qualificado, de acordo com o art. 155 §4º inc. II.

Índice

Falso site LinkedIn usado pelo (GCHQ)Editar

O GCHQ usou páginas falsas do LinkedIn para atingir seu alvo principal, engenheiros de companhias a serem penetradas.[1] De acordo com uma apresentação feita pelo GCHQ e revelada por Edward Snowden, a inteligência britânica começou por identificar os funcionários que trabalhavam na manutenção de rede e segurança para a empresa de telecomunicações. Em seguida, eles determinaram que os potenciais alvos tinham utilizado o site LinkedIn ou Slashdot, um popular site de notícias na comunidade de Tecnologia da informação (TI).

Engenheiros como Alvo PrincipalEditar

Os computadores desses "candidatos" foram então infectados com malware de computador que tinha sido colocado usando a tecnologia de infiltração da agência de inteligência se refere como "Quantum Insert", que permitiu que aos espiões Government Communications Headquarters (GCHQ) se infiltrar profundamente na rede interna Belgacom[1] e de sua subsidiária BICS, que opera um sistema chamado roteador GRX. Este tipo de roteador é necessário quando os usuários fazem chamadas ou para se conectar quando usam seus telefones celulares no exterior.

Ver TambémEditar

Referências

  1. a b SPIEGEL ONLINE: GHCQ Targets Engineers with Fake LinkedIn Pages - SPIEGEL ONLINE Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "SPIEGEL ONLINE" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  2. The Independent: GCHQ used 'Quantum Insert' technique to set up fake LinkedIn pages and spy on mobile phone giants - Home News - UK - The Independent