Galactic Wars

Galactic Wars
Plataforma(s) Qualquer computador conectado a internet com browser.
Lançamento Outubro [[2003]-Dezembro [2010]]
Gênero(s) MMOG TBS
Modos de jogo Multiplayer

Galactic Wars (também abreviado como GW) foi um MMOG (Massively Multiplayer Online Game, rodado direto no navegador de internet) produzido pela empresa brasileira Agência Web Forge, foi criado oficialmente em 2003.

Galactic Wars é um jogo de estratégia em tempo real dividido em turnos de 1 hora.

O jogo se passa no nosso universo aproximadamente no ano 2560. A humanidade finalmente descobriu a existência de vida extraterrestre inteligente e desenvolveu sistemas para viagens espaciais a todas as galáxias.

Cada jogador controla um planeta, divididos em galáxias e as galáxias são divididas em setores, existem 5 raças disponíveis, cada qual com seus atributos especiais. Você também pode escolher um dos 4 estilos de governo que irá utilizar no seu planeta.

Galactic Wars é gratuito, o jogo ainda permite que os usuários tornem-se associados para liberar algumas funcionalidades extras.[1]

História do UniversoEditar

A história do universo como conhecemos hoje se inicia quando uma civilização chamada Daharan começou a exploração espacial. Os Daharan já possuíam uma tecnologia avançadíssima, mas por algum motivo já esquecido não saiam de seu próprio sistema. Os Daharan começaram então a explorar outros planetas da galáxia. Descobriram que alguns podiam ser povoados e encontraram regiões mais ricas em asteróides (fonte de recursos utilizada até hoje). A partir daí começaram a ir cada vez mais longe, pois já tinham toda tecnologia disponível. Possuíam inclusive naves que utilizavam pulsos eletromagnéticos, uma arma poderosa capaz de deixar os alvos inativos por cerca de 10 horas, sem para isso destruí-los. Não se sabe também quando esta tecnologia foi desenvolvida, e nem contra o que ela era utilizada, este é um dos grandes mistérios que envolvem a raça Daharan.

Em uma de suas viagens pelo universo, uma frota Daharaniana encontrou um planeta habitado por alienígenas. Eram duas raças que coexistiam, os Ashkarianos e os Rakshasa. O planeta Ashkar funcionava basicamente da seguinte forma: Os ashkarianos eram mentalmente mais desenvolvidos, e tinham o controle mental sobre os Rakshasa. Os Rakshasa por sua vez tinham capacidades físicas muito superiores aos ashkarianos. Eram seres répteis-humanóides de quatro braços fortes e brutais, utilizados como maquinas de guerra pelos ashkarianos em tempos antigos.

Os Daharan, contando com uma possível ajuda futura dos ashkarianos em seu desenvolvimento e ocupação espacial, lhes ensinaram várias coisas. Mudando completamente sua forma de agir e de pensar, a partir disso os ashkarianos que tinham uma inteligência e criatividade fantástica, puderam dar um incrível salto na área tecnológica e de exploração espacial. Mas mudanças bruscas acabam desequilibrando qualquer sistema, as ideias inovadoras dos Daharan acabaram por implantar um ideal de liberdade no povo Rakshasa que logo começou a organizar rebeliões extremamente violentas.

Com medo, os ashkarianos expulsaram os Daharan tentando fazer desaparecer a raiz do problema. Os Daharan decepcionados e contrariados foram embora.

Após isso a grande revolução aconteceu. Inflamados pela ideia de liberdade os Rakshasa se rebelaram. Aos poucos foram apossando-se de bases ashkarianas, aumentando seu poderio bélico. A guerra foi terrível, dentre os sete planetas existentes na galáxia, seis deles tombaram frente à fúria dos ataques Rakshasa.

Mesmo com os ataques constantes, a capital Ashkariana resistiu por mais 150 anos de guerra, e quando sua capital finalmente foi invadida pelas tropas Rakshasa, os Ashkarianos decidiram retirar-se, fugindo para povoar um novo planeta, ainda inabitado. Tomaram essa decisão visando a fragilidade tecnológica dos Rakshasa que ainda não possuíam o controle tecnológico para viagens de longa distância. No novo planeta eles poderiam evoluir novamente, refazendo suas tropas, além de poder desenvolver-se tecnologicamente, enquanto os Rakshasa procuravam uma forma de realizar suas viagens. Os Rakshasa por sua vez, colonizaram todos os planetas habitáveis da galáxia, porém tendo em vista a população Rakshasa que praticamente duplicava a cada ano, logo perceberam que os recursos desses planetas se tornariam escassos para sua superpopulação. Os Rakshasa então foram obrigados a começar uma luta contra o tempo, para se desenvolver tecnologicamente visando fazer viagens longas em busca de recursos de outros planetas. Eles torturaram alguns cientistas Ashkarianos capturados para revelar os grandes segredos das viagens de longa distância e da invisibilidade. Passaram-se 250 anos quando os Rakshasa tiveram seus mais significativos avanços, o que dava a eles a possibilidade de buscar recursos em planetas e galáxias mais distantes. Os avanços foram: - Viagens espaciais de longa distância. - Exploração de recursos em asteroides. - Sistema de invisibilidade das naves (Tecnologia Ashkarianas que eles estudaram e adaptaram para suas naves).

Tendo essa tecnologia em seu poder, os Rakshasa começaram a viajar para planetas mais distantes e colonizá-los. Em uma de suas expedições aconteceu um fato épico. Depois de uma longa viagem encontraram uma colônia Daharan. Mandaram uma frota de batedores (já que suas naves eram invisíveis), os Rakshasa puderem avaliar com precisão as forças do planeta em questão. Tratava-se de um planeta minerador, com milhares de asteroides produzindo, e sem defesas. Não tendo como evitar, os Rakshasa organizaram um grande assalto. Uma frota gigantesca aniquilou tudo que havia no planeta. Todos os habitantes foram exterminados e os Rakshasa assumiram o controle total do planeta.

Durante os 4 anos seguintes, os Rakshasa continuaram aterrorizando todos os planetas existentes no universo, deixando-os amedrontados frente ao terror que seria sem mais nem menos a chegada de uma frota invisível que levaria tudo o que haviam demorado séculos para construir. Enquanto os Rakshasa continuaram avançando pelo universo, os Daharan desenvolveram uma nova nave, a qual eles chamavam de Roider. Apesar de pacíficos os Daharan não aceitariam de forma alguma que os Rakshasa lhes tomassem um planeta minerador, ainda mais se tratando dos Rakshasa, que os próprios Daharan haviam dado suporte para sua evolução, e eram tratados como traidores de sua raça.

Os Daharan se prepararam para o dia em que efetuariam a "vingança" nos Rakshasa. A população Daharaniana mal podia esperar pelo tão sonhado dia. Até que então o contra-ataque aconteceu, a perfeição e sincronia dos ataques foram magníficas. Os Rakshasa não conseguiram acreditar ou compreender como uma frota Daharan, com apenas metade das naves da frota Rakshasa conseguiu entrar em seu sistema, passar facilmente por suas defesas, viajar livremente pelo planeta e ir embora levando tudo o que lhes interessava. Ao contabilizarem os prejuízos tomaram um susto ao perceber que nenhuma nave foi destruída durante todo o combate. As naves Rakshasa simplesmente não funcionaram. Porém praticamente todos os seus asteroides foram levados pelas naves Daharan. O que lhes deixou cada vez mais confusos. Relatos de trabalhadores contavam que as naves Daharan eram enormes, muito maiores que as Rakshasa, e que sugavam vários asteróides para dentro de si e depois iam embora.

Mesmo depois dos ataques, os Rakshasa continuaram se espalhando pelo universo, mas dessa vez tomando mais cuidado em relação às defesas em seus planetas, pois se deram conta que não era tão simples dominar e manter uma colônia. E, tomando como base as naves de coleta de asteroides Daharaniana, desenvolveram também um sistema de naves capaz de pegar asteroides de um planeta, mas em proporções muito menores.

Enquanto tudo isso acontecia, os Daharan encontraram uma segunda raça alienígena, a raça humana. Os Daharan chamaram o planeta de Humania (apesar dos humanos chamarem de terra). Os humanos tinham uma capacidade de viagens espaciais ainda bem pequena, nunca haviam saído de sua própria galáxia e também não sabiam da existência de outras raças em todo o universo. Apenas m grupo seleto de humanos mais evoluídos acreditavam que não estavam a sós no universo. Tomando como base acontecimentos anteriores, os Daharan resolveram não interferir, pois tinham medo de que com isso acabasse criando outra nuvem de gafanhotos espaciais. Assim, os Daharan começaram a observar o desenvolvimento humano de perto. Certa vez, os Daharan entraram no espaço aéreo terrestre, e tiveram várias de suas naves abatidas por naves de guerra humana. Isso foi um fato interessante, os Humanos tinham naves de guerra que não podiam sair do próprio planeta. Os destroços das naves Daharaniana foram estudados e com esses destroços os humanos puderam concluir que além de não estarem sozinhos, poderiam dar um incrível salto tecnológico.

Continuando sua trilha de colonização, os Rakshasa receberam um aviso Daharan de que não deviam se aproximar do seu próximo alvo, uma galáxia do universo que até então não chamava atenção. Os Rakshasa instigados pelo motivo de tal proibição mandaram seus batedores invisíveis e descobriram a raça Humana e seus três planetas já colonizados. Os humanos ainda em menor proporção, pois tinham apenas três planetas para lutar contra os 80 planetas Rakshasa, seriam facilmente destruídos por um assalto, mas estes decidiram não praticar nenhum ataque, até porque havia muito mais planetas interessantes para serem atacados pelo universo. Os humanos ainda tinham poucos asteróides para serem roubados, pois eles estavam começando a desenvolver a tecnologia de exploração de asteroides. Os Rakshasa então secretamente montaram um posto avançado de observação, em um satélite natural de um planeta próximo, e monitoravam a terra de perto com experiências científicas e viagens exploratórias.

Os Humanos levaram ainda um bom tempo para evoluir plenamente suas tecnologias, e houve uma surpresa geral quando os postos avançados Rakshasa e o Daharaniano foram destruídos. Os humanos haviam descoberto e monitorado ambos há algum tempo, e estavam espionando as transmissões dos dois postos. A raça Humana então entra em guerra, colonizando completamente cerca de três galáxias próximas, com naves enormes, potentes e difíceis tanto para os Rakshasa destruírem como para os Daharan paralisarem.

Enquanto voltavam suas forças para a guerra contra os inimigos que eram obviamente mais fortes, os humanos resolveram criar um novo sistema de mineração. Criaram naves mineradoras com inteligência artificial plena. Estas naves foram enviadas para uma galáxia, e lá começaram a seguir sua programação: minerar e produzir mais naves.

Os Humanos abandonaram o projeto Mech, deixando as naves utilizarem os minérios a sua própria vontade. Elas então se desenvolveram rapidamente, e começarem a minerar novos planetas. Até que ao encontrar um planeta Rakshasa se viram em uma situação diferente, facilmente contornada pela sua inteligência artificial: Adaptaram naves de mineração para guerra, e apesar de serem naves fracas eram simples de se produzir, e logo eles tinham uma frota muito maior do que qualquer outra frota que já tivesse sido criada.

Então os Mech discerniram logicamente que: atacar um planeta é mais lucrativo do que minerar, assim podem-se produzir mais naves do que antes, atacar com maior facilidade e produzir mais. O terror Mech se fez presente e foi uma reviravolta na guerra que acontecia.

Os Rakshasa estavam desunidos há tempos, e os Humanos estavam destruindo várias colônias deles. Com a investida Mech os humanos tiveram que recuar e se defender. Eles teriam tombado não fosse a ajuda dos Daharan, que oferecendo aos Humanos um tratado de paz entre as duas raças, defendeu as colônias Humanas já que as naves Mech eram facilmente neutralizadas pelos tiros PEM dos Daharan.

Aliados, Daharan e Humanos, estavam determinados em destruir completamente as ameaças do universo, e a guerra durou séculos. Até que uma revolução do povo, angustiados pelos tempos de guerra, derrubou a família real Daharaniana. Cada planeta agora era livre para fazer o que quisesse e a maioria se considerava vulnerável na aliança com os Humanos. Os Daharan então lançaram grandes parte de suas frotas em um ataque inesperado contra as colônias humanas que desesperadas acabaram cedendo um acordo com os praticamente devastados Rakshasa.

Entre golpes, alianças, reviravoltas e traições, as guerras se estenderam mais alguns anos, e todas as raças acabaram por não ter mais um governo centralizado. Cada planeta era livre para fazer o que bem entendesse, e era comum que em um mesmo local, duas raças lutassem unidas, enquanto que em outra galáxia eram inimigos ferrenhos. Assim a mistura de povos ocorreu, e atualmente em qualquer galáxia do universo é possível encontrar membros de todas as raças (apesar de uma delas sempre comandar, e os segredos militares nunca serem passados a outra raça).

As guerras foram cessando e a política local de cada galáxia foi sendo definida. Foi definido um sistema único de medição de tempo, o Tick. Em termos humanos cada tick corresponde a um dia de vida na terra*, cada mês dura 24 ticks e cada ano dura sete meses**. Além disso, foi criada a Federação dos Crimes de Guerra, protetora dos planetas indefesos e autoridade máxima no universo.

ObjetivoEditar

O objetivo do jogo é se tornar o planeta mais forte do universo, levando sua galáxia a posição número 1 do ranking assim como sua aliança.

Para tal você deve minerar recursos. Os recursos vem da mineração de seus asteroides. Você pode iniciar seus asteroides ou roubá-los de outros planetas.

Para que possa roubar roids ou proteger os seus você deve construir uma frota de naves.

As naves estão divididas em várias classes que vão ser liberadas para construção a medida que as tecnologias para tal forem sendo pesquisadas.

O jogo permite a formação de alianças (clãs) de jogadores, permitindo que os mesmos otimizem as defesa e ataques maximizando suas forças.

A diplomacia é também um ponto forte dentro do jogo. Seja dentro da sua própria galáxia, seja nas alianças com outras galáxias, na sua aliança ou em acordos entre alianças o uso da diplomacia é um ponto importante para a vitória.

RaçasEditar

Existem atualmente 5 raças no universo: Humana, Daharan, Rakshasa, Mech e Insecta.[2] Uma raça pode ter vantagem sobre outra raça específica, mas possuirá desvantagens contra outra.

As suas chances de vencer serão as mesmas com qualquer raça, o que muda é a estratégia que se deve utilizar com cada uma delas.

HumanaEditar

A raça Humana apesar de ser "nova" nos combates espaciais já possui uma vasta experiência no setor bélico e uma grande capacidade de combate.

As naves Humanas são as mais equilibradas, não possuem nenhum recurso especial, mas sua boa resistência a dano, resistência a tiros PEM, e poder de fogo fazem com que ela esteja apta a lutar pelo domínio do universo.

DaharanEditar

Os Daharan são a raça mais antiga a viajar pelo universo, eles possuem uma tecnologia avançada e um conceito "pacifista".

Suas naves são equipadas com PEM (Pulso Eletro-Magnético), uma arma que paralisa naves adversárias sem destruí-las.

Possuem um profundo ódio contra os Rakshasa, pois eles os libertaram e ensinaram como viajar pelo universo, e foram traídos.

RakshasaEditar

O povo Rakshasa é violento por natureza, é atualmente o mais populoso do universo.

Brutais e sanguinolentos, os Rakshasa são também muito inteligêntes e astutos, e utilizam boas táticas de combate.

As naves Rakshasa são muito ágeis e com alto poder de fogo, em contra partida possuem uma resistência menor a danos sofridos em combate e aos tiros PEM.

Além disso possuem uma capacidade singular de se manterem invisíveis aos radares inimigos.

MechEditar

Os Mech são uma raça de naves vivas, eles foram desenvolvidos pelos humanos para serem máquinas mineradoras auto sustentáveis.

Após algum tempo as naves se separaram dos humanos e seguiram a sua programação elementar: Obter recursos Aumentar a quantidade Obter recursos Aumentar a quantidade…

Os Mech desenvolveram um novo sistema de adquirir recursos, eles assimilam as naves inimigas, roubando-as para sí. Em contra-partida, por serem organismos eletrônicos são altamente suscetíveis a tiros PEM.

InsectaEditar

Uma raça de insetos gigantes, adaptados pelos Mech com revestimentos e propulsores, seriam a grande arma dos Mech na conquista do universo, mas fugiram de seu controle. Agora os Insecta s?o uma ra?a poderosa, com enxames de insetos que quando coordenados por uma rainha tornam-se muito mais perigosos.

GovernançasEditar

Cada planeta possui sua forma de governo. Cada tipo de governo influencia na maneira como o planeta produz recursos, pesquisa ou constrói naves.[3]

MonarquiaEditar

Forma de governo em que um indivíduo governa sozinho, geralmente de maneira vitalícia. A pessoa que encabeça uma monarquia é chamada de monarca e está acima de todos.

  • Recursos: 10% mais eficiente para cada recurso (afeta direto no item Produção)
  • Pesquisas e Construções: 20% mais lentas (arredondando para cima até o número inteiro mais próximo)
  • Inteligência: agentes 20% mais baratos
  • Mercado negro: taxa de negociação de 35%

RepúblicaEditar

Forma de governo na qual um representante, normalmente chamado presidente, é escolhido pelo povo. O povo tem liberdade porém organização pois vive em uma democracia.

  • Recursos: 10% menos eficiente para cada recurso (afeta direto no item Produção)
  • Pesquisas e Construções: 10% mais rápidas (arredondando para cima até o número inteiro mais próximo)
  • Inteligência: agentes 15% mais caros
  • Mercado negro: taxa de negociação de 10%

DitaduraEditar

Numa Ditadura, um único indivíduo comanda todo o planeta sem ter de responder a alguém mais. A ordem é mantida através de mão de ferro e do que mais for preciso.

  • Naves: 10% mais baratas
  • Frotas: 15% mais baratas
  • Pesquisas e Construções: 15% mais lentas (arredondando para cima até o número inteiro mais próximo)
  • Mercado negro: taxa de negociação de 50%

AnarquiaEditar

É a teoria libertária baseada na ausência do Estado. De um modo geral, anarquistas são contra qualquer tipo de ordem hierárquica, defendendo tipos de organizações libertárias. Na anarquia, o povo manda.

  • Não há nenhum ganho ou perda na produtividade, desenvolvimento ou comércio. São planetas que não desejam viver sob alguma organização governamental.

RoundsEditar

NormalEditar

Round Normal (também conhecido como RN). Tick 1 hora.

Cada planeta inicia do zero. Sem nenhuma tecnologia nave e apenas 5.000 de cada recurso.

Possuem uma proteção inicial de 72 ticks (72 horas) onde não podem ser atacados para que possam iniciar seu desenvolvimento.

Alta-VoltagemEditar

Round Alta-Voltagem (também conhecido como AV). Tick 30 minutos.

Os planetas iniciam com todas as tecnologias desenvolvidas, 4500 roids e 30.000.000 de cada recurso.

A duração da proteção inicial é reduzida para 48 ticks.

UltrarápidoEditar

Round Ultra Rápido (também conhecido como RUR). Tick 5 minutos.

ComunidadeEditar

O GW provê um fórum oficial no seu site. Nesse forum os jogadores podem participar de discussões sobre o jogo, conhecer outros jogadores, enviar sugestões para o jogo, divulgar suas alianças e recrutar membros.

Os jogadores costumam utilizar um sistema de IRC[4] para se comunicarem e coordenar as alianças. Sua utilização é muito difundida o que propicia um maior entrosamento entre os jogadores.

RegrasEditar

É proibida a criação de múltiplas contas, compartilhamento de contas, ofensas a qualquer jogador. Qualquer exploração ou uso de qualquer bug para benefício. Permitir que outros jogadores o ataque com consentimento para tal.[5]

Referências

  1. «"Benefícios de Associados"». Galactic Wars. 20 de novembro de 2009 
  2. «"Raças"». Galactic Wars. 20 de novembro de 2009 
  3. «"Governanças"». Galactic Wars. 20 de novembro de 2009 
  4. «"Canal Oficial de Irc"». Galactic Wars. 20 de novembro de 2009. Consultado em 29 de setembro de 2009. Arquivado do original em 4 de março de 2016 
  5. «"Regras"». Galactic Wars. 20 de novembro de 2009 

Ligações externasEditar