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Gedeon Morris ou mais conhecido por Gedeon Morris de Jonge (o moço), nasceu na Zelândia - Países Baixos em 1610? e faleceu vítima da revolta indígena contra os neerlnadeses em 1644, na Barra do Ceará. Foi governador da capitania do Ceará entre 1638 e 1644, e importante incentivador da exploração salineira no Siará Grande e da conquista do Maranhão pelos neerlandeses.

O Ceará sob o domínio neerlandêsEditar

No ano 1637, o território do Ceará foi tomado pelos neerlandeses. Isso foi o resultado de um trabalho conjunto com os índios nativos, pelos quais os portugueses foram feitos prisioneiros e levados para o Recife, cidade então sob domínio neerlandês.

Gedeon Morris chegou ao Ceará em 05.de agosto de 1638.[1] Ele foi feito prisioneiro durante as ações portuguesas na foz do rio Amazonas, em 1627 contras ingleses, irlandeses e neerlandeses. Foi então levado para o Maranhão, onde ficou preso até 1636. Depois da sua libertação, retornou aos Países Baixos e logo em seguida retornou para o Brasil.

Na primeira ocupação neerlandesa do Ceará (1637-1644), o forte da Barra do Ceará foi reformado, as pesquisas para a exploração das salinas foram feitas e em em 1640, Gedeon Morris entregou ao governo do Recife plano de invasão do Maranhão, fato que aconteceu em 1641.

Em 1644, quando Gedeon Morris e sua tropa retornava das batalhas no Maranhão, foram mortos numa emboscada organizada pelos próprios índios. Com a emboscada desse ano, o Fortim de São Sebastião também foi destruído.

Notas

  1. KROMMEN, Rita. Mathias Beck e a Cia. das Índias Ocidentais. Fortaleza: UFC, 1994.pag. 43 até 65

BibliografiaEditar

  • GIRÃO, Raimundo. Matias Beck Fundador de Fortaleza. Fortaleza, Imprensa Oficial do Ceará, 1961. 167 p.
  • KROMMEN, Rita. Mathias Beck e a Cia. das Índias Ocidentais. Fortaleza: UFC, 1994. 300p.

Ligações externasEditar