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Geninha da Rosa Borges
Nome completo Maria Eugênia Franco de Sá da Rosa Borges
Nascimento 21 de junho de 1922 (97 anos)
Recife, PE

Maria Eugênia Franco de Sá da Rosa Borges, conhecida como Geninha da Rosa Borges (Recife, 21 de junho de 1922), é uma atriz brasileira.[1][2] É formada em Pedagogia e Letras anglo-germânicas pela Faculdade de Filosofia do Recife. Participou de 63 peças teatrais, 10 filmes e dirigiu 21 espetáculos.

Em 1941, atuou numa apresentação teatral beneficente Noite de Estrelas. Logo depois estreou na peça Primerose, de Robert de Flers e Gaston de Caillavet,[1][2] com direção de Valdemar de Oliveira. Em 1944, já no Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP), com participação do diretor polonês Zigmunt Turkow, participou da montagem de A Comédia do Coração, de Paulo Gonçalves.

No grupo TAP, teve a oportunidade de ser dirigida por artistas nacionais e estrangeiros de renome como Zbigniew Ziembinski, Graça Melo, Flamínio Bollini Cerri, Bibi Ferreira, Luís de Lima, entre outros.

Em 1968, foi designada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) para coordenar a equipe do Sistema Nacional de TV e Rádio Educação e dar início a um programa pioneiro em Pernambuco de aulas teatralizadas para o rádio.

Teve pouca atuação no cinema, tendo no currículo participado do primeiro filme pernambucano falado: O Coelho Sai, de Firmo Neto (1939). Em 1983 foi convidada por Tizuka Yamazaki para fazer o filme Parahyba Mulher Macho. Já em 1997 foi convidada por Paulo Caldas e Lírio Ferreira a atuar no filme Baile Perfumado.

Sua primeira aparição na TV aconteceu em 2004, na novela Da Cor do Pecado, de João Emmanuel Carneiro, produzida pela TV Globo. Depois Ainda participou da novela A favorita, também produzidas pela rede globo. [2]

Ao completar 80 anos de idade, em 2002, fez uma temporada no Rio de Janeiro, na Casa de Cultura Laura Alvim, com o espetáculo 2 em 1, no qual encena e assina Solilóquios de Yerma, uma adaptação reduzida de Yerma, de Federico Garcia Lorca e O Marido Domado, peça criada especialmente para ela por Ariano Suassuna, inspirada em A Megera Domada, de William Shakespeare.[1]

Também aos 80 anos foi homenageada com a peça Geninha, 80 anos? Não acredito, de Fernando de Oliveira.[1]

Recebeu várias vezes os prêmios de “Melhor Atriz” e “Melhor Diretora”, e é conhecida como a “Grande Dama do Teatro Pernambucano”.

Ocupa a Cadeira 33 da Academia de Letras e Artes do Nordeste.

Trabalhos na TelevisãoEditar

Ano Título Papel
2009 A Favorita Dona Angelina
2004 Da Cor do Pecado Dona Nonô

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar

Referências

  1. a b c d Funarte
  2. a b c Fundaj
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