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Alemanha, Ano Zero

filme de 1948 dirigido por Roberto Rossellini
(Redirecionado de Germania anno zero)
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Germania anno zero
Alemanha, Ano Zero (PRT/BRA)
 Itália,  França, Merchant flag of Germany (1946–1949).svg Alemanha
1948 •  pb •  72 min min 
Direção Roberto Rossellini
Roteiro Roberto Rossellini
Elenco Edmund Moeschke
Ernst Pittschau
Ingetraud Hinze
Franz-Otto Krüger
Género drama
Idioma alemão
Página no IMDb (em inglês)

Alemanha, Ano Zero[1][2] (Germania anno zero) é um filme franco-teuto-italiano, da escola neorrealista, dirigido por Roberto Rossellini e lançado em 1948. Rodado em Berlim, a obra completa a trilogia sobre o pós-guerra do diretor, à qual pertencem também Roma, città aperta (Roma, Cidade Aberta) e Paisà, realizados na Itália. O filme explora a ferida deixada pelo nazismo, que afetou de forma terrível e profunda uma geração simbolizada na obra pelo protagonista.

SinopseEditar

  Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

O enredo ocorre em Berlim, cidade devastada pelos bombardeios e ocupada pelas tropas aliadas. Edmund, um garoto de 12 anos, tenta ajudar a família e sai em busca de dinheiro nas ruas trocando objetos de valor. Seu pai está muito doente e necessita de constante repouso. Já sua irmã é acusada, injustamente, de prostituir-se para os soldados estrangeiros. Edmund acaba se envolvendo com um grupo de jovens deliqüentes e uma jovem órfã e sexualmente precoce.

Perambulando pelas ruas, Edmund reencontra um ex-professor, o Sr. Enning, claramente retratado por Rossellini como um pedófilo devido à forma exagerada com que demonstra interesse e acaricia o jovem. O professor pede para o jovem garoto vender um disco com um discurso de Hitler no mercado negro e, como recompensa, lhe dá uma parcela do valor em troca.

Ao ver a saúde do pai se deteriorar, resolve pedir ajuda a Enning. Este, no entanto, responde Edmund dizendo que em tempos de tanta dificuldade, deve imperar a lei do mais forte. O discurso de tom nazista do professor, em combinação com as próprias queixas do pai que sente ser um empecilho para todos ao seu redor, leva Edmund a interpretar que é seu dever matá-lo e, portanto, ele envenena o seu chá. Edmund conta o que fez a Enning, que recebe a notícia com espanto e o manda embora, negando ter qualquer responsabilidade sobre o ocorrido.

Edmund vaga pelas ruas da cidade sem rumo. Não encontra apoio dos jovens, que o mandam embora por ser ele muito mais novo. Tampouco sente-se à vontade para voltar a sua casa e acaba acompanhando o corpo do pai sendo levado do topo de um prédio em ruínas na vizinhança. Por fim, faz o que parece ser sua única saída. Edmund se suicida jogando-se do alto do prédio.

Referências

Ligações externasEditar

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