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God of War (jogo eletrônico de 2018)

jogo eletrônico de 2018 desenvolvido pela Santa Monica Studio
God of War
Desenvolvedora(s) SIE Santa Monica Studio
Publicadora(s) Sony Interactive Entertainment
Diretor(es) Cory Barlog
Produtor(es) Elizabeth Dahm Wang
Sean Llewellyn
Chad Cox
Eric Fong
Projetista(s) Derek Daniels
Escritor(es) Richard Gaubert
Matthew Sophos
Cory Barlog
Programador(es) Florian Strauss
Compositor(es) Bear McCreary
Plataforma(s) PlayStation 4
Série God of War
Data(s) de lançamento 20 de abril de 2018
Gênero(s) Ação-aventura
Modos de jogo Um jogador
God of War: Ascension

God of War é um jogo eletrônico de ação-aventura desenvolvido pela Santa Monica Studio e publicado pela Sony Interactive Entertainment (SIE). Lançado mundialmente em 20 de abril de 2018 para o PlayStation 4, é o oitavo título da série God of War e também o oitavo em ordem cronológica, sendo sequência dos eventos ocorridos em God of War III (2010). Ao contrário dos jogos anteriores, que eram vagamente baseados na mitologia grega, este título é vagamente baseado na mitologia nórdica, com a maior parte do tempo situado na antiga Noruega no reino de Midgard. Pela primeira vez na série, há dois protagonistas principais: Kratos, o antigo deus grego da guerra, que permanece como o único personagem jogável, no qual é acompanhado por seu jovem filho Atreus; às vezes, o jogador pode passivamente controlá-lo. Após a morte da segunda esposa de Kratos e da mãe de Atreus, eles viajam para cumprir sua promessa de espalhar suas cinzas no pico mais alto dos nove reinos. Kratos mantém seu passado conturbado em segredo de Atreus, que não tem consciência de sua natureza divina. Ao longo de sua jornada, eles encontram monstros e deuses do mundo nórdico.

Descrita pelo diretor criativo Cory Barlog como uma reimaginação para a franquia, a jogabilidade foi completamente reconstruída, com uma grande mudança sendo que Kratos não usa mais suas lâminas duplas como armas principais; ao invés disso, ele usa um machado de batalha mágico chamado Machado Leviatã. Outra mudança notável é a câmera; o jogo usa um sistema de câmera livre sobre o ombro em oposição à câmera fixa vista nos títulos anteriores. Além disso, o jogo não contém cortes de câmera e é apresentado em uma filmagem contínua, sendo o primeiro jogo triple A tridimensional da história à apresentar uma filmagem contínua. Há também elementos semelhantes aos jogos de RPG e o filho de Kratos, Atreus, pode fornecer assistência durante o jogo. A maioria da equipe de desenvolvimento do primeiro jogo trabalhou em God of War e o projetou para ser melhor acessível. Um pequeno jogo baseado em texto, A Call from the Wilds, foi lançado em 1 de fevereiro de 2018 através do Facebook Messenger, e segue Atreus em sua primeira aventura.

God of War foi aclamado pela crítica especializada, recebendo elogios por sua narrativa, design do mundo, direção de arte, trilha sonora, gráficos, personagens, sistema de combate e sentimento cinematográfico. Recebeu pontuações perfeitas de vários revisores e é o jogo de melhor recepção da série God of War e o quarto jogo de PlayStation 4 com a maior pontuação no Metacritic. Muitos o consideraram como uma "conquista técnica" e um dos melhores jogos já feitos para o PlayStation 4 e da oitava geração de consoles no geral. O jogo teve um bom desempenho comercial, vendendo mais de cinco milhões de cópias em um mês de lançamento e mais de 10 milhões mundialmente, tornando-se um dos jogos mais vendidos de PlayStation 4 de todos os tempos. God of War recebeu diversos prêmios em várias premiações e publicações, incluindo muitos de Jogo do Ano. Uma romantização do jogo foi lançada em agosto de 2018, seguida por uma série prequela de quadrinhos de quatro edições que foi publicada entre novembro de 2018 até fevereiro de 2019.

Índice

JogabilidadeEditar

A jogabilidade é muito diferente dos jogos anteriores, já que ele foi reconstruído a partir do zero.[1] Apesar de God of War: Ascension (2013) ter introduzido o modo multijogador para a série, este novo título é de apenas de um jogador.[2] Ao contrário das edições anteriores, que contavam com uma câmera cinematográfica fixa em terceira pessoa (com exceção do side-scroller em 2D de 2007, Betrayal), este novo capítulo apresenta uma perspectiva em terceira pessoa com câmera livre posicionada sobre o ombro do personagem.[3] Cinematograficamente, o jogo é apresentado em uma tomada contínua, sem cortes de câmera ou telas de carregamento.[4] Inimigos no jogo derivam da mitologia nórdica, como trolls, ogros e draugrs,[5] bem como as regressadas, seres distorcidos pela magia seiðr.[6] O jogo é aberto à exploração, mas não é de mundo aberto.[7] Devido ao fato dele ser explorável, os jogadores podem encontrar batalhas com chefes opcionais, chefes regulares baseados em histórias. Além disso, os jogadores podem viajar rapidamente para locais diferentes.[8]

Kratos utiliza um machado de batalha mágico chamado: Machado Leviatã,[9] que pode ser infundido com habilidades elementares e jogado em inimigos. Por exemplo, Kratos pode arremessá-lo contra um inimigo e magicamente chamá-lo de volta para sua mão (semelhante ao martelo do Thor, Mjölnir). Kratos também pode carregar o machado e soltar uma explosão de energia que causa dano à inimigos próximos. No jogo, o machado tem ataques leves e pesados; ataques pesados permitem que Kratos lance inimigos para o ar. Inimigos maiores, como um ogro, têm alvos precisos e jogar o machado nesses alvos vai atordoar o inimigo. A arma também pode ser lançada em objetos ambientais, como um contêiner, para provocar uma explosão que danificará os inimigos próximos. O Machado Leviatã pode ser melhorado usando runas, com um slot sendo para ataques leves e outro para ataques pesados. Isso proporciona aos jogadores uma variedade de opções para atender seu próprio estilo de jogo.[10] Outra nova arma que Kratos utiliza é um escudo. Quando não está em uso, ele se dobra e aparece como uma armadura no antebraço esquerdo de Kratos. Quando convocado, o escudo pode ser usado ofensivamente e defensivamente.[11] Kratos também utiliza um combate corpo-a-corpo, um recurso introduzido originalmente em Ascension.[3]

 
Kratos (centro) e seu filho Atreus (à esquerda) estão lutando contra um troll. Atreus pode ajudar em combate, como disparar flechas de raio no comando do jogador.

Similar aos jogos anteriores, existe uma habilidade de "Fúria" chamada Fúria Espartana. Como nas versões anteriores, a habilidade "Fúria" possui um medidor que se enche gradualmente durante o combate. Com essa habilidade, Kratos usa poderosos ataques de mãos vazias, em oposição às armas, para causar grandes danos aos inimigos. O jogo também apresenta elementos semelhantes aos jogos de RPG.[3][12] Existem recursos de criação para o jogador descobrir, na qual permitem criar novas ou atualizar blindagens existentes com melhores vantagens.[13] Os jogadores também acumulam uma moeda chamada Hacksilver, um componente chave na elaboração e compra de novos itens. Pontos de experiência (XP) são usados ​​para aprender novas habilidades de combate.[12] Em todo o mundo do jogo, os jogadores encontram baús contendo itens aleatórios, como Hacksilver e encantamentos para melhorar armaduras e armas, bem como dois itens especiais, "Idunn Apples" e "Horns of Blood Mead", que aumentam o capacidade máxima dos medidores de saúde e fúria, respectivamente. Os medidores são reabastecidos por orbes verdes e vermelhos, respectivamente, encontrados em todo o mundo do jogo e derrubados por inimigos abatidos.[14] Os Quick Time Events não são como nos jogos anteriores.[7] Em vez disso, os inimigos exibem duas barras acima de suas cabeças, um para a saúde e outro para o atordoamento. Encher o medidor de atordoamento ajuda a derrotar inimigos mais difíceis. Quando o medidor de atordoamento estiver cheio, será exibido um botão de captura. Dependendo do inimigo, Kratos pode rasgá-lo ao meio, ou ele pode agarrá-los e jogá-los em outros inimigos, entre outros possíveis resultados.[15][10] Como a capacidade de nadar foi cortada do jogo,[10] em vez disso, os jogadores usam um barco para atravessar corpos de água quando necessário.[8]

Embora os jogadores joguem como Kratos durante todo o jogo,[16] há momentos em que o jogador controla passivamente o filho de Kratos, Atreus. Um botão é dedicado a seu filho e sua utilização depende do contexto. Por exemplo, se o jogador precisar de ajuda, ele pode olhar para um inimigo, apertar o botão e Atreus usará seu Arco de Garra para atirar flechas no inimigo.[17] As flechas tem pouco efeito na saúde de um inimigo, mas aumentam o medidor de choque.[15] Ao longo do jogo, Atreus ajuda no combate, na travessia, na exploração e na resolução de quebra-cabeças. Ao enfrentar um grande número de inimigos, ele distrai os mais fracos, enquanto Kratos luta contra os mais fortes.[13] Se muitos inimigos se juntarem em Atreus, ele será eliminado pelo restante daquele combate. Assim como Kratos, Atreus adquire novas habilidades, armaduras, flechas especiais, como flechas de raios, bem como ataques rúnicos para o seu arco, mas tem apenas um slot em vez de dois. Os ataques rúnicos de Atreus invocam diferentes animais espectrais com diferentes habilidades. Por exemplo, um invoca um lobo que ataca inimigos, enquanto outro invoca o esquilo Ratatosk, que vai cavar orbes para os medidores de saúde e fúria mencionados anteriormente.[18]

SinopseEditar

MundoEditar

Enquanto os primeiros sete jogos foram vagamente baseados na mitologia grega, este título leva a série à mitologia nórdica.[19] Seis dos nove reinos da mitologia nórdica podem ser explorados. Antecedendo os Vikings,[17][20] a maioria do jogo ocorre na antiga Noruega no reino de Midgard, habitado por seres humanos e outras criaturas e é o mesmo reino que o mundo grego havia existido. Quanto mais criaturas começaram a aparecer muitos humanos fugiram. Outros reinos visitados como parte da história incluem Alfheim, a casa mística dos elfos da luz e das trevas, Helheim, a terra gelada dos mortos, e Jotunheim, a terra montanhosa dos gigantes. Reinos exploráveis ​​opcionais incluem Niflheim, um reino que possui uma neblina venenosa com uma estrutura de recompensas parecida a um labirinto, e o reino de fogo Muspelheim, caracterizando as seis Provas de Muspelheim; A conclusão de cada prova concede recompensas e Kratos e Atreus avançam para mais perto do topo de um grande vulcão. O acesso aos outros três reinos – Asgard, lar dos deuses Æsir, Vanaheim, lar dos deuses Vanir e Svartalfheim, lar dos anões – foi bloqueado pelo governante de Asgard e dos deuses Æsir, Odin.[21] No centro dos reinos está a árvore mítica Yggdrasil, que conecta cada reino. Embora cada reino seja um mundo diferente, eles existem simultaneamente no mesmo espaço. Viajar para os reinos pode ser feito pelo uso da Bifröst, uma raiz da Yggdrasil contida dentro de um templo localizado no centro do Lago dos Nove. O templo foi criado pelo então morto Tyr, um pacífico Deus da Guerra que viajou para outras terras e aprendeu sobre suas mitologias; Odin o matou porque acreditava que Týr estava secretamente ajudando os gigantes e tentaria derrubá-lo.[19]

PersonagensEditar

 Ver artigo principal: Lista de personagens de God of War

Os protagonistas do jogo são Kratos (atuação de Christopher Judge) e seu jovem filho Atreus (Sunny Suljic). Kratos é um guerreiro natural de Esparta que se tornou o deus grego da guerra e é filho de Zeus. Depois de terminar na antiga Noruega, ele conheceu sua segunda e agora falecida esposa, Laufey (dirigida como Faye), na qual deram à luz a um filho, Atreus, que não sabe sobre o passado de Kratos ou sobre sua natureza divina, mas consegue ouvir os pensamentos de outros seres. O principal antagonista é o deus Æsir Baldur (Jeremy Davies), o irmão de Thor, cujos filhos Modi e Magni (Nolan North e Troy Baker, respectivamente) ajudam Baldur. Seus pais são Odin e a deusa Vanir Freya (Danielle Bisutti). Freya tentou deixar Odin, já que ela não o amava verdadeiramente, e Odin a baniu para Midgard, na qual ela ficou conhecida como a Feiticeira dos Bosques. Para proteger seu filho de uma profecia que predisse sua morte, Freya lançou um feitiço de imortalidade em Baldur, que também o levou a não sentir dor ou qualquer sentimento de prazer, na qual ele tem ressentimento por ela. A única coisa que ela não podia evitar de quebrar o feitiço era o visco, que ela mantinha em segredo. Outros personagens incluem Mímir (Alastair Duncan), que afirma ser o homem mais inteligente vivo, e os irmãos Huldra, Brok (Robert Craighead) e Sindri (Adam J. Harrington), um par de anões que aparecem em vários pontos do mundo e ajudam Kratos e Atreus a forjar novos equipamentos. Suas armas, incluindo o martelo do Thor Mjölnir, foram usadas pelos deuses Æsir e também forjaram o Machado Leviatã de Kratos, que originalmente pertencia a Faye, que também presenteou Kratos com seu Escudo do Guardião.[22] O espírito da deusa grega Atena (Carole Ruggier) faz uma aparição, e Zeus (Corey Burton) aparece como uma ilusão para Kratos em Helheim.[23]

EnredoEditar

  Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Muitos anos se passaram desde que Kratos teve sua vingança contra os deuses do Olimpo, e agora ele vive com seu filho Atreus em Midgard. O jogo começa após a morte da segunda esposa de Kratos e mãe de Atreus, Faye. Seu último desejo era que suas cinzas fossem espalhadas no pico mais alto dos nove reinos nórdicos. Antes de iniciar sua jornada, Kratos é confrontado por um homem misterioso com poderes divinos. Depois de aparentemente matá-lo, Kratos e Atreus partiram em sua jornada.

Em sua jornada, Kratos e Atreus encontram a Serpente do Mundo, Jörmungandr, que se mostra amigável. Depois de correr em névoa negra impenetrável, que só pode ser extinta com luz de Álfheim, eles recebem ajuda da Bruxa da floresta para recuperar a Pedra da Unidade para garantir a luz. Ao chegar ao pico de Midgard, eles ouvem uma conversa entre o misterioso homem, revelado como sendo Baldur, dois homens e um prisioneiro chamado Mímir. Depois que eles saem, Kratos e Atreus conversam com Mímir, que revela que o objetivo deles é, na verdade, em Jotunheim, mas viajar para lá foi bloqueado para afastar Odin e Thor. Mímir, no entanto, conhece outra passagem. Ele instrui Kratos a cortar a sua cabeça e revivê-lo através da bruxa, revelada como sendo Freya. Kratos imediatamente desconfia dele, mas ambos Freya e Mímir avisam que ele deve dizer a Atreus sobre sua verdadeira natureza e de seu passado.

A viagem de Kratos, Atreus e Mímir para coletar os componentes necessários para abrir o portal de Jotunheim é interrompido quando eles são atacados pelos irmãos Modi e Magni. Depois de matar Magni, Modi foge, mas depois retorna e os embosca. Atreus adoece, e Freya explica que é uma contradição mental de um deus acreditando ser um mortal. Ela diz a Kratos que ele deve recuperar o coração do Guardião da Ponte dos Condenados em Helheim, mas ela diz que seu Machado Leviatã será inútil por lá. Kratos volta para casa para desenterrar suas armas antigas, as Lâminas do Caos, e é assombrado pelo espírito de Atena, que o incita sobre seu passado. Depois de recuperar o coração, ele tem uma visão assombrosa de Zeus. Atreus está curado e Kratos diz a ele que ele é um deus. Atreus então se torna cada vez mais arrogante em sua jornada, e ele mata um Modi enfraquecido, apesar de Kratos ordenar para ele não fazer isso. No pico de Midgard, eles são emboscados por Baldur, resultando no portal de Jotunheim sendo destruído e os três caindo em Helheim.

Atreus faz as pazes com Kratos e eles descobrem sobre o relacionamento familiar de Freya e Baldur. De volta a Midgard, Mímir percebe que há outra maneira de chegar a Jotunheim, mas é preciso recuperar o olho perdido. Após obtê-lo da barriga de Jörmungandr, que inadvertidamente os engoliu, eles são novamente atacados por Baldur, mas Freya intervém na tentativa de proteger seu filho. Durante a luta, Baldur é perfurado por uma ponta de flecha de visco que Atreus tinha em sua aljava, quebrando o feitiço de Freya sobre ele. Baldur é derrotado, e embora Kratos lhe dê uma oportunidade de recuar, ele tenta estrangular Freya, forçando Kratos a matá-lo. Uma Freya em luto jura vingança a Kratos e o insulta por esconder a sua verdadeira natureza de Atreus. Kratos finalmente conta a Atreus sobre seu passado e como ele matou seus companheiros deuses gregos, incluindo seu próprio pai, Zeus. Atreus lamenta o ocorrido e Kratos diz a ele que ambos devem aprender com suas experiências e não repetir os erros de seus antecessores. Uma silenciosa Freya sai com o cadáver de Baldur, e Mímir, esperançosamente, sugere que ela acabará por sair do luto e que Kratos fez a coisa certa.

Em Jotunheim, eles encontram um templo com um mural representando suas aventuras, mostrando que os gigantes previram tudo o que aconteceria e previram vagamente o que estava por vir. Além disso, eles descobrem que Faye era uma gigante que decidiu ficar para trás em Midgard, também tornando Atreus parte gigante. Também é revelado que Atreus foi nomeado Loki por sua mãe. Imaginando se tudo foi planejado por Faye antecipadamente, Kratos e Atreus cumpriram sua promessa e espalharam suas cinzas no pico. Depois, Kratos revela a Atreus que seu nome dado era também o nome de um camarada espartano compassivo que ele conhecia. Quando eles voltam para Midgard, Mímir os avisa que o Fimbulwinter começou, o que significa que o Ragnarök está prestes a começar.

No final secreto do jogo, Kratos e Atreus voltam para casa e dormem. Atreus tem uma visão que anos depois, no final do Fimbulwinter, Thor chegará em sua casa para enfrentá-los.

  Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

DesenvolvimentoEditar

Na primeira PlayStation Experience anual em 6 de dezembro de 2014, o diretor criativo da SCE Santa Monica Studio, Cory Barlog, que era o animador principal de God of War (2005), diretor de God of War II (2007), e trabalhou brevemente em God of War III (2010), confirmou que um novo God of War estava em desenvolvimento inicial. Ele disse que o jogo não seria uma prequela, mas poderia ser uma reinicialização.[24] Em abril de 2016, o Polygon informou que a arte conceitual do próximo título da série tinha sido divulgado, com relatos alegando que eles eram legítimos. A arte conceitual teria sido retirada do site pessoal de um artista que trabalhou na Santa Monica Studio em 2015. As imagens mostravam Kratos no mundo da mitologia nórdica; um conceito inicialmente considerado pelo criador da série David Jaffe, após Kratos eliminar os deuses gregos.[25]

Na E3 2016, o novo God of War foi anunciado oficialmente com um trailer de demonstração, confirmando que a arte conceitual era verdade. O trailer mostrou Kratos com barba e agora com um filho, e ele estava ensinando o menino a caçar. No trailer, Kratos e seu filho lutam contra um Troll, uma criatura da mitologia. O final do trailer mostrou o título God of War e confirmou que estava em desenvolvimento para o PlayStation 4.[3][26] Este novo jogo vai ser uma continuação dos jogos anteriores, mas agora definido na mitologia nórdica.[16] Na E3 também foi confirmado que Barlog estava retornando para a série como diretor do jogo. Barlog foi um dos principais contribuintes para o desenvolvimento de God of War série desde o título inicial em 2005. Este foi seu quinto God of War em que trabalhou.[17]

Em entrevista ao The Know, Barlog confirmou que o título é God of War sem numerais ou subtítulos. A equipe de desenvolvimento deliberadamente não o chamou de God of War IV porque embora seja uma continuação da série, Barlog disse que "estamos reimaginando tudo." Ele explicou que os primeiros sete jogos foram inspirados na mitologia grega e eles estão deixando essa era para transicionar para a mitologia nórdica: "é uma espécie de mudança A.C.–D.C.. Estamos em movimento e começando do zero e avançaremos com isso."[16][19] Antes da mitologia nórdica ser definida, mitologia egípcia também foi considerada. Barlog disse que metade da equipe queria isso, mas uma vez que "há muito mais sobre a civilização - é menos isolada, menos estéril", eles decidiram usar a mitologia nórdica porque queriam que o foco permanecesse em Kratos: "Tendo muito em volta distrai o tema central de um estranho em uma terra estranha."[20] Barlog também confirmou que este jogo antecede os Vikings; é o momento em que os seus deuses caminhavam sobre a Terra.[17][20]

CaracterizaçãoEditar

 
Christopher Judge interpreta a voz original e a captura de movimento de Kratos no jogo, substituindo o antigo ator Terrence C. Carson, que dublou Kratos desde o jogo original de 2005, e também fez a captura de movimento para ele em Ascension de 2013.

Durante o desenvolvimento inicial, havia discussões sobre ter um protagonista diferente para o jogo. Fazendo referência ao personagem Mario da Nintendo, Barlog disse que "Kratos está intrinsecamente ligado" em God of War.[17] No que diz respeito às novas mudanças, Cory Barlog disse que:

Eu sabia que não queria simplesmente reiniciar a franquia, começar de novo com uma releitura da história original. Eu queria reinventar a jogabilidade, dar aos jogadores uma nova perspectiva e uma nova experiência tátil enquanto aprofundando a jornada emocional de Kratos para explorar o drama convincente que se desenrola quando um semideus imortal toma a decisão de mudar.

Barlog disse que Kratos teve que mudar seu ciclo de violência e aprender a controlar sua raiva. Ele disse que o personagem tinha feito muitas decisões erradas, o que levou à destruição do Olimpo, e queria saber o que aconteceria se Kratos tivesse feito uma boa decisão. O nascimento do próprio filho de Barlog influenciou a ideia da mudança de personalidade de Kratos.[27] A ligação entre Kratos e seu filho está no coração do jogo e Barlog disse: "Este jogo é sobre Kratos ensinando seu filho como ser um deus, e seu filho ensinando Kratos como ser humano novamente."[13] Fazendo referência ao personagem Hulk da Marvel Comics, Barlog disse que, em relação à Kratos, "nós já contamos a história de Hulk. Queremos contar a história de Banner agora ".[13] Christopher Judge, mais conhecido por seu papel como Teal'c em Stargate SG-1, vai substituir Terrence C. Carson como Kratos; TC Carson havia dublado Kratos desde o God of War original. Comentando em resposta à mudança, Carson disse: "A Sony entrou em uma nova direção. Deixe-os saber o que você pensa".[28] Embora a GameSpot informou que o nome do filho de Kratos é Charlie, Barlog, rindo, negou e disse: "Isso não é uma coisa que estamos falando ainda, mas nós usaremos o codinome Charlie por agora."[29] Barlog disse que eles não estão falando sobre a mãe do filho, no entanto, ela é uma parte crítica da história.[19] Em entrevista ao site espanhol LevelUp.com, Barlog disse que o filho sabe que Kratos é um semideus, mas não sabe sobre seu passado, e Barlog confirmou que este não seria o último jogo de Kratos.[2]

A maior parte da equipe de desenvolvimento que trabalhou no God of War original esteve trabalhando no novo título.[19] De acordo com Barlog no que diz respeito à jogabilidade, eles combinaram a nova jogabilidade com o mesmo nível de acessibilidade dos jogos anteriores. Barlog também confirmou que o jogo não seria em mundo aberto e não teria quick time events, como nos jogos anteriores. No que diz respeito à mudança de câmera, Barlog disse: "Queríamos uma nova experiência muito mais íntima com os jogadores, bastante de perto e uma realização bem controlada pelo jogador, e a câmera realmente é um mecanismo em que estamos nos apoiando fortemente para tudo no jogo."[1] O jogo inteiro é rodado em uma única cena, o que significa que não há telas de carregamento.[13] O jogo não contará com qualquer sistema de moralidade ou uma história ramificada; todos os jogadores terão a mesma experiência. Durante todo o jogo, os jogadores são capazes de visitar alguns dos nove reinos da mitologia nórdica, e a contagem de inimigos foi aumentado para até 100 na tela; God of War III e Ascension suportavam até cinquenta. Os desenvolvedores confirmaram que alguns dos minijogos mais controversos encontrados em títulos anteriores não vão voltar.[19]

LançamentoEditar

O jogo foi lançado mundialmente em 20 de abril de 2018 para o PlayStation 4.[30][31] Além do jogo em sua edição padrão, há também três edições especiais: o Stone Mason Edition, o Collector's Edition, e o Digital Deluxe Edition. Disponível apenas nos Estados Unidos e no Canadá, o Stone Mason Edition vem com vários itens físicos, incluindo o jogo padrão em uma caixa SteelBook, uma estátua de 230 cm de Kratos e Atreus que foi criada pela Gentle Giant, esculturas dos irmãos Huldra, 2 polegadas (51 mm) de um cavalo e um troll, uma litografia exclusiva, um mapa, um anel de pedreiro com o tema do jogo e um chaveiro com a cabeça de Mímir.[32] Há também vários conteúdos para download (DLC), incluindo uma skin para o escudo de Kratos exclusiva, além de um conjunto de armaduras e outro escudo para o Kratos, um tema dinâmico para o PlayStation 4, um livro de artes digital, e o God of War #0 da Dark Horse Comics.[33] O Collector's Edition vem com muitos dos mesmos itens, menos o anel, o chaveiro, as 2 polegadas (51 mm) de esculturas do cavalo e troll e a skin de escudo exclusiva do Stone Mason Edition. O Digital Deluxe Edition vem com todo o conteúdo digital, menos o escudo exclusivo da Stone Mason Edition. Clientes dos Estados Unidos e Canadá também recebem um broche de Kratos e Atreus como pré-venda do Digital Deluxe Edition. Pré-vendas em determinadas lojas receberão três skins para o escudo de Kratos, enquanto pré-vendas na GameStop ou na EB Games também receberão um Talismã XP de "Sorte das Eras", o que garante um aumento no ganho de XP e aumento no ganho de Hacksilver.[34]

Além das edições especiais do jogo, uma Edição Limitada para o PlayStation 4 Pro também está disponível no mesmo dia do lançamento do jogo. O pacote inclui o jogo básico padrão, um console do PlayStation 4 Pro decorado com as runas do jogo, como no machado de Kratos, e um controle DualShock 4 com o mesmo tema do logotipo de God of War.[35] O diretor do jogo, Cory Barlog, confirmou que God of War não teria microtransações após o lançamento, uma característica que se tornou proeminente com outros jogos recentes e criticou negativamente.[36] Uma romantização oficial do jogo, escrita pelo pai de Cory Barlog, James Barlog, foi lançada em 28 de agosto de 2018 pela Titan Books.[37]

Desde o lançamento, a Santa Monica tem apoiado o jogo através de atualizações de patch para corrigir erros de software. Além disso, os desenvolvedores adicionaram novos recursos junto com essas atualizações gratuitas. Um modo foto foi lançado como parte do patch de atualização 1.20 em 9 de maio de 2018. O modo foto permite que os jogadores façam capturas de tela personalizadas no jogo. Os jogadores podem ajustar o campo de visão, profundidade de visão, filtros, bordas, a visibilidade dos personagens e a capacidade de alterar as expressões faciais de Kratos e Atreus.[38] Na E3 2018, um modo New Game Plus (NG+; Novo Jogo+) foi confirmado,[39] e foi lançado como parte da atualização 1.30 em 20 de agosto de 2018. Para que os jogadores acessem o modo, eles devem ter completado o jogo em qualquer dificuldade. O modo em si pode ser jogado em qualquer dificuldade, mas os inimigos são mais elevados e com novas manobras. Todos os itens obtidos são transferidos para o New Game Plus, e há novos recursos para atualizar ainda mais os equipamentos, que também tem um novo nível de raridade. A opção para ignorar cutscenes também foi adicionada.[40][41]

God of War: A Call from the WildsEditar

God of War: A Call from the Wilds é um jogo baseado em texto jogável através do Facebook Messenger. Para ajudar ainda mais a promover God of War, a Sony fez uma parceria com o Facebook para desenvolver o jogo play-by-web, que foi lançado em 1 de fevereiro de 2018. Completando o jogo desbloqueia um conceito de arte para download. O conto segue Atreus em sua primeira aventura nas selvas nórdicas. Após treinar seu arco-e-flecha e aprender das runas com sua mãe, Atreus se aventura no deserto depois de ouvir telepaticamente a voz de um cervo morrendo; ele o encontra coberto de sangue e permanece com ele durante seus momentos finais. Aparecem alguns draugrs e Atreus tenta combatê-los, mas é ferido. Ele é salvo pelo seu pai, Kratos, que estava caçando. Os dois então lutam contra um revenant antes de voltarem para casa.[42][43][44]

Trilha sonoraEditar

Bear McCreary, que é mais conhecido por seu trabalho na série de televisão Battlestar Galactica, Outlander e The Walking Dead, produziu o áudio de God of War, compondo temas totalmente novos para o jogo.[45] Em uma postagem em seu website pessoal, McCreary disse que ele foi chamado pela Santa Monica Studio em novembro de 2014 para se encontrar com os produtores musicais Pete Scaturro e Keith Leary para discutir "um projeto secreto"; McCreary já havia colaborado com Scaturro e Leary em 2011 em SOCOM 4: U.S. Navy SEALs. Ideias de música popular, mitologia, instrumentos étnicos nórdicos, escrita vocal e desenvolvimento temático clássico foram discutidos, o que McCreary adivinhou, "Isso é... um novo God of War?!" Ele se reuniu com Barlog no início, e eles discutiram a visão narrativa de Barlog para o jogo. Após o encontro com o produtor, ele sabia que a franquia estava em boas mãos, porque Barlog foi o diretor de seu título preferido da série, God of War II.[46]

Os esforços iniciais de McCreary focaram em escrever o novo tema principal, ou o que ele chama de o tema de Kratos. Ele passou vários meses trabalhando com Barlog, Scaturro, Leary, o diretor musical da Sony Chuck Doud, e o resto da equipe de desenvolvimento para fazer este novo tema. McCreary descreveu o tema de Kratos como "sem dúvida uma das minhas melodias mais estruturalmente satisfatórias e cativantes." O tema principal possui instrumentos baixos de orquestra, coro islandês, vozes masculinas graves, vocais femininos poderosos (em particular da cantora Eivør Pálsdóttir das Ilhas Faroé), percussão popular e instrumentos de corda nórdicos, como a nyckelharpa e sanfona. Quando foi decidido que God of War seria revelado na E3 2016, a Sony queria que McCreary apresentasse sua composição original com uma orquestra ao vivo na conferência de imprensa. McCreary abriu o show com o novo tema principal antes de God of War ser mostrado, e executou a música ao vivo, juntamente com a demonstração.[46]

RecepçãoEditar

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Destructoid 10/10[47]
EGM 9.5/10[48]
Game Informer 9.75/10[49]
Game Revolution      [50]
GameSpot 9/10[51]
GamesRadar+      [52]
Giant Bomb      [53]
IGN 10/10[54]
Polygon 10/10[55]
The Guardian      [56]
USgamer      [57]
Pontuação global
Publicação Nota média
Metacritic 94/100[58]

God of War foi aclamado pela crítica especializada. No agregador de resenhas Metacritic, o jogo contém uma nota de 94/100 baseado em 118 resenhas, indicando uma "aclamação universal".[58] Isso torna God of War (2018) o jogo de maior pontuação da franquia (empatado com o primeiro God of War), a quarta maior pontuação de todos os tempos para um jogo de PlayStation 4 e a maior pontuação para um exclusivo de PlayStation 4 original e não-remasterizado.[59] É também o segundo jogo mais bem classificado de PlayStation 4 de 2018 (atrás de Red Dead Redemption II),[60] e está empatado com a versão de Xbox One de Celeste para a segunda maior pontuação de 2018, independentemente da plataforma.[61] God of War recebeu elogios especiais por sua direção de arte,[54] gráficos,[50] novo sistema de combate,[57] trilha sonora, história, uso da mitologia nórdica, personagens e sentimento cinematográfico; muitos críticos também consideraram o jogo como uma "conquista técnica" e um dos mais impressionantes jogos já desenvolvidos para consoles.[62][63] Muitos também sentiram que havia revitalizado com sucesso a série sem perder a identidade central dos jogos anteriores.[64]

A história foi bem elogiada. Nick Plessas da Electronic Gaming Monthly (EGM) disse que os momentos mais memoráveis ​​da história são as interações entre Kratos e Atreus. Ele também observou que "muitas vezes há algum alívio cômico quando a brutalidade de Kratos e a ingenuidade encantadora de Atreus colidem."[48] Além disso, ele reconheceu que a presença de Atreus mostrou um lado de Kratos não visto antes, e que Kratos evoluiu emocionalmente: "A raiva e a dor de seu passado estão em constante conflito com seu desejo de poupar seu filho, o que se manifesta até mesmo nas ações e palavras mais sutis, demonstrando o esforço que ele está colocando". Plessas também sentiu que o caráter de Atreus era similarmente complexo. Ele citou que é fácil para personagens infantis "sucumbir a uma série de arquétipos infantis irritantes", mas Atreus é mais como um jovem que está fazendo o melhor que pode em um mundo adulto.[48] Joe Juba da Game Informer, também elogiou a história, particularmente a relação entre Kratos e Atreus: "As interações de Kratos e Atreus variam de adversárias a compassivas, e essas trocas têm amplo espaço para respirar e atrair jogadores."[49] Juba disse que Kratos transmite mais caráter do que em qualquer jogo anterior.[49] Peter Brown da GameSpot, achou que, embora Kratos e Atreus fossem agradáveis, foi Mímir quem roubou o show. Ele também disse que, independentemente do personagem que o jogador conhece, o elenco de God of War é "forte, convincente e estranhamente encantador."[51] Escrevendo para Game Revolution, Jason Faulkner elogiou a Santa Monica na criação de uma sequência que os novos jogadores fossem capazes de entenderem sem, ao menos, terem jogado nenhum dos jogos anteriores, enquanto, ao mesmo tempo, fornecer referências de histórias dos jogos anteriores que os fãs mais antigos que retornam gostariam de receber. Falando da relação entre Kratos e Atreus, Faulkner escreveu que "Ver os dois crescerem ao longo de sua jornada é incrivelmente recompensador", equiparando-se ao de Ellie e Joel de The Last of Us ou Lee e Clementine de The Walking Dead da Telltale Games.[50]

Em termos do sistema de combate do jogo, Plessas afirmou que ao contrário dos jogos anteriores, que muitas vezes dependem do jogador para usar muitos combos de forma sequencial, este jogo é "mais sobre movimentos individuais juntos em resposta à variedade de inimigos sendo travada." Embora essa diferença possa ser pequena, ele disse que os ataques independentes do machado "apresentam benefícios e desvantagens que os jogadores precisarão entender e dominar para ser o mais efetivo possível". Além disso, embora o machado seja "conceitualmente simples", é "mecanicamente fascinante", e "é um meio versátil de desmembrar os inimigos e um elemento-chave na solução de enigmas".[48] Ele achou que o machado e todas as suas características eram "claramente recompensadoras de usar" e que tinha mais versatilidade do que todas as armas de outros jogos.[48] Juba disse que o Machado Leviatã é "uma ferramenta de destruição bem equilibrada e divertida". Ele gostou de como "enfatiza um estilo de combate mais calculado"; ele achou que o Machado Leviatã "faz de você um estrategista." Ele também gostou de como o sistema de combate se desdobrou gradualmente no decorrer do jogo; "embora aparentemente restritivo no início, os jogadores estarão alternando rapidamente entre armas e habilidades".[49] Enquanto alguns críticos gostaram muito da capacidade de chamar o Machado Leviatã de volta para a mão de Kratos,[49][54] Chris Carter da Destructoid, por outro lado, sentiu que ficou "velho depois de um tempo".[47] A implementação de Atreus foi elogiada. Plessas disse que Atreus é "surpreendentemente útil" e que "aterrissa no ponto perfeito no espectro entre independência e confiança".[48] Faulkner notou que "A interação entre Kratos, o seu machado, seus punhos e escudo, e o arco-e-flecha de Atreus faz um sistema de combate impressionante."[50] Apesar de sua abordagem diferente para o combate, em comparação com os jogos anteriores, Leon Hurley da GamesRadar+, achou que o jogo era "tão brutalmente inflexível quanto os jogos anteriores".[52]

Escrevendo para Polygon, Chris Plante elogiou o trabalho de câmera como uma "maravilha técnica", observando a natureza ininterrupta do jogo mudando de cutscenes para a gameplay.[55] Juba disse que essa decisão "mostrou-se imensamente gratificante durante grandes momentos, dando [ao jogador] uma visão íntima."[49] Faulkner, no entanto, alegou que "pode ​​ser difícil controlar a câmera e manter uma conta sobre os inimigos que você estiver lutando."[50] Em sua resenha para a IGN, Jonathon Dornbush sentiu que a intimidade da câmera mais próxima torna todas as emoções "mais reais e impactantes".[54] Falando sobre os visuais do jogo, Faulkner disse que o jogo parece incrível, "e com 4K e HDR este jogo vai além do que até jogos como o Horizon Zero Dawn nos mostraram ser possível nesta plataforma."[50] Brown observou que "God of War é uma vitrine técnica e artística. É, sem dúvida, um dos jogos de consoles mais bonitos já lançados."[51] Dan Ryckert da Giant Bomb, afirmou que jogos como Uncharted: The Lost Legacy e Horizon Zero Dawn "fizeram ótimos cases para um PS4 Pro e uma televisão 4K, mas os visuais de God of War são um ponto de venda maior do que qualquer coisa que eu já vi na plataforma da Sony até hoje."[53]

VendasEditar

Durante sua semana de lançamento no Reino Unido, God of War se tornou o título mais vendido da franquia, vendendo, somente em cópias físicas, 35% a mais do que God of War III.[65] A partir de 21 de maio de 2018, o jogo permaneceu no topo da lista de vendas de todos os formatos por cinco semanas consecutivas, estabelecendo um recorde para um exclusivo de PlayStation 4 com mais semanas consecutivas em número um.[66] Ele vendeu 46.091 cópias em sua primeira semana no Japão, o que o colocou em segundo lugar no gráfico de todas as vendas de formatos.[67]

O jogo vendeu mais de 3,1 milhões de cópias em apenas três dias após o seu lançamento, tornando-se o exclusivo de PlayStation 4 mais rapidamente vendido até então.[68] Foi o jogo mais vendido em seu mês de lançamento e contribuiu para que o PS4 fosse o console mais vendido naquele mês.[69] No total, o jogo vendeu mais de cinco milhões de cópias em seu primeiro mês, com 2,1 milhões em vendas digitais.[70][71]

Prêmios e indicaçõesEditar

God of War recebeu diversos prêmios de Jogo do Ano por diversas premiações, websites, revistas e publicações de jogos eletrônicos, incluindo a BAFTA Games Awards,[72] The Blade,[73] CNET,[74] Destructoid,[75] D.I.C.E. Awards,[76] Empire,[77] Entertainment Weekly,[78] G1,[79] The Game Awards,[80] Game Developers Choice Awards,[81] Game Informer,[82] Game Revolution,[83] GamesRadar+,[84] Hardcore Gamer,[85] IGN,[86] Nerdist,[87] Polygon,[88] Push Square,[89] Slant Magazine,[90] revista Time[91], Variety,[92] e VideoGamer.com.[93]

Na E3 2016, God of War recebeu o Prêmio Game Critics de "Elogios Especiais para Gráficos".[94] Foi também um candidato (e, posteriormente, vice-campeão) em três categorias no IGN Best of E3 2016 Awards, incluindo "Jogo do Show", "Melhor Jogo de PlayStation 4" e "Melhor Jogo de Ação".[95]

Ano Premiador(a) Categoria Resultado Ref.
2016 Game Critics Awards Elogios Especiais para Gráficos Venceu [94]
IGN's Best of E3 2016 Awards Jogo do Show Indicado [95]
Melhor Jogo de PlayStation 4 Indicado
Melhor Jogo de Ação Indicado
The Game Awards 2016 Jogo Mais Aguardado Indicado [96]
2017 The Game Awards 2017 Jogo Mais Aguardado Indicado [97]
2018 The Independent Game Developers' Association Awards Melhor Jogo de Ação-aventura Venceu [98][99]
Melhor Design de Áudio Indicado
Golden Joystick Awards Melhor Narrativa Venceu [100][101]
[102]
Melhor Design Visual Venceu
Melhor Design de Áudio Venceu
Jogo de PlayStation do Ano Venceu
Estúdio do Ano (Santa Monica Studio) Venceu
Ultimate Jogo do Ano Indicado
The Game Awards 2018 Jogo do Ano Venceu [103][104]
Melhor Direção de Jogo Venceu
Melhor Narrativa Indicado
Melhor Direção de Arte Indicado
Melhor Trilha Sonora Indicado
Melhor Design de Áudio Indicado
Melhor Performance (Christopher Judge como Kratos) Indicado
Melhor Jogo de Ação-aventura Venceu
IGN's Best of 2018 Awards Jogo do Ano Venceu [105]
Melhor Jogo de Ação-aventura Venceu [106]
Melhor Direção de Arte Venceu [107]
Melhores Gráficos Indicado [107]
Melhor História Venceu [108]
Melhor Música Indicado [109]
Melhor Jogo de PlayStation 4 Venceu [110]
2019 New York Game Awards Big Apple Award para Melhor Jogo do Ano Venceu [111][112]
Statue of Liberty Award para Melhor Mundo Indicado
Herman Melville Award para Melhor Escrita Indicado
Great White Way Award para Melhor Atuação em um Jogo (Christopher Judge como Kratos) Venceu
Great White Way Award para Melhor Atuação em um Jogo (Sunny Suljic como Atreus) Indicado
46° Annie Awards Melhor Animação de Personagens em um Jogo Indicado [113]
D.I.C.E. Awards Jogo do Ano Venceu [114][76]
Melhor Direção de Jogo Venceu
Melhor Direção de Arte Venceu
Melhor Trilha Sonora Original Venceu
Melhor Design de Áudio Venceu
Melhor História Venceu
Jogo de Aventura do Ano Venceu
Excelência em Design de Jogo Venceu
Melhor Personagem (Kratos) Venceu
Melhor Personagem (Atreus) Indicado
Excelência em Animação Indicado
Excelência em Realização Técnica Indicado
Writers Guild of America Awards 2019 Melhor Roteiro em um Jogo Eletrônico Venceu [115][116]
NAVGTR Awards 2019 Jogo do Ano Venceu [117][118]
Melhor Animação, Artístico Venceu
Melhor Animação, Técnico Indicado
Melhor Direção de Arte, Fantasia Venceu
Melhor Direção de Câmera em um Motor de Jogo Venceu
Melhor Design de Personagem Venceu
Melhor Design de Controles, 3D Venceu
Melhor Precisão de Controle Indicado
Melhor Design, Franquia Venceu
Melhor Direção Cinematográfica Venceu
Melhor Engenharia Indicado
Melhor Jogo de Aventura, Franquia Venceu
Melhores Gráficos, Técnico Venceu
Melhor Iluminação/Textura Venceu
Melhor Trilha Sonora Dramática, Franquia Venceu
Melhor Performance em um Drama, Principal (Christopher Judge) Venceu
Melhor Performance em um Drama, Principal (Sunny Suljic) Indicado
Melhor Performance em um Drama, Suporte (Jeremy Davies) Indicado
Melhor Edição de Som em um Jogo Cinematográfico Venceu
Melhores Efeitos de Som Venceu
Melhor Uso de Som, Franquia Indicado
Melhor Escrita em um Drama Venceu
SXSW Gaming Awards 2019 Jogo do Ano Venceu [119][120]
Excelência em SFX Indicado
Excelência em Animação Indicado
Excelência em Gameplay Indicado
Excelência em Realização Técnica Indicado
Excelência em Narrativa Indicado
Excelência em Visual Venceu
Excelência em Design Venceu
Game Developers Choice Awards 2019 Jogo do Ano Venceu [121][81]
Melhor Áudio Indicado
Melhor Design Indicado
Melhor Narrativa Indicado
Melhor Tecnologia Indicado
Melhor Arte Visual Indicado
Game Audio Network Guild Awards 2019 Áudio do Ano Venceu [122][123]
Música do Ano Venceu
Design de Som do Ano Venceu
Melhor Trilha Sonora Interativa Indicado
Melhor Áudio em uma Cutscene Cinematográfica Venceu
Melhor Diálogo Indicado
Melhor Instrumental Original ("God of War") Indicado
Melhor Composição Original ("Lullaby of the Giants") Venceu
Melhor Mixagem de Áudio Venceu
British Academy Games Awards 2019 Melhor Jogo Venceu [124][72]
Realização Artística Indicado
Realização de Áudio Venceu
Design de Jogo Indicado
Música Venceu
Narrativa Venceu
Performance (Christopher Judge como Kratos) Indicado
Performance (Danielle Bisutti como Freya) Indicado
Performance (Jeremy Davies como "O Estranho"/Baldur) Venceu
Performance (Sunny Suljic como Atreus) Indicado

Referências

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