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Guerras marcomanas
Parte da(o) s guerras romano-germânicas
Column of Marcus Aurelius - detail4.jpg
Data 166 – 180 d.C.
Local Germânia, ao longo do alto Danúbio, Panônia e Dácia
Desfecho Vitória romana; assinatura de um tratado favorável a Roma
Mudanças
territoriais
Status quo ante bellum; Repelida invasão germânica da fronteira do Danúbio
Combatentes
Vexilloid of the Roman Empire.svg Império Romano Marcomanos, quados, naristos, cotinos e outros povos germânicos ao longo do Danúbio, iáziges sármatas
Líderes e comandantes
Marco Aurélio
Lúcio Vero
Tibério Cláudio Pompeano
Cómodo
Balomar (marcomanos), Valao (naristos), Ariogeso (quados), Zântico (iáziges)

As guerras marcomanas ou marcomânicas (chamadas pelos romanos em latim de bellum Germanicum,[1]"guerra dos germanos", ou expeditio Germanica, "expedição germânica") foram uma série de conflitos militares que duraram mais de doze anos, de por volta de 166 d.C. até 180, nos quais o Império Romano enfrentou os marcomanos, os quados e outros povos germânicos, ao longo de ambas as margens do alto e do baixo Danúbio. A luta contra as invasões germânicas ocupou a principal parte do reinado do imperador romano Marco Aurélio, e foi durante estas campanhas que ele começou a escrever sua obra filosófica, Meditações, cujo primeiro livro traz o comentário: "Em meio aos quados, no [rio] Granua."[2]

Referências

  1. Historia Augusta, Marco Aurélio, 12, 92
  2. «Meditações, Livro 1». Internet Classics Archive 

BibliografiaEditar

Fontes primáriasEditar

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