Blackout (álbum de Britney Spears)

Álbum de estúdio de Britney Spears
(Redirecionado de Heaven on Earth)
Blackout
Álbum de estúdio de Britney Spears
Lançamento 25 de outubro de 2007
Gravação 2006—07
Gênero(s) Electropop
Duração 43:37
Formato(s) CD  · download digital
Gravadora(s) Jive
Produção Britney Spears (exec.)  · Jim Beanz  · Bloodshy & Avant  · The Clutch  · Danja  · Kara DioGuardi  · Corte "The Author" Ellis  · Freescha  · Sean "The Pen" Garrett  · Keri Hilson  · "Fredwreck" Farid Nasser  · The Neptunes  · J. R. Rotem
Cronologia de Britney Spears
B in the Mix: The Remixes
(2005)
Circus
(2008)
Singles de Blackout
  1. "Gimme More"
    Lançamento: 31 de agosto de 2007
  2. "Piece of Me"
    Lançamento: 27 de novembro de 2007
  3. "Break the Ice"
    Lançamento: 4 de março de 2008

Blackout (em português: Apagão) é o quinto álbum de estúdio da cantora americana Britney Spears. O seu lançamento ocorreu em 26 de outubro de 2007, através da gravadora Jive. Optando por restabelecer a sua carreira musical após o lançamento de seu quarto álbum de estúdio, In the Zone (2003), Spears começou a compor canções para um novo disco e a planejar o projeto em 2006, com diversos produtores, que afirmaram estarem impressionados com seu profissionalismo. O trabalho continuou em 2007, ano no qual os problemas pessoais da artista foram altamente divulgados — incluindo vários casos de comportamento errático e seu divórcio com o dançarino Kevin Federline — que começou a ofuscar seu trabalho profissional. A capa do álbum e as fotos de seu encarte correspondente, foram fotografadas por Ellen von Unwerth. Duas destas fotografias, que apresentam Spears em posições sexualmente sugestivas em um confessionário ao lado de um padre, geraram grande controvérsia com a Liga Católica. O álbum foi originalmente planejado para ser lançado nos Estados Unidos em 13 de novembro de 2007. Entretanto, a divulgação ilegal de faixas do disco na Internet fez com que seu lançamento fosse adiantado em duas semanas.

O disco representa um afastamento sonoro e lírico dos trabalhos anteriores de Spears, contendo canções que discutem temas em torno do amor, fama, escrutínio da mídia, sexo e boates e engloba predominantemente o electropop, além de influências de gêneros musicais como euro disco, rhythm and blues (R&B), dubstep e funk. As gravações do projeto ocorreram entre 2006 e o ano que o sucedeu, em estúdios nos Estados Unidos sob a produção executiva da própria intérprete, sendo que a sua produção musical ficou a cargo de Jim Beanz, Bloodshy & Avant, The Clutch, Danja, Kara DioGuardi, Corte "The Author" Ellis, Freescha, Sean "The Pen" Garrett, Keri Hilson, "Fredwreck" Farid Nasser, The Neptunes e J. R. Rotem.

Blackout recebeu análises positivas de críticos especializados em música contemporânea, a qual o prezaram como a obra mais progressiva e consistente de Spears até então. Entretanto, alguns profissionais sugeriram que sua qualidade deveria ter sido atribuída aos produtores em vez da cantora, e criticaram seus vocais, descrevendo-os como "robóticos". Obteve um mediano desempenho comercial, atingindo a liderança das tabelas do Canadá, Europa e Irlanda, enquanto listou-se entre as dez primeiras posições na Austrália, Áustria, Bélgica, Dinamarca e em outras doze nações. Nos Estados Unidos, foi esperado que debutasse na liderança da Billboard 200, mas estreou em segundo lugar, comercializando duzentas e noventa mil cópias em sua primeira semana após uma mudança de regra de última hora, tornando-se o primeiro álbum de estúdio da cantora a não estrear na primeira posição nos Estados Unidos. O material recebeu certificação de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA), e foi o 32º mais vendido no mundo em 2007. Em âmbito global, vendeu mais de três milhões de exemplares.

De Blackout surgiram três singles. O primeiro, "Gimme More", atingiu a terceira posição na tabela estadunidense, Billboard Hot 100, e foi bem sucedido comercialmente, culminando nas tabelas do Canadá e listando-se nas dez primeiras posições em diversos países. O segundo, "Piece of Me", liderou a tabela da Irlanda e atingiu a décima oitava posição nos Estados Unidos. Seu vídeo musical correspondente foi indicado em três categorias nos Prêmio da MTV de 2008 e venceu todas, incluindo a principal de Vídeo do Ano. O terceiro, "Break the Ice", obteve um desempenho moderado comercialmente, e atingiu a liderança da parada de canções dance. Ao contrário de seus discos anteriores, Spears não divulgou Blackout massivamente; sua única aparição televisiva para promover o trabalho foi uma performance universalmente criticada de "Gimme More" durante o Prêmio da MTV de 2007.

Antecedentes e desenvolvimentoEditar

 
J. R. Rotem (imagem) foi um dos produtores que trabalharam em Blackout com Spears desde o início do desenvolvimento do disco.

Em novembro de 2003, enquanto promovia seu quarto disco, In the Zone, Spears disse para a revista Entertainment Weekly que já estava compondo canções para seu álbum seguinte, e que também esperava inaugurar sua própria gravadora em 2004.[1] Henrik Jonback confirmou que ele havia escrito canções com a artista durante a etapa europeia da turnê The Onyx Hotel Tour (2004); "no ônibus e no seu quarto de hotel entre os concertos".[2] Após o seu casamento com o dançarino Kevin Federline em outubro de 2004, Spears anunciou através de uma carta em sua página oficial, que iria "fazer uma pausa para aproveitar a vida".[3] Entretanto, em 30 de dezembro do mesmo ano, ela fez uma aparição surpresa na estação radiofônica losangelena KIIS-FM para estrear uma mistura de uma nova faixa de andamento moderado, intitulado "Mona Lisa". Spears havia gravado a canção ao vivo com sua banda durante a turnê, e dedicou-a à todas "as lendas e ícones que existem". As letras lamentam a queda de Mona Lisa, chamando-a de "inesquecível" e "imprevisível", e adverte os ouvintes a não terem um "colapso". Ela também revelou que queria que a música fosse o primeiro single de seu próximo disco, provisoriamente intitulado The Original Doll, e esperava lançá-la "provavelmente antes do verão [de 2005], ou talvez antes".[4] Em janeiro de 2005, Spears divulgou outra carta em seu site, dizendo:[5]

Um represente da Jive Records declarou que, embora a cantora estivesse trabalhando no estúdio, "nenhum álbum está previsto no momento" e "não há planos de enviar 'Mona Lisa' as rádios".[6] "Mona Lisa" foi lançada em um CD bônus incluído no DVD de Britney & Kevin: Chaotic (2005).[7] Em 18 de setembro de 2005, ocorreu o nascimento do primeiro filho da artista, Sean Preston.[8] Durante uma entrevista para a revista People em fevereiro de 2006, Spears explicou que estava ansiosa para retomar sua carreira, comentando que sentia falta de "viajar (...) [estar na] estrada, conhecer lugares diferentes, estar com os dançarinos e se divertir. Aquela sensação de estar no palco, sabendo que é o seu melhor — eu amo. Eu precisava de uma pausa. Eu precisava estar faminta novamente".[9] Quando questionada sobre seu disco seguinte, ela disse que estava experimentando novos estilos no estúdio de sua casa com músicos ao vivo, transformando seu som em um gênero mais acústico e fazendo experimentações com o piano. Spears queria que o álbum representasse suas raízes de Louisiana, explicando que cresceu ouvindo blues. "Quando eu era pequena, eu ouvia a mim mesma. (...) Mas a gravadora contrata você, e você fica apenas grato por ter uma canção de sucesso. Você não pode mostrar sua voz real e de onde você veio. Eu gostaria de tentar ter mais influências desse som. Não [quero dizer] que eu serei como a incrível Tina Turner. Mas nunca se sabe", ela declarou.[10] A intérprete também disse que esperava que o trabalho revigorasse a cena pop da época, adicionando que "tem sido entediante. Nada tem sido bom para mim".[9] Em 9 de maio de 2006, Spears anunciou que estava grávida de seu segundo filho.[11] Poucos dias depois, produtores como J. R. Rotem e Sean Garrett disseram à MTV News que estavam trabalhando com a cantora.[12] Em 12 de setembro seguinte, ocorreu o nascimento do segundo filho da artista, Jayden James.[13] Ela pediu o divórcio de seu casamento com Federline em 7 de novembro do mesmo ano, citando diferenças irreconciliáveis.[14] Após o divórcio, suas festas particulares e seu comportamento publicamente errático chamaram a atenção da mídia ao redor do mundo e, como resultado, Spears entrou duas vezes na clínica de reabilitação Promises em fevereiro de 2007. Seu empresário Larry Rudolph divulgou um comunicado em 20 de março de 2007, dizendo que ela havia "completado seu tratamento de forma exitosa".[15]

GravaçãoEditar

As gravações de Blackout começaram em 2006, de acordo com um representante de Spears.[12] A artista conheceu Rotem em Las Vegas, no ínicio daquele ano, e selecionou-o para trabalhar no disco depois de ouvir "SOS", da cantora barbadense Rihanna. Eles escreveram e gravaram quatro músicas juntos, incluindo "Everybody" e "Who Can She Trust".[16] Em julho de 2006, ela começou a trabalhar com Danja, que recrutou compositores como Keri Hilson, Jim Beanz, Marcella Araica e Corte Ellis para trabalhar com ele.[17] A equipe escreveu sete faixas para Spears: "Gimme More", "Break the Ice", "Get Naked (I Got a Plan)", "Hot as Ice", "Perfect Lover", "Outta This World" e "Get Back".[17][18] Danja explicou que o processo criativo não foi difícil no começo, uma vez que a cantora o deixou "fazer muito bem o que queria", e que "se ela [Spears] sentiu isso, ela vai gostar. Se ela não sentiu isso, você vai perceber em seu rosto".[19] Hilson escreveu "Gimme More" com Spears em mente após Danja apresentar-lhe o instrumental, dizendo: "Eu só comecei a cantar, 'me dê, me dê',[n 1] acrescentei um pouco mais [de letras] e apenas me diverti e brinquei muito".[18] A intérprete começou a gravar com a equipe no Studio at the Palms em Las Vegas em agosto de 2006, durante o sétimo mês de sua segunda gestação. A gravação continuou na casa da cantora em Los Angeles, três semanas após o nascimento de Jayden James. Hilson comentou que "ela deu 150% [de si]. (...) Eu não conheço nenhuma outra mãe que faria isso".[18] Danja acrescentou que "apesar de todos os seus problemas pessoais, tanto quanto a ética de trabalho dela, eu não vi ninguém entrar daquele jeito e fazer o que foi feito". Quanto ao som do álbum, ele considerou-o como maior, mais maduro e que apresentaria "uma nova Britney", explicando: "Eu venho do hip hop, por isso é relacionado com [esse som], mas eu o abandonei".[17]

É definitivamente a Britney, mas em seu próximo nível. Em canções como 'Toxic', ela foi muito inovadora, e estamos tentando superar isso. Levá-la para a próxima etapa. O álbum não irá sair por enquanto, uma vez que está em seu início. Quando chegar a hora de promove-lo, ela estará com tempo livre, onde isso será a coisa principal. Mas agora, ela está feliz fazendo malabarismos entre a música e a maternidade.

J. R. Rotem falando sobre trabalhar com Spears.[12]

Kara DioGuardi — co-produtora de "Heaven on Earth", co-compositora e co-produtora de "Ooh Ooh Baby" — trabalhou com Spears enquanto ela estava grávida de seu segundo filho. DioGuardi disse que a cantora "trabalhou muito duro" e a descreveu como "imparável".[20] Em setembro de 2006, Rotem disse à MTV News que ele e Britney estavam naquele momento tentando inovar o som atual do rádio, exemplificando "Promiscuous", da canadense Nelly Furtado.[21] Em novembro de 2006, Spears gravou "Radar" com Ezequiel Lewis e Patrick M. Smith, membros da equipe The Clutch, nos estúdios Sony Music em Nova Iorque.[22][23] Lewis queria trabalhar com ela há um bom tempo e foi motivado a produzir algo para a artista que fosse "ajudar o projeto dela a se tornar um bom trabalho de retorno". Smith afirmou que a equipe tentou criar um disco "para os que conhecem e amam Britney Spears" e que não "abordaria os problemas pessoais que a intérprete estava lidando". Ambos comentaram que embora a cantora tenha chegado tarde para as sessões de gravação, ela pegou todos de surpresa com sua eficiência e seu profissionalismo, com Lewis acrescentando: "Foi absolutamente louco, e ela deu indicações muito boas. (...) Eu não sei o que eu estava esperando, porque fomos trabalhar nesse disco um dia após ela pedir o divórcio de Kevin [Federline]".[22] T-Pain, que co-compôs "Hot as Ice", esteve no estúdio com a cantora em fevereiro de 2007, e afirmou que uma das três músicas que gravaram foi concluída em apenas uma hora.[24] Ele disse que pensou "que ela estaria sentada no sofá comendo doritos, nachos ou algo assim (...), mas ela entrou, apertou a minha mão, me deu um abraço e foi direto para a cabine [de gravação]. Ela ficou lá e mostrou um grande profissionalismo".[25]

"Heaven on Earth" foi composta por Nicole Morier, Nick Huntington e Michael McGroarty, os dois últimos conhecidos coletivamente como Freescha.[23] Embora Morier já tivesse composto canções com Greg Kurstin e outros artistas, ela sentiu que "não tinha realmente encontrado o nicho [dela]" até escrever "Heaven on Earth", descrevendo-a como "uma canção muito honesta". Depois de apresentar a faixa para a sua gravadora, os executivos do selo se reuniram com Spears e sua A&R, Teresa LaBarbera Whites, que gostaram da música. Morier descreveu "Heaven on Earth" como a canção que transformou sua carreira.[26] Christian Karlsson e Pontus Winnberg, conhecidos profissionalmente como Bloodshy & Avant, co-compuseram e co-produziram quatro faixas: "Piece of Me", "Radar", "Freakshow" e "Toy Soldier". Quando o álbum estava aparentemente concluído, Whites convenceu Bloodshy & Avant a elaborarem uma nova obra. Winnberg comentou que sempre houve "uma regra tácita" de não escrever canções sobre a vida pessoal da cantora, uma vez que a Jive já havia anteriormente rejeitado "Sweet Dreams My LA Ex", por ser uma resposta explícita a "Cry Me a River", de Justin Timberlake. Entretanto, a dupla compôs "Piece of Me" com Klas Åhlund de qualquer maneira, como uma resposta ao escrutínio da mídia e ao sensacionalismo da vida privada da artista, e a enviou para a intérprete, que afirmou ter "amado". Winnberg declarou: "Nós sabíamos que a música havia quebrado todas as regras que nós tivemos. (...) Quando ela chegou ao estúdio, ela estava extremamente empolgada, aprendeu a letra de cor em seu carro e gravou a canção em meia hora"."[27] Antes do lançamento do disco, Whites disse à MTV News que o álbum "mostrava o grande crescimento [de Spears] como artista. (...) Ela estava muito envolvida com as canções e como elas haviam ficado. É a mágica dela que transformaram essas músicas no que elas se tornanaram".[25] Entre os produtores que trabalharam em Blackout mas cujas canções não fizeram parte da edição oficial, estão Scott Storch, Dr. Luke e Ne-Yo.[17]

ComposiçãoEditar

Circus é um pouco mais leve que Blackout. Acho que muitas das canções que eu fiz naquela época, eu estava passando por uma fase muito obscura na minha vida, então muitas das músicas refletem isso. (...) Mas eles [os discos] possuem estilos totalmente diferentes. Blackout é um pouco mais obscuro e ousado, e um pouco mais urbano.

—Spears comparando seu disco seguinte Circus com Blackout.[28]

Danja declarou que o objetivo de Spears era fazer um álbum divertido e dançante, com músicas de andamento acelerado e alta energia, comentando: "Ela queria se afastar do lado pessoal. [O disco] é divertido e básico, e não há nada de errado com isso. É sobre se sentir bem, celebrar a feminilidade".[17] Blackout representa um afastamento sonoro e lírico dos trabalhos anteriores de Spears, contendo canções que discutem temas em torno do amor, fama, escrutínio da mídia, sexo e boates e engloba predominantemente o electropop, além de influências do euro disco, rhythm and blues (R&B), dubstep e funk.[29][30][31] O disco se inicia com seu primeiro single, "Gimme More", uma canção electropop com influências de gêneros como o funk.[32][30] A obra começa com uma introdução falada pela artista, na qual ela diz a linha "É a Britney, vadia".[n 2][33] Embora aparentem ser sobre dança e sexo, as letras da faixa tratam sobre a fascinação da mídia com a vida privada da cantora, mais notavelmente nas linhas "Câmeras estão filmando enquanto dançamos loucamente / Elas continuam observado, continuam observando".[n 3][34] Lançada como o segundo foco de promoção do projeto, a música seguinte "Piece of Me" é derivada do electro, e interpretada em um insistente estilo pop groove.[35][36] Apresenta uma melodia executada através de um ritmo dançante de andamento lento, e consiste de distorções vocais, causando um efeito sonoro que dificulta distinguir qual é a voz de Spears.[35] Liricamente, trata sobre a fama, e é descrita como uma biografia que retrata as desventuras da artista, as quais são cantadas de uma maneira quase falada.[35][37] Segue-se "Radar", um número electro e euro disco com influências do electropop, que apresenta sintetizadores distorcidos imitando pulsos sonar, os quais foram comparados com os de "Tainted Love", de Soft Cell.[25][38] Nas letras, Spears deixa o sujeito saber que ele está em seu radar, enquanto lista as qualidades que o homem possui.[39]

Demonstração de 18 segundos do refrão de "Break the Ice", o qual é acompanhado por sintetizadores.[40]

Demonstração de 20 segundos da ponte de "Freashow". A faixa é construída sob o efeito "excêntrico" do dubstep, e os vocais de Spears são abaixados, fazendo-os soar como se fossem masculinos.[37][41]

Problemas para escutar estes arquivos? Veja a ajuda.

A quarta canção e último single do álbum, "Break the Ice" começa com Spears cantando as linhas "Faz um tempo / Eu sei que não devia ter deixado você esperando / Mas estou aqui agora".[n 4][25] Em termos musicais, o tema é derivado do electro-R&B e apresenta influências do rave e do crunk, sendo interpretado em um moderado pop groove. A música apresenta um coral[42][43] e Keri Hilson fornecendo vocais de apoio, soando quase como um dueto. Hilson explicou que a faixa é sobre "duas pessoais, uma garota e um garoto. (...) E a garota está dizendo: 'Você é um pouco frio. Me deixe esquentar as coisas e quebrar o gelo'".[25] Após o segundo refrão, a ponte começa com Spears dizendo "Eu gosto dessa parte", imitando Janet Jackson em "Nasty".[25] A quinta obra "Heaven on Earth" é uma canção de amor derivada do euro disco, e contém influências do new wave.[32][30] Selecionada pela cantora como a sua favorita do trabalho,[44] a obra é inspirada por "I Feel Love", de Donna Summer, com três linhas vocais transcorrendo ao longo da batida.[25][45] Nicole Morier comentou que o número foi escrito a partir de um lugar muito escuro, dizendo: "Eu estava pensando em algumas pessoas, em como elas eram tão perfeitas, e como eu tenho todas essas imperfeições (...) Eu acho que o que está sendo tocado [na canção] está a partir da perspectiva de alguém que sente como elas [essas pessoas] realmente precisavam dessa pessoa apenas para se sentir bem e seguro".[26] Segue-se "Get Naked (I Got a Plan)", um electropop de andamento acelerado, que liricamente trata sobre sexo.[25][37][46] É construída como um dueto entre Spears e Danja, que interpreta o refrão com sua voz distorcida para soar como um gemido em deterioração. A artista contribuiu com uma série de suspiros e gritos, e sua voz também é distorcida.[37] A sétima faixa "Freakshow" é construída sob o efeito "excêntrico" do dubstep.[37] A intérprete canta sobre dançar e estar nos holofotes, em linhas como "Faças as outras garotas ficarem loucas / Estou prestes a dançar / Veja aquele rapaz".[n 5][47] Durante a ponte, sua voz é abaixada, fazendo-a soar como se fosse masculina.[37][41]

"Toy Soldier", a oitava faixa, é uma canção electropop que soa similar aos trabalhos do grupo feminino Destiny's Child e apresenta uma caixa militar e Spears cantando sobre a sua necessidade de um novo parceiro.[43][47] Em "Hot as Ice" é um electro-funk com forte uso de sitentizadores em sua instrumentação e apresenta vocais de apoio de T-Pain, a intérprete canta as linhas "Sou apenas uma garota com a habilidade de deixar um homem louco / Fazer ele me chamar de 'mamãe', fazer ele ser meu novo garoto" em um registro mais elevado.[n 6][43][25] A nona canção "Ooh Ooh Baby" contém uma guitarra flamenca e mistura a batida de "Rock and Roll", de Gary Glitter, e a melodia de "Happy Together", do grupo The Turtles.[43] Nas letras, ela canta para uma amante, mais notavelmente nas linhas "Me toque e eu me sinto viva / Eu posso te sentir nos meus lábios / Eu posso te sentir bem no fundo".[n 7] Kara DioGuardi declarou que se inspirou pela relação entre Spears e seu primeiro filho no estúdio, comentando: "Eu olhei para os dois, a maneira de como eles se entreolhavam e a maneira de como ela segurava o bebê. Isso me pareceu interessante. Algumas vezes, [a canção] seria sobre uma criança e, algumas vezes, sobre um amante".[20] A penúltima faixa "Perfect Lover" é musicalmente derivada do R&B e apresenta uma batida de dança do ventre propulsiva, na qual Spears canta letras como "Tique-taque, tique taque / Venha e me pegue enquanto estou quente".[n 8][41][43] Influenciada pelo R&B, a última canção "Why Sould I Be Sad" é direcionada ao ex-marido da cantora, Kevin Federline.[32][43][47] A faixa bônus, "Everybody", contém demonstrações de "Sweet Dreams (Are Made of This)", da dupla britânica Eurythmics e apresenta a artista cantando sobre a pista de dança, em um registro vocal inferior e ofegante.[16]

Lançamento e capaEditar

 
Duas das imagens contidas no encarte de Blackout apresentam Spears fazendo poses sugestivas ao lado de um padre dentro de um confessionário; estas fotos foram criticadas pela diretora de comunicações da Liga Católica, Kiera McCaffrey, que declarou que o grupo considerou as fotografias como um "golpe de publicidade barata" para promover o disco.[48]

Em junho de 2007, Spears divulgou uma mensagem em sua página oficial na Internet pedindo ajuda com um título para o álbum. Entre as opções, estavam OMG Is Like Lindsay Lohan Like Okay Like, What If the Joke Is on You, Down Boy, Integrity e Dignity.[49] Em 6 de outubro seguinte, a Jive Records anunciou através de um comunicado de imprensa que o álbum seria intitulado Blackout, referindo-se a "bloquear a negatividade e abraçar a vida inteiramente".[50] O disco estava planejado para ser lançado em 13 de novembro de 2007; no entanto, a Jive anunciou em 10 de outubro de 2007, que o lançamento ocorreria em 30 de outubro, duas semanas antes do previsto, devido à divulgação ilegal de diversas faixas da obra na Internet.[51] No dia seguinte, a Zomba Label Group abriu um processo contra o blogueiro Perez Hilton, declarando que ele obteve ilegalmente e publicou em seu blog pelo menos dez canções e demos inacabadas do álbum. Representantes da gravadora alegaram que as postagens ocorreram ao longo dos três meses anteriores, e solicitaram danos morais e financeiros, bem como custos legais.[52] Em 30 de junho de 2009, a justiça apresentou uma estipulação para julgar o caso nos termos do acordo de liquidações reservadas. No mês seguinte, o juiz do Tribunal Distrital dos Estados Unidos, extinguiu o processo, com prejuízo.[53]

A capa do álbum e as imagens de seu encarte foram fotografadas por Ellen von Unwerth.[48] A capa foi lançada pela Jive Records em 12 de outubro de 2007, e retrata Spears de cabelos pretos e soltos, usando um chapéu branco e um vestido rosa.[54] Um resenhista do Ottawa Citizen sentiu que o design era "horrível".[55] Duas das imagens do encarte de Blackout caracterizam a artista e um padre em poses sugestivas, dentro de um confessionário. A primeira delas mostra a cantora, que usa uma cruz e meias arrastão, sentada no colo do sacerdote religioso, enquanto na segunda ela se inclina sugestivamente contra o confessionário, com o padre sentado no outro lado da divisória. Após o lançamento do álbum, a diretora de comunicações da Liga Católica, Kiera McCaffrey, declarou que o grupo considerou as fotos como um "golpe de publicidade barata" para promover o disco e condenou a cantora por "zombar de um sacramento católico". McCaffrey adicionou: "Todos o que vemos é o quão problemática essa garota está agora, principalmente com sua família, perdendo seus filhos, com sua carreira em declínio. E agora ela lança esse álbum e essa é a sua tática para promovê-lo?".[48] Gil Kaufman, da MTV, disse que as imagens eram reminiscentes ao vídeo musical de "Like a Prayer", de Madonna.[48] O encarte também contém fotos de cadeiras vazias com páginas rasgadas de tabloides e cenas do vídeo de "Gimme More". O disco não inclui uma lista de agradecimentos, ao contrário dos anteriores de Spears.[32]

RecepçãoEditar

Crítica profissionalEditar

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic (61/100)[56]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
About.com      [57]
Allmusic      [29]
Digital Spy      [40]
Folha de S. Paulo     [58]
The Guardian      [41]
PopMatters           [59]
Rolling Stone      [46]
Slant Magazine      [60]
Território da Música      [61]
USA Today     [62]

Blackout recebeu críticas medianas dos críticos especializados em música contemporânea.[56] O portal Metacritic, com base em vinte e quatro resenhas recolhidas, concedeu ao álbum uma pontuação de sessenta e um pontos de uma escala que vai até cem, indicando "análises geralmente positivas".[56] Stephen Thomas Erlewine, do portal Allmusic, deu para o projeto quatro de cinco estrelas, comentando que o disco "é o estado da arte dance-pop, uma prova das habilidades dos produtores e até mesmo de Britney, sendo de alguma forma, consciente o suficiente para perceber que ela deveria ter contratado os melhores [produtores], mesmo que ela não esteja em sua melhor [fase]".[29] Um analista da revista Blender, descreveu-o como "seu [álbum] mais consciente, uma coleção perfeitamente divertida de electropop brilhante e ousado".[30]

Analisando a obra com um B+, o editor da revista eletrônica Entertainment Weekly, Margeaux Watson, avaliou que embora o álbum não seja poético, "há algo deliciosamente escapista sobre Blackout, um álbum dance perfeitamente útil [e] abundante no tipo de elementos eletrônicos saltitantes que contém seu melhores sucessos".[47] Um crítico da publicação NME, deu a obra quatro pontos de dez totais e escreveu que os vocais altamente tratados da cantora fazem com que sua voz soe robótica, adicionando que "[sua voz] poderia ser realmente produzida com mais toques humanos".[63] Steve Jones, do jornal USA Today, atribui ao material duas estrelas e meia de quatro, analisando que "a melhor coisa em Blackout é que ele não faz nenhuma pretensão em apresentar o talento vocal [de sua intéprete] com baladas gorjeadas".[62] Tom Ewing, do portal Pitchfork Media, descreveu "Get Naked (I Got a Plan)" como a peça central do disco, e acrescentou que "como a maioria [das faixas] de Blackout, é um pop soberbo e moderno, que poderia provavelmente ser lançado por essa estrela [Spears] nesse momento. Britney, enquanto caminha [para] a catástrofe, faz uma boa cópia e seu disco pode encaixar-se naquilo que você quer".[37] Mike Schiller, da página online PopMatters, atribuiu ao material quatro estrelas de dez, e disse que "assim como sua capa totalmente berrante, Blackout é totalmente descartável e, finalmente, esquecível".[59]

Melissa Maerz, da revista Rolling Stone, deu para o disco uma nota de três estrelas e meia de cinco atribuíveis, e explicou que Blackout marca "a primeira vez em sua carreira que ela expressou qualquer pensamento real sobre sua vida" e que "ela vai dar os melhores atolamentos pop até que uma assistente social interrompa seu estoque de hits".[46] Sal Cinquemani, resenhista da Slant Magazine, atribuiu ao projeto três estrelas e meia de cinco totais, e comparou-o desfavoravelmente com o disco anterior da cantora, In the Zone (2003), escrevendo que embora Blackout "pontue bem, e seu quociente de gostosura seja notavelmente alto, [ele] não é muito um passo à frente na carreira de Britney, após seu supreendentemente forte In the Zone, no qual ela recebeu créditos de compositora na maioria das canções (ao contrário de meras três aqui)".[60] Bill Lamb, do portal About.com, definiu o álbum como um "trabalho sólido" e analisou que "a voz e o estilo inegaveis de Britney permanecem totalmente intactos".[57] Kerri Mason, da revista Billboard, analisou o projeto de forma mista, escrevendo que nele, Spears soa como uma "bêbada, inconfortavelmente super-sexualizada e em uma boate decadente depois de horas, ao invés de uma celebridade consolidada".[64] Andy Battaglia, da página The A.V. Club, deu para o material a nota B+ e disse que ele "contém um evento significativo e uma aberração inquietante que não poderia ser mais misteriosamente fabricada ou bizarramente inoportuna", no qual "cada canção soa marcadamente progressiva e estranha".[65]

Avaliando a obra com uma nota de quatro estrelas de cinco permitidas, o jornalista do The Guardian, Alexis Petridis, escreveu que o disco é "ousado e empolgante: a questão é se alguém será capaz de ouvir seu conteúdo devido ao barulho ensurdecedor de sua vida pessoal".[41] Peter Robinson, do mesmo periódico, declarou que Spears "entregou o melhor álbum de sua carreira, elevando o padrão da música pop moderna, com uma incendiária mistura de seus trabalhos anteriores com Shock Value, de Timbaland".[66] Kelefa Sanneh, do jornal The New York Times, escreveu que "as batidas eletrônicas e as linhas do baixo são grossas ao passo em que a voz da Srta. Spears é fina e, como sugere o título do álbum, o humor geral é estimulantemente sem remorso".[32] Ellee Dean, do portal The Phoenix, concedeu ao álbum duas estrelas e meia de quatro atribuíveis, e comentou que ele "possa ser uma homenagem à habilidade dos produtores que guiaram a intérprete nesse disco, mais do que qualquer um dos talentos dela. Mas, pelo menos, ela era esperta o suficiente para aceita ser guiada".[67] O crítico musical Robert Christgau, do site MSN Music, deu ao trabalho um B+ e comentou que o álbum soava "puro, suculento e [uma forma] de ficar nu plasticamente".[68] Nick Levine, do Digital Spy, condecorou Blackout com quatro estrelas de cinco totais, e escreveu que Spears soava "confiante, sedutora e movida pela luxúria, ela nunca realmente parece feliz".[40]

Analisando o álbum com três estrelas de cinco, o editor do portal brasileiro Território da Música, Rafael Sartori comentou que "sua voz é quase o tempo todo alterada com efeitos e não tem lá grande destaque nem apelo" e que "qualquer outra cantora que assumisse seu lugar poderia fazer igual e, provavelmente, melhor".[61] Lígia Nogueira, do G1, concedeu ao disco uma nota quatro, e comentou que Blackout "é tão artificial que deixa um gosto ruim na boca. Algumas faixas até enganam com seu colorido superficial, mas o produto final não rende nada além de uma boa indigestão. Ao longo de suas 12 faixas, a produção se esforça em maquiar a voz de Britney ao máximo — a tal ponto de soar como qualquer outra cantora pop atual, menos como ela mesma".[69] Um jornalista da Folha de S. Paulo avaliou o projeto com duas estrelas de quatro atribuíveis, e escreveu que "a cada faixa ouvimos um efeito digital diferente sobre sua voz: robótico ('Piece of Me'), Madonna ('Heaven on Earth') Gwen Stefani ('Toy Soldier'), Rihanna ('Break the Ice')... mas nunca Britney" e que "neste [disco], a própria cantora tem sua chatice e sua falta de talento vocal anuladas pela cuidadosa e variada produção".[58]

Impacto e legadoEditar

Britney usa Auto-Tune do mesmo jeito que Bob Dylan usava sua gaita — para pontuação, para atmosfera, para um efeito sonoro alienante [e] estranho. É uma explosão de distorção vocal, áspera na superfície, porém expressiva, capaz de soar descontroladamente divertida, abrasivamente pisada ou sedutora. Em 'Telephone', assim como em 'Piece of Me', o Auto-Tone faz para sua voz o que a gaita faz para Dylan em 'It Ain't Me, Babe' — uma maneira de dizer ao mundo para manter suas mãos longe de você. (...) A questão não é saber se Britney está perfurando os botões de si mesma. (Quando essa questão já foi o foco com uma estrela pop?) É o romance em curso entre a voz e a máquina. Parte do que faz Britney a mais perfeita das estrelas pop perfeitas é o jeito com o qual ela expressa sua personalidade mais apaixonadamente quando ela está se transformando em uma máquina. (...) Isso é o que faz seu som ser tão humano, afinal.

Rob Sheffield, da Rolling Stone analisando a demo de "Telephone" interpretada por Spears, canção posteriormente gravada por Lady Gaga.[70]

Quando Blackout foi lançado, o comportamento da cantora em público começou a entrar em conflito com sua imagem.[32][29] Stephen Thomas Erlewine, do Allmusic, escreveu que Spears era uma artista que sempre confiou em sua "personalidade cuidadosamente esculpida", mas que no momento do lançamento do disco, "essas imagens foram substituídas por imagens da cantora quebrando carros com guarda-chuvas, limpando seus dedos gordurosos em vestidos de grife, e cochilando no palco, cada novo desastre afastava qualquer sexualidade residual em sua imagem pública". O resenhista adicionou que o álbum serviu como uma trilha sonora "para os dias de [uma] Britney obscura e bêbada, refletindo o excesso que está estampado em todos os tabloides", enquanto notou que o projeto continha uma coerência que a imagem pública de Spears não apresentava.[29] Escrevendo para o The New York Times, Kelefa Sanneh observou que a intérprete tornou-se uma presença espectral em seu próprio trabalho, explicando que quando comparado com seus discos anteriores, "[ela] apresenta um perfil surpreendentemente baixo em Blackout. (...) Mesmo quando está sendo comercializada como uma ex-Mousekeeter bonita, e mesmo quando está em turnê pelo país com um microfone que funciona em grande parte como um adereço, algo nela estava intenso".[32] Tom Ewing, da Pitchfork Media, comparou a relação entre Spears e Blackout com a série televisiva americana Twin Peaks, dizendo que o que fez o programa ser "tão bom não foi a história central de 'garota boa que virou má', e sim a estranheza que a história liberou. E a vida de Britney fora do disco é muito distraída e facilitadora para este álbum extraordinário".[37]

Críticos musicais também referiram-se às altas expectativas em relação à direção e à qualidade da obra.[37][41] Ewig comentou que "onze faixas seguidas de dance-pop pesado e desafiador" talvez pode ter sido o que se esperava de Spears, mas "no papel e nos [eventos] precedentes, você pode ter esperado uma ou duas baladas apologéticas; uma música sobre seus filhos, talvez; uma estrela convidada de alto garbe. (...) Você não encontrará nenhuma dessas coisas [em Blackout], e eu gostaria de pensar que Britney teve o senso de evitá-las a si mesma". O redator também notou que após a divulgação ilegal de "Freakshow" na Internet, uma discussão em um fórum dubstep que tratava da canção atingiu sete páginas em 24 horas, gerando reações mistas e exemplificando que "ainda parece [que] quando o mainstream é fundido com a música underground, [ele] é levado a uma ampla discussão popular". Ewig também atribuiu a qualidade de cada composição de Blackout a razões econômicas, uma vez que uma das principais causas das vendas de discos terem começado a cair durante a era digital foi a "separação" de álbuns em lojas online — facilitando para que consumidores comprem algumas faixas ao invés do álbum inteiro. O analista explicou que "o diagrama de Revolver, o percussor dos álbuns pop — continha cada faixa boa, cada faixa que é um sucesso potencial — faz mais senso do que nunca. Especialmente se uma estrela possa continuar sonoramente atualizada em um mercado de rápida evolução".[37] Alex Petridis, do The Guardian, elaborou que, quando confrontado com uma imagem pública em "queda livre", um artista tem duas opções: fazer música "que remonta aos seus dias dourados e de pré-loucura" para "sublinhar sua completa normalidade" ou "jogar a precaução ao vento: dadas as suas fortunas minguantes, qual é o mal em assumir riscos musicais?".[41]

Resenhistas também notaram o uso do Auto-Tune na voz de Spears.[37][70] Ewing comentou que Blackout serve como um lembrete de como os vocais da cantora são instantaneamente reconhecíveis, dizendo que "tratados ou não tratados: sua fina roquidão sulista é um dos sons definitivos do pop dos anos 2000". Ele observou que o álbum "é uma aula magistral do Auto-Tune e do tratamento vocal como um instrumento de estúdio, interrompendo e tocando as canções tanto quanto ele as ajuda".[37] Ao analisar a demo de "Telephone" — obra posteriormente gravada por Lady Gaga — interpretada pela artista, o editor da Rolling Stone, Rob Sheffield comparou-a com "Piece of Me", "ainda provando quanto impacto Britney tem nos sons dos pop atual. As pessoas amam tirar sarro de Britney, e porque não, mas se 'Telephone' prova alguma coisa, é que Blackout talvez seja o álbum pop mais influente dos últimos cinco anos".[70] Em junho de 2012, Blackout foi adicionado à livraria musical e ao arquivo musical do Rock and Roll Hall of Fame, em reconhecimento à influência musical e cultural da obra, bem como à sua significância.[71]

Blackout foi nomeado pela Rolling Stone o 50º melhor álbum de 2007, em uma lista que apresentou os 100 melhores discos lançados naquele ano.[72] Em uma enquete feita pela Billboard em sua página oficial, o disco foi reconhecido como o melhor do ano. O projeto venceu a enquete com 37% dos votos, e mais de 16 mil votos foram compilados.[73] O trabalho venceu a categoria de Álbum Internacional do Ano no Prêmio NRJ de 2008, e obteve a condecoração de Album do Ano no Prêmio da MTV Européia realizado no mesmo ano.[74][75] Além de ter sido nomeado pelo jornal The Times como o quinto melhor álbum pop da década,[76] Blackout foi votado por leitores da Rolling Stone como o quinto melhor disco da década de 2000.[77]

SinglesEditar

 
Spears apresentando "Piece of Me" na parada da The Circus Starring Britney Spears (2009) em Paris, França.

"Gimme More" foi enviado para as estações de rádio americanas de músicas ritmicas e comerciais em 18 de setembro de 2007, servindo como o primeiro single de Blackout.[78] Posteriormente, foi disponibilizado na iTunes Store um extended play (EP) contendo diversos remixes da canção.[79] O número foi ainda comercializado em CD single, maxi single e download digital.[80][81][82] Comercialmente, a obra obteve um resultado positivo, culminando nas tabelas do Canadá e atingindo as dez primeiras colocações em diversos países, como Austrália, Bélgica, Dinamarca, Irlanda, Noruega e Reino Unido.[83][84][85][86] Em território estadunidense, a composição atingiu a terceira posição na Billboard Hot 100 e liderou a tabela de canções dance, convertendo-se no terceiro número um de Spears nessa parada.[87][88] Seu vídeo musical correspondente foi dirigido por Jake Sarfaty e estreou em 5 de outubro de 2007 na iTunes Store.[89][90] As cenas retratam a artista como uma stripper, fazendo pole dance enquanto interpreta a música.[89]

Escolhida para dar continuidade à divulgação do álbum, "Piece of Me" foi adicionado as estações radiofônicas americanas em 27 de novembro de 2007.[91] Posteriormente, foi promovida através de dois EPs digitais, ambos contendo diversos remixes, e comercializada em CD single, maxi single e download digital.[92][93][94][95] Em termos comerciais, a canção obteve um desempenho positivo, atingindo o topo das tabelas irlandesas e listando-se entre as dez mais vendidas em diversos territórios, como Alemanha, Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Reino Unido.[83][86][96][97] Nos Estados Unidos, obteve a décima oitava posição na Billboard Hot 100 e liderou a parada dance.[87][88] O vídeo musical foi dirigido por Wayne Isham e estreou em 14 de dezembro de 2007 através da página oficial da MTV.[98][99] As cenas retratam o cotidiano que a cantora levava durante seus anos de problemas com a mídia e a apresenta disfarçando-se com suas amigas para despistar os paparazzi.[98][100] Embora tenha sido recebido de forma mista por críticos especializados, que alegaram que o corpo da cantora foi digitalmente alterado,[101] o projeto recebeu três indicações ao Prêmio de Vídeos Musicais da MTV de 2008 e venceu todas elas, nomeadamente Melhor Vídeo Feminino, Melhor Vídeo de Pop e a principal da noite, Vídeo do Ano.[102]

Originalmente, "Radar" havia sido selecionado como o terceiro foco de promoção de Blackout, segundo o integrante da equipe The Clutch, Ezekiel Lewis.[22] Entretanto, após uma enquete feita no site de Spears na qual "Toy Soldier" e "Break the Ice" foram as opções para serem selecionadas como a terceira faixa de trabalho, a última venceu com 39% dos votos e foi enviada para estações de rádio comerciais e ritmicas em 4 de março de 2008.[103][104] Posteriormente, dois EPs digitais — ambos contendo remixes do número — foram disponibilizados.[105][106] A obra foi ainda comercializada nos formatos de CD single, maxi single e download digital.[107][108][109] Comercialmente, a canção obteve um desempenho moderado, classificando-se nas quarenta primeiras colocações em territórios como Austrália, Bélgica, Canadá, Nova Zelândia e Reino Unido.[83][86][110] Em território estadunidense, a composição atingiu a quadrigésima terceira colocação da Billboard Hot 100 e chegou ao pódio da parada dance.[87][88] Seu vídeo musical, influenciado pelo anime, foi dirigido por Robert Hales e estreou em 12 de março de 2008 no BlackoutBall.com, um portal criado exclusivamente para a estreia do projeto.[111][112] Baseado na personagem super-heroína da cantora no vídeo de "Toxic", o trabalho a retrata destruindo um laboratório de alta segurança com diversos clones, incluindo um de si mesma.[113]

PromoçãoEditar

Britney parecia com preguiça de fazer qualquer coreografia e mal conseguia acompanhar o playback. Visivelmente nervosa e fora de forma, a cantora abriu a premiação (...) enquanto as câmeras mostravam celebridades na primeira fila constrangidas com a trôpega performance.

—Gustavo Martins, em texto para o UOL, a comentar sobre a apresentação no VMA de 2007.[114]

Após dias de especulação da mídia, foi confirmado em 6 de setembro de 2007 que Spears abriria os Prêmio de Vídeos Musicais da MTV daquele ano, realizado no Pearl Theatre, situado no Hotel e Casino Palms em Las Vegas, Nevada. Foi também anunciado que ela iria apresentar "Gimme More", com um ato de mágica do ilusionista Criss Angel em algumas partes da performance.[115] Entretanto, Angel foi rejeitado pelos organizadores da premiação no último minuto.[116] A cantora iniciou os ensaios da apresentação em 7 de setembro no Pearl Theatre; um vídeo exclusivo do ensaio foi divulgado na página oficial da MTV no dia seguinte.[117] A performance começou com Spears dublando as primeiras linhas de "Trobule", canção de Elvis Presley, posteriormente ela iniciou a apresentação de "Gimme More", e câmera a mudou de direção para revelar a artista usando um biquíni preto encrustado de joias e botas pretas. Ela foi acompanhada por diversos dançarinos, trajados em figurinos pretos. Diversos dançarinos de pole dance dançaram em pequenos palcos localizados perto da plateia.[118] Ao final da apresentação, Spears sorriu e agradeceu o público antes de deixar o palco. A performance foi universalmente criticada. Jeff Leeds, do The New York Times, disse que "ninguém estava preparado para o fiasco da noite de domingo, no qual a apática Srta. Spears balançou através de seus passos de dança e murmurou apenas palavras ocasionais em uma tentativa abatida de dublar seu novo single".[119] Vinay Menon, do jornal Toronto Star, comentou que a intérprete "parecia irremediavelmente atordoada. Ela estava usando a expressão de alguém que foi colocado no Hotel e Casino Palms por um tornado, um que girou prontamente [para lá], tirando suas roupas e seu senso de propósito. (...) [Ela estava] pesada, em câmera lenta, como se alguém tivesse colocado cimento em suas botas de prostituta".[120] David Willis, da BBC, declarou que a apresentação "aparecerá nos livros de história como uma das piores do Prêmio [de Vídeos Musicais] da MTV".[121]

Ao contrário dos álbuns anteriores de Spears, Blackout não foi massivamente promovido por entrevistas para revistas, aparições em programas de entrevistas ou performances televisionadas, além da apresentação na cerimônia de premiação da MTV, e não foi sequer acompanhado por uma turnê. Em 27 de novembro de 2007, a MTV lançou o concurso "Britney Spears Quer um Pedaço de Você",[n 9] no qual os fãs da artista poderiam dirigir um outro vídeo para "Piece of Me", usando imagens de entrevistas e performances da cantora. Utilizando o recurso de edição MTV Video Remixer, os úsuarios poderiam misturar e criar uma mistura das cenas. O vídeo vencedor estreou no Total Request Live em 20 de dezembro do mesmo ano, e a MTV, a Jive Records e a própria Spears escolheram o ganhador. O concorrente também recebeu um aparelho Haier Ibiza Rhapsody, juntamente com um ano de assinatura da loja de música online Rhapsody, bem como toda a discografia da cantora lançada nos Estados Unidos.[122]

Alinhamento de faixasEditar

Blackout – Edição Padrão
TítuloCompositor(es)Produtor(es) Duração
1. "Gimme More"  Nate Hills  · James Washington  · Keri Hilson  · Marcella AraicaDanja  · Jim Beanz[A]  · Hilson[A] 4:11
2. "Piece of Me"  Britney Spears  · Christian Karlsson  · Pontus Winnberg  · Klas ÅhlundBloodshy & Avant 3:32
3. "Radar"  Karlsson  · Winnberg  · Henrik Jonback  · Balewa Muhammad  · Candice Nelson  · Ezekiel Lewis  · Patrick SmithBloodshy & Avant  · The Clutch[B] 3:48
4. "Break the Ice"  Hills  · Washington  · Hilson  · AraicaDanja  · Beanz[A] 3:16
5. "Heaven on Earth"  Michael McGroarty  · Nick Huntington  · Nicole MorierFreescha  · Kara DioGuardi 4:53
6. "Get Naked (I Got a Plan)"  Corte "The Author" Ellis  · Hills  · AraicaDanja  · Beanz[A] 4:45
7. "Freakshow"  Britney Spears  · Karlsson  · Winnberg  · Jonback  · Lewis  · SmithBloodshy & Avant  · The Clutch[B] 2:55
8. "Toy Soldier"  Karlsson  · Winnberg  · Magnus Wallbert  · Sean "The Pen" GarrettBloodshy & Avant  · Garrett[B] 3:22
9. "Hot as Ice"  Faheem Najm  · Hills  · AraicaDanja  · Beanz[A] 3:17
10. "Ooh Ooh Baby"  Spears  · DioGuardi  · "Fredwreck" Farid Nasser  · Eric CoomesFredwreck  · DioGuardi 3:28
11. "Perfect Lover"  Hills  · Washington  · Hilson  · AraicaDanja  · Beanz[A] 3:03
12. "Why Should I Be Sad"  Pharrell WilliamsThe Neptunes 3:10
Duração total:
43:37
Notas
A - denota produtores vocais
B - denota co-produtores
C - denota remixadores
D - denota produtores adicionais
Créditos de demonstração

CréditosEditar

Lista-se abaixo os profissionais envolvidos na elaboração de Blackout, de acordo com o encarte do álbum:[23]

Desempenho comercialEditar

Embora o Blackout tenha tido uma boa recepção crítica e tenha estreado no topo de várias tabelas semanais de vendas de álbuns em todo o mundo, o disco não conseguiu restaurar Spears para o auge comercial que ela desfrutou no início de sua carreira.[127] Jessica Letkemann, da Billboard, estimou que, possivelmente, o disco poderia debutar na liderança da Billboard 200.[127] Em 6 de novembro de 2007, a revista anunciou que embora as vendas de Long Road Out of Eden, de Eagles, tenham ultrapassado as obtidas por Blackout, o trabalho não iria estrear no pódio da tabela devido a uma regra da Nielsen SoundScan, a qual proibia que álbuns vendidos exclusivamente em uma loja (neste caso, Walmart) entrassem na Billboard 200.[128] Geoff Mayfield, analista sênior e diretor das tabelas musicais da publicação, explicou que ficou frustrado com a situação, dizendo: "Eu acredito que os Eagles tenham vendido mais, mas eu não vejo nada que verifique que eles tenham vendido mais do que ela [Spears], e nada que vemos de outra forma possam ser de pessoas com interesse em sugerir isso".[128] Na tarde do mesmo dia, a Walmart revelou através de um comunicado de imprensa, que Long Road Out of Eden comercializou setecentas e onze mil cópias.[128] À noite, foi informado através de um artigo publicado na página Billboard.biz, que após um acordo feito com a Nielsen SoundScan, a Billboard permitiria que discos vendidos em uma única loja entrassem na Billboard 200, cuja regra teria efeito na edição da mesma semana.[128] Long Road Out of Eden estreou no topo da parada com setecentas e onze mil cópias réplicas vendidas, enquanto Blackout estreou na vice-liderança com duzentos e noventa mil exemplares adquiridos.[128] Embora tenha se tornado o primeiro álbum de estúdio de Spears a não debutar no topo da tabela,[128][129][130] o projeto converteu-se no disco de uma cantora mais vendido digitalmente em sua semana de estreia na época e fez da cantora a primeira intérprete a estrar consecutivamente cinco trabalhos de estúdio nas duas primeiras colocações da parada.[129][130] Após o lançamento de Circus em dezembro de 2008, o disco reentrou na posição cento e noventa e oito da tabela, com vendas de quatro mil exempláres.[131] Foi certificado com platina pela Recording Industry Association of America (RIAA), denotando vendas de um milhão de unidades nos Estados Unidos, até março de 2015.[132][133]

No Canadá, o projeto estreou no topo da parada canadense de álbuns, com vendas de vinte e nove mil unidades, tornando-se o primeiro número um da cantora na tabela desde Britney (2001).[134] Foi posteriormente certificado como platina pela Music Canada devido às vendas de cem mil cópias no páis.[135] Paralelamente, na América Latina, Blackout também conseguiu registrar algumas conquistas comerciais. No México, o álbum se tornou o segundo mais vendido.[136] Por seu lado, no Brasil, recebeu uma certificação de ouro pela associação Pro-Música Brasil (PMB), que credenciou vendas legais de cinquanta mil cópias do projeto no país.[137]

Por sua vez, na Ásia e Oceania, Blackout também registrou algumas conquistas comerciais. Isso ficou evidente no Japão, onde se tornou o quarto em vendas, de acordo com a empresa Oricon e, posteriormente, recebeu a certificação de ouro pela Recording Industry Association of Japan (RIAJ), pelas venas superiores a cem mil cópias no país.[138][139] Da mesma forma, em 2007, o disco recebeu três certificações de platina pela associação 2M na Rússia. Depois de vender mais de oitenta mil cópias no país.[140] Blackout estreou como o terceiro mais vendido na Austrália e em oitavo lugar na Nova Zelândia.[141][142] Ainda assim, a obra foi condecorada com uma certificação de platina e ouro em ambos os territórios, respectivamente.[143][144]

No Reino Unido, o trabalho alcançou a vice liderança na tabela oficial de álbuns, com quarenta e duas mil unidades comercializadas, ficando apenas atrás de Long Road Out of Eden.[145] Permaneceu na tabela por 28 edições, e foi certificado como ouro pela British Phonographic Industry (BPI), em reconhecimento às vendas de cem mil cópias.[146] Na Irlanda, o álbum estreou no topo das tabelas irlandesas, substituindo Magic, de Bruce Springsteen, e recebeu uma certificação de platina pela Irish Recorded Music Association (IRMA), denotando vendas de quinze mil unidades.[147][148] Em outros lugares da Europa, Blackout também obteve um desempenho favorável, listando-se nas dez primeiras colocações em países como Alemanha, Áustria, Dinamarca, Itália e Portugal.[149][150][151] Como resultado, posicionou-se no pódio da tabela europeia de álbuns, impedindo Long Road Out of Eden e , de Eros Ramazzotti, de atingir o topo do periódico.[152] De acordo com a International Federation of the Phonographic Industry (IFPI), o disco foi o trigésimo segundo mais vendido mundialmente em 2007 e, até o final de 2008, já havia comercializado cerca de três milhões de exemplares em âmbito global.[153][154]

Tabelas semanaisEditar

Histórico de lançamentoEditar

País Data Formato Gravadora
Espanha[182] 25 de outubro de 2007 CD, download digital Jive
Itália[183]
Alemanha[184] 26 de outubro de 2007
França[185] 29 de outubro de 2007
Austrália[186] 30 de outubro de 2007
Polônia[187]
Reino Unido[188]
Canadá[189]
Estados Unidos[190]
Brasil[191] 1º de novembro de 2007
Portugal[192] 5 de novembro de 2007
Japão[193] 14 de novembro de 2007

Notas de rodapé

  1. No original: "Give me, Give me".
  2. No original: "It's Britney, Bitch".
  3. No original: "Cameras are flashin' while we're dirty dancin' / They keep watchin', keep watchin'".
  4. No original: "It's been a while / I know I shouldn't have kept you waiting / But I'm here now".
  5. No original: "Make them other chicks so mad / I'm 'bout to shake my ass / Watch that boy".
  6. No original: "I'm just a girl with the ability to drive a man crazy / Make him call me 'mama,' make him my new baby".
  7. No original: "Touch me and I come alive / I can feel you on my lips / I can feel you deep inside".
  8. No original: "Tick-tock / Tick-tock / Come and get me while I'm hot".
  9. No original: "Britney Spears Wants a Piece of You".

Referências

  1. «Britney Spears: Nobody's Angel». Entertainment Weekly. Novembro de 2003. ISSN 1049-0434 
  2. Recipeformen.com Staff (30 de novembro de 2007). «November: Henrik Jonback, musician and songwriter» (em inglês). Recipeformen.com. Consultado em 23 de abril de 2015 
  3. Jennifer Vineyard (16 de outubro de 2004). «Britney Spears Announces She's Taking A Break From Her Career» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  4. Jennifer Vineyard (3 de janeiro de 2005). «So Much For 'Taking Time Off': Britney Previews New Song On L.A. Radio Station» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  5. a b Jennifer Vineyard (4 de janeiro de 2005). «Britney Clarifies: I'm Taking A Break From Being Told What To Do» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  6. Melinda Newman (7 de janeiro de 2005). «Spears gives L.A. radio station 'Mona Lisa'» (em inglês). NBC News. NBC. Consultado em 23 de abril de 2015 
  7. RCA Staff (18 de outubro de 2005). «Chaotic - DVD Out October 31st» (em inglês). RCA/Jive Label Group. Sony Music Entertainment. Consultado em 23 de abril de 2015 
  8. Jennifer Vineyard (15 de setembro de 2005). «Britney Spears Gives Birth To A Baby Boy» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  9. a b Chris Harris (17 de fevereiro de 2006). «Britney Spears Working On New Album To Boost 'Boring' Pop Scene» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  10. «Britney Speaks Her Mind». People. Agosto de 2011. ISSN 0093-7673 
  11. Jennifer Vineyard (9 de maio de 2006). «Britney Pregnant Again» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  12. a b c Jennifer Vineyard (7 de novembro de 2006). «Britney Working On 'Crazy-Ass' New Music And Even Rapping» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  13. Jennifer Vineyard (12 de setembro de 2006). «Britney's Baby: It's A Boy!» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  14. Jennifer Vineyard (7 de novembro de 2006). «Britney Spears Files For Divorce – It's Official» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  15. Jennifer Vineyard (7 de novembro de 2007). «Britney Spears Leaves Rehab» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  16. a b Chris Lee (17 de maio de 2006). «The No. 1 choice of pop-music divas» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 23 de abril de 2015 
  17. a b c d e Jennifer Vineyard (10 de maio de 2007). «Britney Spears Collaborator Says Her LP Is 'About Feeling Good, Celebrating Womanhood'» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  18. a b c OK! Reporter (2 de outubro de 2007). «Keri Hilson: 'Gimme More' is My Song!» (em inglês). OK!. Consultado em 23 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  19. Toskitaka Kondo (13 de fevereiro de 2008). «Q&A: Danja» (em inglês). Rhapsody. Consultado em 23 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  20. a b Extra Staff (31 de outubro de 2007). «Producer Says Brit Was 'Unstoppable' While Recording 'Blackout'» (em inglês). Extra. Consultado em 23 de abril de 2015 
  21. Corey Moss (18 de setembro de 2006). «Britney's New Music Is 'The Next Level,' Producer Says» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  22. a b c «The Clutch Talks How To Write a Hit Song» (em inglês). Allternatives. All Hip Hop. 22 de abril de 2008. Consultado em 23 de abril de 2015 
  23. a b c (2007) Créditos do álbum Blackout por Britney Spears.
  24. Shaheem Reid (30 de agosto de 2007). «T-Pain Talks About Recording With Britney Spears: 'She Was About Her Business'» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  25. a b c d e f g h i Jennifer Vineyard (12 de outubro de 2007). «Britney Spears' New Album, Blackout: A Track-By-Track Report» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 23 de abril de 2015 
  26. a b Kimbel Bouwman (23 de agosto de 2010). «Interview with Nicole Morier, songwriter for Britney Spears, Wynter Gordon, Pixie Lott, Sky Ferreira - Aug 23, 2010» (em inglês). HitQuarters. Consultado em 23 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  27. Jan Gradvll (16 de julho de 2008). «Bloodshy & Avant» (em sami do norte). Café Magazine. Hachette Filipacchi Médias. Consultado em 23 de abril de 2015 
  28. Jocelyn Vena (20 de novembro de 2008). «Britney Spears Explains Why Circus Is 'Lighter' And Less Edgy Than Blackout» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 25 de abril de 2015 
  29. a b c d e Stephen Thomas Erlewine. «Britney Spears - Blackout | Allmusic» (em inglês). Allmusic. Rovi Corporation. Consultado em 25 de abril de 2015 
  30. a b c d NME Staff (9 de novembro de 2007). «NME Album: Blackout: Britney Spears». NME. Blender. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  31. Spanos, Brittany. «The Biggest Influences on Pop in the 2010s». Rolling Stone. Consultado em 25 de abril de 2015 
  32. a b c d e f g Kelefa Sanneh (9 de novembro de 2007). «'Miss Bad Media Karma' Sings, Too». The New York Times (em inglês). The New York Times Company. Consultado em 25 de abril de 2015 
  33. Eric R. Danton (30 de outubro de 2007). «CD Review: 'Blackout' by Britney Spears». The Hartford Courant (em inglês). Tribune Company. Consultado em 23 de abril de 2015. Arquivado do original em 25 de maio de 2012 
  34. Nick Levine (22 de outubro de 2007). «Britney Spears: 'Gimme More'» (em inglês). Digital Spy. Hachette Filipacchi Médias. Consultado em 23 de abril de 2015 
  35. a b c Bill Lamb. «Britney Spears – Piece of Me». About.com (em inglês). The New York Times Company. Consultado em 23 de abril de 2015. Arquivado do original em 19 de Julho de 2019 
  36. Alex Fletcher (7 de janeiro de 2008). «Singles Reviews – Britney Spears – Piece of Me» (em inglês). Digital Spy. Hachette Filipacchi Médias. Consultado em 23 de abril de 2015 
  37. a b c d e f g h i j k l Tom Ewing (20 de novembro de 2007). «Britney in the Black Lodge (Damn Fine Album)» (em inglês). Pitchfork Media. Ryan Schreiber. Consultado em 23 de abril de 2015 
  38. Access Hollywood (12 de setembro de 2007). «Decent early reviews of new Britney tracks». Today (em inglês). National Broadcasting Company. Consultado em 23 de abril de 2015 
  39. Kimberly Chou (19 de setembro de 2007). «Britney? Back. - The Michigan Daily». The Michigan Daily (em inglês). University of Michigan. Consultado em 23 de abril de 2015 
  40. a b c Nick Levine (29 de outubro de 2007). «Britney Spears, "Blackout"» (em inglês). Digital Spy. Hachette Filipacchi Médias. Consultado em 23 de abril de 2015 
  41. a b c d e f g Alexis Petridis (26 de outubro de 2007). «Britney Spears, Blackout». The Guardian (em inglês). Guardian Media Group. Consultado em 25 de abril de 2015 
  42. Chuck Arnold (11 de setembro de 2011). «Sneak Preview: Britney Spears's New Album Details». People (em inglês). Time Inc. Consultado em 23 de abril de 2015 
  43. a b c d e f Darryl Sterdan (26 de outubro de 2007). «Britney's back with a thud» (em inglês). Jam!. Quebecor Inc. Consultado em 20 de abril de 2015. Arquivado do original em 19 de Julho de 2013 
  44. OK! Reporter (31 de outubro de 2007). «Britney Talks!» (em inglês). OK!. Consultado em 23 de abril de 2015. Arquivado do original em 18 de Janeiro de 2008 
  45. J. Freedom du Lac (30 de outubro de 2007). «'Blackout': Britney Is Back, Not That You'd Notice». The Washington Post (em inglês). The Washington Post Company. Consultado em 23 de abril de 2015 
  46. a b c Melissa Maerz (15 de novembro de 2007). «Britney Spears, Blackout». Rolling Stone (em inglês). Jann Wenner. Consultado em 25 de abril de 2015 
  47. a b c d Margeaux Watson (26 de outubro de 2007). «Blackout Review». Entertainment Weekly (em inglês). Time Inc. Consultado em 25 de abril de 2015 
  48. a b c d Gil Kaufman (30 de outubro de 2007). «Britney Spears Slammed By Catholic League For Blackout's Religious-Themed Photos» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 24 de abril de 2015 
  49. MTV News Staff (10 de maio de 2007). «Hilary Duff Stuffs Backpacks; Plus Lindsay Lohan, Fabolous, Foxy Brown, Paris Hilton, Britney Spears & More, In For The Record» (em inglês). MTV News. MTV Networks]]. Consultado em 24 de abril de 2015 
  50. «Britney Spears names new album "Blackout"» (em inglês). Reuters. 6 de outubro de 2007. Consultado em 24 de abril de 2015 
  51. MTV News Staff (10 de outubro de 2007). «Britney Spears Plans An Early Blackout; Plus Diddy, Black Eyed Peas, Bobby Brown, Justin Timberlake & More, In For The Record» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 24 de abril de 2015 
  52. MTV News Staff (11 de outubro de 2007). «Amy Winehouse To Perform At Woodie Awards; Plus Snoop Dogg, Busta Rhymes, Linkin Park, Perez Hilton, Britney Spears & More, In For The Record» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 24 de abril de 2015 
  53. CMLP Staff (24 de outubro de 2007). «Zomba Recording, LLC v. Lavandeira» (em inglês). Citizen Media Law Project. Berkman Center for Internet & Society. Consultado em 24 de abril de 2015 
  54. Stephen M. Silverman (12 de outubro de 2007). «Britney Spears's Cover Art Revealed». People (em inglês). Time Inc. Consultado em 24 de abril de 2015 
  55. «Britney's latest album: Two views on Blackout». Ottawa Citizen (em inglês). Canada.com. Postmedia News. 30 de outubro de 2007. Consultado em 23 de abril de 2015. Arquivado do original em 5 de Dezembro de 2012 
  56. a b c «Britney Spears – Blackout – Metacritic» (em inglês). Metacritic. Consultado em 25 de abril de 2015 
  57. a b Bill Lamb. «Britney Spears - Blackout». About.com (em inglês). The New York Times Company. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 5 de dezembro de 2012 
  58. a b «O último da Britney Spears». Folha de S. Paulo. Grupo Folha. 29 de outubro de 2007. Consultado em 25 de abril de 2015 
  59. a b Mike Schiller (29 de outubro de 2007). «Britney Spears: Blackout» (em inglês). PopMatters. Consultado em 25 de abril de 2015 
  60. a b Sal Cinquemani (23 de outubro de 2007). «Britney Spears: Blackout» (em inglês). Slant Magazine. Consultado em 25 de abril de 2015 
  61. a b Rafael Sartori (30 de novembro de 2011). «Britney Spears: Blackout». Território da Música. Consultado em 25 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  62. a b Steve Jones (25 de novembro de 2007). «Britney throws a few sparks on 'Blackout'». USA Today (em inglês). Gannett Company. Consultado em 25 de abril de 2015 
  63. «NME Album: Blackout: Britney Spears». NME (em inglês). IPC Media. 9 de novembro de 2007. Consultado em 25 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  64. Keri Mason. «Review: Blackout - Britney Spears». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 13 de novembro de 2007 
  65. Andy Battaglia (13 de novembro de 2007). «Britney Spears: Blackout». The A.V. Club (em inglês). The Onion. Consultado em 25 de abril de 2015 
  66. Peter Robison (11 de novembro de 2007). «Britney Spears, Blackout and Kylie Minogue, X». The Guardian (em inglês). Guardian Media Group. Consultado em 25 de abril de 2015 
  67. Ellee Dean (6 de novembro de 2007). «Britney Spears - CD Reviews - Blackout». The Phoenix (em inglês). Phoenix Media/Communications Group. Consultado em 25 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  68. Robert Christgau. «Britney Spears» (em inglês). MSN Music. Microsoft. Consultado em 25 de abril de 2015 
  69. Lígia Nogueira (30 de outubro de 2007). «Artfícios não salvam novo disco de Britney Spears» (em inglês). G1. Organizações Globo. Consultado em 25 de abril de 2015. Arquivado do original em 26 de Fevereiro de 2007 
  70. a b c Rob Sheffield (6 de maio de 2010). «Britney Phone Home: Why Spears' "Telephone" Beats Lady Gaga's By a Robo-Mile». Rolling Stone (em inglês). Jann Wenner. Consultado em 27 de abril de 2015 
  71. «Blackout [sound recording] / Britney Spears» (em inglês). Rock and Roll Hall of Fame. Consultado em 27 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  72. Rolling Stone Staff (27 de dezembro de 2007). «The Top 50 Albums of 2007». Rolling Stone (em inglês). Jann Wenner. Consultado em 27 de abril de 2015. Arquivado do original em 15 de abril de 2009 
  73. Billboard Staff (1 de dezembro de 2007). «Billboard - 2007: Year In Music». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 27 de abril de 2015. Arquivado do original em 9 de janeiro de 2008 
  74. Kimberly Dadds (28 de janeiro de 2008). «Spears wins album award at NRJ ceremony» (em inglês). Digital Spy. Hachette Filipacchi Médias. Consultado em 27 de abril de 2015 
  75. Ben Lyons; Laura Sutherland (7 de novembro de 2008). «Britney Spears seals comeback with two gongs at MTV Europe Music Awards». Daily Record (em inglês). Trinity Mirror. Consultado em 27 de abril de 2015 
  76. «The 100 best pop albums of the Noughties». The Times. 21 de novembro de 2009. ISSN 0140-0460 
  77. Rolling Stone Staff. «The Decade-End Readers' Poll». Rolling Stone (em inglês). Jann Wenner. Consultado em 27 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  78. «Rhythmic Week Of: September 18, 2007» (em inglês). Radio & Records. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 5 de dezembro de 2012 
  79. «‎Gimme More (Remixes) - EP» (em inglês). iTunes Store. Consultado em 26 de abril de 2015 
  80. «Gimme More [2 Track CD]» (em inglês). Amazon. Consultado em 26 de abril de 2015 
  81. «Gimme More/Premium» (em inglês). Amazon. Consultado em 26 de abril de 2015 
  82. «Gimme More». Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 5 de dezembro de 2012 
  83. a b c «Britney Spears Album & Song Chart History » Canadian Hot 100» (em inglês). Canadian Hot 100. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  84. «Ultratop.be - Gimme More» (em inglês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 26 de abril de 2015 
  85. «Top 50 Singles, Week Ending 25 October 2007» (em inglês). GFK Chart-Track. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  86. a b c «Britney Spears - Artist Chart History» (em inglês). The Official Charts Company. Consultado em 26 de abril de 2015 
  87. a b c «Britney Spears Album & Song Chart History » The Hot 100» (em inglês). Billboard Hot 100. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  88. a b c «Britney Spears Album & Song Chart History » Dance/Club Songs» (em inglês). Hot Dance Club Songs. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  89. a b Aaron Parsley (5 de outubro de 2007). «Britney Plays Dual Roles in Steamy 'Gimme More' Video». People (em inglês). Time Inc. Consultado em 26 de abril de 2015 
  90. Aaron Parsley (4 de outubro de 2007). «New Britney Video Set to Air». People (em inglês). Time Inc. Consultado em 26 de abril de 2015 
  91. «CHR/Top 40 Week Of: November 27, 2007» (em inglês). Radio & Records. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  92. «Piece of Me - EP di Britney Spears» (em inglês). iTunes Store. Apple Inc. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  93. «Piece of Me (Remixes) - EP by Britney Spears» (em inglês). iTunes Store. Apple Inc. Consultado em 26 de abril de 2015 
  94. «Piece Of Me» (em inglês). Amazon. Consultado em 26 de abril de 2015 
  95. «Piece of Me/Premium» (em inglês). Amazon. Consultado em 26 de abril de 2015 
  96. «Top 50 Singles, Week Ending 17 January 2008» (em inglês). GFK Chart-Track. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  97. «Ultratop.be - Piece Of Me» (em inglês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 26 de abril de 2015 
  98. a b Jem Aswad (28 de novembro de 2007). «Britney Spears Shoots 'Piece Of Me' Video, Using Pursued-By-Paparazzi Theme» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 26 de abril de 2015 
  99. «Video Premiere: Britney Spears' 'Piece of Me'» (em inglês). AceShowbiz. 15 de dezembro de 2007. Consultado em 26 de abril de 2015 
  100. Jocelyn Vena; Matt Elias (23 de novembro de 2009). «Britney Spears Took Aim At The Media In 'Piece Of Me' Video» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 26 de abril de 2015 
  101. Daily Mail Reporter (18 de dezembro de 2007). «Was Britney 'slimmed down' in new video?». Daily Mail (em inglês). Daily Mail and General Trust. Consultado em 26 de abril de 2015 
  102. «2008 MTV Video Music Awards» (em inglês). MTV Video Music Awards. MTV. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  103. «CHR/Top 40». R&R (em inglês). Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  104. «Rhythmic». R&R (em inglês). R&R. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  105. «Break The Ice van Britney Spears» (em inglês). Páises Baixos: 7digital. Consultado em 26 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  106. «Break the Ice (Remixes) by Britney Spears» (em inglês). iTunes Store. Apple Inc. Consultado em 26 de abril de 2015 
  107. «Break the Ice/Basic» (em inglês). Amazon. Consultado em 26 de abril de 2015 
  108. «Break the Ice/Premium» (em inglês). Amazon. Consultado em 26 de abril de 2015 
  109. «Break The Ice by Britney Spears». 7digital. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  110. «Ultratop.be - Break The Ice» (em inglês). Ultratop. Hung Medien. Consultado em 26 de abril de 2015 
  111. Daily Mail Reporter (13 de março de 2008). «Britney Spears transformed into a slimline superhero for her new animated video». Daily Mail (em inglês). Daily Mail and General Trust. Consultado em 26 de abril de 2015 
  112. Daniel Kreps (12 de março de 2008). «Britney Spears' "Break The Ice" Video To Premiere Today, Fandemonium Ensues». Rolling Stone (em inglês). Jann Wenner. Consultado em 26 de abril de 2015 
  113. Amy Elisa Keith (13 de março de 2008). «Britney Spears' New Video: Cyborgs and Thigh-High Boots». People (em inglês). Time Inc. Consultado em 26 de abril de 2015 
  114. Gustavo Martins (10 de setembro de 2007). «Britney decepciona em seu retorno no VMA 2007». UOL Música. Universo Online. Consultado em 29 de agosto de 2016. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  115. Chris Harris (6 de setembro de 2007). «Britney Spears To Open 2007 MTV Video Music Awards: It's Official!» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 27 de abril de 2015 
  116. Times Online Reporter (10 de setembro de 2007). «Oops! Britney Spears forgets the words in catastrophic return to stage». The Times (em inglês). News Corporation. Consultado em 27 de setembro de 2015 
  117. James Montgomery (8 de setembro de 2007). «Britney Spears Rehearses For The VMAs – Watch The Video!» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 27 de setembro de 2015 
  118. Gil Kaufman (10 de setembro de 2007). «Britney Spears Kicks Off Show, But VMA Night Belongs To Rihanna And Justin Timberlake» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 27 de abril de 2015 
  119. Jeff Leeds (13 de setembro de 2007). «Spears's Awards Fiasco Stirs Speculation About Her Future». The New York Times (em inglês). The New York Times Company. Consultado em 27 de abril de 2015 
  120. Vinay Menon (11 de setembro de 2007). «Get out of the spotlight, Britney». Toronto Star (em inglês). Michael Cooke. Consultado em 27 de abril de 2015 
  121. David Willis (10 de setembro de 2009). «Britney's MTV comeback falls flat». BBC Online (em inglês). British Broadcasting Corporation. Consultado em 27 de abril de 2015 
  122. Jennifer Vineyard (29 de novembro de 2007). «Britney Spears Launches Fan-Made-Video Contest – Winning Clip To Air On 'TRL'» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 27 de abril de 2015 
  123. «Britney Spears - Blackout» (em inglês). Discogs. Consultado em 23 de abril de 2015 
  124. «ブラックアウト» (em japonês). Amazon. Consultado em 23 de abril de 2015 
  125. «Blackout (Bonus Track Version) by Britney Spears» (em inglês). iTunes Store. Apple Inc. Consultado em 23 de abril de 2015 
  126. «Blackout by Britney Spears» (em inglês). iTunes. Consultado em 4 de fevereiro de 2020 
  127. a b Chris Harris (1 de novembro de 2007). «Britney Spears' Blackout Projected To Light Up The Charts For Fifth No. 1 Debut» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 30 de abril de 2015 
  128. a b c d e f Gil Kaufman (7 de novembro de 2007). «Britney Spears' Blackout Denied No. 1 Debut On Billboard Chart After Last-Minute Rule Change» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 30 de abril de 2015 
  129. a b «Britney Spears Debuts #1 on European Albums Chart and Debuts #1 on U.S. Digital Albums Chart». PR Newswire. 8 de novembro de 2007. Consultado em 30 de abril de 2015. Arquivado do original em 26 de maio de 2020 
  130. a b c «Britney Spears – Blackout (Billboard 200)» (em inglês). Billboard 200. Billboard. Consultado em 15 de maio de 2020 
  131. James Montgomery (10 de dezembro de 2008). «Britney Spears Is Back On Top As Circus Sells More Than 500,000 Copies» (em inglês). MTV News. MTV Networks. Consultado em 30 de abril de 2015 
  132. a b «Certificações (Estados Unidos) (álbum) – Britney Spears – Blackout» (em inglês). Se necessário, clique em Advanced, depois clique em Format, depois selecione Album, depois clique em SEARCH. Recording Industry Association of America. Consultado em 2 de março de 2020 
  133. Gary Trust (24 de março de 2015). «Ask Billboard: Britney Spears's Career Sales». Billboard (em inglês). Prometheus Global Media. Consultado em 30 de abril de 2015 
  134. a b «Britney Spears – Blackout (Canadian Albums Chart)» (em inglês). Canadian Albums Chart. Billboard. Consultado em 15 de maio de 2020 
  135. a b «Certificações (Canadá) (álbum) – Britney Spears – Blackout» (em inglês). Music Canada. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  136. a b «Britney Spears – Blackout (Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas)» (em espanhol). Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas. Consultado em 15 de maio de 2020. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2020 
  137. a b «Certificações (Brasil) (álbum) – Britney Spears – Blackout». Pro-Música Brasil. Consultado em 2 de março de 2020 
  138. a b «Britney Spears – Blackout (Oricon)». Oricon (em japonês). Consultado em 15 de maio de 2020 
  139. a b «Certificações (Japão) (álbum) – Britney Spears – Blackout» (em japonês). Recording Industry Association of Japan. Consultado em 2 de março de 2020. Arquivado do original em 3 de junho de 2020 
  140. a b «Certificações (Rússia) (álbum) – Rihanna – Loud». 2M Online.ru (em russo). 2010. Consultado em 15 de maio de 2020. Arquivado do original em 3 de junho de 2020 
  141. a b «Britney Spears – Blackout (ARIA Charts)» (em inglês). ARIA Charts. Consultado em 15 de maio de 2020 
  142. a b «Britney Spears – Blackout (Recorded Music NZ)» (em inglês). Recording Industry Association of New Zealand. Consultado em 15 de maio de 2020 
  143. a b «ARIA Charts – Accreditations – 2008 Albums» (em inglês). Australian Recording Industry Association. Consultado em 2 de março de 2020 
  144. a b «Certificações (Nova Zelândia) (álbum) – Britney Spears – Blackout» (em inglês). Recording Industry Association of New Zealand. Consultado em 2 de março de 2020 
  145. a b «Britney Spears – Blackout (UK Albums Chart)» (em inglês). UK Albums Chart. The Official Charts Company. Consultado em 15 de maio de 2020 
  146. a b «Certificações (Reino Unido) (álbum) – Britney Spears – Blackout» (em inglês). British Phonographic Industry. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  147. a b «Britney Spears – Blackout (Irish Recorded Music Association)» (em irlandês). Irish Recorded Music Association. Consultado em 15 de maio de 2020 
  148. a b «Certificações (Irlanda) (álbum) – Britney Spears – Blackout». Irish Recorded Music Association (em inglês). Consultado em 2 de março de 2020 
  149. a b «Britney Spears – Blackout (GfK Entertainment Charts)» (em alemão). GfK Entertainment Charts. Musicline.de. 12 de maio de 2008. Consultado em 15 de maio de 2020 
  150. a b «Britney Spears – Blackout (Hitlisten)» (em inglês). Hitlisten. Consultado em 15 de maio de 2020 
  151. a b «Britney Spears – Blackout (Associação Fonográfica Portuguesa)» (em inglês). Associação Fonográfica Portuguesa. Consultado em 15 de maio de 2020 
  152. a b Lars, Brandle (8 de novembro de 2007). «Britney Spearheads Hot Euro Chart Return» (em inglês). Billboard 
  153. «Top 50 Global Best Selling Albums 2007» (PDF) (em inglês). Federação Internacional da Indústria Fonográfica. Consultado em 30 de abril de 2015. Arquivado do original (PDF) em 26 de maio de 2020 
  154. a b Alexis Petridis (28 de novembro de 2008). «CD review: Britney Spears - Circus». The Guardian (em inglês). Guardian Media Group. Consultado em 30 de abril de 2015 
  155. «Britney Spears – Blackout (ARIA Dance Charts)» (PDF) (em inglês). ARIA Charts. Consultado em 15 de maio de 2020 
  156. «Britney Spears – Blackout (Ö3 Austria Top 40)» (em alemão). Ö3 Austria Top 40. Consultado em 15 de maio de 2020 
  157. «Britney Spears – Blackout (Ultratop 40)» (em neerlandês). Ultratop 50. Hung Median. Consultado em 15 de maio de 2020 
  158. «Britney Spears – Blackout (Ultratop 40)» (em francês). Ultratop 40. Hung Median. Consultado em 15 de maio de 2020 
  159. «Britney Spears – Blackout (Hrvatska diskografska udruga)» (em inglês). Hrvatska diskografska udruga. Consultado em 8 de junho de 2016. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2020 
  160. «Britney Spears – Blackout (Productores de Música de España)» (em inglês). Productores de Música de España. Consultado em 15 de maio de 2020 
  161. «Britney Spears – Blackout (IFPI Finlândia)» (em finlandês). IFPI Finlândia. Consultado em 18 de março de 2010 
  162. «Britney Spears – Blackout (Syndicat National de l'Édition Phonographique)» (em inglês). Syndicat National de l'Édition Phonographique. Consultado em 15 de maio de 2020 
  163. «Britney Spears – Blackout (Magyar Hanglemezkiadók Szövetsége)» (em húngaro). Magyar Hanglemezkiadók Szövetsége. Consultado em 15 de maio de 2020 
  164. «Britney Spears – Blackout (Federazione Industria Musicale Italiana)» (em inglês). Federazione Industria Musicale Italiana. Consultado em 15 de maio de 2020 
  165. «Britney Spears – Blackout (VG-lista)» (em inglês). VG-lista. Consultado em 15 de maio de 2020 
  166. «Britney Spears – Blackout (MegaCharts)» (em neerlandês). Hung Medien. Consultado em 15 de maio de 2020 
  167. «Britney Spears – Blackout (Związek Producentów Audio Video)» (em polonês). OLiS. Związek Producentów Audio Video. Consultado em 15 de maio de 2020 
  168. «Britney Spears – Blackout (Sverigetopplistan)» (em inglês). Sverigetopplistan. Consultado em 15 de maio de 2020 
  169. «Britney Spears – Blackout (Schweizer Hitparade)» (em inglês). Schweizer Hitparade. Consultado em 15 de maio de 2020 
  170. «ARIA Charts - End Of Year Charts - Top 100 Albums 2007» (em inglês). ARIA Charts. Consultado em 30 de abril de 2015 
  171. «Top Billboard 200 Albums: Year-end 2007» (em inglês). Billboard 200. Consultado em 30 de abril de 2015 
  172. «Top 100 Mexico – Los Más Vendidos 2007» (PDF) (em espanhol). Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas. Consultado em 30 de abril de 2015. Arquivado do original (PDF) em 26 de maio de 2020 
  173. «UK Year-end Albums 2007» (PDF) (em inglês). UK Albums Chart. Consultado em 30 de abril de 2015 
  174. «ARIA Charts - End Of Year Charts - Top 100 Albums 2007» (em inglês). ARIA Charts. Consultado em 30 de abril de 2015 
  175. «Rapports Annuel 2007» (em inglês). Ultratop 40. Consultado em 30 de abril de 2015 
  176. «Top Billboard 200 Albums: Year-end 2008» (em inglês). Billboard 200. Consultado em 30 de abril de 2015 
  177. «UK Year-end Albums 2008» (PDF) (em inglês). UK Albums Chart. Consultado em 30 de abril de 2015 
  178. «Ultratop − Goud en Platina – albums 2011» (em inglês). Ultratop. Consultado em 2 de março de 2020 
  179. «Certificações (França) (álbum) – Britney Spears – Blackout» (em francês). Syndicat National de l'Édition Phonographique. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  180. «Adatbázis – Arany- és platinalemezek – 2008» (em húngaro). Magyar Hanglemezkiadók Szövetsége. Consultado em 19 de dezembro de 2019 
  181. Copsey, Rob (26 de outubro de 2017). «Britney's Blackout: 10 Official Chart facts on its 10th birthday» (em inglês). Official Charts Company. Consultado em 2 de março de 2020 
  182. «Blackout» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 
  183. «Blackout» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 
  184. «Blackout» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 
  185. «Blackout» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 
  186. «Blackout» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 
  187. «Blackout (CD)» (em inglês). Empik. Consultado em 30 de abril de 2015 
  188. «Blackout» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 
  189. «Blackout» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 
  190. «Blackout» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 
  191. «Blackout, Britney Spears». Livraria Saraiva. Consultado em 30 de abril de 2015. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020 
  192. «SPEARS, BRITNEY | BLACKOUT». CDGO. Consultado em 30 de abril de 2015 
  193. «ブラックアウト» (em inglês). Amazon. Consultado em 30 de abril de 2015 

Ligações externasEditar

  A Wikipédia possui o
Portal Britney Spears