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A hematose pulmonar é um processo químico-molecular que visa a estabilização das trocas gasosas, oxigênio e dióxido de carbono - a fim de manter o equilíbrio ácido básico. É, portanto, o intercâmbio, no caso de difusão indireta, de oxigénio e dióxido de carbono nas paredes dos alvéolos pulmonares, entre o ar e o sangue, permitindo a oxigenação do sangue venoso, que se torna arterial. A hematose é uma consequência da respiração aeróbia.

Existem pulmões em todos os vertebrados terrestres - todos eles realizam a hematose pulmonar.

A trajetória do oxigénio pelas vias respiratórias do ser humano inicia-se na boca ou fossas nasais, seguindo-se para a faringe, laringe, traqueia, brônquio, bronquíolo e, finalmente, alvéolo pulmonar.

A eficiência das trocas gasosas nos seres humanos deve-se à grande área de superfície alveolar; à fina espessura da parede alveolar; e à vasta rede de vasos capilares nas paredes dos alvéolos. Esta vascularização evidencia a importância do sistema circulatório para a respiração, visto que é o sangue (e também a linfa) que leva o oxigénio às células.

Em alguns animais, como a , verifica-se a existência de dois tipos


BibliografiaEditar

  • OLIVEIRA, Marcos Miller Silva de, e outros; Terra, Universo de Vida 11 - 1ª parte, Biologia; Porto Editora; Porto; 2008.