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A estrela η Carinae é uma das mais próximas (8000 a. l.) candidatas a hipernova.

Uma hipernova ou supernova superluminosa é um tipo de explosão estelar que libera 100 vezes mais energia que uma supernova comum, a hipernova é talvez o tipo de explosão mais poderoso desde o Big Bang, que foi a explosão (expansão) responsável pelo surgimento do universo.[1]

Uma hipernova resulta em um buraco negro e produz longas erupções de raios gama, que podem ter de dois segundos até um minuto de duração. Os raios gama são a forma de luz mais energética existente, tendo de dez mil até dez milhões de vezes mais energia que a luz que nós podemos ver com os nossos olhos.

As erupções de raios gama foram um evento descoberto na década de 1960 (muito antes da hipernova) e durante um longo tempo pôde ser detectado no céu terrestre, porém com aleatoriedade e aparentemente sem explicação.

Bohdan Paczynski foi o primeiro cientista a relacionar estes dois eventos, em 1998, na época em que ele era da Universidade de Princeton. Em 2003 os telescópios do ESO fizeram uma observação a qual foi fundamental para relacionar as erupções de raios gama e o fenômenos da hipernova.

ClassificaçãoEditar

Baseados nas evidências dos relatos ocorridos e nas diferenças entre eles, foram definidos três tipos diferentes de eventos. As SLSN-II que irradiam fóton que antes estavam depositados em densas camadas de hidrogênio, onde foram colocados por fortes choques e frequentemente mostram já ter tido contato com o material circunstelar. As SLSN-R que são eventos pobres em hidrogênio que foram provindas de uma instabilidade binária e as SLSN-I que é um tipo pobre em hidrogênio e que não emite radioatividade (este tipo é como um análogo pobre em hidrogênio do SLSN-II).[2]

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Brighter than an Exploding star, it`s a hypernova!». 20 de maio de 1999. Consultado em 7 de dezembro de 2018 
  2. Avisay Gal, Yam (15 de agosto de 2012). «Luminous Supernovae». Cornell University Library. Consultado em 7 de dezembro de 2018 

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  3. «Um universo de descobertas» (PDF)