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Suposta pegada de um Yeti encontrada por Michael Ward e fotografada por Eric Shipton, tirada na Glacial Menlung em 1951 numa expedição no Everest, Nepal.

Iéti (nepalês: हिममानव, yeti lit. "homem da montanha") ou Abominável Homem das Neves é o nome dado a uma criatura que supostamente vive na região dos Himalaias. Desde 1961, o governo do Nepal declarou oficialmente que o iéti existe. [1]

Índice

LendaEditar

Segundo a lenda, seriam descendentes de um rei macaco que se casou com uma ogra[carece de fontes?]. Frequentemente costuma ser relacionado a outra criatura que possivelmente pode existir, como o bigfoot (pé-grande ou sasquatch), outra criatura misteriosa, que viveria nos Estados Unidos ou no Canadá. O registo visual mais famoso até hoje ocorreu com o explorador Anthony Wooldridge em 1986. Ele estava acampado nas montanhas localizadas no norte da Índia. Ele teria visto o Yeti a alguns metros do acampamento. Segundo ele, o Yeti teria ficado imóvel por 45 minutos. Depois que o local foi examinado, foi descoberto que o Yeti avistado seria apenas uma pedra coberta de neve. Anthony Wooldridge admitiu que havia se enganado.

Tem cerca de 2 metros de altura, assim como seu parente, bigfoot, e também é relatado que possua o mesmo odor fétido, característicos das criaturas citadas em várias civilizações, assim como o mapinguari, na amazônia, o sasquach, no Canadá, o bigfoot nos Estados Unidos, Skunk Ape na Flórida e Orang Pendek, na Indonésia, todos possuem existência não confirmadas.

Aparições fora do HimalaiaEditar

O abominável homem das neves também está presente em diversas outras culturas pelo mundo, principalmente em lugares extremamente hostis e montanhosos. Pesquisadores sugerem que o Yeti tem o estranho costume de acasalar com seres de outras espécies, como os humanos, deixando descendentes por todo o mundo com características muito parecidas com as suas porém adaptadas ao clima local.

CiênciaEditar

Em 2014, uma equipe da Universidade de Oxford analisou 57 amostras de cabelo, alegadamente sendo de Yeti, submetendo 36 deles para o teste de DNA. A equipe de Bryan Sykes corresponderam duas das amostras de dois diferentes Yetis a um urso polar de 40.000 anos de idade, que os especialistas pensavam extinto anos atrás[2][3]. Entretanto, outros cientistas questionam os resultados do teste de DNA apresentado por Sykes. Dr. Edwards e Dr. Barnett acreditam que a análise genética das amostras dos pelos atribuídos ao yeti pela equipe de Sykes poderia ser apenas uma degradação do DNA de urso polar[4]. Sykes concordou que as suas amostras do Yeti não eram da queixada de um urso polar pleistocênico[5].

Um estudo em 2017 analisou os grandes fragmentos de DNA, analisando os genomas mitocondriais completos de supostos yetis e comparando-os com os genomas mitocondriais de vários ursos, incluindo ursos polares e ursos marrons tibetanos[6]. Oito amostras de restos, tais como pele, ossos e dentes, supostamente provenientes de Yeti, realmente provêm de três tipos diferentes de ursos que vivem no Himalaia[7].

Ver tambémEditar

Referências

  1. Mais um passo do Abominável Homem das Neves.
  2. DNA testing proves the Yeti is actually a prehistoric polar bear, scientist says por MEG WAGNER no "NEW YORK DAILY NEWS", publicado em 2 de julho de 2014
  3. Abominable News: Yeti Identified As Ancestral Polar Bear publicado na revista FORBES em 02/Julho/2014
  4. Himalayan ‘yeti’ DNA: polar bear or DNA degradation? A comment on ‘Genetic analysis of hair samples attributed to yeti’ by Sykes et al. by C. J. Edwards , R. Barnett Publicado pela " The Royal Society" em 17 de dezembro de 2014 DOI: 10.1098/rspb.2014.1712
  5. Response to Edward and Barnett por Terry W. Melton , Michel Sartori , Bryan C. Sykes Publicado pelo "The Royal Society" em 17 de dezembro de 2014 DOI: 10.1098/rspb.2014.2434
  6. Here’s yet more evidence that the mythical yeti was probably a bear por Laurel Hamers (2017)
  7. Evolutionary history of enigmatic bears in the Tibetan Plateau–Himalaya region and the identity of the yeti por Tianying Lan, Stephanie Gill, Eva Bellemain DOI: 10.1098/rspb.2017.1804 (2017)

Ligações externasEditar