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Igreja Católica na Líbia

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Flag of Libya.svg
Líbia
Antiga catedral de Benghazi, na Líbia.
Santo padroeiro São Cipriano[1]
Ano 2010[2]
População total 6.360.000[2]
Cristãos 170.000 (2,7%)[2]
Católicos 100.000 (1,5%)[2]
Presidente da Conferência Episcopal Paul Desfarges, S.J.[3]
Núncio apostólico Alessandro D’Errico[4]
Códice LY

A Igreja Católica na Líbia é parte da Igreja Católica universal, em comunhão com a liderança espiritual do Papa, em Roma, e da Santa Sé. Em geral os membros católicos são ex-muçulmanos, e é particularmente vulnerável à perseguição. Os números de católicos (e de outros cristãos) são baixos, especialmente após o início dos conflitos que levaram o país a duas guerras civis. Após a derrubada do regime de Muammar Gaddafi, grupos islâmicos militantes lutam para conquistar vantagens perante o Estado. Os poucos líbios que são cristãos, e não muçulmanos, têm de manter a fé em segredo, ainda que os convertidos do islã sejam poucos. Os líbios étnicos são proibidos de participar de serviços religiosos cristãos. O surgimento de programas de TV cristãos via satélite e sites cristãos em árabe, fez com que o interesse no cristianismo venha aumentando. Como na maioria dos países muçulmanos, a conversão causa pressão social e familiar. É comum que os cristãos que expressem sua fé publicamente, tanto líbios quanto estrangeiros, sejam mortos brutalmente, ou enfrentem prisões, trabalhos forçados, ameaças ou agressões.[5]

HistóriaEditar

Referências bíblicasEditar

A Líbia tem ligação com as religiões abraâmicas desde os tempos bíblicos. O país é citado nos livros de Judite, de Jeremias e dos Atos dos Apóstolos:

 
Imagem da quinta estação da Via Crúcis, em que Simão Cireneu ajuda Jesus a carregar a cruz até o calvário.

Citação: Então, os reis e os príncipes de todas as cidades e de todas as províncias, da Síria, da Mesopotâmia, da Síria de Sobal, da Líbia e da Cilícia, enviaram seus delegados a Holofernes. escreveu: «Jt 3,1 – Tradução da Bíblia Ave Maria»
Citação: Montai a cavalo; lançai-vos, carros; avançai, soldados: núbios e líbios que põem escudo, lídios que retesam o arco. escreveu: «Jr 46,9 – Tradução da Bíblia do Peregrino»
Citação: Como então ouvimos cada um em nossa língua nativa? Partos, medos, elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e Capadócia, Ponto e Ásia, Frígia e Panfília, Egito e distritos da Líbia junto a Cirene, romanos residentes, judeus e prosélitos, cretenses e árabes: todos os ouvimos contar em nossas línguas as maravilhas de Deus. escreveu: «At 2,8-11 – Tradução da Bíblia do Peregrino»

Também contam as Sagradas Escrituras que o homem que ajudou Jesus a carregar a cruz, chamado Simão, era líbio, mais especificamente da cidade de Cirene:
Citação: Passava por aí, voltando do campo, certo Simão de Cirene (pai de Alexandre e Rufo), e o forçaram a carregar a cruz. Conduziram-no ao Gólgota (que significa Lugar da Caveira). escreveu: «Mc 15,21-22 – Tradução da Bíblia do Peregrino»

Cristianismo primitivoEditar

A expansão do cristianismo ao longo do norte da África não é tão conhecida.[6] O cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano no ano 380, por ordem do imperador Teodósio I, por meio de uma lei conhecida como Édito de Tessalônica. Houve períodos do Império em que, fora Roma, as maiores cidades eram Alexandria, no Egito, e Cartago, onde atualmente está a Turquia. Essas cidades se tornaram um reduto para a igreja cristã.[7] Pensadores cristãos primitivos, como Tertuliano, São Cipriano e Santo Agostinho, nasceram no norte da África e serviram em Cartago Isso favoreceu o florescimento da Igreja Católica na região, incluindo a Líbia.[6]

Desde o século II ao século IV, a vida cristã, nas regiões setentrionais de África, foi intensíssima e esteve na vanguarda, tanto do estudo teológico como da expressão literária. Saltam-nos à memória os nomes dos grandes doutores e escritores, como Orígenes, Santo Atanásio e São Cirilo, luminares da Escola Alexandrina; e, na outra extremidade mediterrânica da África, Tertuliano, S. Cipriano, e sobretudo Santo Agostinho, um dos espíritos mais brilhantes do cristianismo. [...]. Durante estes primeiros séculos da Igreja em África, também algumas mulheres deram testemunho de Cristo. De entre elas, obrigatória é a menção particular das Santas Felicidade e Perpétua, Santa Mônica, e Santa Tecla.
 

Inevitavelmente são debatidos os motivos por que uma igreja tão promissora não conseguiu resistir à expansão árabe nos séculos VII e VIII. O islamismo entrou no continente africano a partir dos países do norte da África, como Marrocos e Egito, e foi uma das primeiras regiões a ser conquistadas pelos seguidores de Maomé.[8] Vários fatores podem ter contribuído para isso, por exemplo:

  • Ressentimento do povo nativo contra governantes estrangeiros e sua respectiva identidade religiosa. O povo berbere aparentemente escolheu uma religião que os diferenciava da filiação à igreja alternativa contribuiu para a identidade berbere e para a oposição política.[6]
  • Pela disputa de poder que ocorria na igreja, após o surgimento da heresia donatista, que ganhou apoio entre os berberes e surgiu após o cristianismo se tornar a religião oficial do império. A Igreja Católica permaneceu política e culturalmente mais próxima aos romanos, enquanto os hereges donatistas representavam um movimento eclesiástico mais nacionalista, com uma postura conservadora, mas incorporou uma expressão mais carismática. Valorizavam a herança africana, de sua identidade como uma igreja de mártires e do ensino de Tertuliano sobre o discipulado radical e a pureza da vida cristã. Já a Igreja Católica, por outro lado, enfatizava a universalidade da igreja, os ensinamentos de Tertuliano sobre a unidade e o serviço da igreja à sociedade. O conflito entre a Igreja Católica e os donatistas pode então representar a tensão entre a igreja como entidade global e como entidade local – os donatistas eram uma ameaça à unidade da igreja. Alguns dos fatores eram: Os esforços de unidade falhavam e as igrejas rotulavam uma à outra como falsas. Isso causou uma tensão importante na Igreja enquanto entidade.[6][9]

Segundo a perspectiva histórica convencional, a conquista islâmica do Magrebe pelo Califado Omíada entre 647 e 709 acabou de forma efetiva com o catolicismo em toda a África durante vários séculos.[10]

Idade MédiaEditar

Durante o século XIII, a região foi vistada por São Francisco de Assis, que almejava evangelização e trabalhos caritativos com os pobres. Durante sua peregrinação, e apesar das cruzadas, São Francisco encontrou e dialogou com o sultão Camil, que governava a Terra Santa na época. O santo tentou converter o sultão, porém sem sucesso[11] Entre os séculos XII e XVII a atividade missionária cristã em geral foi muito limitada, contudo a Igreja Católica conseguiu entrar novamente no século XV, ainda assim com pouco sucesso.

ColonizaçãoEditar

A colonização italiana da África abrangeu o domínio de parte da Líbia em 1883, além de outros países como Eritreia e Somália. A Líbia se tornou um território italiano em 1911, pois os italianos com o pretexto de proteger a cidade Tripolitânia, declaram guerra ao Império Otomano. Em 1914 todo o território já pertencia à Itália. No início da Primeira Guerra Mundial a Líbia reconquista completamente seu território. Em 1939 os italianos incorporaram-na novamente,[12] e no início da Segunda Guerra Mundial, todos os missionários não católicos foram expulsos do país e não conseguiram retornar até 1946.[5] Entre 1942 e 1943 a Líbia libertou-se da Itália, e passou a ser um território franco-britânico até a sua independência, em 1951. Este período de colonização europeia facilitou a entrada de missionários católicos e a construção de igrejas.[12]

Pós-independênciaEditar

 
Antiga catedral de Trípoli. Foto tirada em 1960.

Com a Revolução de 1969, todos os missionários italianos foram expulsos pelo golpista coronel Muammar Gaddafi. Dados de 2007 diziam que a Igreja à época gozava de certa liberdade religiosa, e que os cristãos, somavam cerca de 77 mil pessoas de várias nacionalidades: árabes, coreanos, filipinos, poloneses, malteses, italianos, franceses, sudaneses e outros grupos da África subsaariana. A Líbia havia conseguido fazer com que as relações entre Estado e Igreja melhorassem: a liberdade religiosa, com um documento que permitia servir os cristãos de todo o país sem restrição; liberdade de importar livros de culto e bíblias em diferentes idiomas; isenções de impostos, tanto para igrejas quanto para mesquitas. Em 29 de dezembro de 2006, as comunidades cristãs de diversas denominações foram convidadas por Gaddafi, junto aos muçulmanos, embaixadores cristãos presentes em Trípoli, a passar com ele uma noite de convívio na véspera do ano novo.[13]

Bengazi é a segunda maior cidade líbia, e onde se encontra o maior número de fiéis, tornando-se o centro das atividades e do serviço pastoral. Existiam lá também duas comunidades de religiosas, com atuação no serviço litúrgico e catequético, e trabalhos em centros sanitários e hospitalares. Existiam no Vicariato Apostólico de Benghazi sete Congregações femininas (Irmãs da Imaculada Conceição de Ivrea, Irmãs Servas do Sagrado Coração de Jesus de Cracóvia, Irmãs Franciscanas Missionárias do Menino Jesus, Irmãs Ursolinas do Sagrado Coração de Asola, Irmãs de Santa Ana, Irmãs da Sagrada Família de Spoleto).[13] Em fevereiro de 2006, a cidade foi palco de violentos protestos em decorrência da publicação de caricaturas contra Maomé pelo jornal dinamarquês Jyllands-Posten.[14][15]

Primavera ÁrabeEditar

Em sequência da série de protestos de abalaram todo o mundo árabe a partir de 2011, a Líbia chegou à uma violenta Guerra Civil. Muammar al-Gaddafi foi político, militar, ideólogo e governante absoluto do país, sendo de facto chefe de estado da Líbia entre 1 de setembro de 1969 e 20 de outubro de 2011, quando foi deposto após a Guerra Civil Líbia e morto na batalha de Sirte. Durante seus mais de 40 anos no poder, Gaddafi adquiriu o status de ditador de seu país e impôs leis que favoreciam todos os seus partidários e companheiros e oprimiam com forte violência a seus opositores,[16] adquiriu de forma ilegal uma fortuna estimada em mais de 20 bilhões de dólares.[17] adquiriu de forma ilegal uma fortuna estimada em mais de 20 bilhões de dólares.[18] As instabilidades políticas levaram também ao retorno das dificuldades das relações da sociedade líbia para com os católicos, e com os cristãos em geral do país.[5]

 
Multidões se reuiram do lado de fora do tribunal principal de Bengazi todos os dias para cantar slogans contra o regime de Gaddafi e homenagear aqueles que morreram no levante com procissões fúnebres e carregando cartazes com seus nomes e fotos.

Com o conflito, a Líbia se tornou um clássico Estado falido, e seu sonho de se tornar um país aberto e democrático foi substituído por um cenário totalmente diferente, no qual grupos extremistas controlam diferentes partes do país e competem pelo seu controle. Recentes acordos de paz facilitados pela Itália e pela França são sinais de esperança, mas ainda não se concretizaram. A guerra civil em curso, por diversos grupos militantes, com três governos rivais significa que a Líbia poderá continuar a ser um refúgio seguro para grupos fundamentalistas, como o Estado Islâmico.[5] Após o agravamento dos conflitos no país, e então núncio apostólico da Líbia, Tommaso Caputo, afirmou à Rádio Vaticano que os missionários católicos (dois bispos e 15 sacerdotes) não vão "abandonar" a população neste momento "difícil", e que as 16 ordens e congregações católicas atuantes na Líbia intensificaram sua assistência à população.[19]

A Constituição temporária proíbe qualquer forma de discriminação religiosa. Os conflitos têm restringido efetivamente a aplicação da lei, e não há aplicação de punições e proibições e todos os tipos de discriminação ocorrem. Além disso, as forças no poder não impediram os grupos extremistas de atacarem as minorias e os locais religiosos e de imporem os padrões islâmicos. Insultar o islamismo ou o Profeta Maomé são puníveis com pena de morte. Em fevereiro de 2016, o Papa Francisco nomeou Dom George Bugeja, OFM como Administrador Apostólico de Bengazi. Bugeja disse à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre que a Igreja Católica não tem dificuldade em celebrar suas liturgias, desde que celebradas dentro das igrejas e que os fiéis sejam estrangeiros. Ele também afirmou que a Igreja está muito limitada a nível pastoral, devido à situação de segurança em Benghazi e Sebha e à difícil situação financeira causada pelo fato de os seus principais benfeitores terem deixado o país.[20]

Em março de 2015 os bispos da Conferência Episcopal Regional do Norte da África se reuniram com o Papa Francisco, em Roma. O Papa elogiou a "coragem, lealdade e perseverança" dos católicos da Líbia.[21] No mesmo ano, o padre egípcio Magdi, residente na Líbia, informou que a comunidade cristã do país em quatro anos, registrou a queda do número de cristãos, de 100.000 cristãos para apenas 5.000.[22] Já em 2016, a organização Portas Abertas calculou que apenas havia 150 cristãos de origem étnica líbia. Devido às pressões sociais e familiares, eles são obrigados a praticar a sua fé clandestinamente. Em 2016, um líbio se converteu ao cristianismo, após ter tido contato com um colega convertido em Marrocos, e acabou sendo detido em Benghazi, sob a acusação de "proselitismo nas redes sociais e de denegrir o Islamismo".[20]

Desde há vários anos a vossa Região tem alcançado evoluções significativas, que permitiram esperar na realização de certas aspirações a uma maior liberdade e à dignidade, e na promoção de uma maior liberdade de consciência. Mas por vezes estes progressos chegaram a levar ao desencadeamento da violência. Gostaria de elogiar de modo particular a coragem, a fidelidade e a perseverança dos Bispos da Líbia, assim como dos sacerdotes, das pessoas consagradas e dos leigos que permanecem no país, apesar dos numerosos perigos. Eles são autênticas testemunhas do Evangelho. Estou-lhes profundamente grato por isto, enquanto vos encorajo todos a dar continuidade aos vossos esforços a fim de contribuir para a paz e a reconciliação em toda a vossa Região.
 
Papa Francisco ao receber os bispos do norte da África em visita ad limina apostolorum.[23].

Em 2019 a tensão no país volta a crescer e ataques contra comunidades religiosas e migrantes voltam a ocorrer.[24] O Papa Francisco afirmou na tradicional oração do Ângelus, na Praça de São Pedro, que "a comunidade internacional não pode tolerar acontecimentos tão graves".[25] No geral, a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre classificou a situação da Igreja na Líbia como de "grande preocupação".[20]

Organização territorialEditar

O catolicismo está presente no território com três vicariatos apostólicos e uma prefeitura apostólica, diretamente sujeitos à Santa Sé. Não há dioceses no território líbio.[26]

Circunscrições eclesiásticas católicas da Líbia[26]
Circunscrição Ano de ereção Catedral Foto Ref.
Vicariato Apostólico de Bengazi 1927 Catedral de Bengazi   [27]
Vicariato Apostólico de Derna 1939 [28]
Vicariato Apostólico de Trípoli 1913 Pró-catedral de São Francisco   [29]
Prefeitura Apostólica de Misurata 1939 Catedral do Santo Redentor [30]

Conferência EpiscopalEditar

Nunciatura ApostólicaEditar

 Ver artigo principal: Nunciatura Apostólica da Líbia

A Delegação Apostólica da Líbia foi criada em 1976, após ser separada da Delegação Apostólica da África Setentrional. Foi elevada a Nunciatura Apostólica em 10 de março de 1997.[4]

SantosEditar

Referências

  1. Walsh, Michael (1987). Butler's Lives of Patron Saints. [S.l.]: Harper & Row. ISBN 0060692626 
  2. a b c d «Religions in Libya». Pew Forum. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  3. a b «Libya Catholic Bishops' Conference». GCatholic. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  4. a b «Apostolic Nunciature - Libya». GCatholic. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  5. a b c d «Líbia». Portas Abertas. Consultado em 27 de agosto de 2019 
  6. a b c d MONS GUNNAR SELSTØ & FRANK-OLE THORESEN. «LIÇÕES DA HISTÓRIA DA IGREJA NO NORTE DA ÁFRICA». Lausanne. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  7. «Como foi a conversão do Império Romano ao cristianismo?». Superinteressante. 4 de julho de 2018. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  8. «Resumo de geografia – Expansão islâmica na África». Guia do Estudante. 18 de novembro de 2011. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  9. Felipe Aquino (7 de dezembro de 2018). «História da Igreja: Rebatismo e Donatismo». Editora Cléofas. Consultado em 27 de agosto de 2019 
  10. Speel 1960
  11. «About us». Terra Santa Tripoli. Consultado em 27 de agosto de 2019 
  12. a b Ana Luíza Mello Santiago de Andrade. «Colonização italiana na África». Info Escola. Consultado em 27 de agosto de 2019 
  13. a b «ÁFRICA/LÍBIA - A Igreja, os povos e as nações: Líbia». Agência Fides. 30 de junho de 2007. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  14. «Político italiano que usou camiseta com charges renuncia». BBC. 18 de fevereiro de 2006. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  15. «Protestos marcam funeral de manifestantes mortos na Líbia». Folha de S.Paulo. 19 de fevereiro de 2006. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  16. «42 years of Gaddafi Dictatorship». Muslimvillage.com. Consultado em 20 de novembro de 2011 
  17. Salah Uddin Shoaib Choudhury. «Gaddafi and his hidden wealth worth billions». Blitz. Consultado em 20 de novembro de 2011. Arquivado do original em 22 de novembro de 2011 
  18. Salah Uddin Shoaib Choudhury. «Gaddafi and his hidden wealth worth billions». Blitz. Consultado em 20 de novembro de 2011. Arquivado do original em 22 de novembro de 2011 
  19. «Líbia: Representante diplomático da Santa Sé diz que missionários católicos não vão abandonar o país». Agência Eccelsia. 23 de fevereiro de 2011. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  20. a b c «Líbia». Fundação ACN. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  21. «Vaticano: Papa elogia coragem dos católicos na Líbia». Agência Ecclesia. 2 de março de 2015. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  22. «Últimos cristãos da Líbia vivem Natal entre o medo e a esperança». GaúchaZH. 23 de dezembro de 2015. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  23. Papa Francisco (2 de março de 2015). «AOS BISPOS DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL REGIONAL DO NORTE DA ÁFRICA». Vatican.va. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  24. «Por que a Líbia volta a ser tomada pela guerra civil». BBC. 9 de abril de 2019. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  25. «Papa Francisco pediu corredores humanitários para socorrer migrantes na Líbia». Público.pt. 7 de julho de 2019. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  26. a b «Libya - Current Dioceses». Catholic-Hierarchy. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  27. «Apostolic Vicariate of Benghazi». GCatholic. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  28. «Apostolic Vicariate of Derna». GCatholic. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  29. «Apostolic Vicariate of Tripoli». GCatholic. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  30. «Apostolic Prefecture of Misurata». GCatholic. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  31. «QUINTA ESTAÇÃO — Jesus é ajudado a levar a cruz pelo Cireneu». Vatican.va. 2005. Consultado em 29 de agosto de 2019 
  32. «São Lúcio de Cirene». Paulus. 6 de maio de 2019. Consultado em 29 de agosto de 2019 

Ver tambémEditar