Imigração polonesa no Brasil

O movimento migratório de poloneses (polacos)[2] para o Brasil ocorreu principalmente nos séculos XIX e XX . A maioria dos imigrantes estabeleceu-se no Paraná e em São Paulo.[3]

Polónia Polaco-brasileiros Brasil
Leopoldo NachbinDan StulbachRenata Sorrah
Jaime LernerSerginho GroismanRicardo Lewandowski
Francisco LachowskiAngélica KsyvickisNathalia Timberg
Notáveis Polaco-brasileiros::
Leopoldo Nachbin  · Dan Stulbach  · Renata Sorrah
Jaime Lerner  · Serginho Groisman  · Ricardo Lewandowski
Francisco Lachowski  · Angélica Ksyvickis  · Nathalia Timberg
População total

De 800.000 a 2.000.000 [1]

Regiões com população significativa
São Paulo e Paraná. Migrações internas por todo o território nacional.
Línguas
Predominantemente português. Pequenos grupos falam o polonês.
Religiões
Predominantemente o catolicismo e o judaísmo.

Atualmente, estima-se que haja entre 1,5 e 1,8 milhões de descendentes de poloneses no país.[4][5] É a terceira maior população de ascendência polonesa no mundo, depois dos Estados Unidos e da Alemanha.[6] Na América Latina, o Brasil é o país com mais imigrantes dessa etnia.[1][7][8]

AntecedentesEditar

A vinda de europeus era um objetivo do governo brasileiro. Atrair imigrantes europeus visava ao "branqueamento" da população brasileira, a ocupação de regiões despovoadas do território, o surgimento de uma classe média vinculada à produção de alimentos e ao abastecimento do mercado interno e a substituição da mão de obra escrava.[9]

Muitos colonos vieram de vários países da Europa para trabalhar nas plantações de senhores brasileiros na década de 1820, mesmo antes da proibição da escravidão. No entanto, as precárias condições de vida e trabalho nas fazendas geraram reclamações por parte dos colonos. Repetidas denúncias contra a exploração do trabalho pelos senhores, que haviam optado pelo sistema de parcerias em substituição à escravidão, materializaram-se na Revolta de Ibicaba em 1847.[10] As repercussões fizeram com que, em 1859, o governo da Prússia promulgasse o Rescrito de Heydt (von der Heydtsche Reskript), que dificultou muito a emigração de cidadãos alemães para o Brasil. O decreto proibia a propaganda (brochuras, informação e guias) e a ação de agentes recrutadores de emigrantes para o Brasil. Com a Unificação da Alemanha em 1871, a proibição foi estendida para vários outros estados alemães, só sendo completamente revogada em 1896.[11] (embora a imigração para os três estados sulinos tenha sido permitida antes)[12]

 
Casa do Colono Polonês (Bosque do Papa, Curitiba, Paraná).

Em decorrência da proibição alemã, o Brasil viu-se obrigado a procurar novas fontes de imigrantes e passou a promover o recrutamento com a promessa de concessão de terras e o custeio da maioria das despesas da viagem e adaptação ao país. Foi nessa esteira que começou a imigração polonesa ao Brasil,[13] motivada principalmente pelo desejo de possuir sua própria terra, de encontrar um trabalho digno e de realizar seus sonhos em liberdade.

Nesta época a Polônia não existia como Estado. Apesar de ter sido independente e soberana e uma das maiores nações europeias nos séculos XVI e XVII, teve seu território dividido no século XVIII entre a Rússia, Áustria e Prússia. A instabilidade territorial e política que correspondeu ao seu desaparecimento do mapa político durante todo o século XIX fez com que milhões de poloneses partissem para o exterior. Apesar dos números expressivos, esta foi chamada de "imigração oculta",[14] dado a dificuldade de identificar os imigrantes por meio da nacionalidade e de estabelecer com propriedade o número de poloneses que vieram para o Brasil, já que as estatísticas da imigração listavam-os como alemães, austríacos ou russos.[15]

Segundo Zdzisław Malczewski SChr, redator-geral da revista de reflexão Brasil-Polônia “Polonicus”, é difícil estimar os números atuais da diáspora polonesa no Brasil, pois faltam dados estatísticos exatos. Alguns autores mencionam aproximadamente 800.000 poloneses e descendentes, enquanto outros se aventuram a dizer que este grupo étnico representa 1% da população brasileira. Estudiosos e líderes da diáspora mostram números mais altos, que chegam a 2 ou 3 milhões de pessoas.[1]

Fases de imigraçãoEditar

 
Pôster comemorativo de 1991 celebrando os 120 anos da imigração polonesa em Curitiba.

Embora alguns poloneses já tivessem vindo pontualmente ao Brasil nos séculos XVII e XVIII, a maioria começou a chegar ao Brasil no século XIX, principalmente na segunda metade, quando famílias de colonos vieram para aqui se estabelecer e começar uma nova vida. Na primeira metade do século XIX, alguns poloneses se destacaram na sociedade brasileira, como por exemplo, o Dr Pedro Luís Napoleão Chernoviz (Piotr Czerniewicz), um dos fundadores e membro titular da Academia Imperial de Medicina do Rio de Janeiro, os engenheiros Bronislau Rymkiewicz, Alexandre Brodowski e Luís Malajski que colaboraram na construção das ferrovias em São Paulo, Paulo Edmundo Strzelecki (1835) e Inácio Domeyko (1838), que realizaram pesquisas científicas.[1]

O Paraná é o estado com maiores influências da cultura polonesa no Brasil e cuja imigração foi mais documentada não somente por historiadores, mas também graças ao clero polonês, que não se limitou aos fins pastorais mas colaborou decisivamente em muitos aspectos na sustentabilidade da cultura polonesa entre os imigrantes.

Embora alguns grupos de imigrantes poloneses tenham se fixado no Espírito Santo, Santa Catarina e no Rio Grande do Sul entre 1869 e 1889, números mais expressivos só são detectados principalmente a partir da Proclamação da República. A pesquisa sobre esses grupos é, no entanto, local e escassa. Há poucos documentos ou crônicas registrando o início exato dessa imigração. Edmundo Gardolinski, em seu livro Imigração e Colonização Polonesa[16], aponta as principais causas desta diferença.

A primeira fase da imigração (1869-1889)Editar

Igreja fundada pela comunidade polonesa de São Mateus do Sul, no Paraná.
Igreja Sagrado Coração de Jesus, popularmente conhecida como Igreja dos Polacos, em Ponta Grossa.
Igreja Matriz da Paróquia de São Miguel, em Irati, também tem sua origem atrelada a comunidade polonesa do Paraná.

Em agosto de 1869, registra-se a entrada das primeiras 16 famílias polonesas com o objetivo de se estabelecerem definitivamente no Brasil. Originárias da localidade de Siolkowice, região de Opole, província da Silésia, na época sob ocupação prussiana, foram encorajadas por Sebastião Edmundo Wos-Saporski, já residente no Brasil e posteriormente considerado o pioneiro da imigração polonesa no Brasil. Esse grupo veio a bordo do vapor Vitória, desembarcou em Itajaí(SC) e foi encaminhado para a linha de Sixteen Lots (abandonada pelos irlandeses) na Colônia Príncipe Dom Pedro, próxima à Colônia Itajaí, atualmente no município de Brusque em Santa Catarina. A região era então povoada sobretudo por imigrantes alemães. Os poloneses, no entanto, não se adaptaram ao clima e a relação com os alemães era tensa.

Até o ano 1889, chegaram no Brasil 8080 pessoas, das quais 6530 se fixaram no Paraná, 750 em Santa Catarina, 300 no Rio Grande do Sul, e 500 em outros estados.[16]

O início da colonização polonesa no ParanáEditar

 
Colônia Morska Wola, no interior do Paraná.

Em 1871, com a ajuda do Padre Antônio Zieliński, bem relacionado na corte de D. Pedro II, no Rio de Janeiro, Wos-Saporski, mais tarde cognominado o "Pai da Colonização Polonesa no Paraná", conseguiu permissão do imperador para que esse grupo (como cidadãos alemães), já ampliado (32 famílias), pudesse migrar para a colônia Pilarzinho na região de Curitiba, no Paraná, fundando desta forma, a primeira colônia polonesa no Brasil.

Em 1873, mais 64 famílias (258 pessoas) desembarcaram em Santa Catarina e novamente com a ajuda de Wos-Saporski e a autorização de Frederico José Cardoso de Araújo Abranches, então presidente da Província do Paraná, estabeleceram-se a 6 Km de Curitiba no atual bairro Abranches.[17][18][19][1]

 
Festa de Nossa Senhora de Częstochowa, no Paraná.

No Paraná, graças à ação de Adolfo Lamenha Lins, que presidiu a província entre 1875 e 1877, houve uma sincronia entre a colonização do território, o desenvolvimento rural e a imigração. Lamenha compreendia a diferença entre a imigração espontânea e a oficial, logo, durante seu governo, incentivou a fixação de novos imigrantes no Paraná ao custear a viagem destes a partir dos portos de Paranaguá (PR) e São Francisco (SC) até Curitiba e ao criar diversos núcleos coloniais agrícolas. Também investiu na infraestrutura e no acesso, possibilitando a circulação de mercadorias e garantindo o abastecimento de gêneros alimentícios para os mercados próximos. No último relatório enviado à Assembleia Legislativa (1877), Lins afirma que seis mil imigrantes viviam nos arredores da capital. As mais importantes colônias fundadas nesta época foram: Santa Cândida (1875), Orleans (1875), Thomas Coelho (Araucária -1876), Santo Inácio (1876), Dona Augusta (1876), Lamenha(1876), D. Pedro II (1876), Rivière (1877).[20][21] A primeira escola dirigida por um imigrante polonês no Paraná foi aberta em outubro de 1876 por Jerônimo Durski na colônia Orleans, em Curitiba.[22]

 
Festividade polonesa de Natal, evento da comunidade polonesa em Curitiba. A comunidade polonesa é uma das principais composições étnicas do povo paranaense.

Em 1878, foram criadas as colônias Murici, Zacarias, Inspetor Carvalho e Coronel Accioly. Também em 1878, 28 famílias de imigrantes poloneses estabeleceram-se na Colônia Moema, no Município de Ponta Grossa.[23] Logo depois, mais famílias chegaram no município, surgindo novas colônias: Taquari, Guaraúna, Rio Verde e Itaiacoca.[24]

Em 1907 foi fundada em Ponta Grossa uma escola que atendia as necessidades de crianças polonesas, em um espaço anexo da Capela Sant’Ana e dirigido pelas irmãs Servas do Espírito Santo.[22] Apesar das irmãs serem alemãs, a escola atendia três grupos distintos, separados etnicamente: crianças alemãs, polonesas e os brasileiros pobres.[22] Em 1908 a escola contava com mais de 50 alunos poloneses. A escola encerrou suas atividades no ano de 1933.[22] Em 1937 o Paraná contava com 167 escolas étnicas polonesas.[25]

A colonização polonesa no Rio Grande do SulEditar

Festa da imigração polonesa em Mariana Pimentel, no Rio Grande do Sul.
Trajes típicos em Mariana Pimentel, no Rio Grande do Sul.

1886 é considerado como marco inicial da imigração polonesa no Rio Grande do Sul. Um grupo de 300 imigrantes, não conseguindo se adaptar ao clima do Estado da Bahia, para onde primeiramente se encaminharam, migra para o norte de Porto Alegre e funda as colônias Santa Teresa e Santa Bárbara.[16].[1] Em 1888, são demarcados aos lotes da Colônia Mariana Pimentel que recebe as primeiras levas de imigrantes poloneses no ano seguinte.

A colonização em Santa CatarinaEditar

Nesta primeira fase, poucos colonos poloneses se fixaram em Santa Catarina devido ao clima e ao território hostil (habitado por índios). Não conviviam bem com as colônias alemãs, predominantes na região. Santa Catarina foi na época uma província de passagem, onde os imigrantes desembarcavam no porto de Itajaí mas se dirigiam principalmente para o Paraná e o Rio Grande do Sul.

A colonização no Espírito SantoEditar

Em 1873 chegaram ao Espírito Santo cerca de 60 famílias polonesas (como cidadãos alemães) provenientes da Prússia, da Pomerânia e da Silésia (da região de Wrocław), e que juntamente com os alemães estabeleceram-se principalmente em Santa Leopoldina e Santa Teresa. Segundo fontes brasileiras, a partir de 1876 teve início a colonização do vale do rio 25 de Julho, situada na parte inferior da serra de Santa Teresa, na direção de rio Doce, primeiramente por imigrantes italianos, alemães e suíços. No ano seguinte poloneses ocuparam as terras ao longo do rio 5 de Novembro, dando início à colônia chamada Patrimônio dos Polacos ou Santo Antônio dos Polacos.[1] No norte capixaba é fundada pela associação denominada Sociedade Colonizadora de Varsóvia, a cidade de Águia Branca, que recebeu este nome por ser o símbolo da Polônia.

A segunda fase da imigração (1890 - 1914)Editar

 
Vista interna da igreja católica polonesa, comunidade Água Branca, de São Mateus do Sul, no Paraná.

Após a proclamação da República do Brasil (1889), houve um grande fluxo de imigrantes poloneses para o Brasil. Entre 1890 e 1914, 96.116 poloneses aportaram na cidade do Rio de Janeiro, permanecendo na Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores antes de se dirigir aos estados.[26]

A leva migratória que corresponde ao período entre 1890 e 1891, ficou conhecida na Polônia como "febre imigratória brasileira" (gorączka brazylijska). Houve uma imigração maciça de poloneses para o Brasil, resultado do agravamento dos problemas sociais e econômicos na região. Na Polônia, dominada na época pelos impérios Austro-Húngaro, da Prússia e da Rússia, assistiu-se à queda do preço do cereal, o endividamento dos agricultores e a consequente venda de suas terras. O governo brasileiro com sua propaganda de imigração, disseminada principalmente pelas agências de navegação, descrevia o país como uma terra de oportunidades. Mais de trinta mil imigrantes poloneses optaram por emigrar para o Brasil. O Paraná, Santa Catarina e no Rio Grande do Sul foram os maiores núcleos poloneses formados nesta época.[27][28]

Imigração de judeus polonesesEditar

 Ver artigo principal: Judaísmo no Brasil

Até 1920, a maioria dos poloneses que imigraram para o Brasil eram católicos. Estes fixaram-se sobretudo na zona rural do Paraná e na do Rio Grande do Sul. Contudo, a partir dessa década, cresceu o fluxo de judeus poloneses asquenazitas desembarcando no Brasil, devido ao crescimento do antissemitismo por parte da ascensão nazista na vizinha Alemanha. A Polônia chegou a ter em torno de três milhões de judeus antes da Segunda Guerra, sendo o país com o maior número de judeus do mundo à época. Estes imigrantes rumaram sobretudo para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Entre 1926 e 1937, 42% dos poloneses que entraram no Brasil eram judeus e 77% dos que chegaram entre 1931 e 1935.[18] Entre os anos de 1920 e 1939, 50 mil judeus entraram no Brasil, vindos da Europa Central, dos Bálcãs e do leste europeu, sobretudo da Polônia (a comunidade judaica paulistana, no período entre as duas grandes guerras, foi formada por 64% de judeus advindos da Polônia).[29]

A campanha de nacionalizaçãoEditar

 
Povoado de Alto Paraguaçu, fundado por poloneses, no município de Itaiópolis (SC), década de 1930. Arquivo Nacional.

Durante o Estado Novo (1937-1945), o governo nacionalista do presidente Getúlio Vargas lançou uma campanha de nacionalização que pretendia "assimilar" os imigrantes e seus descendentes na cultura brasileira. Em 1924, em seu relatório sobre a situação do ensino no Paraná, o inspetor-geral César Prieto Martínez constatou que muitos poloneses no estado não sabiam falar o português. Ele creditou esse fato ao "isolamento de algumas colônias", somado à inexistência de escolas brasileiras ("estado lamentável do nosso aparelho escolar"). Em 1938 o governo brasileiro, entre outras medidas, proibiu o uso de línguas estrangeiras em espaço público, vedou aos estrangeiros o exercício de qualquer atividade política e proibiu a circulação de jornais, revistas ou outras publicações na imprensa.[30] Essas ações afetaram diretamente as comunidades polonesas no Brasil, que mantinham diversas escolas, sociedades e associações, que se viram obrigadas a encerrar suas atividades.[18]

O jovem oficial do Exército, Hugo Bethlem, após visita a comunidades polacas do Paraná e Santa Catarina, afirmou ter encontrado "um número imenso de escolas, clubes e associações, cujo objetivo principal era a manutenção irrestrita, nos brasileiros de origem polaca, do mais arraigado espírito patriótico polonês". Mesmo após a invasão da Polônia impetrada pela Alemanha em 1939, as restrições se mantiveram. Inclusive, alguns polacos, por serem confundidos com alemães, foram objeto de atos hostis no Brasil.[18]

Cultura Polonesa no BrasilEditar

Barraca de pierogi, em Curitiba, no Paraná.
Prato de pierogi com recheio de batata. O pierogi é um prato típico de muitas cidades do Paraná.
Altar da igreja da comunidade polonesa de São Mateus do Sul, no Paraná.
Grupo Folclórico Polonês de Araucária, no Paraná.

O Paraná é o estado com maior influência polonesa no Brasil, algo que se reflete especialmente na música, na dança, no artesanato e na culinária. Muitos descendentes falam o idioma polonês como língua materna. Curitiba é a segunda cidade fora da Polônia com o maior número de habitantes de origem polaca, superada apenas por Chicago, nos Estados Unidos.[31][32] É também a única cidade brasileira a possuir grafia em idioma polonês: Kurytyba.[31]

Com o objetivo de preservar a cultura polonesa, diversos grupos folclóricos foram criados no Paraná como: Wisla - Grupo Folclórico Polonês do Paraná, de Curitiba;[33][34] Grupo Folclórico Polonês Karolinka, de São Mateus do Sul;[35][36][37] Grupo Folclórico Polonês Mazury, de Mallet;[38] Grupo Folclórico Polonês Krakow, da localidade de Rio Claro do Sul, em Mallet;[39] Grupo Junak Folclore Polonês, de Curitiba;[40][41] Grupo Folclórico Polonês Wiosna, de Campo Largo;[42][43][44] Grupo Folclórico Polonês Wesoly Dom, de Araucária;[45][46][47][48] Grupo Folclórico Polonês Wawel, de São José dos Pinhais.[49][50]

Dom Feliciano é a cidade do Rio Grande do Sul mais influenciada pela cultura polonesa: 90% da população são descendentes de poloneses.

Almofada polonesa feita com uma capa de lã.
Panos com bordados típicos poloneses.
Toalha com bordados típicos poloneses.
Artesanato típico polonês feito de fios.

Algumas Personalidades Brasileiras de Ascendência PolonesaEditar

Veja tambémEditar

Referências

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  18. a b c d [2][ligação inativa] Os poloneses do Paraná (Brasil) e a questão da nacionalização dos imigrantes (1920-1945)]
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  50. «Aeroporto de Curitiba recebe passageiros com grupo folclórico». Infraero Aeroportos. 19 de setembro de 2016. Consultado em 28 de fevereiro de 2020 
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