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Cinco empresas formavam a indústria bélica do Brasil em 2005: a Forjas Taurus S.A., IMBEL, CBC, E. R. Amantino e Amadeo Rossi S.A.. No geral, a grande maioria desse mercado está voltada ao mercado externo, e esse caminho tem sido definido naturalmente desde o Estatuto do Desarmamento.

No entanto, uma das empresas exerce liderança no mercado interno civil e poderia ser a maior prejudicada: a Taurus. Isso ocorre porque a Imbel é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Defesa e tem como principal objetivo as Forças Armadas.

De acordo com o resultado do referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, podemos ter um novo cenário econômico para a indústria de armas e munições no Brasil.

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Empresas brasileiras[1]Editar

Organizações e associaçõesEditar

Referências