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Iniciadora
Carreira
Operador Armada Imperial Brasileira
Marinha do Brasil
Fabricante Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro
Batimento de quilha 27 de outubro de 1881
Lançamento 21 de abril de 1883
Comissionamento 12 de maio de 1885
Descomissionamento 26 de junho de 1907
Comandante(s) CT Fernando Xavier de Castro
1º Ten. José Pedro Alves de Barros
Características gerais
Tipo de navio Canhoneira
Deslocamento 268 t (591 000 lb)
Comprimento 37,7 m (124 ft)
Boca 7,88 m (25,9 ft)
Pontal 2,44 m (8,01 ft)
Calado 1,65 m (5,41 ft)
Propulsão maquina a vapor tipo compound, acionando dois hélices.
- 260 hp (194 kW)
Velocidade 9.5 nós (17,59 km/h)
Armamento 2 canhões Armstrong de 120 mm em rodizio, um a vante e um a ré
2 canhões Nordenfeldt de 37 mm
2 canhões Nordendenfeldt de 25 mm
4 metralhadoras.
Tripulação 51 oficias e praças

Iniciadora foi um navio de guerra do tipo canhoneira construída em fins do século XIX que serviu a Armada Imperial Brasileira até o fim do império, quando foi incorporada a nova Marinha do Brasil, em serviço até 1907. Foi o primeiro navio construído no Brasil inteiramente de aço, inaugurando essa nova forma de construção no país.

Índice

HistóricoEditar

ConstruçãoEditar

A Canhoneira Iniciadora foi construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, antigo Arsenal de Marinha da Corte. Teve o batimento de quilha em 27 de outubro de 1881, foi lançada ao mar em 21 de abril de 1883 e foi incorporado a Armada em 12 de maio de 1885. Foi o primeiro e único navio a ostentar o nome Iniciadora. A construção seguiu os projetos do Almirante João Cândido Brazil, patrono do Corpo de Engenheiros da Marinha,[1][2] que se baseou nos planos das Canhoneiras inglesas HMS Medina e HMS Medway, sendo a primeira Canhoneira de ferro com estrutura em aço totalmente construído no Brasil.[1]

ServiçoEditar

Após os testes de velocidade foi incorporado a Flotilha do Mato Grosso em julho de 1885, onde passou toda sua carreia. Em 1892 ocorre um levante separatista em Mato Grosso, chamada de Revolta de 1892,[3] onde a Iniciadora toma parte do lado dos rebeldes, porém, de maneira insubordinada a tripulação se rende em Assunção ao comandante da Flotilha o Capitão-Tenente Francisco Forjaz de Lacerda, a bordo canhoneira Taquari. No dia 26 de junho de 1907 é dado baixa de serviço.[1]

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c «NGB - Canhoneira Iniciadora». www.naval.com.br. Consultado em 29 de março de 2019 
  2. «Resumo Biográfico do CA(EN) João Cândido Brazil». Marinha do Brasil. Consultado em 29 de março de 2019 
  3. «Revolta de 1892». Almanaque Cuiabá. Consultado em 29 de março de 2019 
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