Intervenção militar na Síria

Guerra atual
Este artigo ou seção é sobre um conflito armado recente ou ainda em andamento.
A informação apresentada pode mudar rapidamente
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a intervenção militar árabe-ocidental na Síria. Para a intervenção da Rússia, veja Intervenção russa na Guerra Civil Síria.
Intervenção militar árabe-ocidental na Síria
Parte da Guerra contra o Estado Islâmico,
Guerra Civil Síria
Tomahawk Missile fired from US Destroyers.jpg
Mísseis Tomahawk sendo disparados dos navios de guerra USS Philippine Sea e USS Arleigh Burke contra posições do Estado Islâmico na Síria
Data 22 de setembro de 2014 – presente
Local Síria
Desfecho Em andamento
Combatentes
Coalizão de países estrangeiros na guerra aérea

Seal of Combined Joint Task Force – Operation Inherent Resolve.svg CJTF–OIR

Forças terrestres da Coalizão
 Curdistão iraquiano

Forças terrestres locais
Flag of Syrian Democratic Forces.svg Forças Democráticas Sírias

Síria Exército Sírio Livre[13]

 Estado Islâmico do Iraque e do Levante

[14][15][16]


al-Qaeda

Ahrar ash-Sham (disputado)[20]

Principais líderes
Estados Unidos Donald Trump

Estados Unidos Barack Obama
Estados Unidos Lloyd Austin
Estados Unidos James L. Terry
Estados Unidos Sean MacFarland
Reino Unido David Cameron
Reino Unido Theresa May
Reino Unido Stephen Hillier
Turquia Recep Tayyip Erdoğan
Turquia Ahmet Davutoğlu
Turquia Ismet Yilmaz
Turquia Hulusi Akar
Austrália Tony Abbott
Austrália Malcolm Turnbull
Austrália Trevor Jones
Austrália David Johnston
França François Hollande
França Jean-Yves Le Drian
França Pierre de Villiers
Alemanha Angela Merkel
Alemanha Ursula von der Leyen
Alemanha Volker Wieker
Jordânia Rei Abdullah II
Jordânia Abdullah Ensour
Arábia Saudita Rei Abdullah Al Saud (morto)
Arábia Saudita Rei Salman
Arábia Saudita Mohammad bin Salman Al Saud
Marrocos Rei Mohammed VI
Marrocos Abdelilah Benkirane
Marrocos Bouchaib Arroub
Emirados Árabes Unidos Khalifa Al Nahyan
Bahrain Hamad bin Isa Al Khalifa
Catar Tamim Al Thani
Catar Hamad bin Ali Al Attiyah
Curdistão iraquiano Salih Muslim Muhammad
Síria Albay Ahmed Berri
Curdistão iraquiano Masoud Barzani
Canadá Stephen Harper (até novembro de 2015)
Canadá Justin Trudeau (até fevereiro de 2016)
Canadá Thomas J. Lawson (até fevereiro de 2016)
Canadá Yvan Blondin (até fevereiro de 2016)

Estado Islâmico do Iraque e do Levante Abu Bakr al-Baghdadi (Líder)[21]

Estado Islâmico do Iraque e do Levante Abu Alaa Afri 
[22][23]
Abu Mohammad al-Adnani
Abu Ayman al-Iraqi [24][25]
Abu Suleiman [25]
Abu Ali al-Anbari  Akram Qirbash 
[23]
Abu Omar al-Shishani [26][27][28][29]
Abu Sayyaf 
Abu Khattab al-Kurdi [30][31]


Abu Mohammad al-Julani (Líder da al-Nusra)
Abu Humam al-Shami [32]
Abu Firas al-Suri [33][34]
Abu Muhammed al Ansari 
Abu Firas al-Suri [35]
Muhsin al-Fadhli (Líder de Khorasan)[36][37][38]
Sanafi al-Nasr [39]
David Drugeon [37][40]
Flag of Jund al-Aqsa.svg Said Arif [19]
Abu Jaber (2014–2015)[41][42] Abu Yahia al-Hamawi (2015–presente)[43]

Vítimas
Estados Unidos Estados Unidos:

Jordânia Jordânia:

Estado Islâmico::
5 701+ mortos[48]

al-Qaeda:

Ahrar ash-Sham:

Jaysh al-Sunna:

862 civis mortos pelos ataques aéreos da Coalizão[48]
2.142 civis mortos pelo Estado Islâmico[50]
Mais de 420 000 civis foram deslocados ou fugiram para outros países [51][52]

Número de militantes mortos possivelmente maior, uma vez que eles encobrem suas perdas.[53]


A intervenção militar árabe-ocidental na Síria refere-se a uma série de operações militares lançadas pelas forças aéreas e navais dos Estados Unidos, das nações europeias (como Reino Unido e França), da Austrália e dos países aliados árabes contra o grupo extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Daesh) em território sírio. O objetivo dos ataques é deter, conter e eventualmente destruir os fundamentalistas para impedir que eles tenham uma base de operações permanente na região.[54]

Em 22 de setembro de 2014, Estados Unidos, Barein, Jordânia, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos começaram a atacar posições do Estado Islâmico dentro da Síria [54][55] (assim como do Grupo Khorasan na Província de Idlib, a oeste de Alepo, e da Frente al-Nusra em torno de Ar-Raqqah [56][57]) como parte da Guerra contra o Estado Islâmico.

Em 2 de novembro de 2015, em resposta à intervenção, representantes do Ahrar al-Sham participaram de uma reunião com a Frente al-Nusra, o Grupo Khorasan, o Estado Islâmico e o Jund al-Aqsa, que visando unir os diversos grupos linha-dura contra a coalizão liderada pelos Estados Unidos e outros grupos rebeldes sírios moderados.[58] Em 14 de novembro de 2014, foi revelado que as negociações entre al -Nusra, Jund al-Aqsa, Estado Islâmico e Ahrar al-Sham haviam falhado.[59]

Em abril de 2017, em retaliação por um ataque químico na cidade de Khan Shaykhun, no noroeste da Síria, os Estados Unidos lançou um grande bombardeio naval contra alvos militares do regime Assad, o primeiro ataque intencional contra o governo local desde o início da guerra civil síria.

Índice

AntecedentesEditar

Vídeo mostrando o bombardeio, feito pela força aérea dos Estados Unidos, de um quartel pertencente ao Estado Islâmico na cidade de Ar-Raqqah, na Síria, em 23 de setembro de 2014.

A guerra civil na Síria começou em 2011, no contexto da Primavera Árabe. Se iniciou como uma mobilização midiática e popular contra o regime do presidente Bashar al-Assad e rapidamente eclodiu para uma revolta generalizada de civis armados e soldados desertores contra as forças do governo sírio.[60] Contudo, a guerra rapidamente mudou de caráter, se tornando um conflito majoritariamente sectário e religioso. Grupos fundamentalistas começaram a tomar o controle da rebelião e ganharam grande influência. Entre essas facções, estava a organização extremista radical Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ou EIIL). Os militantes deste grupo tomaram rapidamente vários territórios na Síria. Em 2013, frente a crescente pressão do ocidente, grupos seculares e moderados (como o Exército Livre Sírio) lançaram ataques contra os fundamentalistas, iniciando um racha dentro da oposição. O Estado Islâmico (EI), contudo, melhor armado e mais bem preparado, resistiu e continuou a ganhar terreno até que em julho de 2014 proclamou a criação de um Califado, que englobava territórios na Síria e no Iraque.

IntervençãoEditar

A intensificação dos combates que ameaçavam desestabilizar toda a região e relatos de massacres de minorias e dissidentes por parte do EIIL, que terminou com milhares de mortes, acabou sendo o pretexto para que os Estados Unidos, e algumas nações árabes e europeias, lançassem ataques aéreos e navais contra os territórios controlados pelos jihadistas, tanto em solo sírio como no iraquiano.[61] Além da campanha de bombardeios, os americanos, auxiliados por países da região e da OTAN, também afirmaram que iniciariam um programa em larga escala para treinar e armar grupos ditos como moderados dentro da oposição síria, como o chamado 'Exército Livre', com o propósito de prepara-los para combater as facções mais extremistas envolvidas no conflito, ao mesmo tempo que também travavam uma luta contra o regime Assad.[62]

Os primeiros bombardeios aéreos ocidentais na Síria aconteceram a 22 de setembro de 2014, e foram logo confirmados pelo secretário de imprensa do Pentágono, o vice-almirante John Kirby. Sob ordens do presidente americano Barack Obama, os ataques foram feitos por forças navais e aéreas dos Estados Unidos, apoiado inicialmente por uma coalizão de nações árabes. Aviões caça e drones não tripulados realizaram boa parte dos bombardeios, acompanhados por duas ondas de mísseis de cruzeiro BGM-109 Tomahawk disparados por navios de guerra americanos estacionados no mar vermelho e no golfo pérsico.[63] Dúzias de militantes islamitas foram mortos nas primeiras horas.[64] Ao menos quatro locais na região norte da Síria foram atingidos, com cerca de vinte alvos do Estado Islâmico sendo destruídos.[65] Entre os locais bombardeados estavam uma base da chamada Brigada 93, que pertencia ao exército sírio, mas que havia sido capturada pelos extremistas. Segundo fontes, a província de Raqqa foi o principal alvo das bombas e mísseis. Postos de comando e controle, depósitos de munição e outras bases de operações teriam sido atingidas por lá.[66]

 
O grupo de batalha do porta aviões americano USS Carl Vinson. Em formação estão os navios de guerra HMS Defender (britânico), o FS Jean Bart (francês) e o USS Bunker Hill (americano).

Junto com as forças armadas americanas, pelo menos cinco nações árabes também conduziram ataques na Síria. Aviões do Bahrein, Jordânia, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos também lançaram ofensivas aéreas contra os fundamentalistas do EIIL.[8] Fontes ligadas a oposição síria confirmaram que alvos de uma milícia chamada Khorasan, ligada a Frente Al-Nusra, também foram bombardeados. Explosões também foram registradas nas províncias de Alepo e Idlib.[67] Os bombardeios continuaram nos dias seguintes, atingindo quartéis, centros de treinamento e postos de controle dos extremistas. Na madrugada do dia 25 de setembro, ao menos doze pequenas refinarias de petróleo em controle do EIIL foram atacadas por aviões americanos, sauditas e árabe-emiradenses, matando pelo menos 20 militantes do grupo. Os ataques aconteceram dentro e ao redor da província de Deir Ezzor, que faz fronteira com o Iraque. Segundo um porta-voz do comando militar americano, o objetivo da incursão seria atingir uma das principais fontes de renda do Estado Islâmico, a exportação clandestina de petróleo (os lucros da organização seriam de, pelo menos, US$ 2 milhões de dólares diários). A região norte da Síria, quase que em toda a sua totalidade controlada pelos jihadistas, tem sido o principal alvo das bombas da coalizão.[68] Segundo o departamento de defesa americano, os bombardeios também atingiram as zonas leste e central da Síria, atingindo posições do EI em cidades como Homs, Minbej e Raqqa. Ataques aéreos também foram registrados contra militantes extremistas que cercavam a cidade curda de Ain al-Arab, na fronteira sírio-turca. Enquanto isso, os combates terrestres em toda a região se intensificavam.[69]

Ao fim de setembro, aviões americanos e árabes começaram uma campanha de bombardeios sistêmicos contra a cidade curda de Kobanê, no norte da Síria. A região, de importância estratégica, fica na fronteira com a Turquia. Apesar das baixas infligidas ao Estado Islâmico, os milicianos da organização continuavam avançando, enquanto violentos combates aconteciam rua por rua na cidade contra os guerrilheiros curdos.[70][71] Depois de quatro meses, ao fim de janeiro de 2015, os militantes do EIIL acabaram sendo expulsos da cidade, mas continuavam a resistir nas regiões vizinhas. Os ataques aéreos da Coalizão foram reportados como sendo fundamentais para o resultado favorável desta batalha.[72]

Enquanto no Iraque havia a presença de tropas no solo para auxiliar e treinar os iraquianos, na Síria havia a ausência de uma força terrestre confiável para dar apoio a aviação aliada e combater o Estado Islâmico. Em maio de 2015, em uma ação rara, militares das forças especiais americanas conduziram um incursão em solo sírio, que terminou na morte de Abu Sayyaf (um dos cabeças do EI na região) e de diversos militantes que protegiam a área. Nenhuma perda foi reportada do lado americano.[73]

 
Um caça americano F-18 Super Hornet decolando do USS Dwight D. Eisenhower para executar missões na Síria.

Ao fim do primeiro semestre de 2015, os ataques da Coalizão se focaram na fronteira entre o Iraque e a Síria, na província de Ar-Raqqah (a base do poder do Estado Islâmico no território sírio) e contra o grupo Khorasan (ligado a al-Qaeda).[74] Entre setembro de 2014 e junho de 2015, os ataques aéreos aliados mataram mais de três mil islamitas na Síria.[75] A Turquia, que desde o começo da intervenção estrangeira queria que a Coalizão priorizasse derrubar Bashar al-Assad, começou, em julho de 2015, a lançar suas próprias ofensivas aéreas contra o EI, em resposta a diversas atividades dos extremistas em seu território, incluindo um atentado a bomba na cidade turca de Suruç (que havia matado mais de 30 pessoas).[76] Ao fim de setembro do mesmo ano, a França (que participava apenas das ações militares no Iraque) expandiu sua campanha de bombardeios para a Síria.[77] Ao fim de outubro, o governo americano enviou cerca de 50 soldados das forças especiais para melhor assessorar as tropas rebeldes da oposição no solo, escalando ainda mais a participação Ocidental no conflito sírio.[78] Já em meados de novembro, em resposta a uma série de atentados terroristas em Paris, aviões das forças aéreas da França e dos Estados Unidos, lançaram múltiplos bombardeios contra alvos do Estado Islâmico na província de Raqqa, atingindo centros de comando do grupo, postos de recrutamento e treinamento de guerrilheiros jihadistas, além de depósitos de munição.[79]

Ao fim de setembro de 2015, foi confirmado a presença de militares das forças armadas da Rússia em território sírio, com cooperação do governo de Bashar al-Assad. Apesar da condenação por parte dos Estados Unidos em relação ao apoio de Vladimir Putin ao regime sírio, aviões da força aérea russa conduziram, a partir do dia 30 do mesmo mês, os primeiros ataques mirando o Estado Islâmico na Síria, marcando a primeira intervenção militar direta russa no conflito.[80] Em março de 2016, o governo russo anunciou que iria encerrar suas operações militares em território sírio, removendo boa parte do seu equipamento militar da região.[81] Depois de quase seis meses de operação, foram reportados que os ataques aéreos russos mataram mais de 4 500 pessoas (incluindo 1 700 civis, além de 1 492 rebeldes e jihadistas e cerca de 1 183 militantes do Estado Islâmico).[82]

No começo de dezembro de 2015, o Reino Unido formalmente se juntou a coalizão de países ocidentais que bombardeiam o Estado Islâmico na Síria. A força aérea britânica já vinha participando de operações militares no Iraque, mas a expansão dos bombardeios para o território sírio veio depois dos ataques em Paris, junto com apelo por mais ação por parte das nações europeias.[83] Segundo a liderança da coalizão liderada pelos Estados Unidos, o EIIL perdeu cerca de 20% do seu território na Síria desde meados de 2015 até o começo de 2016.[84]

Em meados de agosto de 2016, o governo da Turquia anunciou que, em resposta a uma série de atentados contra os seus território, lançaria operações militares para livrar a região de fronteira síria-turca da presença de militantes do Estado Islâmico (EI). Em 24 de agosto, apoiados por aviões dos Estados Unidos e rebeldes sírios, as forças armadas turcas lançaram uma grande operação na área da cidade de Jarablos, no norte da província de Alepo. Dezenas de veículos blindados e aeronaves atacaram posições de terroristas islâmicos na região, segundo autoridades da Turquia. Vários militantes do EI foram mortos. Isto marcou a primeira ação militar turca direta na Síria desde novembro de 2015.[85]

 
Um míssil Tomahawk sendo disparado pelo navio USS Arleigh Burke contra alvos do Estado Islâmico na Síria, em 2014.

No começo de 2017, os Estados Unidos intensificaram seus bombardeios na Síria. Foi reportado também um aumento do número de civis mortos. O novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou uma mudança de estratégia e disse ter pedido ao Pentágono que apresentasse, em trinta dias, um novo plano de batalha para derrotar o Estado Islâmico mais rápido.[86]

Em 4 de abril de 2017, um grande ataque com armas químicas foi reportado na cidade de Khan Shaykhun, no sul da província de Idlib. Entre 70 e 100 pessoas teriam sido mortas, com outros 500 sendo feridas. Uma investigação feita logo em seguida sugeriu que provavelmente o gás Sarin tenha sido o utilizado, principalmente devido aos sintomas apresentados pelas vítimas.[87] A Comunidade Internacional e a oposição síria culparam o regime de Bashar al-Assad pelo incidente. O governo local, por sua vez, apoiado pela Rússia, acusou a oposição pelo mesmo crime. Três dias depois, seguindo ordens do presidente americano Donald Trump, dois navios da marinha dos Estados Unidos (o USS Ross e o USS Porter), estacionados na costa do mediterrâneo, dispararam entre 50 e 60 mísseis BGM-109 Tomahawk contra uma base da força aérea síria na cidade de Shayrat, na província de Homs (onde acreditava-se ter sido a origem do ataque químico).[88] O objetivo do bombardeio teria sido atingir alvos de importância militar do regime Assad, principalmente plataformas de defesa aérea, aeronaves, hangares e depósitos de combustível. Este foi o primeiro ataque intencional na guerra lançado pelos Estados Unidos contra o governo sírio.[89]

Ver tambémEditar

Referências

  1. Coorey, Phillip. «Australia to take 12,000 refugees, boost aid and bomb Syria». Australian Financial Review 
  2. «Denmark tells U.N. it has trained radar on Syria». Reuters. January 18, 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
  3. «Denmark to expand military mission against Islamic State into Syria». Reuters. March 4, 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
  4. Barnes, Julian. «Belgium Plans to Carry Out Airstrikes in Syria Against Islamic State». Wall Street Journaldate=May 13, 2016 
  5. «IS conflict: France launches air strikes in Syria». BBC. 27 September 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  6. «Syria conflict: German MPs vote for anti-IS military mission». BBC. 4 December 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  7. «Moroccan F-16 Carry Out Airstrikes Against ISIS». Morocco World News 
  8. a b Stewart, Phil; Perryl, Tom (September 22, 2014). «US, Arab partners launch first strikes on IS in Syria». Reuters  Verifique data em: |data= (ajuda)
  9. «Turkish jets attack IS Syria targets». BBC. 29 August 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  10. «Turkey To Let U.S. Use Incirlik Air Base For ISIS Airstrikes, Officials Say». The Huffington Post. 23 July 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  11. Sciutto, Jim; Castillo, Mariano; Yan, Holly (September 22, 2014). «US airstrikes hit ISIS inside Syria for first time». CNN  Verifique data em: |data= (ajuda)
  12. «UK forces kill British Isis fighters in targeted drone strike on Syrian city». The Guardian. 7 September 2015. Consultado em 10 September 2015  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda); «Syria air strikes conducted by UK military pilots». BBC News. 17 July 2015. Consultado em 24 July 2015  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda); «SAS troops 'dressed in US uniforms and joined special forces on Isis Abu Sayyaf overnight raid in Syria'». 10 August 2015  Verifique data em: |data= (ajuda); «Surveillance missions over Syria confirmed». Ministry of Defence. 21 October 2014. Consultado em 21 October 2014  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  13. «Kurdish fighters and Free Syrian Army clash with IS at strategic border town». Reuters. September 30, 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  14. Abdulrahim, Raja (November 28, 2014). «Islamic State, rival Al Nusra Front each strengthen grip on Syria». The Los Angeles Times  Verifique data em: |data= (ajuda)
  15. «Negotiations failed between the IS, Jabhat al-Nusra and Islamic battalions». Syrian Observatory for Human Rights. November 14, 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  16. Brunker, Mike (November 21, 2014). «War of Words Between al Qaeda and ISIS Continues With Scholar's Smackdown». NBC News  Verifique data em: |data= (ajuda)
  17. «US-led strikes hit Qaeda in Syria as well as IS: Monitor». Al-Ahram. Agence France-Presse. September 23, 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  18. «U.S. bombs Nusra headquarters in key city on Turkey-Syria border». McClatchy DC. March 9, 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  19. a b «An internal struggle: Al Qaeda's Syrian affiliate is grappling with its identity». Brookings Institution. 31 May 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  20. Dziadoszt, Alexander (November 6, 2014). Boulton, Ralph, ed. «Syria's Ahrar al-Sham says coalition strikes on it killed civilians: statement». Reuters. Beirut, Lebanon  Verifique data em: |data= (ajuda)
  21. Abdelhak Mamoun. «ISIS leader al-Baghdadi is incapacitated, says the Guardian». Iraq News 
  22. «Report: A former physics teacher is now leading ISIS - Business Insider». Business Insider. April 23, 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  23. a b «ISIS' Abu Alaa al-Afri killed alongside dozens of followers in air strike». Daily Mail Online 
  24. «Military Skill and Terrorist Technique Fuel Success of ISIS». New York Times. 27 August 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  25. a b Alessandria Masi (November 11, 2014). «If ISIS Leader Abu Bakr al-Baghdadi Is Killed, Who Is Caliph Of The Islamic State Group?». International Business Times  Verifique data em: |data= (ajuda)
  26. «Kadyrov Claims Red-Bearded Chechen Militant al-Shishani Dead». ElBalad. 14 November 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  27. «Kadyrov Says Islamic State's Leader From Georgia Killed». Radio Free Europe/Radio Liberty. 14 November 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  28. «U.S. confirms death of ISIS operative Omar al-Shishani». CNN. 14 March 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
  29. Top ISIS Commander 'Omar the Chechen' Believed Dead After Airstrike
  30. «Abou Khattab, kurde, jihadiste et chef des opérations du Daech contre Kobané». Al Huffington Post (em francês). October 11, 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  31. «Islamic State's commanders killed in Kobane». ARA News 
  32. «Syria's Qaeda leader killed in explosion - ARA News». ARA News 
  33. «Syrian Nusra Front's Abu Firas killed in suspected drone strike: rebels». Reuters. 3 April 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
  34. Al-Qaeda top official killed in American strike northern Syria
  35. «Syria: Al-Nusra Front spokesman Firas 'killed in air strike'». BBC. 4 April 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
  36. Maclean, William (September 28, 2014). «Khorasan leader killed by US air strike in Syria last week, Al-Qaida member tweets». Haaretz  Verifique data em: |data= (ajuda)
  37. a b Starr, Barbara; Cruickshank, Paul (December 10, 2014). «Officials: Khorasan Group bomb maker thought dead survived». CNN  Verifique data em: |data= (ajuda)
  38. «Key al-Qaeda figure Muhsin al-Fadhli killed in U.S. airstrike in Syria - Pentagon». BNO News 
  39. Starr, Barbara; Hume, Tim (18 October 2015). «Al Qaeda leader killed in U.S. airstrike, Pentagon says - CNN.com». CNN  Verifique data em: |data= (ajuda)
  40. «French jihadist Drugeon killed in Syria: US official». AFP. 11 September 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  41. «Syria rebels name slain leader's replacement». Al Jazeera English. 10 September 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  42. «Syria rebels name slain leader's replacement». Al Jazeera English. September 10, 2014  Verifique data em: |data= (ajuda)
  43. «Abu Yahia al-Hamawi, Ahrar al-Sham's New Leader». Syria Comment. 12 September 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  44. «Marine is first US death in operations against Islamic State». The Times of India. Reuters. 4 de outubro de 2014. Consultado em 30 de setembro de 2016 
  45. «U.S. loses drone over Syria, which claims to have brought it down». Reuters. Consultado em 30 de setembro de 2016 
  46. «Jordan pilot ejected over Syria after 'technical failure'». Yahoo! News. Agence France-Presse. 26 de dezembro de 2014. Consultado em 30 de setembro de 2016 
  47. Adams, Paul (3 de fevereiro de 2015). «Jordan pilot hostage Moaz al-Kasasbeh 'burned alive'». BBC News. Consultado em 30 de setembro de 2016 
  48. a b c d e «The International Coalition completes its second year of intervention in Syria, killing more than 6200 persons, including 611 Syrian civilians». SOHR. 22 de setembro de 2016. Consultado em 30 de setembro de 2016 
  49. «US-led air strikes hit al-Qaeda affiliate in Syria». The Irish Times. Reuters. November 6, 2014. Consultado em November 9, 2014  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  50. «2142 civilian citizens among the 4000 people executed by the "Islamic state" during the 20th month of announcing the "Caliphate State" in Syria». SOHR 
  51. «Most US Airstrikes in Syria Target a City That's Not a "Strategic Objective" - Mother Jones». Mother Jones 
  52. Pelo menos 20.000 civis deslocados durante a ofensiva Al-Hasakah (fevereiro-março de 2015); mais de 5.000 na região do Vale Khabur,[1] e mais de 15.000 na região de Tel Hamis [2]
  53. Hubbard, Ben (September 24, 2014). «At Least 500 Militants Killed in U.S.-Led Strikes in Syria, Observer Group Says». The New York Times  Verifique data em: |data= (ajuda)
  54. a b Raddatz, Martha; Martinez, Luis; Ferran, Lee (September 22, 2014). «U.S. airstrikes hit ISIS inside Syria for first time». ABC News  Verifique data em: |data= (ajuda)
  55. Saul, Heather (September 23, 2014). «Syria air strike: Twitter user Abdulkader Hariri live tweets US Islamic State attack 'before Pentagon breaks news'». The Independent  Verifique data em: |data= (ajuda)
  56. E. Barnes, Julian; Dagher, Sam (September 24, 2014). «Syria Strikes: U.S. Reports Significant Damage in Attacks on Islamic State, Khorasan». The Wall Street Journal  Verifique data em: |data= (ajuda)
  57. Miklaszewski, Jim; Vinograd, Cassandra (September 23, 2014). «U.S. Bombs ISIS Sites in Syria and Targets Khorasan Group». NBC News  Verifique data em: |data= (ajuda)
  58. Riechmann, Deb (November 13, 2014). «AP sources: IS, al-Qaida reach accord in Syria». Yahoo! News. Associated Press  Verifique data em: |data= (ajuda)
  59. Master. «Negotiations failed between the IS, Jabhat al-Nusra and Islamic battalions». Syrian Observatory For Human Rights 
  60. Holliday, Joseph. «The Struggle for Syria in 2011 - An Operational and Regional Analysis» (PDF). Institute for the Study of War. Consultado em 20 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2014 
  61. «Barack Obama authorises air strikes against Isis militants in Syria». The Guardian. Consultado em 12 de setembro de 2014 
  62. «House Grudgingly Approves Arms for Syrian Rebels». Associated Press. Consultado em 7 de setembro de 2014 
  63. «U.S. Airstrikes by U.S. and Allies Hit ISIS Targets in Syria». New York Times. Consultado em 22 de setembro de 2014 
  64. "U.S. hits ISIS with airstrikes in Syria". Página acessada em 23 de setembro de 2014.
  65. «U.S. airstrikes on Islamic State targets in Syria start». USA Today. Consultado em 22 de setembro de 2014 
  66. «U.S. and partners launch airstrikes in Syria against Islamic State». CTV News. Consultado em 23 de setembro de 2014 
  67. «Air strikes in Syria hit Islamic State and al Qaeda-linked Nusra Front: monitor». Reuters. Consultado em 23 de setembro de 2014 
  68. "New airstrikes, new tactic to beat ISIS". Página acessada em 25 de setembro de 2014.
  69. "Coalizão internacional ataca o Estado Islâmico no centro e no leste da Síria". Página acessada em 27 de setembro de 2014.
  70. "Kobane: Air strikes help Syria town curb IS". Página acessada em 16 de outubro de 2014.
  71. "Ataques a Kobane mataram ‘várias centenas’ de militantes, dizem EUA". Página acessada em 16 de outubro de 2014.
  72. "Curdos expulsam Estado Islâmico de Kobani após batalha de quatro meses". Página acessada em 6 de fevereiro de 2015.
  73. "U.S. conducts raid in Syria, says it kills senior Islamic State leader". Página acessada em 24 de julho de 2015.
  74. "Source: Al Qaeda group in Syria plotted attack against U.S. with explosive clothes". Página acessada em 24 de julho de 2015.
  75. "About 3000 people, including 162 civilians, killed in US- coalition airstrikes on areas in Syria". Página acessada em 24 de julho de 2015.
  76. "Turquia ataca Estado Islâmico pela primeira vez". Página acessada em 24 de julho de 2015.
  77. "França lança 1º ataque aéreo contra ‘EI’ na Síria". Página acessada em 27 de setembro de 2015.
  78. "What's next for U.S. troops in Syria?". Página acessada em 30 de outubro de 2015.
  79. "France launches 'massive' airstrike on Isis stronghold of Raqqa". Página acessada em 16 de novembro de 2015.
  80. "US Confirms Russian Airstrikes in Syria". Página acessada em 30 de setembro de 2015.
  81. "Syria conflict: Russia's Putin orders 'main part' of forces out". Página acessada em 18 de março de 2016.
  82. "More than 1700 civilians are among the nearly 4500 killed by Russian air and missile strikes in Syria". Página acessada em 18 de março de 2016.
  83. "Britain launches airstrikes hours after Parliament backs ISIS bombings". Página acessada em 3 de dezembro de 2015.
  84. "ISIS Lost 40 Percent of Territory in Iraq, 20 Percent in Syria". Página acessada em 5 de janeiro de 2016.
  85. "Turquia cruza fronteira e faz operação militar contra Estado Islâmico na Síria". Página acessada em 25 de agosto de 2016,
  86. "Trump Will Call for a Pentagon Plan to Hit ISIS Harder, Officials Say". Página acessada em 7 de abril de 2017.
  87. «Idlib town reels following major chemical attack: 'No rebel positions, just people'». Syria:direct. 5 de abril de 2017 
  88. Starr, Barbara; Diamond, Jeremy (6 de abril de 2017). «Trump launches military strike against Syria». CNN. Turner Broadcasting System (Time Warner). Consultado em 7 de abril de 2017. Cópia arquivada em 7 de abril de 2017 
  89. Gordon, Michael R.; Cooper, Helene; Shear, Michael D. (6 de abril de 2017). «Dozens of U.S. Missiles Hit Air Base in Syria». The New York Times. The New York Times Company. Consultado em 7 de abril de 2017. Cópia arquivada em 7 de abril de 2017