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Este artigo ou seção é sobre um conflito armado recente ou ainda em curso. A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis. (data da marcação: 17 de setembro de 2019; editado pela última vez em 11 de maio de 2019) Warfare current.svg
Operação Ramo de Oliveira
Guerra Civil Síria, Conflito no Curdistão sírio
Conflito curdo-turco
Operation Olive Branch.svg
Avanços das forças turcas em território controlado por milícias curdas
Data Principais combates: 20 de janeiro de 201824 de março de 2018
(2 meses e 4 dias)
Insurgência:[1][2]
25 de março de 2018 – presente
Local Distrito de Alepo (principalmente Afrîn e regiões vizinhas), norte da Síria
Casus belli A Turquia pretende expulsar os grupos curdos das Forças Democráticas Sírias e das Unidades de Proteção Popular da sua fronteira
Desfecho Em andamento
Beligerantes
 Turquia
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Exército Nacional Sírio
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Frente da Libertação da Síria
Flag of Rojava.svg Curdistão Sírio

Síria República Árabe Síria[3][4][5]

International Freedom Battalion original banner.svg Batalhão Internacional da Liberdade
Flag of YBŞ.svg Unidades de Resistência de Sinjar
Flag of Kurdistan Workers' Party.svg Partido dos Trabalhadores do Curdistão (alegado pela Turquia)
Apoiado por:
 Irão [7]


Insurgência:

Forças de Libertação de Afrîn
Comandantes
Turquia Ten. Gen. Ísmail Metin Temel
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Fahim Eissa
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Yasser Abdul Rahim
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Abu Meslem
Flag of Syrian Democratic Forces.svgPeople's Protection Units Flag.svg Mehmud Berxwedan
Flag of Syrian Democratic Forces.svgFlag of Jaysh al-Thuwar.svg Haji Ahmed
Unidades
Turquia Forças Armadas da Turquia

Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Exército Nacional Sírio

Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Frente da Libertação da Síria

Flag of Syrian Democratic Forces.svg Forças Democráticas Sírias


Flag of the Afrin Canton.svg Forças da Região de Afrîn

International Freedom Battalion original banner.svg Batalhão Internacional da Liberdade

Forças
Turquia 6 400 soldados[8]
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg 10 000 a 25 000 combatentes
Flag of Syrian Democratic Forces.svg 8 000 -10 000 combatentes (janeiro) Flag of Syrian Democratic Forces.svg 20 000 (fevereiro)
Baixas
Turquia 85 mortos
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg 594 mortos, 16 capturados e 225 feridos
(segundo o OSDH)
Flag of Syrian Democratic Forces.svg 1 582 mortos
(segundo o OSDH)
Síria 91 mortos
150 000 – 200 000 civis deslocados de suas casas

Operação Ramo de Oliveira[9][10] (em turco: Zeytin Dalı Harekâtı)[11] refere-se a uma operação militar da Turquia na Síria iniciada em 20 de janeiro de 2018 contra as posições das Forças Democráticas Sírias (FDS) na cidade síria de Afrîn. Afrîn e os arredores são controlados pelo Curdistão Sírio desde do início da Guerra Civil Síria.[12] Segundo o governo turco, o objectivo é expulsar todas as forças pró-curdas das Unidades de Proteção Popular e do Partido de União Democrática (PYD) da zona de Afrîn,[13] bem como, derrotar o Estado Islâmico (EIIL), apesar de não houver confirmação oficial sobre a presença do EI na zona.[14] Segundo o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, esta intervenção não se limita sobre Afrîn mas, também, sobre a cidade de Manbij, cidade controlada pelas FDS desde do verão de 2016.[15]

Diversos países, como os Estados Unidos e a Rússia, manifestaram a sua preocupação pela intervenção militar. Na Turquia, houve manifestações contra a operação militar, com o presidente Erdogan a avisar de que haveria um "preço pesado" para os que se manifestem contra a intervenção.[16]

AntecendentesEditar

 
Protestos em Afrîn em apoio dos grupos curdos e contra a intervenção militar turca
 
Protestos em Bizaah em apoio à intervenção militar turca contra Afrîn

A ofensiva veio após meses de tensões crescentes entre a Turquia e os Estados Unidos por causa do apoio dos EUA às FDS, que são composta na sua maioria por combatentes curdos das Unidades de Proteção Popular (YPG), que para a Turquia é o braço armado sírio do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), organização considerada terrorista pelos turcos e por outros diversos países. As tensões aumentaram exponencialmente após os EUA anunciarem que iriam treinar e equipar uma guarda fronteiriça (Forças de Segurança da Fronteira Síria) composta por 30.000 membros das FDS,[17] algo prontamente rejeitado pelo governo turco que considerava tal guarda uma ameaça à segurança nacional. O presidente turco Recep Tayyip Erdoğan disse num discurso em Ancara: "Que pode fazer um grupo terrorista se não atacar a Turquia? A nossa missão é estrangular tal guarda antes do seu aparecimento!".[18]

Após meses de preparação, as forças turcas começaram a bombardear posições das FDS e das YPG na zona de Afrin. Segundo jornais turcos, militares russos que se encontravam na zona curda abandonaram as suas posições em antecipação à ofensiva turca.[19]

OfensivaEditar

O governo turco anunciou que a ofensiva tinha começada no dia 19 de janeiro com o ministro de defesa turco, Nurettin Canikli, a afirmar: "A operação já se iniciou de facto com bombardeamentos na zona fronteiriça".[20] O ministro adiantou que as tropas ainda não tinham entrado no território controlado pelos curdos. A Turquia começou a intensificar os ataques contra posições curdas, com o YPG a afirmar que mais de 70 ataques tinham sido disparados durante a noite.[21]

A imprensa turca reportou que 20 autocarros com grupos rebeldes alinhados com a Turquia (Exército Nacional Sírio) tinham sido transportados para a fronteira entre a Síria e a Turquia, enquanto a AFP afirmou que seriam cerca de 30 autocarros a transportar as forças rebeldes.[22]

No cantão de al-Shahba, segundo fontes pró-FDS, combatentes das FDS impuseram vários danos aos rebeldes do ENS, matando 4 soldados e ferindo outros 5.[23]

No dia 20 de janeiro, a Turquia iniciou uma campanha de bombardeamentos aéreos sobre a cidade de Afrin, atacando várias posições curdas e, assim, dando início, de facto, à sua operação militar.[24] As forças curdas lançaram fogo sobre as cidades fronteiriças de Kilis e Reyhanli com informações de que uma pessoa teria morrida e várias teriam ficado feridas.[25] A Turquia anunciou que os seus ataques aéreos tinham atingido 150 alvos em Afrîn.[26]

As Forças Armadas da Turquia explicaram num texto publicado no seu site que o objectivo desta intervenção militar é "estabelecer segurança e estabilidade nas nossas fronteiras e na região, eliminando os terroristas do PKK/KCK/PYD/YPG e do EIIL."[27]

No dia 21 de janeiro, a imprensa estatal turca anunciou soldados do Exército Turco começaram a avançar sobre o território de Afrîn[28] e avançaram até 5 quilómetros no território controlado pelos curdos.[29] O Observatório Sírio de Direitos Humanos (SOHR), sediado no Reino Unido, reportou confrontou entre tropas turcas e as milícias curdas na zona norte e ocidental da região de Afrîn, com as tropas turcas e os rebeldes do ENS a conseguirem capturar as cidades de Shankil e Adah Manli no ocidente.[30]

Em 22 de janeiro, as forças turcas anunciaram a captura de sete localidades, embora o YPG tenha anunciado posteriormente a recaptura de duas dessas localidades.[31] No mesmo dia, foi anunciado a morte do primeiro soldado turco na ofensiva.[32]

A 24 de janeiro, de acordo com fontes curdas e pró-governo sírio, aviões da Força Aérea Turca efectuaram bombardeamentos contra posições das FDS na cidade de Manbij.[33][34]

Em 28 de janeiro, as forças pró-turcas conseguiram a sua primeira grande vitória na ofensiva ao capturarem a estratégica montanha de Barsaya,[35][36] após vários ataques falhados desde de 22 de janeiro, devido à forte resistência curda.[37] No dia seguinte, houve relatos que as forças curdas conseguiram recapturar a montanha, embora a Turquia tenha negado tal situação, com o comandante turco líder das operações a visitar a montanha.[38]

A 30 de janeiro, de acordo com a Anadolu Agency, as Forças Armadas da Turquia espalharam panfletos a partir do ar em árabe, curdo e turco, encorajando os civis da região para fazerem frente ao PKK, PYD, YPG e o EIIL.[39]

No final de janeiro, oficiais curdos acusaram a Turquia de usarem napalm, uma arma proibida segundo convenções internacionais, durante a operação.[40] As Forças Armadas da Turquia negaram o uso de napalm, afirmando: "Napalm e armamento químico, biológico e semelhantes são proibidos por leis e tratados internacionais. Não é usado pela nossa Força Aérea. Tal armamento não está no inventário das Forças Armadas Turcas."[41]

Segundo fontes pró-governo, algumas das facções rebeldes retiraram-se da operação para combater o Exército Sírio em Idlib.[42]

 
Blindados turcos mobilizados para a operação.

A 1 de fevereiro, emergiu um vídeo nas redes sociais em que mostrava as forças rebeldes pró-turcas a celebrarem a morte de uma combatente curda que tinha o corpo mutilado, o que levou a um forte ressentimento nos curdos da região.[43]

Em 10 de fevereiro, um helicóptero TAI/AgustaWestland T129 ATAK da Turquia caiu com a tripulação a morrer. De acordo com o presidente turco Ergodan, as FDS e o SOHR, o helicóptero foi abatido.[44][45][46] O primeiro-ministro da Turquia também confirmou que o helicóptero tinha sido abatido, enquanto o Exército Turco não disse qual a causa da queda do helicóptero mas uma investigação tinha sido aberta para averiguar.[47]

Em 20 de fevereiro, após vários relatos de um acordo entre o YPG e o governo da República Árabe Síria,[48][49][50][51] tropas pró-governamentais das Forças de Defesa Nacional entraram no cantão de Afrin para auxiliarem as forças curdas no combate contra as forças turcas e os rebeldes sírios.[52][53][54][55] Em março de 2018, após semanas de violentos combates, o exército turco tomou a importante cidade de Afrîn, no norte sírio, numa das vitórias mais marcantes da intervenção até aquele momento, forçando o recuo das forças curdas.[56]

Reacções InternacionaisEditar

Membros da UNEditar

Outras organizações e entidades regionaisEditar

Outras entidades políticasEditar

Referências

  1. Chulov, Martin (19 de março de 2018). «Kurdish militia vows to make Afrin 'an ongoing nightmare' for Turks». the Guardian. Consultado em 15 de junho de 2018 
  2. «Afrin beginning to look less like a victory for Turkey as YPG mounts guerrilla campaign». Consultado em 3 de junho de 2018 
  3. «Why Assad Quietly Aids Syrian Kurds Against Turkey». Haaretz (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2018 
  4. «Reuters:Assad quietly aids Syrian Kurds against Turkey». KyivPost (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2018 
  5. «Assad, Iran support Kurdish forces against Turkey in Syria's Afrin with key weapon systems - reports». Al Masdar News (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2018 
  6. «Breaking: Syrian Army enters Afrin to assist Kurdish forces». Al Masdar News (em inglês). Consultado em 20 de fevereiro de 2018 
  7. «Assad, Iran support Kurdish forces against Turkey in Syria's Afrin with key weapon systems - reports». Al Masdar News (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2018 
  8. «Fotoğraflarla Zeytin Dalı Harekatı». Sputnik news (em turco). Consultado em 22 de janeiro de 2018 
  9. «Quarto dia da Operação "Ramo de Oliveira"». Euronews. 24 de janeiro de 2018 
  10. «O Significado da Operação Ramo de Oliveira». Diário de Notícias 
  11. «Turkey dubs offensive in Afrin "Operation Olive Branch"». AMN - Al-Masdar News | المصدر نيوز (em inglês). 20 de janeiro de 2018 
  12. «Turkey shells Syria's Afrin region, minister says operation has begun». Reuters. Sat Jan 20 11:21:04 UTC 2018  Verifique data em: |data= (ajuda)
  13. «Erdogan: Operation in Syria's Afrin has begun». www.aljazeera.com. Consultado em 21 de janeiro de 2018 
  14. CNN, Gul Tuysuz, Joe Sterling and Schams Elwazer,. «Turkish jets hammer Syrian town to oust US-backed Kurdish militia». CNN 
  15. «Erdogan: Operation in Syria's Afrin has begun». www.aljazeera.com. Consultado em 21 de janeiro de 2018 
  16. «Erdogan warns of 'heavy price' for protests against Syria operation». Arab News (em inglês). 21 de janeiro de 2018 
  17. «Coalition and SDF are training a 30,000-strong Syrian border force». The Defense Post (em inglês). 13 de janeiro de 2018 
  18. Wintour, Patrick (15 de janeiro de 2018). «Erdoğan accuses US of planning to form 'terror army' in Syria». the Guardian. Consultado em 21 de janeiro de 2018 
  19. «Russian troops in Afrin begin withdrawing: Turkish state-run agency». Hürriyet Daily News (em inglês). Consultado em 20 de janeiro de 2018 
  20. «Turkey shells Syria's Afrin region, minister says operation has begun». Reuters. Sat Jan 20 11:21:04 UTC 2018  Verifique data em: |data= (ajuda)
  21. «Turkey steps up Syria border shelling». BBC News (em inglês). 2018 
  22. «Turkish troops shell Afrin to oust US-backed Kurdish militia». Channel NewsAsia (em inglês) 
  23. «Afrin: sneaking attempt thwarted, YPG, YPJ inflicted mercenaries vast damage | ANHA». en.hawarnews.com. Consultado em 20 de janeiro de 2018. Arquivado do original em 20 de janeiro de 2018 
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  25. «Turkish ground troops enter Syria enclave». BBC News (em inglês). 2018 
  26. Editorial, Reuters. «Airstrikes pound Syria's Afrin as Turkey launches 'Operation Olive Bra». AF (em inglês) 
  27. «Turkey launches border security mission in Syria's Afrin». Turkey launches border security mission in Syria's Afrin (em turco). Consultado em 21 de janeiro de 2018 
  28. «Turkish state media reports that Turkish ground forces have crossed into Syrian Kurdish enclave». The Seattle Times (em inglês). 21 de janeiro de 2018 
  29. «Turkish ground troops enter Syria enclave». BBC News (em inglês). 2018 
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  33. «Breaking: Turkish warplanes heavily bomb Aleppo's Menbij». AMN - Al-Masdar News | المصدر نيوز (em inglês). 24 de janeiro de 2018 
  34. «Turkish warplanes are bombarding villages western of Manbij, according to Manbij Military Council - Map of Syrian Civil War - Syria news today - syria.liveuamap.com». Map of Syrian Civil War - Syria news today - syria.liveuamap.com (em inglês). Consultado em 24 de janeiro de 2018 
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