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Ipanguaçu é um município no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano 2017[4] sua população está estimada em 15.464 habitantes.

Município de Ipanguaçu
Bandeira de Ipanguaçu
Brasão de Ipanguaçu
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 23 de dezembro
Fundação 23 de dezembro de 1948 (70 anos)
Gentílico ipanguaçuense
Prefeito(a) Valderedo Bertoldo do Nascimento (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Ipanguaçu
Localização de Ipanguaçu no Rio Grande do Norte
Ipanguaçu está localizado em: Brasil
Ipanguaçu
Localização de Ipanguaçu no Brasil
05° 29' 52" S 36° 51' 18" O05° 29' 52" S 36° 51' 18" O
Unidade federativa Rio Grande do Norte
Região intermediária

Mossoró IBGE/2017[1]

Região imediata

Açu IBGE/2017[1]

Municípios limítrofes Assu, Afonso Bezerra, Itajá e Angicos
Distância até a capital 214 km[2]
Características geográficas
Área 374,247 km² [3]
População 15 464 hab. (RN: 35º) –  estimativa IBGE/2017[4]
Densidade 41,32 hab./km²
Clima Semiárido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,603 médio PNUD/2010[5]
PIB R$ 82 210 mil IBGE/2011[6]
PIB per capita R$ 5,870 01 IBGE/2011[6]

Índice

EtimologiaEditar

A origem do nome remonta ao tronco linguístico tupi-guarani. Provavelmente a palavra tem origem em 'Ypa'ũgûasu , pela junção das palavras 'ypa'ũ (ilha) + gûasu (grande), significando "Ilha Grande".

HistóriaEditar

Ipanguaçu é um município que surgiu a partir de 1815 quando o Coronel Ovídio Montenegro adquiriu uma propriedade e transformou o local numa fazenda para a criação de gado. A fazenda ganhou o nome de Sacramento e com o passar dos anos, um núcleo populacional surgiu ao redor da fazenda, logo transformando-se num povoado pertencente ao município de Santana do Matos. Esse povoado tinha sua economia baseada na agricultura e na pecuária de subsistência[7].

No dia 23 de dezembro de 1948, pela Lei no 146, Sacramento desmembrou-se de Santana do Matos e passou a ser o município de Ipanguaçu.

GeografiaEditar

O município é banhado por dois rios, o Piranhas-Açu ao oeste e o rio Pataxó seu afluente que o divide ao meio. Vale lembrar a lagoa de Ponta Grande e do Canadá. O ponto culminante do município situa-se na Serra de Pataxó com 107 metros de altitude.

ClimaEditar

Semi-árido, com chuvas mais abundantes no outono. A vegetação típica e a caatinga e a mata ciliar de carnaúbas, que foi seriamente desmatada para dar lugar a imensas plantações de banana,manga e algodão.

EconomiaEditar

A fruticultura de exportação em grande escala é o principal vetor econômico do município, como a monocultura da banana.

TurismoEditar

O ecoturismo é a principal atividade turística local.

As principais festas do município são a da emancipação, que ocorre no dia 23 de dezembro e a da padroeira, Nossa Senhora de Lourdes, em 11 de fevereiro, com festejos a padroeira, dar-se uma festa dançante no clube municipal.

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 29 de março de 2019 
  2. FEMURN. «Distâncias dos Municípios do Rio Grande do Norte a Natal-RN». Consultado em 13 de agosto de 2011. Arquivado do original em 16 de dezembro de 2010 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  4. a b «Estimativa populacional 2017 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 30 de agosto de 2017. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 4 de setembro de 2013 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2011». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 10 de junho de 2014 
  7. Histórico Prefeitura Municipal de Ipanguaçu - acessado em 1 de outubro de 2017

BibliografiaEditar

  • MORAIS, Marcus Cesar Cavalcanti de. Terras Potiguares. Natal: Editora Foco, 2007. - 3ª ed.
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