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Itaquitinga é um município brasileiro do estado de Pernambuco. O município é formado pelo distrito sede e pelo povoado de Chã de Sapé.

Município Itaquitinga
Brasão indisponível
Bandeira Brasão indisponível
Hino
Aniversário 20 de dezembro
Fundação 1963 (56 anos)
Gentílico itaquitinguense
Prefeito(a) Geovani de Oliveira Melo Filho (PMN)
(2017 – 2020)
Localização
Localização Itaquitinga
Localização Itaquitinga em Pernambuco
Itaquitinga está localizado em: Brasil
Itaquitinga
Localização Itaquitinga no Brasil
07° 40' 04" S 35° 06' 06" O07° 40' 04" S 35° 06' 06" O
Unidade federativa Pernambuco
Mesorregião Mata Pernambucana IBGE/2008[1]
Microrregião Mata Setentrional Pernambucana IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Norte: Condado; Sul: Igarassu; Leste: Goiana; e Oeste: Tracunhaém.
Distância até a capital 85 km
Características geográficas
Área 103,442 km² [2]
População 16 696 hab. estatísticas IBGE/2014[3]
Densidade 161,4 hab./km²
Altitude 88 m
Clima Tropical As'
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,586 baixo PNUD/2010[4]
PIB R$ 125 024 mil IBGE/2012[5]
PIB per capita R$ 7 707 51 IBGE/2012[5]

EtimologiaEditar

Segundo José de Almeida Maciel (1984), o topônimo é composto por dois termos: itaqui: arenito + tinga: branco, ou seja, areia branca. Já segundo Luís Caldas Tibiriçá o termo tem origem em ita-ky-tinga, significando "pedra branca aguçada".

HistóriaEditar

A Lei Municipal 52 de 3 de agosto de 1892, de Goiana, dividiu o município em 5 distritos, deles fazendo parte o povoado de São Sebastião de Areias. O Decreto-Lei Estadual 952 de 31 de dezembro de 1943 mudou o nome do distrito de Areias para Itaquitinga. A Lei Estadual 4962 de 20 de dezembro de 1963 eleva Itaquitinga à condição de município, desmembrando-o de Goiana. O município foi instalado em 23 de maio de 1964.

GeografiaEditar

Localiza-se a uma latitude 07º40'04" sul e a uma longitude 35º06'06" oeste, estando a uma altitude de 88 metros. Sua população estimada em 2004 era de 15.424 habitantes.

Itaquitinga situa-se predominantemente da unidade de relevo dos Tabuleiros Costeiros, que apresenta altitude média de 50 a 100 metros, com platôs de origem sedimentar, que apresentam grau de entalhamento variável: vales estreitos e encostas abruptas intercalam-se a regiões abertas com encostas suaves e fundos com amplas várzeas. Os solos são profundos e de baixa fertilidade natural. Latossolos e podzólicos predominam nos topos de chapadas e topos residuais. Os solos podzólicos com fregipan, podzólicos plínticos e podzóis são observados nas pequenas depressões nos tabuleiros. Solos podzólicos concrecionários estão presentes em áreas dissecadas e encostas e Gleissolos. Solos Aluviais surgem nas áreas de várzeas.

A floresta subperenifólia predomina a vegetação nativa, com partes de floresta subcaducifólia e vegetação de transição cerrado/ floresta.

EconomiaEditar

As principais atividades econômicas são agricultura e comércio. Os principais produtos agrícolas são a batata-doce, mandioca, coco, cana-de-açúcar, feijão, banana, mamão e abacaxi.

O artesanato em barro ocupa grande parte da população. Utensílios domésticos como panelas e tigelas, santos e personagens do imaginário popular regional são as peças mais produzidas. A influência indígena é notável.

Manifestações popularesEditar

A região é bastante rica em manifestações populares, como o maracatu, o cavalo-marinho e a ciranda.

Tem como maior expressão religiosa o cristianismo, das igrejas católica e protestante, com muitos fiéis e cotidiano voltado as manifestações dogmáticas. Pela igreja católica, tem como padroeiro São Sebastião, vindo a ser paróquia muito recentemente, com uma igreja recém reformada e com festa anual centenária.

FontesEditar

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  3. «Estimativa Populacional 2014». Estimativa Populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Agosto de 2014. Consultado em 29 de agosto de 2014 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 1 de outubro de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2012». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2013 
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