Júlio César (ator)

ator português

Júlio César (Alter do Chão, Alter do Chão, 16 de Junho de 1947) é um actor, encenador e apresentador de televisão português.

Júlio César
Nascimento 16 de junho de 1947 (74 anos)
Alter do Chão, Alter do Chão, Portugal Portugal
Nacionalidade Portugal Portugal
Ocupação Ator, encenador e apresentador de televisão

CarreiraEditar

Aos 11 anos, Júlio César deixou o Alentejo natal — onde aos oito anos de idade pisara pela primeira vez um palco para representar, na Casa do Povo da Chança — acompanhando a transferência da família para Lisboa[1]. Quando chega à capital começa a trabalhar como paquete para ajudar no sustento da família. Depois de passar por vários grupos de teatro amador, é descoberto por Vasco Morgado que o convida para a revista "P'rá Frente Lisboa (1972) no Teatro Monumental, onde se estreia como ator profissional.[2].

Ao longo dos anos acumulou vasta experiência em teatro, rádio, cinema e televisão. Foi Prémio de Interpretação do Instituto Português de Cinema pelo filme Jogo de mão de Monique Rutller.

Apresentou o concurso Saber a Valer, em 1987, na RTP, com uma máquina de nome Besidróglio.

Foi também distinguido com o Prémio Nova Gente (rádio) com o programa Chinelo de Quarto - Antena 1 e Prémio Popularidade Casa da Imprensa (telenovela Passerelle).

Em cinema destaca-se em Inferno de Joaquim Leitão. Do mesmo realizador representa em Adão e Eva e 12.13 (purgatório).

Como autor e encenador realizou mais de 30 espectáculos para os casinos Estoril (onde foi Diretor Artístico) e Póvoa de Varzim.

Participou do elenco de atores de Morangos com Açúcar como Prof. Ravina e na telenovela da SIC Sol de Inverno, com a personagem Jacinto.

É também autor do livro Entre Linhas, Entre Gente (Lisboa: Ália, 1982), onde recolhe os textos de um seu programa de rádio (RDP 1, 1980/81/82) com o mesmo nome,

Trabalhos (incompleto)Editar

TeatroEditar

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  • 1972 - P'rá Frente Lisboa (revista)
  • 1974 - Até Parece Mentira! (revista)[3]
  • 1975? - Ver, Ouvir e Calar (revista)
  • 1977 - Ó da Guarda (revista)[4]
  • 1981 - Há Petróleo no Beato (comédia)[5]

CinemaEditar

TelevisãoEditar

Referências

  1. DN
  2. DN
  3. http://casacomum.org/cc/visualizador?pasta=06820.170.26932#!21
  4. http://casacomum.org/cc/visualizador?pasta=06827.177.27945#!6
  5. «"Há Petróleo no Beato". Solnado recordado em Lisboa». SIM. 2 de Março de 2013. Consultado em 4 de Outubro de 2014. Arquivado do original em 6 de outubro de 2014 
  6. «Portugal… Minha Saudade». Museu Mazzaropi. Consultado em 4 de Outubro de 2014 
  7. «A Relíquia- Artes e Cultura- Teatro- RTP» 
  8. «Jornal de Notícias» 

Ligações externasEditar

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