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Júlio Delgado

político brasileiro
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Júlio Delgado
Deputado federal de Minas Gerais
Período 2 de setembro de 1999
até 23 de dezembro de 2000

1º de fevereiro de 2003
até a atualidade

Dados pessoais
Nascimento 18 de novembro de 1966 (52 anos)
Juiz de Fora, MG
Nacionalidade brasileiro
Alma mater Universidade Federal de Juiz de Fora
Cônjuge Luciana Moreira Borges
Partido PSB (2004–presente)
PPS (2002–2004)
PMDB (1986–2002)
Profissão advogado

Júlio César Delgado (Juiz de Fora, 18 de novembro de 1966) é um advogado e político brasileiro.

Exerce o cargo de deputado federal — seguindo os passos do pai, Tarcísio Delgado, que foi deputado, além de prefeito por três mandatos.

Casado com Luciana Moreira Borges, Júlio Delgado é pai de Mateus e de Vinícius.

Formou-se em 1990 no curso de Direito pela UFJF. Após graduado, trabalhou como assessor parlamentar na Câmara dos Deputados até que em 1994 concorreu pela primeira vez à Câmara Baixa, sem obter sucesso. No mesmo ano, foi convidado para assumir o cargo de Secretário-Adjunto da Secretaria do Trabalho e Assistência Social do Estado de Minas Gerais. Em 1999, foi chamado para exercer o mandato pela primeira vez como suplente. Em 2002, venceu pela primeira vez a disputa pela Câmara Federal pelo PPS. Tornou-se líder da bancada, mas, devido à divergência com a postura oposicionista então tomada por Roberto Freire, presidente do partido, migrou para o PSB, seguindo o ex-deputado Ciro Gomes e outros parlamentares.

Em 2006 e 2010 foi reeleito já pelo novo partido. [1]

Em 2006, declarou apoio à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) no segundo turno das eleições. Já em 2010, adotou uma postura mais neutra, não declarando apoio a nenhum dos candidatos.

Júlio foi o relator do processo que resultou na cassação do então deputado federal José Dirceu.[2] Foi membro da CPI dos Sanguessugas e um de seus sub-relatores.

Enquanto exercia a 4ª Secretaria da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, se lançou candidato à presidência da Casa, quando foi derrotado por Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), obtendo 165 votos.[3]

Foi reeleito deputado federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019). Em 2015, disputou a presidência da casa, obtendo 100 votos, sendo derrotado por Eduardo Cunha e Arlindo Chinaglia.[3]

Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[4] Já no Governo Michel Temer, votou contra a PEC do Teto dos Gastos Públicos.[4] Em abril de 2017 foi contrário à Reforma Trabalhista.[4] [5] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer.[4][6]

Referências

  1. Biografia de Júlio Delgado. Site oficial do deputado. Disponível em: <http://juliodelgado.com.br/site/julio-delgado>. Acesso em (22/12/2012)
  2. Uol (18 de outubro de 2005). «Relator do Conselho de Ética pede a cassação de José Dirceu». Consultado em 13 de outubro de 2017 
  3. a b Por Bernardo Caram (30 de janeiro de 2017). «Sem apoio do partido, Júlio Delgado lança candidatura à presidência da Câmara». G1. Consultado em 13 de outubro de 2017 
  4. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  5. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  6. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externasEditar